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Ao longo do período republicano, a Amazônia foi considerada a última fronteira a ser integrada e ocupada pelo Estado brasileiro. Apesar dos esforços de ordenamento territorial, a política agrária e a criação de Terras Indígenas e de Unidades de Conservação não têm sido suficientes para conter os diversos conflitos socioambientais e fundiários.
A respeito da relação entre a expansão das frentes de colonização agrícola e os conflitos sociais no Estado de Rondônia, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) A agricultura itinerante praticada comumente pelos colonos gerou uma pressão sobre as áreas de floresta, na medida em que eles, após um período de uso, deixam a terra em pousio ou a transformam em pastagem, abrindo uma nova área.
( ) A constituição das áreas protegidas, cuja implementação foi tardia ou incompleta, não foi suficiente para impedir a ocupação irregular das mesmas, inclusive pela precária fiscalização dos órgãos públicos federais, estaduais e municipais.
( ) No final da década de 1990, em um contexto de pressão internacional pela preservação da biodiversidade e das populações tradicionais, a opinião pública brasileira denunciou a ocupação das Terras Indígenas e das Unidades de Conservação.
As afirmativas são, respectivamente,

Região 1. O Madeira-Guaporé: Onde se localiza a capital, Porto Velho, e se concentram 85% dos investimentos privados previstos para o Estado.
Região 2. Leste Rondoniense: Abriga as cinco cidades com os maiores PIB per capita de Rondônia.
A respeito da produção econômica regional do Estado de Rondônia, analise as afirmativas a seguir.
I. A região 1 é menor em população e extensão territorial, mas atrai a maior parte dos investimentos privados pela presença das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio e pela estimativa de expansão comercial, imobiliária e dos serviços.
II. A região 2, no Leste rondoniense, é mais populosa e com maior extensão territorial, contribuindo fortemente para o PIB do Estado, em função do agronegócio, com destaque para a pecuária bovina e o cultivo de soja.
III. Tanto na região 1 quanto na 2, têm crescido a indústria extrativa mineral de cassiterita, a indústria de laticínios e os frigoríficos, em razão da proximidade do mercado andino, tornado acessível pela Rodovia Transoceânica.
Está correto o que se afirma em

As formações vegetais do ambiente amazônico variam em função
dos tipos de solo e de sua localização em relação aos rios. Com
base na imagem, assinale a afirmativa correta sobre os tipos de
vegetação da Amazônia.

Em outubro de 1940, o presidente Getúlio Vargas chegava a Porto Velho, então Estado do Amazonas. Esta visita explicitava o interesse do Estado Novo em promover uma política de integração territorial que resultaria no Decreto-Lei nº 5.812 de 13 de setembro de 1943, com o qual era criado o Território Federal do Guaporé.
Assinale a opção que caracteriza corretamente o contexto de
criação do Território Federal do Guaporé.

Sob o pretexto de buscar penas de cores vibrantes para os chapéus das inglesas da Era Vitoriana, Henry Wickham desembarcou na Amazônia, em 1876, com outro plano em mente: furtar sementes de seringueira para serem entregues ao Jardim Botânico Real da Inglaterra. Foi assim que a árvore nativa da Amazônia foi retirada de seu habitat natural e algumas sementes (cerca de 3 mil das 70 mil furtadas) germinaram e foram enviadas para colônias da Inglaterra, como Malásia e Ceilão. Em 1916, as plantations britânicas iriam produzir Hevea Brasiliensis suficiente para abastecer 95% da demanda mundial por borracha de alta qualidade.
Adaptado de http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/trafico-de-semente-fez-ruir-ciclo-da-borracha
A respeito da disputa pela borracha no mercado internacional e seu impacto para a economia brasileira, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) A produção de látex na região amazônica, entre 1840 e 1920,
contou com uma mão de obra composta por seringueiros
nativos e migrantes cearenses, conhecidos como "soldados da
borracha".
( ) O método extrativista usado na Amazônia não permitiu o aumento rápido da produtividade para atender à demanda crescente da indústria automobilística europeia e norteamericana, no início do século XX.
( ) O declínio da economia gomífera brasileira, no início do século XX, deveu-se à queda dos preços da borracha no mercado internacional, em função da produção de látex de boa qualidade, a custos mais baixos, na Ásia.
As afirmativas são, respectivamente,

