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I. A Proclamação da República foi resultado da insatisfação de diferentes setores da sociedade, incluindo militares, intelectuais e a classe média, com a monarquia e seus métodos de governo.
II. A passagem do regime monárquico para o republicano foi marcada por um golpe militar, liderado por figuras como Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto.
III. Um dos fatores que contribuíram para o movimento republicano foi a pressão pela abolição da escravidão, que havia sido formalmente concluída no Brasil em 1888.
IV. A nova Constituição de 1891 estabeleceu um governo federativo e republicano, alterando a estrutura política do Brasil e promovendo a construção de um novo sistema político.
Assinale a alternativa que apresenta todas as afirmações corretas.
Este é um trecho de um panfleto revolucionário datado de 1798 que circulou na cidade de Salvador. Qual foi a principal motivação da Conjuração Baiana, movimento ocorrido na então Capitania da Bahia?
Qual foi a principal razão para a origem do conclave na escolha do Papa, e como esse processo se desenvolveu ao longo da história da Igreja Católica?
1. “Eram casebres baixos, cheios de frestas, caindo aos pedaços, que deixavam transparecer, pelos buracos usados como janelas e pelas fissuras dos muros, a mais triste miséria; no interior, poucos cômodos imundos, aos quais se chega por escadas flácidas e que desmontam sob o peso do corpo, [...]os únicos móveis são um leito ou dois sobre cavaletes, um baú e os utensílios indispensáveis para a cozinha (...) cada quarto serve a três ou quatro pessoas [...]. Fonte: “Atas da junta para a melhoria agrícola e sobre a situação dos agricultores” 1882.
Apud DEL PRIORI, M.; NEVES, M de F. das; ALAMBERT, F. Documentos de História do Brasil; de Cabral aos anos 90. São Paulo: Scipione, 1997, pp 63-64.
2. A sua Excia. Cônsul da Itália em São Paulo Há três anos trabalho na fazenda na qual o administrador tem o vício infame de maltratar os pobres filhos do trabalhador, em especial o italiano. [...] Caí doente há 3 meses e não pude trabalhar por 30 dias, sendo, desde então, objeto de escárnio e maus tratos por parte dos empregados da fazenda. (...) não podendo mais suportar as humilhações, resolvi abandonar a fazenda há 15 dias e não receber o que tinha direito. Parti deixando meus familiares (...), mas até hoje não os vi, o que me fez acreditar que estão proibidos de sair da fazenda”.
Fonte: jornal La Battaglia, São Paulo, 23/7/1911. Apud DEL PRIORI, M.; NEVES, M de F. das; ALAMBERT, F. Documentos de História do Brasil; de Cabral aos anos 90. São Paulo: Scipione, 1997, pp. 64-65.
O professor de História, com essas leituras, pretendia que os estudantes estabelecessem relações entre o passado e o presente, pois:
DEFOE, Daniel. Robinson Crusoe. SP: Ubu Editora, 2021. Trad. Leonardo Fróes
Esse excerto de texto tão clássico como popular, escrito no século XVII, poderia ensejar uma representação dramatizada (enriquecida pela pesquisa em outras fontes) das relações entre europeus em expansão e povos americanos, africanos, orientais que foram acessados pelo ímpeto mercantilista dos séculos XVI e seguintes e, mais tarde, pela avidez imperialista das sociedades cuja produção já exigia abertura de novos mercados.
Um professor, ao solicitar uma representação dramatizada desse excerto, pretende que seus estudantes reflitam e percebam que o que nele se destaca é a
Capitu é apresentada de maneira ambígua ao longo da narrativa. Enquanto Bentinho a vê como uma possível traidora, ela também pode ser vista como uma mulher forte e independente, presa em um casamento dominado pelas inseguranças de seu marido. No final, a dúvida sobre a lealdade de Capitu nunca é resolvida, refletindo temas como ciúmes, memória e a ambiguidade da verdade.
