Foram encontradas 91 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3931015 Odontologia
No contexto de pequenas cirurgias, a exodontia exige entendimento de princípios mecânicos para aplicação correta de fórceps e elevadores. Assinale a alternativa correta sobre o uso do elevador em exodontias.
Alternativas
Q3931014 Odontologia
Na prevenção de cárie em nível coletivo, medidas de higiene e de promoção de saúde incluem o uso racional de fluoretos. Assinale a alternativa correta sobre o efeito do flúor na redução de cárie dental.
Alternativas
Q3931013 Odontologia
Na periodontia, o nível clínico de inserção (NCI) é obtido pela:
Alternativas
Q3931012 Odontologia
Sobre planejamento do tratamento endodôntico, analise as afirmativas.

I. A avaliação pré-operatória inclui condição coronária, restaurações, trincas, remanescente dentário e possibilidade de isolamento, porque isso influencia prognóstico e técnica.
II. A análise periodontal integra sondagem, mobilidade, padrão de perda óssea e condição de furca, pois um dente com comprometimento periodontal pode limitar indicação endodôntica.
III. A anatomia interna e o histórico do dente orientam estratégia, incluindo suspeita de canais adicionais, curvaturas e necessidades de acesso, além de expectativa do paciente.
IV. O tamanho da radiolucidez periapical define a necessidade de retratamento e orienta a conduta, e o selamento coronário tem peso menor quando a obturação é densa.
V. O comprimento de trabalho pode ser estimado por médias e tato, com radiografia como referência eventual, alcançando precisão semelhante à do localizador apical.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3931011 Odontologia
Na dentística restauradora, a relação entre superfícies aderidas e superfícies livres influencia a tensão gerada pela contração de polimerização. Marque a alternativa correta sobre fator C (configuration factor). 
Alternativas
Q3931010 Odontologia
No uso e manutenção de instrumentos de níquel-titânio (NiTi) em endodontia, compreender o mecanismo de fratura ajuda a planejar a prática clínica e a reduzir risco ao paciente. Assinale a alternativa correta sobre fratura de instrumentos NiTi.
Alternativas
Q3931009 Odontologia
No planejamento do tratamento endodôntico, reconhecer diferenças biológicas entre dentes com polpa viva e dentes com polpa morta ajuda a antecipar desafios do preparo e da desinfecção. Assinale a alternativa correta sobre essa diferença.
Alternativas
Q3931008 Odontologia
Sobre substâncias químicas auxiliares no preparo do canal radicular, analise as afirmativas.

I. O hipoclorito de sódio tem ação antimicrobiana e capacidade de dissolver tecido orgânico, com impacto de concentração na eficácia e na irritação tecidual.
II. O EDTA atua como quelante, remove smear layer e favorece exposição de túbulos dentinários, contribuindo para penetração de medicações e seladores.
III. A clorexidina apresenta substantividade antimicrobiana e efeito contra diversas bactérias, porém não dissolve tecido orgânico como o hipoclorito de sódio.
IV. A solução salina funciona como irrigante inerte, com baixo efeito antimicrobiano, sendo útil em enxágue intermediário para reduzir interação entre soluções.
V. A eficácia do irrigante depende de volume, renovação, temperatura e agitação, já que o contato e a dinâmica do fluxo influenciam a ação no sistema de canais.

Estão corretas as afirmativas: 
Alternativas
Q3931007 Odontologia
No tratamento endodôntico, a obturação do canal radicular tem papel decisivo na manutenção do selamento e no controle de reinfecção. Marque a alternativa correta sobre obturação do canal radicular.
Alternativas
Q3931006 Odontologia
No atendimento odontopediátrico, em um molar decíduo com exposição pulpar por cárie, o tratamento conservador da polpa pode preservar a função do dente até a época de esfoliação. Assinale a alternativa correta sobre tratamento conservador da polpa dentária. 
Alternativas
Q3931005 Odontologia
No manejo de casos endodônticos com persistência de sintomas ou de lesão periapical, o entendimento dos aspectos microbiológicos orienta o raciocínio sobre falhas e reinfecção. Assinale a alternativa correta sobre aspectos microbiológicos em endodontia.
Alternativas
Q3931004 Odontologia
Sobre patologia pulpar e periapical, analise as afirmativas.

