Questões de Concurso
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Julgue o item subsequente, a respeito da implementação de sistemas motivacionais com a participação direta do professor/aluno.
A teoria psicogenética focaliza o meio como um dos
conceitos fundamentais e dá uma importante contribuição
para a compreensão do processo de desenvolvimento, além
de contribuições para o processo ensino-aprendizagem e a
interação entre aluno e professor.
Quanto ao universo afetivo e sociocultural do estudante no cotidiano escolar, julgue o seguinte item.
A emoção é a exteriorização da afetividade, ou seja, é a sua
expressão corporal, motora, e tem um poder plástico,
expressivo e contagioso; é o primeiro recurso de ligação
entre o orgânico e o social e estabelece os primeiros laços
com o mundo humano e através dele com o mundo físico.
Quanto ao universo afetivo e sociocultural do estudante no cotidiano escolar, julgue o seguinte item.
As primeiras manifestações de afetividade da criança
começam a partir do primeiro mês de vida quando ela faz os
movimentos de pedalada.
Quanto ao universo afetivo e sociocultural do estudante no cotidiano escolar, julgue o seguinte item.
A afetividade tem papel imprescindível no processo de
desenvolvimento da personalidade, já que é a primeira de
todas as etapas que a criança percorre, sendo expressa no seu
comportamento e nos seus gestos.
No que se refere às competências do psicólogo escolar e sua atuação, julgue o item subsequente.
Cabe ao psicólogo que atua na escola compartilhar todas as
informações concernentes ao caso para o profissional externo
encarregado do acompanhamento.
No que se refere às competências do psicólogo escolar e sua atuação, julgue o item subsequente.
Em caso de alunos que exijam atendimentos com
profissionais externos, é imprescindível que seja solicitado,
previamente, o consentimento dos pais dos alunos para,
enfim, estabelecer contato.
No que se refere às competências do psicólogo escolar e sua atuação, julgue o item subsequente.
Como a escuta ativa é um papel estritamente clínico, ela não
cabe ao psicólogo que atua em âmbito escolar.
No que se refere às competências do psicólogo escolar e sua atuação, julgue o item subsequente.
É atribuição do psicólogo escolar atuar na articulação de
serviços para o atendimento de alunos com deficiências,
promovendo a interlocução com profissionais que atuam fora
do âmbito escolar.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
Tendo ainda como referência a situação hipotética 8A01-I, julgue o item subsequente, considerando as contribuições das teorias e dos processos da aprendizagem bem como a clínica psicanalítica da criança com dificuldade de aprendizagem.
O desvanecimento apresentado por Josué envolve tanto a
modelagem como a discriminação.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
Tendo ainda como referência a situação hipotética 8A01-I, julgue o item subsequente, considerando as contribuições das teorias e dos processos da aprendizagem bem como a clínica psicanalítica da criança com dificuldade de aprendizagem.
Conforme o conceito de condicionamento operante,
recomenda-se proibir Josué de assistir televisão como um
reforço por remoção, tendo em vista que se espera que o
comportamento dele de querer aprender possa aumentar com
a remoção de algo que ele gosta.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
Tendo ainda como referência a situação hipotética 8A01-I, julgue o item subsequente, considerando as contribuições das teorias e dos processos da aprendizagem bem como a clínica psicanalítica da criança com dificuldade de aprendizagem.
De acordo com as contribuições de John Watson, a
aprendizagem mais complexa exige condicionamento de
encadeamento de estímulo-resposta.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
Tendo ainda como referência a situação hipotética 8A01-I, julgue o item subsequente, considerando as contribuições das teorias e dos processos da aprendizagem bem como a clínica psicanalítica da criança com dificuldade de aprendizagem.
De acordo com o conceito de condicionamento clássico, no
caso de Josué, a leitura pode ter se tornado um estímulo
condicionado associado a reações negativas.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
Tendo ainda como referência a situação hipotética 8A01-I, julgue o item subsequente, considerando as contribuições das teorias e dos processos da aprendizagem bem como a clínica psicanalítica da criança com dificuldade de aprendizagem.
