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Q3244984 Direito Financeiro
Segundo a Lei nº 4.320/64, as contribuições de previdência social serão classificadas como 
Alternativas
Q3244983 Direito Financeiro

__________________ é a receita derivada instituída pelas entidades de direito público, nos termos da Constituição e das leis vigentes em matéria financeira, destinando-se o seu produto ao custeio de atividades gerais ou específicas exercidas por essas entidades.


Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto, de acordo com a Lei no 4.320/64. 

Alternativas
Q3244981 Auditoria
Sobre auditoria das demonstrações contábeis, é correto afirmar que o auditor
Alternativas
Q3244972 Contabilidade Geral

São apresentadas a seguir as informações retiradas da demonstração do fluxo de caixa de uma empresa comercial.

Imagem associada para resolução da questão


É correto afirmar que, com atividades de investimento,

Alternativas
Q3244967 Noções de Informática
Assinale a alternativa que representa corretamente uma URL.
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Q3244966 Noções de Informática
Um dos aplicativos do Google Workspace é o Google Formulários.
Sobre esse aplicativo, é correto afirmar que uma de suas funcionalidades possíveis é a de
Alternativas
Q3244965 Noções de Informática
Um usuário, utilizando o MS-Excel 2016 em português e em sua configuração-padrão, digitou em uma célula o seguinte conteúdo:
=ARREDONDAR.PARA.CIMA(8,8726; 3)

O resultado exibido na célula em questão foi:
Alternativas
Q3244964 Noções de Informática
O MS-Word 2016, em sua configuração-padrão, tem a função de trabalhar com legendas.
Sobre essa função, assinale a alternativa correta.
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Q3244960 Matemática
Os 120 funcionários de uma empresa responderam a uma enquete sobre a atividade física preferida. O gráfico a seguir mostra os números de funcionários que preferem natação, voleibol ou outras atividades. Os dados relativos à caminhada e ao futebol não aparecem no gráfico.
Imagem associada para resolução da questão
Sabe-se que a medida do setor circular correspondente à caminhada excede em 18° a medida do setor circular correspondente ao futebol.
Com base nesses dados, é correto afirmar que o número daqueles que preferem caminhada supera o número daqueles que preferem natação em: 
Alternativas
Q3244952 Português
Assinale a alternativa em que a frase está de acordo com a norma-padrão de emprego e colocação dos pronomes. 
Alternativas
Q3244951 Português
Assinale a alternativa em que as frases estão de acordo com a norma-padrão quanto ao emprego de conjunções e de tempos e modos verbais.
Alternativas
Q3244948 Português
Assinale a alternativa em que a frase está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal e nominal. 
Alternativas
Q3244947 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão

        Até agora a enxurrada de imagens terríveis do flagelo climático no Rio Grande do Sul só não me provocou pesadelos porque dormir não é meu forte. Persisto, pois, a sofrer acordado, de olhos abertos e com a consciência culpada por me deixar agastar com facilidade por contratempos comparativamente miúdos e desprezíveis. Para me preservar de emoções tóxicas, parei de acompanhar as tentativas de socorro a bichos e idosos. Ainda assim, algumas imagens aflitivas burlaram minha vigilância.

        De repente, uma senhorinha sequestra minha atenção. Oh!, se não é minha avó materna esculpida em Carrara, à beira do Guaíba! Minha avó mais próxima e querida.

        Dona Arminda (tive duas avós com esse nome, ambas portuguesas) era a soberana da casa, a mater familias. A exemplo de tantas avós e mães, foi quem celebrizou em nosso reduto o bordão “Vocês pensam que eu sou sócia da Light1 ?”, infalível toda vez que via acesa uma lâmpada que deveria estar apagada, para não aumentar a conta da luz. Parecia viver movida a máximas, provérbios e adágios, uns de sua lavra, vários emprestados à Bíblia, outros enigmáticos e mesmo inalcançáveis por meu cérebro mirim.

        Fiquei intrigado ao ouvi-la dizer pela primeira vez que fulano era “mais surdo que um portão de cemitério”. Surdo à súplica do defunto para “não entrar ali”, deduzi com razoável margem de acerto. Levei bem mais tempo para perceber que vovó não resmungava “o que no mato engorda…” e, sim, “o que não mata engorda” (sem os reticentes três pontinhos) – e só então, definitivamente liberado do supersticioso caveat 2 imposto à mistura, fui tomar outro copo de vitamina de manga com leite.

