Questões de Concurso Comentadas para seduc-al

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Q881551 História

No que se refere à história republicana brasileira, julgue o próximo item, a respeito da Primeira República e da denominada Revolução de 1930.


A denominada Revolução de 1930 teve como resultados o rompimento com o modelo econômico e as práticas de trabalho liberais da Primeira República, a ampliação da participação do Estado na economia e a instituição de políticas sociais.

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Q881550 História

No que se refere à história republicana brasileira, julgue o próximo item, a respeito da Primeira República e da denominada Revolução de 1930.


Na década de 20 do século XX, o movimento tenentista, por se opor ao nacionalismo e à centralização política característica do período pós-Primeira Guerra Mundial, foi amplamente apoiado pelas classes médias urbanas.

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Q881549 História

No que se refere à história republicana brasileira, julgue o próximo item, a respeito da Primeira República e da denominada Revolução de 1930.


O governo de Floriano Peixoto conteve a Revolta da Armada por meio do apoio de navios de guerra estrangeiros atracados na Guanabara e das elites cafeeiras paulistas, para as quais a revolta punha em risco um futuro governo civil da República.

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Q881548 Pedagogia
      Uma estudante do ensino médio, em uma exposição oral para seus colegas e seu professor de história, afirmou que o processo de independência brasileira remonta à transferência da corte portuguesa para a colônia bem como à consequente abertura dos portos e elevação do Brasil à categoria de Reino Unido, fatos que contribuíram para a formação de uma elite nacional e para a redução dos laços de dependência com Portugal. Destacou a estudante que a independência se centrou na figura de D. Pedro I e conferiu estabilidade política ao Brasil, especialmente no período regencial, mas manteve a escravidão. Acerca desse tema, falou da falta de pressão da sociedade internacional e da ausência por parte do Império de ações voltadas para o fim da escravidão, devido ao interesse político na manutenção da mesma estrutura econômica e social do período colonial.

A partir dessa situação hipotética, julgue o item subsequente, com base na condição do professor de história da estudante.


No que se refere às regências, a estudante está equivocada, pois o período regencial foi de instabilidade política, evidenciada em rebeliões como a Sabinada, na Bahia, cujos líderes optaram por limitar a independência da região à menoridade de D. Pedro II.

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Q881547 Pedagogia
      Uma estudante do ensino médio, em uma exposição oral para seus colegas e seu professor de história, afirmou que o processo de independência brasileira remonta à transferência da corte portuguesa para a colônia bem como à consequente abertura dos portos e elevação do Brasil à categoria de Reino Unido, fatos que contribuíram para a formação de uma elite nacional e para a redução dos laços de dependência com Portugal. Destacou a estudante que a independência se centrou na figura de D. Pedro I e conferiu estabilidade política ao Brasil, especialmente no período regencial, mas manteve a escravidão. Acerca desse tema, falou da falta de pressão da sociedade internacional e da ausência por parte do Império de ações voltadas para o fim da escravidão, devido ao interesse político na manutenção da mesma estrutura econômica e social do período colonial.

A partir dessa situação hipotética, julgue o item subsequente, com base na condição do professor de história da estudante.


Para fundamentar sua explicação, a estudante deveria ter mencionado a Revolução Liberal do Porto em Portugal, que assumiu como fundamento o rompimento do pacto colonial e fez de Dom Pedro I o protagonista da independência.

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Q881546 Pedagogia
      Uma estudante do ensino médio, em uma exposição oral para seus colegas e seu professor de história, afirmou que o processo de independência brasileira remonta à transferência da corte portuguesa para a colônia bem como à consequente abertura dos portos e elevação do Brasil à categoria de Reino Unido, fatos que contribuíram para a formação de uma elite nacional e para a redução dos laços de dependência com Portugal. Destacou a estudante que a independência se centrou na figura de D. Pedro I e conferiu estabilidade política ao Brasil, especialmente no período regencial, mas manteve a escravidão. Acerca desse tema, falou da falta de pressão da sociedade internacional e da ausência por parte do Império de ações voltadas para o fim da escravidão, devido ao interesse político na manutenção da mesma estrutura econômica e social do período colonial.

A partir dessa situação hipotética, julgue o item subsequente, com base na condição do professor de história da estudante.