Ao tratar da personagem Capitu no romance de Machado de Assis, em parceria com docentes de Literatura, o professor de História elege como apropriado
Com o objetivo de colocar seus estudantes diante dessa concepção de circularidade cultural, uma professora de História desafiou seus estudantes a reunirem, em sustentação lógica, argumentos das mais diversas origens para produzir justificativas em defesa da ampliação dos espaços públicos para lazer infantil em sua cidade.
Com esse exercício, a docente preparou os estudantes a entrarem em contato com a concepção de história que embasam obras didáticas de
Assinale a alternativa correta.
O Brasil é um país extraordinariamente africanizado. E só a quem não conhece a África pode escapar o quanto há de africano nos gestos, nas maneiras de ser e viver e no sentimento estético do brasileiro. Por sua vez, em toda a outra costa atlântica se podem facilmente reconhecer os brasileirismos. Há comidas brasileiras na África, como há comidas africanas no Brasil. Danças, tradições, técnicas de trabalho, instrumentos de música, palavras e comportamentos sociais brasileiros insinuaram-se no dia-a-dia africano. [...] Com ou sem remorso, a escravidão foi o processo mais importante de nossa história. [...] O escravo ficou dentro de todos nós, qualquer que seja a nossa origem.
COSTA E SILVA, ALBERTO DA. Um rio chamado Atlântico: a África no Brasil e o Brasil na África. Rio de Janeiro: Ed. Nova Fronteira, 2003. Texto adaptado.
Após a leitura do texto, qual das atividades listadas a seguir, seria eficiente, seguindo o conhecimento pedagógico do conteúdo, para que os estudantes interajam com o tema proposto?
“A denominação América Latina integra nosso vocabulário cotidiano. Mas sua historicidade precisa ser lembrada. Esse termo foi inventado no século XIX, carregando desde suas origens disputas de ordem política e ideológica. Os sentidos que lhe foram atribuídos estão vinculados às polêmicas que envolveram, de um lado, franceses e ingleses (século XIX) e, de outro, latinoamericanos e norte-americanos (séculos XIX e XX). A precisa origem do termo tem sido alvo de controvérsias. Para uma corrente, os franceses propuseram o nome como forma de justificar, por intermédio de uma pretensa identidade latina, as ambições da França sobre esta parte da América. Para outra, foram os próprios latino-americanos que cunharam a expressão para defender a ideia da unidade da região frente ao poder já anunciado dos Estados Unidos”.
PRADO, M. Ligia; PELLEGRINO, G. História da América Latina. São Paulo: editora Contexto, 2014.
Cada grupo deve compor um painel com as suas conclusões a partir da leitura do texto. Como se espera que a ideia de que o termo América Latina foi “inventado” seja apresentada pelos grupos em seus painéis.
“Esta massa de escravos, índios ou negros, constituía a maior parte da população colonial. (...). Ao lado de pequenos proprietários encontramos o tipo mais comum dos agregados. São estes os indivíduos – em geral escravos libertos ou mestiços espúrios - que vivem nos grandes domínios prestando aos senhores toda sorte de serviços: guarda da propriedade, mensageiro, etc. Entre eles figuram também os rendeiros, que pagam seus aluguéis em dinheiro ou mais comumente em produtos naturais ou em serviços. A situação destes rendeiros é a mais precária possível. Raramente se faziam contratos escritos, e mesmo não havia autoridades para os sancionar. Na propriedade quem domina incontrastavelmente é o senhor. Todos os que se fixam em suas terras cedem, em troca da gleba que cultivam para seu sustento e da proteção que lhes outorga o senhor contra outros mandões do sertão ou a própria Justiça, praticamente, toda a liberdade”.
PRADO JR., Caio. Evolução política do Brasil e outros estudos. São Paulo: Editora Brasiliense, 1953 (texto adaptado).
A partir da leitura do excerto desse historiador, os estudantes devem ser instados a interpretarem a estrutura de classes que compunha a sociedade colonial e suas interrelações de dependência. Dessa atividade, resulta a compreensão de que