Questões de Concurso
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Em finanças corporativas, o custo de capital representa a taxa mínima de retorno exigida pelos investidores para financiar os ativos da empresa, sendo um elemento central na avaliação de projetos, na formulação da estrutura de capital e na mensuração da criação de valor. O custo de capital próprio, em particular, reflete a remuneração esperada pelos acionistas em função do risco percebido da empresa, das condições de mercado e das perspectivas de lucratividade. Esse custo pode ser influenciado por fatores como instabilidade financeira, variabilidade nos lucros, endividamento elevado ou baixa confiança do mercado na gestão da companhia. A elevação do custo de capital próprio, portanto, é um sinal relevante que demanda análise cuidadosa, pois impacta diretamente a atratividade de investimentos e a capacidade de geração de valor da organização.
Quando o custo de capital próprio é mais alto, isso geralmente indica que:
Considerando as ações, o beta e o retorno esperado, de acordo com o CAPM, representados na lista a seguir. Determine o retorno esperado de mercado e o valor da taxa livre de risco?
Ação---Beta---Retorno Esperado
Phoenix Oil---1,2---23%
Águia Oil---0,6---13%
As decisões de financiamento representam um componente crítico da estratégia corporativa, influenciando diretamente a estrutura de capital, o custo médio ponderado de capital (WACC) e a capacidade da organização de gerar valor para os acionistas no longo prazo. Nesse processo, os gestores financeiros precisam avaliar continuamente os impactos do endividamento sobre a liquidez, a solvência e a rentabilidade da empresa, ponderando os riscos associados à alavancagem e à volatilidade das taxas de juros. Ao decidir entre capital próprio e capital de terceiros, a empresa deve adotar uma abordagem que preserve sua flexibilidade financeira, minimize o custo de capital e maximize o retorno ajustado ao risco. Nesse cenário, estratégias de composição ótima da estrutura de capital tornam-se indispensáveis para sustentar o crescimento com responsabilidade financeira.
No contexto das decisões de financiamento, qual estratégia pode ajudar a empresa a equilibrar o uso de capital próprio e de terceiros?
Um funcionário de uma empresa no ramo de Petróleo fez um financiamento de R$ 150000,00 usando o sistema de amortização constante, a uma taxa de 2% ao mês a ser pago em 30 meses.
O valor, em reais, que esse funcionário irá pagar na 10ª prestação é igual a:
Em economias que adotam o regime de câmbio flutuante, a taxa de câmbio é determinada pela interação entre oferta e demanda no mercado de divisas, refletindo variáveis como fluxos comerciais, investimentos estrangeiros, política monetária e expectativas dos agentes econômicos. A volatilidade cambial pode ser influenciada por fatores internos — como a taxa de juros doméstica, o desempenho econômico e a confiança dos investidores —, bem como por choques externos, incluindo mudanças na taxa de juros internacional ou no preço de commodities. Em um cenário de globalização financeira, compreender os determinantes da valorização da moeda nacional é fundamental para a formulação de políticas econômicas e para a gestão de riscos cambiais no setor público e privado.
Qual dos seguintes fatores pode levar a uma apreciação da taxa de câmbio em um regime de câmbio flutuante?
Um empregador oferece três opções de aumento salarial sucessivo, semestralmente, para um funcionário: ]
1.Opção A: Três aumentos de 5%, 2,5% e 7%, aplicados sucessivamente sobre o salário inicial.
2.Opção B: Dois aumentos de 7%e 7,5%, aplicados sucessivamente sobre o salário inicial.
3.Opção C: Um aumento de 14,5%, aplicado sobre o salário inicial.
Considerando que o salário do funcionário era de R$ 6.000,00, qual das opções resultará no maior salário final?
Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas
Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.
A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.
À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.
Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.
Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.
A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.
Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.
O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?
A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.
Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.
Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.
Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.
Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.
Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.
Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?
A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Fadiga visual: a visão na era do excesso de telas
Em uma era em que as telas dominam nossa vida cotidiana, uma epidemia silenciosa se espalha pelo mundo.
A fadiga ocular digital, antes considerada uma condição marginal entre as preocupações com a saúde ocupacional, tornou-se um grande problema de saúde pública, que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo.
À medida que nossa dependência de dispositivos digitais para trabalho, educação e interação social só aumenta, há mais riscos à saúde de nossos olhos.
Estudos recentes apresentam um quadro sombrio. Até cinquenta por cento dos usuários de computador desenvolvem a chamada fadiga ocular digital.
Essa condição, caracterizada por uma variedade de sintomas oculares e visuais, como secura, lacrimejamento, coceira, queimação, visão turva ou até dupla, não é apenas um incômodo.
Ela indica problemas crônicos que afetam significativamente a qualidade de vida e a produtividade de um indivíduo.
A pandemia da covid-19 exacerbou essa tendência. Afinal, os confinamentos e as medidas de distanciamento social aumentaram o tempo de tela em uma escala sem precedentes.
Um aumento acentuado no uso de dispositivos digitais durante esse período está correlacionado a um crescimento das doenças na superfície ocular, distúrbios visuais e fadiga ocular digital.
O que acontece com nossos olhos quando olhamos para telas por longos períodos?
A resposta está na biologia complexa do nosso sistema visual. Ao focar em telas digitais, nossa taxa de piscadas diminui e nossos olhos se esforçam demais para focar em objetos próximos por longos períodos.
Piscar menos e manter o foco próximo desencadeia uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.
Os sintomas da fadiga ocular digital são diversos e muitas vezes insidiosos. Eles variam desde sinais imediatamente perceptíveis, como fadiga ocular, secura e visão turva, até pistas mais sutis, como dores de cabeça e no pescoço.
Embora geralmente temporários, esses sintomas podem se tornar persistentes e debilitantes, se não forem tratados.
Ao contrário da crença popular, a luz azul emitida pelas telas não é a principal causa da vista cansada.
Embora a luz azul possa contribuir para a fadiga ocular e interromper os padrões de sono, não há evidências conclusivas de que ela cause danos oculares permanentes.
Os verdadeiros vilões são a ergonomia ruim, o trabalho por um tempo prolongado com foco próximo e a redução das piscadas.
Como podemos proteger a visão neste mundo centrado nas telas?
A solução está em uma abordagem multifacetada, que combina mudanças comportamentais, ajustes ambientais e, quando necessário, intervenções médicas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cly569nwr1no.adaptado.
"Piscar" menos e manter o foco próximo "desencadeia" uma série de problemas oculares, desde irritação leve até ressecamento crônico.
Os verbos destacados, nesta frase, comportam-se, respectivamente, como verbos: