Questões de Concurso
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A mais importante economia agropastoril da Antiguidade Oriental foi a Fenícia, razão por que seu comércio marítimo mostrou-se irrelevante.
A construção das monumentais pirâmides no Egito foi realizada com mão de obra livre, sob o comando de um Estado politicamente descentralizado.
A crença na imortalidade da alma foi elemento definidor da religião egípcia, o que explica, em larga medida, a forma como seus mortos eram sepultados.
Em geral, ao ultrapassar os estágios da caça e da coleta, povos que desconheciam a escrita desenvolveram a agricultura, fato que foi decisivo para a sedentarização e a organização política das sociedades, ou seja, para o surgimento das primeiras formas de Estado.
As competências e habilidades propostas para os anos iniciais do ensino fundamental se apresentam como um desafio, visto que têm como demanda a formação de um sujeito social logo no início do processo de escolarização.
Conforme definido pelo Currículo de Pernambuco, o conhecimento histórico nos anos iniciais do ensino fundamental é parte inerente à constituição do sujeito em sua historicidade.
Nos anos iniciais do ensino fundamental, as aulas de história devem fomentar, prioritariamente, as relações de pertencimento nacional, de maneira que o estudante se compreenda dentro da dimensão de um continente repleto de eventos e marcos históricos.
A escolha de habilidades para comporem o currículo e que possam atender ao estado e aos municípios tem um papel muito importante, no sentido de garantir que os saberes de algumas localidades sejam atendidos em detrimento de outros.
Ao se avaliar a aprendizagem dos estudantes, avalia-se, também, a intervenção do professor, já que o ensino deve ser planejado e replanejado em função das aprendizagens.
Assim como nos demais componentes curriculares, também em história uma concepção de educação e uma estratégia pedagógica devem ser subjacentes à avaliação.
Na avaliação em história, a carga político-ideológica acaba por determinar que os objetivos do ensino desse componente curricular estejam articulados à crítica e ao enriquecimento cultural.
As possibilidades de avaliação do aprendizado, bem como as formas de abordagem do conteúdo, têm fundamental importância para o alcance das metas propostas no currículo.
A avaliação feita a partir de um paradigma cognitivista tende a verificar a inteligência, a maturidade e o desenvolvimento genético dos estudantes, ignorando suas demais dimensões.
Os currículos escolares são produtos de escolhas teóricas e metodológicas; portanto, eles nunca são neutros e estão em permanente reconstrução.
Em relação ao processo de construção do saber histórico em sala de aula, nas discussões dos currículos sobre o que ensinar em história desde os anos iniciais do ensino fundamental até o ensino médio, há diferentes concepções do saber histórico e de sua produção.
O componente curricular história, na inter-relação com os currículos escolares, tem como foco a formação de uma memória individual vinculada ao Estado e aos grupos de poder que o controlam.
O currículo de história deve dispor de espaços delimitados para garantir a produção do conhecimento e a manutenção de certas práticas, de maneira que as representações do passado e do que o professor considera importante representar estejam devidamente caracterizadas.
Os âmbitos de discussão do currículo de História são diversos. Debates e a formulação de documentos por parte de professores e(ou) pesquisadores visam provocar o surgimento de diálogos sobre a produção do conhecimento histórico na sala de aula.
Na concepção da história oral, a narrativa histórica é coletiva; portanto, relacional, intersubjetiva.
Nas concepções críticas da história oral, considera-se que o problema do ensino de história não reside na forma, mas no conteúdo excludente, pois a história oral limita o acesso do estudante a uma única perspectiva historiográfica.