O Forte Príncipe da Beira foi edificado à margem direita do rio Guaporé, entre 1776 e 1783, sendo considerada a maior fortificação portuguesa erguida no período colonial.
Assinale a opção que descreve corretamente os motivos da Coroa
portuguesa para a construção deste forte.
Considere verdadeiras as afirmativas:
• Todos os marinheiros sabem nadar.
• Algumas pessoas que sabem nadar são pescadores.
É correto concluir que
Severino cria galinhas e no dia 1º de outubro observou que tinha ração suficiente para alimentá-las até o dia 15 de outubro.
Entretanto, no final do dia 5 de outubro, ele vendeu metade das galinhas.
A ração restante foi suficiente para alimentar as galinhas restantes até o dia
TEXTO I.
Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. “É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo”, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração.
O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue, e tem dois sistemas de bombeamento independentes. Com essas “bombas” ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias. Para isso contrai e relaxa, diminuindo e aumentando de tamanho. E o que tem a ver com o amor? “Ele realmente bate mais rápido quando uma pessoa está apaixonada. O corpo libera adrenalina, aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial”.
(O Estado de São Paulo, 09/06/2012, caderno suplementar, p. 6)
TEXTO I.
Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. “É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo”, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração.
O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue, e tem dois sistemas de bombeamento independentes. Com essas “bombas” ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias. Para isso contrai e relaxa, diminuindo e aumentando de tamanho. E o que tem a ver com o amor? “Ele realmente bate mais rápido quando uma pessoa está apaixonada. O corpo libera adrenalina, aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial”.
(O Estado de São Paulo, 09/06/2012, caderno suplementar, p. 6)
“Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. ´É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo´, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração”.
Dentre os termos sublinhados, assinale a opção que indica o termo que não se refere a nenhum termo anterior.
TEXTO I.
Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. “É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo”, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração.
O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue, e tem dois sistemas de bombeamento independentes. Com essas “bombas” ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias. Para isso contrai e relaxa, diminuindo e aumentando de tamanho. E o que tem a ver com o amor? “Ele realmente bate mais rápido quando uma pessoa está apaixonada. O corpo libera adrenalina, aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial”.
(O Estado de São Paulo, 09/06/2012, caderno suplementar, p. 6)
“O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue”.
Assinale a opção que apresenta a frase em que o vocábulo onde exerce idêntica função.
TEXTO I.
Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. “É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo”, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração.
O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue, e tem dois sistemas de bombeamento independentes. Com essas “bombas” ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias. Para isso contrai e relaxa, diminuindo e aumentando de tamanho. E o que tem a ver com o amor? “Ele realmente bate mais rápido quando uma pessoa está apaixonada. O corpo libera adrenalina, aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial”.
(O Estado de São Paulo, 09/06/2012, caderno suplementar, p. 6)
“É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo.”
O uso de aspas nesse fragmento do texto indica
TEXTO I.
Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. “É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo”, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração.
O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue, e tem dois sistemas de bombeamento independentes. Com essas “bombas” ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias. Para isso contrai e relaxa, diminuindo e aumentando de tamanho. E o que tem a ver com o amor? “Ele realmente bate mais rápido quando uma pessoa está apaixonada. O corpo libera adrenalina, aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial”.
(O Estado de São Paulo, 09/06/2012, caderno suplementar, p. 6)
TEXTO I.
Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. “É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo”, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração.
O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue, e tem dois sistemas de bombeamento independentes. Com essas “bombas” ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias. Para isso contrai e relaxa, diminuindo e aumentando de tamanho. E o que tem a ver com o amor? “Ele realmente bate mais rápido quando uma pessoa está apaixonada. O corpo libera adrenalina, aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial”.
(O Estado de São Paulo, 09/06/2012, caderno suplementar, p. 6)
Analise o emprego de “para” nas seguintes frases do texto:
I. Para que serve ele, afinal?
II. Calma, não jogue o coração para escanteio.
III. ... bombear sangue para todas as células de nosso corpo...
IV. ... ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias.
A preposição “para” tem o mesmo valor em
TEXTO I.
Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. “É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo”, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração.
O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue, e tem dois sistemas de bombeamento independentes. Com essas “bombas” ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias. Para isso contrai e relaxa, diminuindo e aumentando de tamanho. E o que tem a ver com o amor? “Ele realmente bate mais rápido quando uma pessoa está apaixonada. O corpo libera adrenalina, aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial”.
(O Estado de São Paulo, 09/06/2012, caderno suplementar, p. 6)
TEXTO I.
Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. “É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo”, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração.
O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue, e tem dois sistemas de bombeamento independentes. Com essas “bombas” ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias. Para isso contrai e relaxa, diminuindo e aumentando de tamanho. E o que tem a ver com o amor? “Ele realmente bate mais rápido quando uma pessoa está apaixonada. O corpo libera adrenalina, aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial”.
(O Estado de São Paulo, 09/06/2012, caderno suplementar, p. 6)
TEXTO I.
Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. “É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo”, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração.
O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue, e tem dois sistemas de bombeamento independentes. Com essas “bombas” ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias. Para isso contrai e relaxa, diminuindo e aumentando de tamanho. E o que tem a ver com o amor? “Ele realmente bate mais rápido quando uma pessoa está apaixonada. O corpo libera adrenalina, aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial”.
(O Estado de São Paulo, 09/06/2012, caderno suplementar, p. 6)
TEXTO I.
Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. “É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo”, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração.
O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue, e tem dois sistemas de bombeamento independentes. Com essas “bombas” ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias. Para isso contrai e relaxa, diminuindo e aumentando de tamanho. E o que tem a ver com o amor? “Ele realmente bate mais rápido quando uma pessoa está apaixonada. O corpo libera adrenalina, aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial”.
(O Estado de São Paulo, 09/06/2012, caderno suplementar, p. 6)
“Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos.”
Nesse segmento do texto, há duas formas verbais na terceira pessoa do plural: dizem e moram.
Sobre essas formas, assinale a opção correta.
TEXTO I.
Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor! Ao contrário do que dizem, não é ali que moram os sentimentos. Puxa, para que serve ele, afinal? Calma, não jogue o coração para escanteio, ele é superimportante. “É um órgão vital. É dele a função de bombear sangue para todas as células de nosso corpo”, explica Sérgio Jardim, cardiologista do Hospital do Coração.
O coração é um músculo oco, por onde passa o sangue, e tem dois sistemas de bombeamento independentes. Com essas “bombas” ele recebe o sangue das veias e lança para as artérias. Para isso contrai e relaxa, diminuindo e aumentando de tamanho. E o que tem a ver com o amor? “Ele realmente bate mais rápido quando uma pessoa está apaixonada. O corpo libera adrenalina, aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial”.
(O Estado de São Paulo, 09/06/2012, caderno suplementar, p. 6)
“Temos uma notícia triste: o coração não é o órgão do amor.”
Nesse caso, o emprego dos dois pontos se justifica porque