        Não tive paciência para explicar à vovó Arminda que a frase correta (ou original) é “Quem tem boca vaia Roma”, e não “vai a Roma”, embora esta faça muito, se não até mais, sentido para quem nunca viveu sob o jugo romano.

        Este é um caso clássico de expressão corrompida, bastante comum no florilégio de provérbios, axiomas, anexins e afins. Do mesmo nível, por exemplo, de “quem não tem cão, caça com gato” (a versão que se difundiu de “quem não tem cão, caça como gato”) e também de “cor de burro quando foge”, que sempre quis dizer “corro de burro quando foge”. No império romano, a expressão “esculpida em Carrara” era sinônimo de cópia fiel, igualzinha, sem tirar nem pôr; ou seja, o carbono ou a xerox de um tempo em que as pessoas posavam para artistas que mais fielmente as reproduziam no mármore de Carrara. Restou-nos apenas a malsonante e nojenta “cuspida e escarrada”.

        Ora, se fizeram isso com o reputado mármore de Carrara, quem sou eu para sugerir que a expressão “Abre-te, sésamo!” vire, entre os lusófonos, “Abre-te, gergelim!”?

        (Se fiz o prezado leitor esquecer um pouco a tragédia nos pampas, cumpri minha missão.)

(Sérgio Augusto. Quem tem boca ‘vaia Roma’ ou ‘vai a Roma’?
Um caso clássico de expressão corrompida. Disponível em:
https://www.estadao.com.br/. Adaptado)

1 Light: empresa de distribuição de energia elétrica. 
2 caveat: alerta
Assinale a alternativa em que o acréscimo de uma vírgula em trecho do texto preserva a norma-padrão de pontuação.
Alternativas
Q3244946 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão

        Até agora a enxurrada de imagens terríveis do flagelo climático no Rio Grande do Sul só não me provocou pesadelos porque dormir não é meu forte. Persisto, pois, a sofrer acordado, de olhos abertos e com a consciência culpada por me deixar agastar com facilidade por contratempos comparativamente miúdos e desprezíveis. Para me preservar de emoções tóxicas, parei de acompanhar as tentativas de socorro a bichos e idosos. Ainda assim, algumas imagens aflitivas burlaram minha vigilância.

        De repente, uma senhorinha sequestra minha atenção. Oh!, se não é minha avó materna esculpida em Carrara, à beira do Guaíba! Minha avó mais próxima e querida.

        Dona Arminda (tive duas avós com esse nome, ambas portuguesas) era a soberana da casa, a mater familias. A exemplo de tantas avós e mães, foi quem celebrizou em nosso reduto o bordão “Vocês pensam que eu sou sócia da Light1 ?”, infalível toda vez que via acesa uma lâmpada que deveria estar apagada, para não aumentar a conta da luz. Parecia viver movida a máximas, provérbios e adágios, uns de sua lavra, vários emprestados à Bíblia, outros enigmáticos e mesmo inalcançáveis por meu cérebro mirim.

        Fiquei intrigado ao ouvi-la dizer pela primeira vez que fulano era “mais surdo que um portão de cemitério”. Surdo à súplica do defunto para “não entrar ali”, deduzi com razoável margem de acerto. Levei bem mais tempo para perceber que vovó não resmungava “o que no mato engorda…” e, sim, “o que não mata engorda” (sem os reticentes três pontinhos) – e só então, definitivamente liberado do supersticioso caveat 2 imposto à mistura, fui tomar outro copo de vitamina de manga com leite.

        Não tive paciência para explicar à vovó Arminda que a frase correta (ou original) é “Quem tem boca vaia Roma”, e não “vai a Roma”, embora esta faça muito, se não até mais, sentido para quem nunca viveu sob o jugo romano.