I. Pulpite reversível costuma apresentar dor espontânea intensa e persistente, com piora progressiva ao longo de dias, mesmo após remoção do estímulo.
II. Pulpite irreversível sintomática tende a cursar com dor espontânea ou prolongada após estímulo térmico, com possível dificuldade de localização pelo paciente.
III. Necrose pulpar pode cursar com ausência de resposta aos testes de sensibilidade, e a periodontite apical pode associar dor à percussão e alterações radiográficas evolutivas.
IV. Abscesso periapical agudo pode envolver acúmulo purulento e edema, com sensação de dente extruído e dor à mastigação, variando com a drenagem.
V. Lesão periapical crônica costuma causar dor intensa, edema difuso e febre baixa persistente, sendo típica em dentes com necrose de longa duração.

Estão corretas as afirmativas: 
Alternativas
Q3931003 Odontologia
A abertura coronária bem planejada se reconhece por: 
Alternativas
Q3931000 Odontologia
Sobre métodos de diagnóstico em Endodontia, analise as afirmativas.

I. Testes térmicos e elétricos exploram resposta sensorial e ajudam a estimar vitalidade, pedindo comparação com um dente controle e leitura junto ao relato de dor e ao exame clínico.
II. Percussão e palpação sugerem inflamação no ligamento periodontal e em tecidos periapicais, correlacionando dor à mastigação com periodontite apical sintomática.
III. Radiografia periapical evidencia alterações mineralizadas e relação com estruturas, podendo subestimar fases iniciais de inflamação periapical e canais adicionais.
IV. A TCFC costuma ser escolhida como exame de imagem inicial na dor odontogênica difusa, pois evita sobreposição e dispensa correlação com testes de sensibilidade.
V. O teste anestésico por bloqueio troncular identifica o dente causal ao anestesiar um único elemento por vez, permitindo isolar a origem de dor difusa.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3930999 Odontologia
Na rotina de diagnóstico bucal, o cirurgião-dentista cruza dados da anamnese, do exame clínico e de exames complementares para evitar decisões por impressão e para reduzir erros de interpretação. Assinale a alternativa correta sobre a integração desses elementos no raciocínio diagnóstico. 
Alternativas
Q3930991 Raciocínio Lógico
Considere a proposição:
P: “Se um número é múltiplo de 6, então ele é par.”
Com base nessa proposição, analise as afirmações a seguir:

I. A recíproca de P é: “Se um número é par, então ele é múltiplo de 6.”
II. A contrária de P é: “Se um número não é múltiplo de 6, então ele não é par.”
III. A contrapositiva de P é: “Se um número não é par, então ele não é múltiplo de 6.”
IV. A contradição de P é: “Um número é múltiplo de 6 e não é par.”

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3930990 Raciocínio Lógico
Sejam P, Q e R proposições lógicas. Julgue as afirmações abaixo, classificando-as em verdadeiro (V) ou falso (F).

I. ( ) Se PQ e QR, então PR.
II. ( ) (PQ) ⇔ (~PQ)
III. ( ) ~(PQ) ⇔ (PQ)

Marque a alternativa que indica a sequência correta para I, II e III, respectivamente
Alternativas
Q3930988 Português
Cadê a indignação com a emergência habitacional?

