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O QUE MAIS DÓI
O que mais dói não é sofrer saudade
Do amor querido que se encontra ausente
Nem a lembrança que o coração sente
Dos belos sonhos da primeira idade.
Não é também a dura crueldade
Do falso amigo, quando engana a gente,
Nem os martírios de uma dor latente,
Quando a moléstia o nosso corpo invade.
O que mais dói e o peito nos oprime,
E nos revolta mais que o próprio crime,
Não é perder da posição um grau.
É ver os votos de um país inteiro,
Desde o praciano ao camponês roceiro,
Pra eleger um presidente mau.
(PATATIVA DO ASSARÉ)
O QUE MAIS DÓI
O que mais dói não é sofrer saudade
Do amor querido que se encontra ausente
Nem a lembrança que o coração sente
Dos belos sonhos da primeira idade.
Não é também a dura crueldade
Do falso amigo, quando engana a gente,
Nem os martírios de uma dor latente,
Quando a moléstia o nosso corpo invade.
O que mais dói e o peito nos oprime,
E nos revolta mais que o próprio crime,
Não é perder da posição um grau.
É ver os votos de um país inteiro,
Desde o praciano ao camponês roceiro,
Pra eleger um presidente mau.
(PATATIVA DO ASSARÉ)
O QUE MAIS DÓI
O que mais dói não é sofrer saudade
Do amor querido que se encontra ausente
Nem a lembrança que o coração sente
Dos belos sonhos da primeira idade.
Não é também a dura crueldade
Do falso amigo, quando engana a gente,
Nem os martírios de uma dor latente,
Quando a moléstia o nosso corpo invade.
O que mais dói e o peito nos oprime,
E nos revolta mais que o próprio crime,
Não é perder da posição um grau.
É ver os votos de um país inteiro,
Desde o praciano ao camponês roceiro,
Pra eleger um presidente mau.
(PATATIVA DO ASSARÉ)
O QUE MAIS DÓI
O que mais dói não é sofrer saudade
Do amor querido que se encontra ausente
Nem a lembrança que o coração sente
Dos belos sonhos da primeira idade.
Não é também a dura crueldade
Do falso amigo, quando engana a gente,
Nem os martírios de uma dor latente,
Quando a moléstia o nosso corpo invade.
O que mais dói e o peito nos oprime,
E nos revolta mais que o próprio crime,
Não é perder da posição um grau.
É ver os votos de um país inteiro,
Desde o praciano ao camponês roceiro,
Pra eleger um presidente mau.
(PATATIVA DO ASSARÉ)
O QUE MAIS DÓI
O que mais dói não é sofrer saudade
Do amor querido que se encontra ausente
Nem a lembrança que o coração sente
Dos belos sonhos da primeira idade.
Não é também a dura crueldade
Do falso amigo, quando engana a gente,
Nem os martírios de uma dor latente,
Quando a moléstia o nosso corpo invade.
O que mais dói e o peito nos oprime,
E nos revolta mais que o próprio crime,
Não é perder da posição um grau.
É ver os votos de um país inteiro,
Desde o praciano ao camponês roceiro,
Pra eleger um presidente mau.
(PATATIVA DO ASSARÉ)
A reinvenção da folha vegetal:
Na fotossíntese, as folhas verdes utilizam energia solar para organizar as ligações químicas de água e dióxido de carbono, e produzir e armazenar combustível em forma de açúcares. "Queremos criar algo que seja o mais parecido possível a uma folha", relata Lewis, referindo- se a dispositivos com funcionamento igualmente simples, mas que produzam uma substância química diferente. A folha artificial que Lewis está projetando exige dois elementos principais: um coletor para converter energia solar (fótons) em energia elétrica (elétrons) e um eletrolisador que utiliza a energia de elétrons para dissociar a água em moléculas de oxigênio e hidrogênio. Um catalisador - substância química ou metal - é acrescentado para ajudar a divisão molecular. Células fotovoltaicas, que já criam energia elétrica a partir da luz solar e de eletrolisadores, são utilizadas em vários processos comerciais; portanto, o truque, aqui, é unir os dois em películas solares baratas e eficientes. Scientific American, novembro de 2020.