        Este é um caso clássico de expressão corrompida, bastante comum no florilégio de provérbios, axiomas, anexins e afins. Do mesmo nível, por exemplo, de “quem não tem cão, caça com gato” (a versão que se difundiu de “quem não tem cão, caça como gato”) e também de “cor de burro quando foge”, que sempre quis dizer “corro de burro quando foge”. No império romano, a expressão “esculpida em Carrara” era sinônimo de cópia fiel, igualzinha, sem tirar nem pôr; ou seja, o carbono ou a xerox de um tempo em que as pessoas posavam para artistas que mais fielmente as reproduziam no mármore de Carrara. Restou-nos apenas a malsonante e nojenta “cuspida e escarrada”.

        Ora, se fizeram isso com o reputado mármore de Carrara, quem sou eu para sugerir que a expressão “Abre-te, sésamo!” vire, entre os lusófonos, “Abre-te, gergelim!”?

        (Se fiz o prezado leitor esquecer um pouco a tragédia nos pampas, cumpri minha missão.)

(Sérgio Augusto. Quem tem boca ‘vaia Roma’ ou ‘vai a Roma’?
Um caso clássico de expressão corrompida. Disponível em:
https://www.estadao.com.br/. Adaptado)

1 Light: empresa de distribuição de energia elétrica. 
2 caveat: alerta
Assinale a alternativa em que a expressão destacada foi empregada em sentido figurado no texto.
Alternativas
Q3244945 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão

        Até agora a enxurrada de imagens terríveis do flagelo climático no Rio Grande do Sul só não me provocou pesadelos porque dormir não é meu forte. Persisto, pois, a sofrer acordado, de olhos abertos e com a consciência culpada por me deixar agastar com facilidade por contratempos comparativamente miúdos e desprezíveis. Para me preservar de emoções tóxicas, parei de acompanhar as tentativas de socorro a bichos e idosos. Ainda assim, algumas imagens aflitivas burlaram minha vigilância.

        De repente, uma senhorinha sequestra minha atenção. Oh!, se não é minha avó materna esculpida em Carrara, à beira do Guaíba! Minha avó mais próxima e querida.

        Dona Arminda (tive duas avós com esse nome, ambas portuguesas) era a soberana da casa, a mater familias. A exemplo de tantas avós e mães, foi quem celebrizou em nosso reduto o bordão “Vocês pensam que eu sou sócia da Light1 ?”, infalível toda vez que via acesa uma lâmpada que deveria estar apagada, para não aumentar a conta da luz. Parecia viver movida a máximas, provérbios e adágios, uns de sua lavra, vários emprestados à Bíblia, outros enigmáticos e mesmo inalcançáveis por meu cérebro mirim.

        Fiquei intrigado ao ouvi-la dizer pela primeira vez que fulano era “mais surdo que um portão de cemitério”. Surdo à súplica do defunto para “não entrar ali”, deduzi com razoável margem de acerto. Levei bem mais tempo para perceber que vovó não resmungava “o que no mato engorda…” e, sim, “o que não mata engorda” (sem os reticentes três pontinhos) – e só então, definitivamente liberado do supersticioso caveat 2 imposto à mistura, fui tomar outro copo de vitamina de manga com leite.

        Não tive paciência para explicar à vovó Arminda que a frase correta (ou original) é “Quem tem boca vaia Roma”, e não “vai a Roma”, embora esta faça muito, se não até mais, sentido para quem nunca viveu sob o jugo romano.

        Este é um caso clássico de expressão corrompida, bastante comum no florilégio de provérbios, axiomas, anexins e afins. Do mesmo nível, por exemplo, de “quem não tem cão, caça com gato” (a versão que se difundiu de “quem não tem cão, caça como gato”) e também de “cor de burro quando foge”, que sempre quis dizer “corro de burro quando foge”. No império romano, a expressão “esculpida em Carrara” era sinônimo de cópia fiel, igualzinha, sem tirar nem pôr; ou seja, o carbono ou a xerox de um tempo em que as pessoas posavam para artistas que mais fielmente as reproduziam no mármore de Carrara. Restou-nos apenas a malsonante e nojenta “cuspida e escarrada”.

        Ora, se fizeram isso com o reputado mármore de Carrara, quem sou eu para sugerir que a expressão “Abre-te, sésamo!” vire, entre os lusófonos, “Abre-te, gergelim!”?

        (Se fiz o prezado leitor esquecer um pouco a tragédia nos pampas, cumpri minha missão.)