    Certos problemas urbanos deixam brasileiros indignados. Edifícios altos que mudam a paisagem do bairro. Fios elétricos aéreos e outdoors que geram poluição visual. A proliferação de Oxxos e farmácias. São posts que viralizam e temas focais de discussões urbanas em jornais e planos diretores. A indignação, no entanto, parece ignorar um problema mais grave.
    No Brasil, 16 milhões de pessoas, equivalente à população da Holanda, moram em favelas. Isso significa, via de regra, precariedade habitacional e ausência de titularidade de terra e, portanto, de infraestrutura básica e serviços públicos. Cerca de 500 mil desses domicílios não possuem sequer acesso à rede de distribuição de água. Perante o vácuo institucional, esses territórios também se tornam reféns do crime organizado. Há uma relação íntima entre (a falta de) urbanismo e segurança pública.
    Essas favelas estão na periferia de Teresina, onde centenas de casas de taipa (construídas com técnica rudimentar de madeira e barro) não surgiram no século passado, mas em 2020, durante a pandemia. Estão também no Morumbi, em São Paulo, onde apenas em Paraisópolis moram mais de 50 mil pessoas. Ou no centro do Rio de Janeiro, onde a favela do Morro da Providência, considerada a primeira do país, é solenemente ignorada há nada menos que 130 anos. A pobreza, aparentemente, não atrapalha a paisagem urbana, tampouco gera indignação cuja raiz nasce da necessidade.
    Nossa política habitacional tem focado, desde a criação do BNH (Banco Nacional da Habitação) em 1964, o financiamento de novos conjuntos habitacionais. "Moradia Digna", dizia o painel mostrando o recém-inaugurado empreendimento do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) na periferia de Imperatriz, no interior do Maranhão. A imagem que acompanhava era de casas idênticas e repetidas, com acesso precário a empregos, serviços ou redes de transporte.
    O estudo "Morar Longe", do Instituto Escolhas em parceria com o Cepesp/FGV, avalia o resultado do PMCMV mostrando que a solução tem incentivado a ocupação de áreas mais distantes do centro das cidades. Com o financiamento, esses moradores também ficam "presos" ao seu endereço por uma década, dificultando uma troca de emprego que poderia levar à mobilidade social. Mesmo com milhões de unidades entregues, entre o Censo de 2010 e 2022 o Brasil apresentou um crescimento de 43,5% na sua população morando em favelas, evidenciando não apenas a insuficiência do PMCMV como a necessidade de atuar sobre territórios já consolidados.
    Ao tomar a decisão de não fazer nada, perpetuamos as desigualdades e deixamos as portas abertas para os territórios do crime. É urgente uma reflexão profunda sobre o alvo da nossa indignação urbana.

Texto de Anthony Ling (adaptado). Disponível em https:// www1.folha.uol.com.br/colunas/caos-planejado/2025/12/ acesso em 02 de dezembro de 2025.
Está corretamente analisado, do ponto de vista da sua formação vocabular, na morfologia da língua portuguesa, o vocábulo: 
Alternativas
Q3930987 Português
Cadê a indignação com a emergência habitacional?

    Certos problemas urbanos deixam brasileiros indignados. Edifícios altos que mudam a paisagem do bairro. Fios elétricos aéreos e outdoors que geram poluição visual. A proliferação de Oxxos e farmácias. São posts que viralizam e temas focais de discussões urbanas em jornais e planos diretores. A indignação, no entanto, parece ignorar um problema mais grave.
    No Brasil, 16 milhões de pessoas, equivalente à população da Holanda, moram em favelas. Isso significa, via de regra, precariedade habitacional e ausência de titularidade de terra e, portanto, de infraestrutura básica e serviços públicos. Cerca de 500 mil desses domicílios não possuem sequer acesso à rede de distribuição de água. Perante o vácuo institucional, esses territórios também se tornam reféns do crime organizado. Há uma relação íntima entre (a falta de) urbanismo e segurança pública.
    Essas favelas estão na periferia de Teresina, onde centenas de casas de taipa (construídas com técnica rudimentar de madeira e barro) não surgiram no século passado, mas em 2020, durante a pandemia. Estão também no Morumbi, em São Paulo, onde apenas em Paraisópolis moram mais de 50 mil pessoas. Ou no centro do Rio de Janeiro, onde a favela do Morro da Providência, considerada a primeira do país, é solenemente ignorada há nada menos que 130 anos. A pobreza, aparentemente, não atrapalha a paisagem urbana, tampouco gera indignação cuja raiz nasce da necessidade.
    Nossa política habitacional tem focado, desde a criação do BNH (Banco Nacional da Habitação) em 1964, o financiamento de novos conjuntos habitacionais. "Moradia Digna", dizia o painel mostrando o recém-inaugurado empreendimento do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) na periferia de Imperatriz, no interior do Maranhão. A imagem que acompanhava era de casas idênticas e repetidas, com acesso precário a empregos, serviços ou redes de transporte.
    O estudo "Morar Longe", do Instituto Escolhas em parceria com o Cepesp/FGV, avalia o resultado do PMCMV mostrando que a solução tem incentivado a ocupação de áreas mais distantes do centro das cidades. Com o financiamento, esses moradores também ficam "presos" ao seu endereço por uma década, dificultando uma troca de emprego que poderia levar à mobilidade social. Mesmo com milhões de unidades entregues, entre o Censo de 2010 e 2022 o Brasil apresentou um crescimento de 43,5% na sua população morando em favelas, evidenciando não apenas a insuficiência do PMCMV como a necessidade de atuar sobre territórios já consolidados.
    Ao tomar a decisão de não fazer nada, perpetuamos as desigualdades e deixamos as portas abertas para os territórios do crime. É urgente uma reflexão profunda sobre o alvo da nossa indignação urbana.

