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Q716034 Biblioteconomia

O serviço de referência foi considerado por Ranganathan (apud ACCART, 2012, p.4) como o verdadeiro trabalho do bibliotecário. A função desse serviço pode ser expressa pela quarta lei da biblioteconomia quando ele recomenda “poupe o tempo do leitor”.

Analise as afirmativas a seguir, e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso.

( ) O serviço de referência teve sua origem na biblioteca pública nas grandes cidades industriais da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos onde se percebeu que uma ampliação do ensino público e o avanço da alfabetização contribuíram para a criação de um novo público leitor.

( ) Em relação à consulta nos serviços de referência, Grogan (1995) ressalta a importância da terminologia, da boa compreensão do significado das palavras, de manter a ambiguidade do assunto e de conhecer o assunto solicitado pelo consulente.

( ) A atividade de referência é uma atividade essencialmente humana, que atende a uma das necessidades mais profundamente arraigadas da espécie, que é o anseio de conhecer e compreender.

( ) A função do profissional de referência, no contexto dos arquivos abertos, é múltipla e compreende as funções de formação, de comunicação e de orientação.

( ) Os serviços de referência virtuais foram previstos por Otlet em 1934.

A sequência correta é

Alternativas
Q716033 Biblioteconomia
Em relação aos estudos de usuários, é INCORRETO afirmar que
Alternativas
Q716032 Biblioteconomia

De acordo com Accart (2012), o serviço de referência virtual dá ênfase ao aspecto tecnológico, o que é um fator atraente tanto para os profissionais da informação quanto para os usuários cada vez mais conectados à internet.

São trunfos do serviço de referência virtual, EXCETO:

Alternativas
Q716031 Biblioteconomia

Analise as afirmativas abaixo em relação à profissão e ao código de ética do bibliotecário e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso.

( ) As Bibliotecas Públicas, localizadas em Municípios com até dez mil habitantes e cujo acervo não ultrapasse a duzentos exemplares catalogados, poderão funcionar sob a supervisão de um Técnico em Biblioteconomia, devidamente registrado perante o Conselho.

( ) O Bibliotecário deve exigir justa remuneração por seu trabalho, levando em conta as responsabilidades assumidas, o grau de dificuldade no desenvolvimento e efetivação do trabalho, bem como o tempo de serviço dedicado, sendo-lhe livre firmar acordos sobre honorários e salário.

( ) Não se permite ao profissional de Biblioteconomia, no desempenho de suas funções, assinar trabalhos ou quaisquer documentos executados por terceiros ou elaborados por leigos, alheios à sua orientação, supervisão e fiscalização.

( ) É de competência do Conselho Federal o julgamento das questões relacionadas à transgressão de preceito do Código de Ética.

( ) A fiscalização do exercício profissional de bibliotecário será exercida pelo Conselho Federal, sob orientação do Conselho Regional.

A sequência correta é

Alternativas
Q716029 Biblioteconomia

Os itens de números I e II apresentam uma sentença com duas asserções.

I- As atitudes do profissional da informação hoje devem espelhar os perfis e os papéis assumidos dentro das suas funções

POR ISSO

seu propósito histórico sempre foi a disseminação, a transferência e o aproveitamento da informação.

II- O profissional da informação deve entender que a área física da biblioteca perdeu seus limites

POR ISSO

ele deve ser a pessoa que demonstrará isso por meio de uma ação proativa.

Após análise das asserções acima, conclui-se que

Alternativas
Q716028 Biblioteconomia
De acordo com Feitosa (2006), existem dois coeficientes que interferem na qualidade da recuperação da informação em um sistema de informação: o de precisão e o de revocação,
Alternativas
Q716027 Biblioteconomia

Para a informatização de uma unidade de informação, Corte (2002) alerta-nos para a necessidade de se identificar alguns aspectos para a tomada de decisões.

Analise as afirmativas abaixo que listam esses aspectos para informatização, e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso.