(Sérgio Augusto. Quem tem boca ‘vaia Roma’ ou ‘vai a Roma’?
Um caso clássico de expressão corrompida. Disponível em:
https://www.estadao.com.br/. Adaptado)

1 Light: empresa de distribuição de energia elétrica. 
2 caveat: alerta
Em – Parecia viver movida a máximas, provérbios e adágios, uns de sua lavra, vários emprestados à Bíblia, outros enigmáticos e mesmo inalcançáveis por meu cérebro mirim. – (3º parágrafo), as expressões em destaque, respectivamente, sugerem que algumas das frases de efeito usadas pela avó do autor eram
Alternativas
Q3244944 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão

        Até agora a enxurrada de imagens terríveis do flagelo climático no Rio Grande do Sul só não me provocou pesadelos porque dormir não é meu forte. Persisto, pois, a sofrer acordado, de olhos abertos e com a consciência culpada por me deixar agastar com facilidade por contratempos comparativamente miúdos e desprezíveis. Para me preservar de emoções tóxicas, parei de acompanhar as tentativas de socorro a bichos e idosos. Ainda assim, algumas imagens aflitivas burlaram minha vigilância.

        De repente, uma senhorinha sequestra minha atenção. Oh!, se não é minha avó materna esculpida em Carrara, à beira do Guaíba! Minha avó mais próxima e querida.

        Dona Arminda (tive duas avós com esse nome, ambas portuguesas) era a soberana da casa, a mater familias. A exemplo de tantas avós e mães, foi quem celebrizou em nosso reduto o bordão “Vocês pensam que eu sou sócia da Light1 ?”, infalível toda vez que via acesa uma lâmpada que deveria estar apagada, para não aumentar a conta da luz. Parecia viver movida a máximas, provérbios e adágios, uns de sua lavra, vários emprestados à Bíblia, outros enigmáticos e mesmo inalcançáveis por meu cérebro mirim.

        Fiquei intrigado ao ouvi-la dizer pela primeira vez que fulano era “mais surdo que um portão de cemitério”. Surdo à súplica do defunto para “não entrar ali”, deduzi com razoável margem de acerto. Levei bem mais tempo para perceber que vovó não resmungava “o que no mato engorda…” e, sim, “o que não mata engorda” (sem os reticentes três pontinhos) – e só então, definitivamente liberado do supersticioso caveat 2 imposto à mistura, fui tomar outro copo de vitamina de manga com leite.

        Não tive paciência para explicar à vovó Arminda que a frase correta (ou original) é “Quem tem boca vaia Roma”, e não “vai a Roma”, embora esta faça muito, se não até mais, sentido para quem nunca viveu sob o jugo romano.

        Este é um caso clássico de expressão corrompida, bastante comum no florilégio de provérbios, axiomas, anexins e afins. Do mesmo nível, por exemplo, de “quem não tem cão, caça com gato” (a versão que se difundiu de “quem não tem cão, caça como gato”) e também de “cor de burro quando foge”, que sempre quis dizer “corro de burro quando foge”. No império romano, a expressão “esculpida em Carrara” era sinônimo de cópia fiel, igualzinha, sem tirar nem pôr; ou seja, o carbono ou a xerox de um tempo em que as pessoas posavam para artistas que mais fielmente as reproduziam no mármore de Carrara. Restou-nos apenas a malsonante e nojenta “cuspida e escarrada”.

        Ora, se fizeram isso com o reputado mármore de Carrara, quem sou eu para sugerir que a expressão “Abre-te, sésamo!” vire, entre os lusófonos, “Abre-te, gergelim!”?

        (Se fiz o prezado leitor esquecer um pouco a tragédia nos pampas, cumpri minha missão.)

(Sérgio Augusto. Quem tem boca ‘vaia Roma’ ou ‘vai a Roma’?
Um caso clássico de expressão corrompida. Disponível em:
https://www.estadao.com.br/. Adaptado)

1 Light: empresa de distribuição de energia elétrica. 
2 caveat: alerta
Ao mencionar o ditado sobre Roma, o cronista sugere que
Alternativas
Q3244943 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão

        Até agora a enxurrada de imagens terríveis do flagelo climático no Rio Grande do Sul só não me provocou pesadelos porque dormir não é meu forte. Persisto, pois, a sofrer acordado, de olhos abertos e com a consciência culpada por me deixar agastar com facilidade por contratempos comparativamente miúdos e desprezíveis. Para me preservar de emoções tóxicas, parei de acompanhar as tentativas de socorro a bichos e idosos. Ainda assim, algumas imagens aflitivas burlaram minha vigilância.