A estudante abordou o conteúdo relativo à abolição de forma incompleta, por não ter mencionado a pressão da Inglaterra pelo fim da escravidão e as medidas tomadas pelo Império para atender a esse interesse, como a Lei Feijó, de proibição do tráfico de 1831, que contou com ampla adesão do Estado e da sociedade.

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Q881545 História

A respeito da história do período colonial e do período imperial do Brasil, julgue o item a seguir.


Para conter as rebeliões escravas, a Coroa portuguesa enrijeceu as leis que proibiam a reunião de escravos e institucionalizou a figura do capitão do mato, medidas que se mantiveram até o período Imperial quando a Revolta dos Malês, na Bahia, abalou a estrutura do sistema escravista de maneira semelhante à do quilombo de Palmares.

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Q881544 História

A respeito da história do período colonial e do período imperial do Brasil, julgue o item a seguir.


A concessão de alforria aos descendentes de africanos escravizados enfraqueceu as rebeliões escravas ao tornar-se mecanismo de distinção entre negros escravizados e negros e mulatos livres.

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Q881543 História

A respeito da história do período colonial e do período imperial do Brasil, julgue o item a seguir.


A luta dos escravizados pela liberdade ocorreu tanto pela fuga e formação de quilombos, que representaram uma alternativa concreta à ordem escravista, quanto pela negociação: os escravos reivindicaram momentos livres para se dedicar a seus afazeres, a sua cultura e religiosidade, e a suas famílias, recebendo eventuais concessões.

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Q881542 História

      Segundo a lenda de Ifé, uma primeira geração de Estados Yoruba constitui-se no tempo dos netos de Oduduwa, que se teriam dispersado a partir de Ifé; esses Estados eram: Owu, Ketu, Benin, Ila, Sabe, Popa e Oyo. Um Estado Yoruba típico tinha dimensões bem modestas, sendo quase sempre formado por uma única cidade e aldeias próximas. Nos últimos séculos, só a área de Ekiti contava pelo menos 16 ou 17 reinos.


Allan Frederick Charles Ryder. “Do rio volta aos Camarões”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 389 (com adaptações).

Considerando o texto apresentado como referência inicial e os aspectos inerentes à história dos reinos africanos da região do Golfo da Guiné, julgue o item seguinte.


A arte da civilização Ifé-Benin destacou-se pela criação de estátuas de madeira, que tinham um uso marcadamente político na homenagem e no culto aos reis e mandatários locais.

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Q881541 História

      Segundo a lenda de Ifé, uma primeira geração de Estados Yoruba constitui-se no tempo dos netos de Oduduwa, que se teriam dispersado a partir de Ifé; esses Estados eram: Owu, Ketu, Benin, Ila, Sabe, Popa e Oyo. Um Estado Yoruba típico tinha dimensões bem modestas, sendo quase sempre formado por uma única cidade e aldeias próximas. Nos últimos séculos, só a área de Ekiti contava pelo menos 16 ou 17 reinos.


Allan Frederick Charles Ryder. “Do rio volta aos Camarões”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 389 (com adaptações).

Considerando o texto apresentado como referência inicial e os aspectos inerentes à história dos reinos africanos da região do Golfo da Guiné, julgue o item seguinte.


Os Estados de Oyo e do Benin, primeiro Estado do Golfo da Guiné a estabelecer relações com os portugueses tanto no campo comercial como político, tornaram-se reinos influentes na região.

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Q881540 História

      Segundo a lenda de Ifé, uma primeira geração de Estados Yoruba constitui-se no tempo dos netos de Oduduwa, que se teriam dispersado a partir de Ifé; esses Estados eram: Owu, Ketu, Benin, Ila, Sabe, Popa e Oyo. Um Estado Yoruba típico tinha dimensões bem modestas, sendo quase sempre formado por uma única cidade e aldeias próximas. Nos últimos séculos, só a área de Ekiti contava pelo menos 16 ou 17 reinos.


Allan Frederick Charles Ryder. “Do rio volta aos Camarões”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 389 (com adaptações).

Considerando o texto apresentado como referência inicial e os aspectos inerentes à história dos reinos africanos da região do Golfo da Guiné, julgue o item seguinte.


A cidade de Ifé, considerada pela tradição oral como o local de origem dos yoruba, teve sua anterioridade em relação aos outros núcleos urbanos da região confirmada por investigações realizadas pelo método do carbono 14.