( ) O número de computadores disponibilizados para a biblioteca é a principal informação sobre o parque tecnológico da organização.

( ) As características essenciais da biblioteca/arquivo em relação à sua abrangência temática, serviços e produtos oferecidos.

( ) O conhecimento apenas dos programas de trabalho da organização.

( ) Os interesses e as necessidades de informação dos usuários.

( ) Os recursos financeiros disponíveis.

A sequência correta é

Alternativas
Q716026 Biblioteconomia

A classificação decimal universal (CDU) é uma classificação mista que utiliza números arábicos e sinais matemáticos em sua notação. Para organizar essa notação, existem 2 ordens: a ordem HORIZONTAL ou de citação e a ordem VERTICAL ou de intercalação. De acordo com Souza (2010), existe uma sequência correta para apresentar as tabelas auxiliares em cada uma dessas ordens.

Enumere os fatos de acordo com a sequência em que as tabelas auxiliares aparecem na Ordem Horizontal ou de Citação:

( ) analítica de traço

( ) ponto de vista

( ) tempo

( ) forma

( ) língua

( ) lugar

( ) raça

A sequência correta é

Alternativas
Q716025 Biblioteconomia

O Formato MARC apresenta um número grande de campos para a prática da catalogação eletrônica. Entretanto, existem alguns campos que são de uso mais constante nas unidades de informação e que são apresentados por Furrie (2000).

Relacione os campos com sua identificação respectiva:

1- campo 130

2- campo 240

3- campo 245

4- campo 505

5- campo 650

6- campo 740

7- campo 830


( ) Entrada secundária – Título relacionado, não controlado / título analítico.

( ) Entrada secundária de assunto – Termos tópicos

( ) Entrada secundária de série – Título uniforme

( ) Entrada principal – Título uniforme

( ) Título – Indicação de título

( ) Nota de conteúdo

( ) Título uniforme

A sequência correta é

Alternativas
Q716024 Biblioteconomia

Preencha as lacunas que completam o texto abaixo:

A indexação é uma atividade imprescindível para a organização e tratamento da informação pelo bibliotecário. Lancaster (2004) identifica 3 tipos principais de ________________ : esquemas de classificação bibliográfica (ex.________________), ________________ (ex.: LCSH) e _______________ (ex.: INSPEC).

A sequência correta é

Alternativas
Q716023 Biblioteconomia

Os itens de números I e II apresentam uma sentença com duas asserções.

I- A finalidade do RDA é servir de suporte à produção de dados robustos ou “bem-formados”

PORQUE

pretende-se que possa gerenciar dados tanto com tecnologias atuais, quanto com estruturas de bases de dados, surgidas de tecnologias futuras.

II- O RDA não se destina apenas a bibliotecas, apesar de sua origem estar no meio bibliotecário

PORQUE

ao ser projetado, havia ciência da existência de outras comunidades de metadados e suas normas de descrição de recursos.

Após análise das asserções acima, conclui-se que

Alternativas
Q716022 Biblioteconomia

Segundo Campello e Magalhães (2006), para o controle bibliográfico, é necessária a existência de alguns instrumentos básicos.

Em relação aos instrumentos é INCORRETO afirmar que

Alternativas
Q716021 Biblioteconomia

A análise de assunto é a primeira etapa do tratamento temático da informação, de acordo com Dias e Naves (2013). Sobre essa etapa, analise as afirmações abaixo:

I- A leitura técnica do documento é um tipo de leitura de conteúdo que se constitui em um misto de ler e passar os olhos pelo texto, direcionada para certas partes do documento onde podem ser identificados elementos importantes para a identificação do assunto do documento.

II- A análise de assunto, realizada em textos escritos, necessita de uma leitura que possibilite a extração de conceitos que sintetizem o conteúdo desses textos.

III- Após a extração dos conceitos e a seleção dos que refletem melhor o assunto do documento, partimos para a terceira fase da análise de assunto: a atinência.