Texto de Anthony Ling (adaptado). Disponível em https:// www1.folha.uol.com.br/colunas/caos-planejado/2025/12/ acesso em 02 de dezembro de 2025.
Todos os vocábulos destacados, nas orações abaixo, funcionam como elementos coesivos formais e apresentam, concomitantemente, uma função sintática dentro da oração que eles iniciam, EXCETO em:
Alternativas
Q3930986 Português
Cadê a indignação com a emergência habitacional?

    Certos problemas urbanos deixam brasileiros indignados. Edifícios altos que mudam a paisagem do bairro. Fios elétricos aéreos e outdoors que geram poluição visual. A proliferação de Oxxos e farmácias. São posts que viralizam e temas focais de discussões urbanas em jornais e planos diretores. A indignação, no entanto, parece ignorar um problema mais grave.
    No Brasil, 16 milhões de pessoas, equivalente à população da Holanda, moram em favelas. Isso significa, via de regra, precariedade habitacional e ausência de titularidade de terra e, portanto, de infraestrutura básica e serviços públicos. Cerca de 500 mil desses domicílios não possuem sequer acesso à rede de distribuição de água. Perante o vácuo institucional, esses territórios também se tornam reféns do crime organizado. Há uma relação íntima entre (a falta de) urbanismo e segurança pública.
    Essas favelas estão na periferia de Teresina, onde centenas de casas de taipa (construídas com técnica rudimentar de madeira e barro) não surgiram no século passado, mas em 2020, durante a pandemia. Estão também no Morumbi, em São Paulo, onde apenas em Paraisópolis moram mais de 50 mil pessoas. Ou no centro do Rio de Janeiro, onde a favela do Morro da Providência, considerada a primeira do país, é solenemente ignorada há nada menos que 130 anos. A pobreza, aparentemente, não atrapalha a paisagem urbana, tampouco gera indignação cuja raiz nasce da necessidade.
    Nossa política habitacional tem focado, desde a criação do BNH (Banco Nacional da Habitação) em 1964, o financiamento de novos conjuntos habitacionais. "Moradia Digna", dizia o painel mostrando o recém-inaugurado empreendimento do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) na periferia de Imperatriz, no interior do Maranhão. A imagem que acompanhava era de casas idênticas e repetidas, com acesso precário a empregos, serviços ou redes de transporte.
    O estudo "Morar Longe", do Instituto Escolhas em parceria com o Cepesp/FGV, avalia o resultado do PMCMV mostrando que a solução tem incentivado a ocupação de áreas mais distantes do centro das cidades. Com o financiamento, esses moradores também ficam "presos" ao seu endereço por uma década, dificultando uma troca de emprego que poderia levar à mobilidade social. Mesmo com milhões de unidades entregues, entre o Censo de 2010 e 2022 o Brasil apresentou um crescimento de 43,5% na sua população morando em favelas, evidenciando não apenas a insuficiência do PMCMV como a necessidade de atuar sobre territórios já consolidados.
    Ao tomar a decisão de não fazer nada, perpetuamos as desigualdades e deixamos as portas abertas para os territórios do crime. É urgente uma reflexão profunda sobre o alvo da nossa indignação urbana.

Texto de Anthony Ling (adaptado). Disponível em https:// www1.folha.uol.com.br/colunas/caos-planejado/2025/12/ acesso em 02 de dezembro de 2025.
Transpondo a oração “Nossa política habitacional tem focado, desde a criação do BNH (Banco Nacional da Habitação) em 1964, o financiamento de novos conjuntos habitacionais.” para a voz passiva analítica, obtém-se a seguinte oração reescrita, adequadamente:
Alternativas
Respostas
1: C
2: B
3: A
4: A
5: E
6: D
7: C
8: E
9: D
10: B
11: C
12: D
13: A
14: A
15: C
16: E
17: A
18: B
19: E
20: A