Foram encontradas 8.261 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A técnica provisional é a preferencial para a maioria das intervenções percutâneas nas bifurcações coronárias. No entanto, o ensaio clínico DEFINITION II demonstrou melhores resultados, com taxa de falha menor no grupo de dois stents nos casos complexos (Medina 1,1,1 ou 0,1,1). São critérios de complexidade desse estudo:
I. Paciente com lesão de bifurcação do Tronco da Coronária Esquerda (TCE) de 70% no ramo lateral com extensão de 5 mm e ângulo da bifurcação de 60º.
II. Paciente com lesão de bifurcação com estenose de 90% no ramo lateral e com extensão ≥10 mm associada a trombo e vaso principal com diâmetro <2,5 mm.
III. Paciente com lesão de bifurcação envolvendo lesão longa no vaso principal (≥25 mm), com lesão de 70% do ramo lateral e com ângulo ≤45 graus.
Quais estão corretos?
I. A medida 7 Gy corresponde ao KERMA no ar incidente, que é a quantidade de energia transferida por unidade de massa e está associada a efeitos determinísticos na pele, como eritema transitório, depilação ou necrose dérmica.
II. A medida 100 Gy/cm² corresponde ao produto KERMA pela área (PKA) e está relacionado a risco de efeitos estocásticos, como, por exemplo, a possibilidade de desenvolver câncer a longo prazo.
III. O risco determinístico é linear com a dose total de radiação recebida e não existe um limite, como o risco estocástico.
IV. O tempo de fluoroscopia é um descritor útil para controle da dose de radiação do paciente.
Quais estão corretas?
Em relação às lesões calcificadas avaliadas por imagem intracoronária, analise as assertivas abaixo:
I. Arco de cálcio maior que 180º, placa aterosclerótica com cálcio com mais que 0,5 mm de espessura e placa aterosclerótica com cálcio com mais de 5 mm de extensão, aferida pela tomografia de coerência óptica, são critérios associados a maior risco de expansão inadequada do stent.
II. A aterectomia rotacional é o método mais eficaz para tratamento do nódulo de cálcio.
III. Os arcos de reverberação observados pelo ultrassom intracoronário após aterectomia rotacional em lesão calcificada são indicativos de que a ateroablação foi eficaz.
Quais estão corretas?
O diagnóstico precoce e o tratamento adequado dos mais diversos tipos de complicação durante uma angioplastia coronária são fundamentais para a manutenção de baixas taxas de mortalidade no laboratório de hemodinâmica. Analise as assertivas a seguir no que se refere aos diferentes tipos de complicação:
I. O tratamento inicial de perfurações coronárias maiores (tipo III de Ellis) consiste em longa insuflação do balão. Pericardiocentese pode ser necessária. Em casos nos quais essas medidas não são eficazes, utilizam-se os stents recobertos.
II. As dissecções coronárias com extensão retrógrada para a aorta são classificadas segundo a classificação de Dunning, sendo as dissecções classe III de bom prognóstico.
III. Embolia gasosa coronária durante coronariografia diagnóstica ou angioplastia é uma iatrogenia, podendo cursar com dor precordial, bradicardia, hipotensão, fenômeno de no-flow/slow flow e supradesnível do segmento ST.
Quais estão corretas?
Analise as assertivas a seguir no que se refere à utilização e aos efeitos adversos da heparina nas intervenções coronárias percutâneas:
I. Trombocitopenia induzida por heparina é um evento raro e deve ser suspeitado em paciente com queda de 30% a 50% na contagem laboratorial de plaquetas e exposto recentemente (em geral, até 10 dias) à heparina não fracionada ou À heparina de baixo peso molecular.
II. A monitorização da resposta com Tempo de Coagulação Ativada (TCA) pode ser feita na sala, principalmente em procedimentos complexos e longos. Nas intervenções coronárias percutâneas, recomenda-se, na maioria dos casos, valores próximos a 350 segundos de alvo do TCA (segundo a Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia e da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista sobre Intervenção Coronária Percutânea, de 2017), sendo esse valor dependente da marca do dispositivo utilizado para a medida.
III. Em paciente recebendo previamente enoxaparina subcutânea em dose de anticoagulação plena, sendo a última dose da enoxaparina administrada há mais de 8 horas, recomenda-se a administração de dose adicional, endovenosa, de 0,3 mg/kg, na sala, antes do procedimento intervencionista.
Quais estão corretas?