No que se refere aos problemas de aprendizagem e à
debilidade, as contribuições psicanalíticas apontam para a
importância na diferenciação entre sintoma e inibição.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
Ainda com relação à situação hipotética 8A01-I, julgue o item a seguir, considerando a classificação internacional das doenças (CID-10) e o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).
Dificuldades como as apresentadas por Josué costumam
extrapolar para problemas relacionados, por exemplo, à
nomeação, com agilidade, de números e cores.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
Ainda com relação à situação hipotética 8A01-I, julgue o item a seguir, considerando a classificação internacional das doenças (CID-10) e o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).
Josué apresenta um transtorno misto das habilidades
escolares.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
Ainda com relação à situação hipotética 8A01-I, julgue o item a seguir, considerando a classificação internacional das doenças (CID-10) e o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).
Josué apresenta critérios diagnósticos para transtorno
invasivo do desenvolvimento associado a um transtorno de
linguagem expressiva.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
A partir da situação hipotética 8A01-I, julgue o item subsequente, considerando a atuação do psicólogo escolar e assuntos relacionados, bem como a classificação internacional das doenças (CID-10) e o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).
A especificidade do funcionamento comprometido é
característico tanto em casos de esquizofrenia na infância
como no transtorno de aprendizagem apresentado por Josué.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
A partir da situação hipotética 8A01-I, julgue o item subsequente, considerando a atuação do psicólogo escolar e assuntos relacionados, bem como a classificação internacional das doenças (CID-10) e o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).
Josué apresenta um transtorno específico do
desenvolvimento que é comumente precedido por histórico
de comprometimento da fala e da linguagem.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
A partir da situação hipotética 8A01-I, julgue o item subsequente, considerando a atuação do psicólogo escolar e assuntos relacionados, bem como a classificação internacional das doenças (CID-10) e o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).
As dificuldades de Josué podem ser agravadas por
circunstâncias sociais e familiares.
Situação hipotética 8A01-I
Josué, 9 anos de idade, tem apresentado algumas dificuldades na escola, especialmente nos últimos 3 meses, tais como lentidão na leitura, adições de palavras e incapacidade de lembrar as coisas que lê. Quando solicitado à leitura pela professora, faz hesitações longas e se perde, trocando as linhas e comprometendo a sequência do texto. De acordo com o relato da psicóloga escolar, apresenta baixa autoestima, mostra-se mais isolado e com dificuldade na interação com os colegas.
Em conversa com a mãe, ela afirmou: “ele sempre teve os probleminhas dele. Lembro que, no início, a turma toda já sabia o alfabeto, mas Josué não sabia, trocava o nome das letras. Quando era L, por exemplo, dizia D. Não vou mentir não. Eu ficava brava com ele porque eu ensinava, ensinava e ele parecia não querer aprender. Deixei sem brincar, sem televisão, sem sorvete algumas vezes por conta dessas preguiças dele. Faço de tudo. Leio livros pra ele, colei o ABC na parede do quarto, fiz figuras pra identificar as letras… Mas parece que nada adianta. Não aceito. Parece que ele faz pra afrontar. Não quer prestar atenção, não para um segundo. Tudo parece mais interessante que as coisas da escola. Me sinto péssima. Você já pensou como é pra uma mãe que é professora e vir de uma família de professores ter um filho que não quer saber de estudar?” (sic).
A partir da situação hipotética 8A01-I, julgue o item subsequente, considerando a atuação do psicólogo escolar e assuntos relacionados, bem como a classificação internacional das doenças (CID-10) e o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5).
De modo geral, os transtornos de aprendizagem, como o
apresentado por Josué, estão associados a dificuldades
cognitivas, as quais comprometem a memória visual, a
atenção e a decifração.