IV- A indexação é uma operação simples e necessária para a análise de assuntos. É entendida como processo básico na recuperação da informação.

V- Critérios de pertinência, exaustividade e especificidade impedem os indexadores de avaliar o trabalho de indexação.

Estão corretas as afirmativas

Alternativas
Q716000 Português

Texto 3

                                              O domínio do trivial

                  Hoje, cada vez mais, mesmo quando parecemos discordar,

                               pensamos todos as mesmas trivialidades.

                                                                                                        Contardo Calligaris

     [1º§]Aos vinte anos, leitor de Gramsci¹, eu entendia que o poder das classes dominantes se exercia de duas maneiras. Havia a exploração econômica, com repressão eventualmente brutal das reivindicações dos trabalhadores (sem contar as guerras imperialistas). E havia a outra face do domínio: o controle das ideias e das mentes, oculto e insidioso. Esse era o terreno de luta dos intelectuais: podíamos colaborar com a classe dominante ou, então, fazer o quê? Sermos porta-vozes de uma nova classe?

  [2º§]Não éramos totalmente ingênuos. Reconhecíamos os horrores do dito "socialismo real" e percebíamos que ele substituíra uma classe dominante por outra. A ditadura do proletariado não tinha por que ser melhor do que a ditadura da burguesia; talvez, aliás, ela fosse pior. Nosso sonho era outro: uma sociedade sem classes.

   [3º§]Pois bem, um espectador apressado poderia pensar que, enfim, realizamos a famosa sociedade sem classes – ao menos em parte. Claro, desigualdades e exploração continuam; no entanto, é difícil distinguir a cultura da classe dominante das outras que lhe seriam opostas, porque, no fundo, mesmo quando parecemos discordar, pensamos todos de forma igual.

   [4º§]Acabo de ler "L'Egemonia Sottoculturale", de Massimiliano Panarari (A hegemonia da subcultura, editora Einaudi, 2010). O autor, um intelectual de minha geração, faz uma crítica hilária da "subcultura da fofoca", que seria, segundo ele, a cultura dominante na Itália de hoje. (...) Mas o que Panarari diz não se aplica só ao caso da Itália. Mundo afora, é cada vez mais difícil dizer algo que não faça parte de um senso comum que é feito de referências, ideias e, sobretudo, maneiras de pensar compartilhadas graças ao uso generalizado da mesma mídia.

   [5º§]Nesse quadro, pensar criticamente é árduo. Quem deseja convencer seus leitores ou espectadores de que ele pensa fora da trivialidade dominante tende a parecer-se com aquelas crianças que, de vez em quando, gritam "xixi e cocô" e, com isso, gabam-se de ter quebrado um grande tabu.

  [6º§]Nesse sentido, nos EUA, são cada vez mais populares radialistas, apresentadores e jornalistas supostamente "conservadores", que devem seu sucesso a uma vulgaridade e a uma truculência que parecem satisfazer a espera de todos por um pensamento novo, diferente. (...) Sua "ousadia" é tão inovadora quanto a das crianças do "xixi e cocô".

   [7º§]No Brasil, o debate eleitoral em curso poderia também servir para mostrar que nosso senso comum compartilhado é, no caso, uma espécie de razoabilidade, resignada a evitar temas excessivamente conflitivos (...) e a aceitar alianças duvidosas e supostamente "necessárias".

   [8º§]Como chegamos a essa perda de contraste na vida pública e cultural?

  [9º§]Segundo Panarari, a burguesia ganhou a luta pela hegemonia jogando a carta do prazer: "Na década do hedonismo², todos se convenceram, de repente, de que estava na hora de divertir-se. Palavra de ordem: "Queremos folgar" e, por favor, evite-se empestar a existência, de qualquer maneira que seja, com política, cultura, economia e todas essas ‘coisas’ assimiláveis a preocupações e aborrecimentos". Conclusão: a subcultura hedonista da fofoca é o novo ópio do povo.