        De repente, uma senhorinha sequestra minha atenção. Oh!, se não é minha avó materna esculpida em Carrara, à beira do Guaíba! Minha avó mais próxima e querida.

        Dona Arminda (tive duas avós com esse nome, ambas portuguesas) era a soberana da casa, a mater familias. A exemplo de tantas avós e mães, foi quem celebrizou em nosso reduto o bordão “Vocês pensam que eu sou sócia da Light1 ?”, infalível toda vez que via acesa uma lâmpada que deveria estar apagada, para não aumentar a conta da luz. Parecia viver movida a máximas, provérbios e adágios, uns de sua lavra, vários emprestados à Bíblia, outros enigmáticos e mesmo inalcançáveis por meu cérebro mirim.

        Fiquei intrigado ao ouvi-la dizer pela primeira vez que fulano era “mais surdo que um portão de cemitério”. Surdo à súplica do defunto para “não entrar ali”, deduzi com razoável margem de acerto. Levei bem mais tempo para perceber que vovó não resmungava “o que no mato engorda…” e, sim, “o que não mata engorda” (sem os reticentes três pontinhos) – e só então, definitivamente liberado do supersticioso caveat 2 imposto à mistura, fui tomar outro copo de vitamina de manga com leite.

        Não tive paciência para explicar à vovó Arminda que a frase correta (ou original) é “Quem tem boca vaia Roma”, e não “vai a Roma”, embora esta faça muito, se não até mais, sentido para quem nunca viveu sob o jugo romano.

        Este é um caso clássico de expressão corrompida, bastante comum no florilégio de provérbios, axiomas, anexins e afins. Do mesmo nível, por exemplo, de “quem não tem cão, caça com gato” (a versão que se difundiu de “quem não tem cão, caça como gato”) e também de “cor de burro quando foge”, que sempre quis dizer “corro de burro quando foge”. No império romano, a expressão “esculpida em Carrara” era sinônimo de cópia fiel, igualzinha, sem tirar nem pôr; ou seja, o carbono ou a xerox de um tempo em que as pessoas posavam para artistas que mais fielmente as reproduziam no mármore de Carrara. Restou-nos apenas a malsonante e nojenta “cuspida e escarrada”.

        Ora, se fizeram isso com o reputado mármore de Carrara, quem sou eu para sugerir que a expressão “Abre-te, sésamo!” vire, entre os lusófonos, “Abre-te, gergelim!”?

        (Se fiz o prezado leitor esquecer um pouco a tragédia nos pampas, cumpri minha missão.)

(Sérgio Augusto. Quem tem boca ‘vaia Roma’ ou ‘vai a Roma’?
Um caso clássico de expressão corrompida. Disponível em:
https://www.estadao.com.br/. Adaptado)

1 Light: empresa de distribuição de energia elétrica. 
2 caveat: alerta
Segundo o cronista, o texto foi escrito com a intenção de
Alternativas
Q3244942 Redação Oficial
Para responder à questão, considere as informações contidas no Manual de Redação da Presidência da República – 3ª edição.
Assinale a alternativa correta sobre o uso do correio eletrônico na administração pública.
Alternativas
Q3244941 Redação Oficial
Para responder à questão, considere as informações contidas no Manual de Redação da Presidência da República – 3ª edição.
Sobre o uso dos pronomes de tratamento na redação oficial, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3244940 Redação Oficial
Para responder à questão, considere as informações contidas no Manual de Redação da Presidência da República – 3ª edição.
Em uma comunicação oficial entre autoridades de mesmo nível hierárquico, o fecho a ser usado é:
Alternativas
Respostas
221: D
222: B
223: C
224: B
225: C
226: B
227: D
228: B
229: C
230: D
231: B
232: D
233: A
234: E
235: A
236: A
237: E
238: D
239: E
240: D