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Q881539 História

      O esplendor dos Estados do Mali, do Songhai, do Kanem-Bornu, e dos reinos Mossi e Dagomba, na curva do Níger, ocorreu a partir do século XIII. O estudo das instituições no Mali e nos reinos Mossi, por exemplo, revela a influência tradicional africana comum. O grande conquistador Sundiata Keita derrota Sumaoro Kante (rei dos Sosoe) na famosa batalha de Kirina, em 1.235, e funda o novo Império Manden. Fiel à tradição de seus ancestrais, Sundiata reata relações com os comerciantes e os letrados negros e árabes ao restabelecer o império.

Djibril Tamsir Niane. “Introdução”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 7-8 (com adaptações).

Tendo como base as informações do texto precedente a respeito da história das sociedades e reinos africanos na região sudanesa, julgue o item subsequente.


As pesquisas sobre a história do Mali e do Songhai apoiam-se na tradição oral, pois, diferentemente da investigação histórica sobre o Magreb, as fontes e textos escritos em árabe têm um papel irrelevante no estudo dessas sociedades.

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Q881538 História

      O esplendor dos Estados do Mali, do Songhai, do Kanem-Bornu, e dos reinos Mossi e Dagomba, na curva do Níger, ocorreu a partir do século XIII. O estudo das instituições no Mali e nos reinos Mossi, por exemplo, revela a influência tradicional africana comum. O grande conquistador Sundiata Keita derrota Sumaoro Kante (rei dos Sosoe) na famosa batalha de Kirina, em 1.235, e funda o novo Império Manden. Fiel à tradição de seus ancestrais, Sundiata reata relações com os comerciantes e os letrados negros e árabes ao restabelecer o império.

Djibril Tamsir Niane. “Introdução”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 7-8 (com adaptações).

Tendo como base as informações do texto precedente a respeito da história das sociedades e reinos africanos na região sudanesa, julgue o item subsequente.


A organização política do Império Songhai caracterizou-se pela resistência ao Islã e pela profunda descentralização e fragmentação do poder.

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Q881537 História

      O esplendor dos Estados do Mali, do Songhai, do Kanem-Bornu, e dos reinos Mossi e Dagomba, na curva do Níger, ocorreu a partir do século XIII. O estudo das instituições no Mali e nos reinos Mossi, por exemplo, revela a influência tradicional africana comum. O grande conquistador Sundiata Keita derrota Sumaoro Kante (rei dos Sosoe) na famosa batalha de Kirina, em 1.235, e funda o novo Império Manden. Fiel à tradição de seus ancestrais, Sundiata reata relações com os comerciantes e os letrados negros e árabes ao restabelecer o império.

Djibril Tamsir Niane. “Introdução”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 7-8 (com adaptações).

Tendo como base as informações do texto precedente a respeito da história das sociedades e reinos africanos na região sudanesa, julgue o item subsequente.


Uma das cidades mais conhecidas da marcante vida urbana dos Estados sudaneses foi Tombuctu, que chegou a ter milhares de habitantes, grandes mesquitas, bibliotecas, escolas e universidades islâmicas.

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Q881536 História

      O esplendor dos Estados do Mali, do Songhai, do Kanem-Bornu, e dos reinos Mossi e Dagomba, na curva do Níger, ocorreu a partir do século XIII. O estudo das instituições no Mali e nos reinos Mossi, por exemplo, revela a influência tradicional africana comum. O grande conquistador Sundiata Keita derrota Sumaoro Kante (rei dos Sosoe) na famosa batalha de Kirina, em 1.235, e funda o novo Império Manden. Fiel à tradição de seus ancestrais, Sundiata reata relações com os comerciantes e os letrados negros e árabes ao restabelecer o império.

Djibril Tamsir Niane. “Introdução”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 7-8 (com adaptações).

Tendo como base as informações do texto precedente a respeito da história das sociedades e reinos africanos na região sudanesa, julgue o item subsequente.


O Islã tornou-se a religião oficial do Império do Mali, o que favoreceu o surgimento de uma classe de letrados e das conexões com o mundo árabe, marcadas pelas peregrinações à Meca realizadas por alguns de seus imperadores.