  [10º§]Concordo (um pouco) com essa visão apocalíptica da cultura dominante. Mas discordo da ideia de que a subcultura da fofoca seja a invenção vitoriosa de uma classe específica. Ela é, em meu ver, uma consequência dos nossos tempos, pela razão que segue. Quando a mídia é de massa, não há mais diferença entre manipuladores e manipulados, pois os próprios manipuladores, expostos à mídia, são manipulados por suas produções. Ou seja, progressivamente, todo o mundo pensa as mesmas trivialidades.

   [11º§]É o feitiço que enfeitiça o feiticeiro.

Fonte: Folha de São Paulo, 19/08/2010. Texto adaptado.

Vocabulário de apoio

1- Gramsci: Antonio Gramsci (Ales, 22 de janeiro de 1891 — Roma, 27 de abril de 1937) filósofo marxista, jornalista, crítico literário e político italiano. Escreveu sobre teoria política, sociologia, antropologia e linguística.

2- Hedonismo: teoria ou doutrina filosófico-moral que afirma ser o prazer o supremo bem da vida humana.

Releia o trecho a seguir.

Mundo afora, é cada vez mais difícil dizer algo que não faça parte de um senso comum que é feito de referências, ideias e, sobretudo, maneiras de pensar compartilhadas graças ao uso generalizado da mesma mídia.

Dentre as opções de reescrita apresentadas a seguir, só houve manutenção desse trecho em:

Alternativas
Q715998 Português

Texto 3

                                              O domínio do trivial

                  Hoje, cada vez mais, mesmo quando parecemos discordar,

                               pensamos todos as mesmas trivialidades.

                                                                                                        Contardo Calligaris

     [1º§]Aos vinte anos, leitor de Gramsci¹, eu entendia que o poder das classes dominantes se exercia de duas maneiras. Havia a exploração econômica, com repressão eventualmente brutal das reivindicações dos trabalhadores (sem contar as guerras imperialistas). E havia a outra face do domínio: o controle das ideias e das mentes, oculto e insidioso. Esse era o terreno de luta dos intelectuais: podíamos colaborar com a classe dominante ou, então, fazer o quê? Sermos porta-vozes de uma nova classe?

  [2º§]Não éramos totalmente ingênuos. Reconhecíamos os horrores do dito "socialismo real" e percebíamos que ele substituíra uma classe dominante por outra. A ditadura do proletariado não tinha por que ser melhor do que a ditadura da burguesia; talvez, aliás, ela fosse pior. Nosso sonho era outro: uma sociedade sem classes.

   [3º§]Pois bem, um espectador apressado poderia pensar que, enfim, realizamos a famosa sociedade sem classes – ao menos em parte. Claro, desigualdades e exploração continuam; no entanto, é difícil distinguir a cultura da classe dominante das outras que lhe seriam opostas, porque, no fundo, mesmo quando parecemos discordar, pensamos todos de forma igual.

   [4º§]Acabo de ler "L'Egemonia Sottoculturale", de Massimiliano Panarari (A hegemonia da subcultura, editora Einaudi, 2010). O autor, um intelectual de minha geração, faz uma crítica hilária da "subcultura da fofoca", que seria, segundo ele, a cultura dominante na Itália de hoje. (...) Mas o que Panarari diz não se aplica só ao caso da Itália. Mundo afora, é cada vez mais difícil dizer algo que não faça parte de um senso comum que é feito de referências, ideias e, sobretudo, maneiras de pensar compartilhadas graças ao uso generalizado da mesma mídia.

   [5º§]Nesse quadro, pensar criticamente é árduo. Quem deseja convencer seus leitores ou espectadores de que ele pensa fora da trivialidade dominante tende a parecer-se com aquelas crianças que, de vez em quando, gritam "xixi e cocô" e, com isso, gabam-se de ter quebrado um grande tabu.

