Questões de Concurso
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No que se refere à história republicana brasileira, julgue o próximo item, a respeito da Primeira República e da denominada Revolução de 1930.
A denominada Revolução de 1930 teve como resultados o
rompimento com o modelo econômico e as práticas de trabalho
liberais da Primeira República, a ampliação da participação do
Estado na economia e a instituição de políticas sociais.
No que se refere à história republicana brasileira, julgue o próximo item, a respeito da Primeira República e da denominada Revolução de 1930.
Na década de 20 do século XX, o movimento tenentista, por se
opor ao nacionalismo e à centralização política característica
do período pós-Primeira Guerra Mundial, foi amplamente
apoiado pelas classes médias urbanas.
No que se refere à história republicana brasileira, julgue o próximo item, a respeito da Primeira República e da denominada Revolução de 1930.
O governo de Floriano Peixoto conteve a Revolta da Armada
por meio do apoio de navios de guerra estrangeiros atracados
na Guanabara e das elites cafeeiras paulistas, para as quais a
revolta punha em risco um futuro governo civil da República.
A partir dessa situação hipotética, julgue o item subsequente, com base na condição do professor de história da estudante.
No que se refere às regências, a estudante está equivocada,
pois o período regencial foi de instabilidade política,
evidenciada em rebeliões como a Sabinada, na Bahia, cujos
líderes optaram por limitar a independência da região à
menoridade de D. Pedro II.
A partir dessa situação hipotética, julgue o item subsequente, com base na condição do professor de história da estudante.
Para fundamentar sua explicação, a estudante deveria ter
mencionado a Revolução Liberal do Porto em Portugal, que
assumiu como fundamento o rompimento do pacto colonial e
fez de Dom Pedro I o protagonista da independência.
A partir dessa situação hipotética, julgue o item subsequente, com base na condição do professor de história da estudante.
A estudante abordou o conteúdo relativo à abolição de forma
incompleta, por não ter mencionado a pressão da Inglaterra
pelo fim da escravidão e as medidas tomadas pelo Império para
atender a esse interesse, como a Lei Feijó, de proibição do
tráfico de 1831, que contou com ampla adesão do Estado e da
sociedade.
A respeito da história do período colonial e do período imperial do Brasil, julgue o item a seguir.
Para conter as rebeliões escravas, a Coroa portuguesa enrijeceu
as leis que proibiam a reunião de escravos e institucionalizou
a figura do capitão do mato, medidas que se mantiveram até o
período Imperial quando a Revolta dos Malês, na Bahia,
abalou a estrutura do sistema escravista de maneira semelhante
à do quilombo de Palmares.
A respeito da história do período colonial e do período imperial do Brasil, julgue o item a seguir.
A concessão de alforria aos descendentes de africanos
escravizados enfraqueceu as rebeliões escravas ao tornar-se
mecanismo de distinção entre negros escravizados e negros e
mulatos livres.
A respeito da história do período colonial e do período imperial do Brasil, julgue o item a seguir.
A luta dos escravizados pela liberdade ocorreu tanto pela fuga
e formação de quilombos, que representaram uma alternativa
concreta à ordem escravista, quanto pela negociação: os
escravos reivindicaram momentos livres para se dedicar a seus
afazeres, a sua cultura e religiosidade, e a suas famílias,
recebendo eventuais concessões.
Segundo a lenda de Ifé, uma primeira geração de Estados Yoruba constitui-se no tempo dos netos de Oduduwa, que se teriam dispersado a partir de Ifé; esses Estados eram: Owu, Ketu, Benin, Ila, Sabe, Popa e Oyo. Um Estado Yoruba típico tinha dimensões bem modestas, sendo quase sempre formado por uma única cidade e aldeias próximas. Nos últimos séculos, só a área de Ekiti contava pelo menos 16 ou 17 reinos.
Allan Frederick Charles Ryder. “Do rio volta aos Camarões”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 389 (com adaptações).
Considerando o texto apresentado como referência inicial e os aspectos inerentes à história dos reinos africanos da região do Golfo da Guiné, julgue o item seguinte.
A arte da civilização Ifé-Benin destacou-se pela criação
de estátuas de madeira, que tinham um uso marcadamente
político na homenagem e no culto aos reis e mandatários
locais.
Segundo a lenda de Ifé, uma primeira geração de Estados Yoruba constitui-se no tempo dos netos de Oduduwa, que se teriam dispersado a partir de Ifé; esses Estados eram: Owu, Ketu, Benin, Ila, Sabe, Popa e Oyo. Um Estado Yoruba típico tinha dimensões bem modestas, sendo quase sempre formado por uma única cidade e aldeias próximas. Nos últimos séculos, só a área de Ekiti contava pelo menos 16 ou 17 reinos.
Allan Frederick Charles Ryder. “Do rio volta aos Camarões”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 389 (com adaptações).
