Questões de Concurso
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No que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos extraídos do texto, julgue o item.
“para as pessoas terem medo do dentista” (linha 5)
por para que as pessoas sentissem medo do
dentista
No que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos extraídos do texto, julgue o item.
“O medo de dentista é um fenômeno conhecido há centenas de anos” (linha 1) por Fazem centenas de anos que o medo de dentista é conhecido
Considerando aspectos linguísticos do texto, julgue o seguinte item.
Na linha 26, a expressão “em Londres” poderia, sem prejuízo da correção gramatical e da coerência do texto,
ser deslocada, com a vírgula que a sucede, para
imediatamente depois do termo “realizado”.
Considerando aspectos linguísticos do texto, julgue o seguinte item.
Na linha 25, o vocábulo “o” substitui, por coesão, o
termo “algo”.
Considerando aspectos linguísticos do texto, julgue o seguinte item.
Na linha 22, o pronome possessivo “seus” está
empregado em referência a “quem”.
Considerando aspectos linguísticos do texto, julgue o seguinte item.
Na linha 13, a forma verbal “se mantém” concorda em pessoa e número com “dos que sofrem de fobia”.
Considerando aspectos linguísticos do texto, julgue o seguinte item.
Não há sujeito na oração “havia motivos reais” (linha 5), o que justifica a flexão verbal na terceira pessoa do singular.
Considerando aspectos linguísticos do texto, julgue o seguinte item.
Na linha 4, a partícula “se”, em “exibindo‐se”, tem valor
reflexivo.
Considerando aspectos linguísticos do texto, julgue o seguinte item.
As palavras “evoluíram” e “saúde” acentuam‐se de acordo e com a mesma regra de acentuação gráfica.
Em relação à tipologia do texto e às ideias nele expressas, julgue o item a seguir.
Em relação à tipologia do texto e às ideias nele expressas, julgue o item a seguir.
Depreende‐se da leitura do texto que a odontofobia afete a relação entre cirurgião‐dentista e paciente.
Em relação à tipologia do texto e às ideias nele expressas, julgue o item a seguir.
Com base nessa situação hipotética e na Resolução do CFO n.º 63/2005, julgue o item subsequente.
Em alguns casos, o agente percebeu que havia folhas
destinadas a informações, pareceres ou outros
despachos totalmente inutilizadas. Nesse caso, o agente
deverá notificar o processo, pois, em nenhuma hipótese,
haverá a possibilidade desse tipo de ocorrência.
Com base nessa situação hipotética e na Resolução do CFO n.º 63/2005, julgue o item subsequente.
Para arquivar ou desarquivar um processo, o agente
deverá registrar, na última folha, o nome e o cargo de
quem o tenha determinado.
Com base nessa situação hipotética e na Resolução do CFO n.º 63/2005, julgue o item subsequente.
O agente deverá observar que todos os documentos
devem estar dispostos em forma de caderno e em
ordem cronológica de recebimento, sendo a folha
01 correspondente à capa do processo.
Com base nessa situação hipotética e na Resolução do CFO n.º 63/2005, julgue o item subsequente.
Em um dos arquivos, o agente necessitou de anexar um
documento para dar continuidade ao ato processual.
Nessa situação, realizou a emissão de certidão, a qual
deveria conter apenas a assinatura da chefia imediata,
considerando-se a desburocratização dos atos públicos.
Com base nessa situação hipotética e na Resolução do CFO n.º 63/2005, julgue o item subsequente.
Caso perceba que a capa de algum arquivo está em
mau estado de conservação, o agente deverá
devolvê-lo ao setor de origem para que realize
corretamente a transcrição da capa nova, pois esse
procedimento é exclusivo do setor em que se origine o
arquivo.
Com base nessa situação hipotética e na Resolução do CFO n.º 63/2005, julgue o item subsequente.
Caso o agente administrativo perceba que nem todas as
folhas do processo estão numeradas, deverá numerá-las
a partir da capa, começando em 01.
Com base nessa situação hipotética e na Resolução do CFO n.º 63/2005, julgue o item subsequente.
O agente administrativo deverá conferir se os processos
a serem encaminhados pelo CRO-PB ao CFO estão
devidamente numerados, com número de protocolo no
setor de origem.
Há alguns meses, eu retornava de um evento no interior de Minas Gerais, trafegando pela Rodovia Fernão Dias, quando, repentinamente, senti forte dor na região lombar.
Imediatamente parei o carro no acostamento, desci
para me alongar, mas de nada adiantou. Pesquisei o hospital
privado mais próximo e, com muita dificuldade, quinze
minutos depois, estava lá. Entreguei meu documento de
identidade na recepção, pois sequer era possível aguardar
qualquer procedimento. A partir daí, passei por uma das
piores experiências que já tive.
Resumidamente, fiquei naquele hospital por sete horas, recebendo péssimo atendimento. Para exemplificar, somente cheguei a ser medicado quando literalmente caí no chão de dor. Após uma série de exames, foi identificado que o problema era um cálculo renal, mas a mediocridade dos profissionais era tamanha que o médico que me assistia, ao terminar seu turno de trabalho, sequer teve o mínimo cuidado de me informar (bem como aos demais pacientes) quem daria continuidade no atendimento.
Consciente de que aquele local não seria adequado, em hipótese alguma, para eventual cirurgia, consegui ser medicado com dose de morfina que me permitiu pegar a estrada e retornar a São Paulo, onde me dirigi ao Hospital 9 de Julho. Lá, tudo mudou!
A qualidade do atendimento começou já na recepção, com profissionais respeitosas e sensíveis, que tiveram a preocupação de me orientar e de agilizar os procedimentos. Após a liberação do quarto, fui muito bem recebido pela técnica em enfermagem Nélia e pela enfermeira Priscila. Ao ser transferido para o centro cirúrgico, fui gentilmente conduzido pelo assistente de transporte Ednei. A cirurgia foi conduzida com excelência pelo anestesista Cássio e pelo Dr. Flávio.
Em um hospital, encontrei pessoas que nitidamente vão trabalhar apenas para garantir seu sustento ao final do mês. Gente preocupada em cumprir apenas o básico, em fazer o possível, à espera do horário para ir embora, enquanto, no outro, pessoas que apreciam o que fazem, interessadas em fazer seu melhor, cientes de que um paciente, independentemente de sua condição, está ali por necessidade, motivo pelo qual procuram transmitir acolhimento e carinho para amenizar o desconforto. Essa é a diferença entre trabalhar por vocação ou por mera necessidade financeira.
Tom Coellho. Internet:<https://portal.comunique-se.com.br>
Considerando o texto, julgue o item a seguir no que diz respeito à qualidade no atendimento ao público e ao trabalho em equipe.
Nos exemplos citados, cabe aos líderes criarem ambiente favorável para que seus colaboradores possam atuar de maneira assertiva, cumprindo com seu propósito pessoal. Isso envolve valores corporativos legítimos, capazes de unir e alinhar a equipe, treinamento e capacitação regulares e autonomia para propor mudanças em busca da melhoria contínua.