  [6º§]Nesse sentido, nos EUA, são cada vez mais populares radialistas, apresentadores e jornalistas supostamente "conservadores", que devem seu sucesso a uma vulgaridade e a uma truculência que parecem satisfazer a espera de todos por um pensamento novo, diferente. (...) Sua "ousadia" é tão inovadora quanto a das crianças do "xixi e cocô".

   [7º§]No Brasil, o debate eleitoral em curso poderia também servir para mostrar que nosso senso comum compartilhado é, no caso, uma espécie de razoabilidade, resignada a evitar temas excessivamente conflitivos (...) e a aceitar alianças duvidosas e supostamente "necessárias".

   [8º§]Como chegamos a essa perda de contraste na vida pública e cultural?

  [9º§]Segundo Panarari, a burguesia ganhou a luta pela hegemonia jogando a carta do prazer: "Na década do hedonismo², todos se convenceram, de repente, de que estava na hora de divertir-se. Palavra de ordem: "Queremos folgar" e, por favor, evite-se empestar a existência, de qualquer maneira que seja, com política, cultura, economia e todas essas ‘coisas’ assimiláveis a preocupações e aborrecimentos". Conclusão: a subcultura hedonista da fofoca é o novo ópio do povo.

  [10º§]Concordo (um pouco) com essa visão apocalíptica da cultura dominante. Mas discordo da ideia de que a subcultura da fofoca seja a invenção vitoriosa de uma classe específica. Ela é, em meu ver, uma consequência dos nossos tempos, pela razão que segue. Quando a mídia é de massa, não há mais diferença entre manipuladores e manipulados, pois os próprios manipuladores, expostos à mídia, são manipulados por suas produções. Ou seja, progressivamente, todo o mundo pensa as mesmas trivialidades.

   [11º§]É o feitiço que enfeitiça o feiticeiro.

Fonte: Folha de São Paulo, 19/08/2010. Texto adaptado.

Vocabulário de apoio

1- Gramsci: Antonio Gramsci (Ales, 22 de janeiro de 1891 — Roma, 27 de abril de 1937) filósofo marxista, jornalista, crítico literário e político italiano. Escreveu sobre teoria política, sociologia, antropologia e linguística.

2- Hedonismo: teoria ou doutrina filosófico-moral que afirma ser o prazer o supremo bem da vida humana.

No trecho: “E havia a outra face do domínio: o controle das ideias e das mentes, oculto e insidioso.”, a palavra grifada pode ser substituída, sem perdas semânticas, por
Alternativas
Q713618 Serviço Social
Sobre o Código de Ética do/a Assistente Social, é INCORRETO afirmar que
Alternativas
Q713617 Serviço Social

O modo como a família é incorporada à política pública reflete na organização dos serviços e na proposição e organização do trabalho com as famílias no cotidiano dos serviços, programas e projetos (MIOTO apud TEIXEIRA, 2010).           

O trabalho social com famílias

Alternativas
Q713616 Serviço Social
Sobre as críticas apresentadas por Mioto (2004), em relação aos Programas de Transferência de Renda, é INCORRETO afirmar que
Alternativas
Q713615 Serviço Social
Segundo Gil (2008), a entrevista por pautas é aquela que
Alternativas
Q713614 Serviço Social

Considere a seguinte descrição de um processo de amostragem.

     “Caracteriza-se pela seleção de uma amostra de cada subgrupo da população considerada. O fundamento para delimitar os subgrupos pode ser encontrado em propriedades como sexo, idade ou classe social. Muitas vezes essas propriedades são combinadas, o que exige uma matriz de classificação. Essa amostragem pode ser proporcional ou não proporcional” (GIL, 2002, p. 92).       

A descrição refere-se à amostragem

Alternativas
Respostas
321: A
322: B
323: D
324: E
325: D
326: C
327: D
328: A
329: D
330: A
331: E
332: D
333: A
334: D
335: C
336: A
337: C
338: B
339: D
340: C