Considerando o texto apresentado como referência inicial e os aspectos inerentes à história dos reinos africanos da região do Golfo da Guiné, julgue o item seguinte.
Os Estados de Oyo e do Benin, primeiro Estado do Golfo
da Guiné a estabelecer relações com os portugueses tanto
no campo comercial como político, tornaram-se reinos
influentes na região.
Segundo a lenda de Ifé, uma primeira geração de Estados Yoruba constitui-se no tempo dos netos de Oduduwa, que se teriam dispersado a partir de Ifé; esses Estados eram: Owu, Ketu, Benin, Ila, Sabe, Popa e Oyo. Um Estado Yoruba típico tinha dimensões bem modestas, sendo quase sempre formado por uma única cidade e aldeias próximas. Nos últimos séculos, só a área de Ekiti contava pelo menos 16 ou 17 reinos.
Allan Frederick Charles Ryder. “Do rio volta aos Camarões”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 389 (com adaptações).
Considerando o texto apresentado como referência inicial e os aspectos inerentes à história dos reinos africanos da região do Golfo da Guiné, julgue o item seguinte.
A cidade de Ifé, considerada pela tradição oral como o local
de origem dos yoruba, teve sua anterioridade em relação
aos outros núcleos urbanos da região confirmada por
investigações realizadas pelo método do carbono 14.
O esplendor dos Estados do Mali, do Songhai, do Kanem-Bornu, e dos reinos Mossi e Dagomba, na curva do Níger, ocorreu a partir do século XIII. O estudo das instituições no Mali e nos reinos Mossi, por exemplo, revela a influência tradicional africana comum. O grande conquistador Sundiata Keita derrota Sumaoro Kante (rei dos Sosoe) na famosa batalha de Kirina, em 1.235, e funda o novo Império Manden. Fiel à tradição de seus ancestrais, Sundiata reata relações com os comerciantes e os letrados negros e árabes ao restabelecer o império.
Djibril Tamsir Niane. “Introdução”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 7-8 (com adaptações).
Tendo como base as informações do texto precedente a respeito da história das sociedades e reinos africanos na região sudanesa, julgue o item subsequente.
As pesquisas sobre a história do Mali e do Songhai apoiam-se
na tradição oral, pois, diferentemente da investigação histórica
sobre o Magreb, as fontes e textos escritos em árabe têm
um papel irrelevante no estudo dessas sociedades.
O esplendor dos Estados do Mali, do Songhai, do Kanem-Bornu, e dos reinos Mossi e Dagomba, na curva do Níger, ocorreu a partir do século XIII. O estudo das instituições no Mali e nos reinos Mossi, por exemplo, revela a influência tradicional africana comum. O grande conquistador Sundiata Keita derrota Sumaoro Kante (rei dos Sosoe) na famosa batalha de Kirina, em 1.235, e funda o novo Império Manden. Fiel à tradição de seus ancestrais, Sundiata reata relações com os comerciantes e os letrados negros e árabes ao restabelecer o império.
Djibril Tamsir Niane. “Introdução”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 7-8 (com adaptações).
Tendo como base as informações do texto precedente a respeito da história das sociedades e reinos africanos na região sudanesa, julgue o item subsequente.
A organização política do Império Songhai caracterizou-se
pela resistência ao Islã e pela profunda descentralização
e fragmentação do poder.
O esplendor dos Estados do Mali, do Songhai, do Kanem-Bornu, e dos reinos Mossi e Dagomba, na curva do Níger, ocorreu a partir do século XIII. O estudo das instituições no Mali e nos reinos Mossi, por exemplo, revela a influência tradicional africana comum. O grande conquistador Sundiata Keita derrota Sumaoro Kante (rei dos Sosoe) na famosa batalha de Kirina, em 1.235, e funda o novo Império Manden. Fiel à tradição de seus ancestrais, Sundiata reata relações com os comerciantes e os letrados negros e árabes ao restabelecer o império.
Djibril Tamsir Niane. “Introdução”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 7-8 (com adaptações).
Tendo como base as informações do texto precedente a respeito da história das sociedades e reinos africanos na região sudanesa, julgue o item subsequente.
Uma das cidades mais conhecidas da marcante vida urbana
dos Estados sudaneses foi Tombuctu, que chegou a ter
milhares de habitantes, grandes mesquitas, bibliotecas,
escolas e universidades islâmicas.
O esplendor dos Estados do Mali, do Songhai, do Kanem-Bornu, e dos reinos Mossi e Dagomba, na curva do Níger, ocorreu a partir do século XIII. O estudo das instituições no Mali e nos reinos Mossi, por exemplo, revela a influência tradicional africana comum. O grande conquistador Sundiata Keita derrota Sumaoro Kante (rei dos Sosoe) na famosa batalha de Kirina, em 1.235, e funda o novo Império Manden. Fiel à tradição de seus ancestrais, Sundiata reata relações com os comerciantes e os letrados negros e árabes ao restabelecer o império.