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Q881535 História

      O papel civilizador do Egito foi reconhecido logo na Antiguidade. As vias e os meios, as fases e os modos através dos quais os antigos Egípcios garantiram, ao longo de cerca de quatro milênios, a sua produção e reprodução sociais são amplamente descritos e comentados nas obras. Para além de ter fornecido ao Egito os homens e as culturas a partir dos quais este se tornou no florão na antiguidade, o espaço núbio-sudanês foi vital para o país dos faraós.

Babacar Sall. Estado das investigações acerca da antiguidade africana. In: Babacar Mbaye Diop e Doudou Dieng. A consciência histórica africana. Lisboa: Ramada; Luanda: Mulemba, 2014, p. 133 (com adaptações)

Considerando o texto anteriormente apresentado como referência inicial e os aspectos inerentes à história da África na antiguidade, julgue o item seguinte.


O Egito faraônico deixou como legado para a humanidade contribuições importantes para os campos da história e da religião, embora suas contribuições em outras áreas, como na filosofia e nas ciências, tenha sido irrelevante.

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Q881534 História

      O papel civilizador do Egito foi reconhecido logo na Antiguidade. As vias e os meios, as fases e os modos através dos quais os antigos Egípcios garantiram, ao longo de cerca de quatro milênios, a sua produção e reprodução sociais são amplamente descritos e comentados nas obras. Para além de ter fornecido ao Egito os homens e as culturas a partir dos quais este se tornou no florão na antiguidade, o espaço núbio-sudanês foi vital para o país dos faraós.

Babacar Sall. Estado das investigações acerca da antiguidade africana. In: Babacar Mbaye Diop e Doudou Dieng. A consciência histórica africana. Lisboa: Ramada; Luanda: Mulemba, 2014, p. 133 (com adaptações)

Considerando o texto anteriormente apresentado como referência inicial e os aspectos inerentes à história da África na antiguidade, julgue o item seguinte.


As abordagens da história da Núbia continuam ausentes dos livros didáticos de história utilizados nas escolas públicas, o que não representa um claro desacordo com as prescrições curriculares vigentes.

Alternativas
Q881533 História

      O papel civilizador do Egito foi reconhecido logo na Antiguidade. As vias e os meios, as fases e os modos através dos quais os antigos Egípcios garantiram, ao longo de cerca de quatro milênios, a sua produção e reprodução sociais são amplamente descritos e comentados nas obras. Para além de ter fornecido ao Egito os homens e as culturas a partir dos quais este se tornou no florão na antiguidade, o espaço núbio-sudanês foi vital para o país dos faraós.

Babacar Sall. Estado das investigações acerca da antiguidade africana. In: Babacar Mbaye Diop e Doudou Dieng. A consciência histórica africana. Lisboa: Ramada; Luanda: Mulemba, 2014, p. 133 (com adaptações)

Considerando o texto anteriormente apresentado como referência inicial e os aspectos inerentes à história da África na antiguidade, julgue o item seguinte.


O comércio exterior teve um papel relevante na política e na economia meroíta, pois o Estado de Kush foi um entreposto de grande importância para as rotas comerciais que se deslocavam entre o alto Nilo e o mar Vermelho.

Alternativas
Q881532 História

      O papel civilizador do Egito foi reconhecido logo na Antiguidade. As vias e os meios, as fases e os modos através dos quais os antigos Egípcios garantiram, ao longo de cerca de quatro milênios, a sua produção e reprodução sociais são amplamente descritos e comentados nas obras. Para além de ter fornecido ao Egito os homens e as culturas a partir dos quais este se tornou no florão na antiguidade, o espaço núbio-sudanês foi vital para o país dos faraós.

Babacar Sall. Estado das investigações acerca da antiguidade africana. In: Babacar Mbaye Diop e Doudou Dieng. A consciência histórica africana. Lisboa: Ramada; Luanda: Mulemba, 2014, p. 133 (com adaptações)

Considerando o texto anteriormente apresentado como referência inicial e os aspectos inerentes à história da África na antiguidade, julgue o item seguinte.


As relações entre o Egito e os outros Estados africanos do curso do Nilo, como de Napata e Méroe, foram marcadas por trocas intensas e pela fundação de uma dinastia etíope ou sudanesa, criada com a tomada do poder faraônico por reis kushitas.

Alternativas
Respostas
1661: C
1662: E
1663: C
1664: C
1665: E
1666: E
1667: E
1668: C
1669: C
1670: E
1671: C
1672: C
1673: E
1674: E
1675: C
1676: C
1677: E
1678: E
1679: C
1680: C