No trecho acima é relatado um projeto de folha artificial, que baseia-se em dois processos: conversão de energia solar em energia elétrica e quebra da molécula de água. Nos vegetais esses dois processos ocorrem respectivamente nos (nas):
Os Círculos do tempo
"Vejam que lindo", ele diz, agachando-se e colocando o disco de madeira avermelhado sobre uma das pernas para mostrar os anéis concêntricos, de largura variável, que indicam a velocidade de crescimento anual das árvores: quanto mais largo, mais a árvore cresceu naquele ano, em resposta ao suprimento de água e nutrientes. Ceccantini, em colaboração com Dieter Anhuf, da Universidade de Passau, sul da Alemanha, tem examinado os anéis para ver as respostas de árvores de várias espécies do Norte e do Sudeste do Brasil às variações de umidade e temperatura, à duração das estações secas e chuvosas - enfim, às mudanças do clima - nos últimos séculos.
(Revista FAPESP, edição 213, 2013).
O trecho da reportagem acima refere-se à um estudo de Dendrocronologia, área da Botânica que se dedica a estudar os anéis de crescimento das árvores. Sobre a madeira e os anéis de crescimento é errado afirmar que:
A maior parte das plantas superiores não possui raízes, elas possuem micorrizas - mutualismos estreitos entre fungos e tecidos da raiz. Em geral, três tipos principais de micorrizas são reconhecidos. Micorrizas arbusculares, Fungos ectomicorriízicos e as micorrizas ericóides. Em relação as ectomicorrizas (ECMs), analise as proposições abaixo, identificando-as como sendo verdadeiras ou falsas e assinale a alternativa que corresponde a sequência correta:
( ) Os fungos formam uma bainha de espessura variável ao redor das raízes.
( ) Os fungos são eficientes na extração de suprimentos esparsos e irregulares de fósforo e especialmente nitrogênio da camada de serrapilheira.
( ) O micélio do fungo se estende internamente a partir da bainha, penetrando entre as células do córtex da raiz, propiciando contato íntimo de célula a célula com o hospedeiro.
( ) O carbono flui da planta para o fungo (principalmente hexoses). Dessa forma, o crescimento da ECM ocorre de forma inversa à taxa de fluxo dos açúcares da planta.
( ) Quando a disponibilidade direta de nitrato para a planta é alta, o metabolismo da planta é desviado da produção de hexoses. Como consequência, a ECM se degrada: as plantas parecem suportar ECM tanto quanto parecem precisar dela.
Muitos dos fenômenos que ocorrem na mitose também acontecem na meiose. São exemplos a sequência de alterações no núcleo e no citoplasma, os períodos de prófase, prometáfase, metáfase, anáfase e telófase, a formação do fuso mitótico, a condensação dos cromossomos, a evolução dos centrômeros etc. Considere os itens descritos abaixo e assinale a alternativa que apresenta as principais diferenças entre a mitose e a meiose:
(1) A mitose ocorre nas células somáticas e a meiose, nas células sexuais;
(2) Na mitose cada replicação do DNA é seguida por uma divisão celular; portanto, as células-filhas apresentam a mesma quantidade de DNA que a célula-mãe e um número diploide de cromossomos. Na meiose, por outro lado, cada replicação do DNA é seguida por duas divisões celulares (meiose I e meiose II), das quais resultam quatro células haploides que contêm metade do DNA;
(3) Na mitose a síntese de DNA ocorre durante a fase S e, depois, a fase G2. Na meiose a fase S é muito longa e a fase G2 é breve ou inexistente;
(4) Na mitose cada cromossomo evolui de modo dependente. Na meiose, durante a primeira de suas divisões, os cromossomos homólogos relacionam-se entre si (pareiam-se) e trocam partes de suas moléculas (recombinam-se);
(5) A duração da mitose é curta (aproximadamente uma hora), enquanto a duração da meiose é bem longa (vários anos nos homens e 24 h nas mulheres);
(6) Na meiose, o material genético permanece constante nas sucessivas gerações de células-filhas (exceto
quando ocorrem mutações gênicas ou aberrações cromossômicas), enquanto a mitose gera grande variabilidade genética.