Djibril Tamsir Niane. “Introdução”. In: História geral da África IV. África do século XII ao XVI. Brasília: Unesco, 2010, p. 7-8 (com adaptações).
Tendo como base as informações do texto precedente a respeito da história das sociedades e reinos africanos na região sudanesa, julgue o item subsequente.
O Islã tornou-se a religião oficial do Império do Mali, o
que favoreceu o surgimento de uma classe de letrados e das
conexões com o mundo árabe, marcadas pelas peregrinações
à Meca realizadas por alguns de seus imperadores.
O papel civilizador do Egito foi reconhecido logo na Antiguidade. As vias e os meios, as fases e os modos através dos quais os antigos Egípcios garantiram, ao longo de cerca de quatro milênios, a sua produção e reprodução sociais são amplamente descritos e comentados nas obras. Para além de ter fornecido ao Egito os homens e as culturas a partir dos quais este se tornou no florão na antiguidade, o espaço núbio-sudanês foi vital para o país dos faraós.
Babacar Sall. Estado das investigações acerca da antiguidade africana. In: Babacar Mbaye Diop e Doudou Dieng. A consciência histórica africana. Lisboa: Ramada; Luanda: Mulemba, 2014, p. 133 (com adaptações)
Considerando o texto anteriormente apresentado como referência inicial e os aspectos inerentes à história da África na antiguidade, julgue o item seguinte.
O Egito faraônico deixou como legado para a humanidade
contribuições importantes para os campos da história e da
religião, embora suas contribuições em outras áreas, como
na filosofia e nas ciências, tenha sido irrelevante.
O papel civilizador do Egito foi reconhecido logo na Antiguidade. As vias e os meios, as fases e os modos através dos quais os antigos Egípcios garantiram, ao longo de cerca de quatro milênios, a sua produção e reprodução sociais são amplamente descritos e comentados nas obras. Para além de ter fornecido ao Egito os homens e as culturas a partir dos quais este se tornou no florão na antiguidade, o espaço núbio-sudanês foi vital para o país dos faraós.
Babacar Sall. Estado das investigações acerca da antiguidade africana. In: Babacar Mbaye Diop e Doudou Dieng. A consciência histórica africana. Lisboa: Ramada; Luanda: Mulemba, 2014, p. 133 (com adaptações)
Considerando o texto anteriormente apresentado como referência inicial e os aspectos inerentes à história da África na antiguidade, julgue o item seguinte.
As abordagens da história da Núbia continuam ausentes
dos livros didáticos de história utilizados nas escolas públicas,
o que não representa um claro desacordo com as prescrições
curriculares vigentes.
O papel civilizador do Egito foi reconhecido logo na Antiguidade. As vias e os meios, as fases e os modos através dos quais os antigos Egípcios garantiram, ao longo de cerca de quatro milênios, a sua produção e reprodução sociais são amplamente descritos e comentados nas obras. Para além de ter fornecido ao Egito os homens e as culturas a partir dos quais este se tornou no florão na antiguidade, o espaço núbio-sudanês foi vital para o país dos faraós.
Babacar Sall. Estado das investigações acerca da antiguidade africana. In: Babacar Mbaye Diop e Doudou Dieng. A consciência histórica africana. Lisboa: Ramada; Luanda: Mulemba, 2014, p. 133 (com adaptações)
Considerando o texto anteriormente apresentado como referência inicial e os aspectos inerentes à história da África na antiguidade, julgue o item seguinte.
O comércio exterior teve um papel relevante na política e
na economia meroíta, pois o Estado de Kush foi um entreposto
de grande importância para as rotas comerciais que se
deslocavam entre o alto Nilo e o mar Vermelho.
O papel civilizador do Egito foi reconhecido logo na Antiguidade. As vias e os meios, as fases e os modos através dos quais os antigos Egípcios garantiram, ao longo de cerca de quatro milênios, a sua produção e reprodução sociais são amplamente descritos e comentados nas obras. Para além de ter fornecido ao Egito os homens e as culturas a partir dos quais este se tornou no florão na antiguidade, o espaço núbio-sudanês foi vital para o país dos faraós.
Babacar Sall. Estado das investigações acerca da antiguidade africana. In: Babacar Mbaye Diop e Doudou Dieng. A consciência histórica africana. Lisboa: Ramada; Luanda: Mulemba, 2014, p. 133 (com adaptações)
Considerando o texto anteriormente apresentado como referência inicial e os aspectos inerentes à história da África na antiguidade, julgue o item seguinte.
As relações entre o Egito e os outros Estados africanos
do curso do Nilo, como de Napata e Méroe, foram marcadas
por trocas intensas e pela fundação de uma dinastia etíope
ou sudanesa, criada com a tomada do poder faraônico por
reis kushitas.