Questões de Concurso Comentadas para sead-rn

Foram encontradas 377 questões

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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: SEAD-RN
Q1226384 Filosofia
Sou uma estrutura psicológica e histórica. Recebi uma maneira de existir, um estilo de existência. Todas as minhas ações e meus pensamentos estão em relação com essa estrutura. No entanto, sou livre, não apesar disto ou aquém dessas motivações, mas por meio delas, são elas que me fazem comunicar com minha vida, com o mundo e com minha liberdade.
 MERLEAU-PONTY, Maurice. Fenomenologia da percepção. São Paulo: Martins Fontes. 1999. p. 611.
A concepção de liberdade acima apresentada contrapõe-se àquela, segundo a qual
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: SEAD-RN
Q1225078 Geografia
Seria uma visão reducionista considerar que a rede urbana é um simples conjunto de cidades ligadas entre si por fluxos de pessoas, bens e informações, como se isso em nada tivesse relação com outros mecanismos existentes em nossas sociedades.
Na perspectiva de que a rede urbana não é “inocente” e, por meio dela, a gestão do território se exerce, há uma relação mais estreita com os seguintes mecanismos de nossa sociedade:
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: SEAD-RN
Q1224897 Ciências
O Brasil está entre os países que mais apresentam incidência de raios no mundo. Durante a formação de uma tempestade, verifica-se que ocorre uma separação de cargas elétricas, favorecendo a formação de uma corrente elétrica (raios) que podem se deslocar de uma nuvem à outra ou de uma nuvem à terra.
Sobre corrente elétrica, considere as afirmativas abaixo.
I - Os metais são condutores de corrente elétrica pois possuem elétrons fortemente aderidos ao núcleo atômico.
II - Corrente elétrica é o movimento ordenado de partículas carregadas quando submetidas a uma diferença de potencial.
III - A intensidade da corrente elétrica é dada pela capacidade de o corpo se opor à passagem de eletricidade. 
É correto APENAS o que se afirma em
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: SEAD-RN
Q1223983 História
Apesar de gerar controvérsia no meio acadêmico, o conceito de “populismo” ainda é amplamente utilizado. No caso brasileiro, a maioria dos livros didáticos caracteriza os governos “populistas” como, necessariamente, associados à existência de
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: SEAD-RN
Q1222179 Filosofia
Para Nietzsche, o homem estabeleceu a verdade em determinado momento histórico.
PORQUE
Para Nietzsche, todo homem, por natureza, deseja conhecer a verdade.
Analisando as afirmações acima, conclui-se que
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: SEAD-RN
Q1220274 Artes Plásticas
O artista espanhol Pablo Picasso é considerado um dos mais importantes artistas plásticos do século XX. Suas obras podem ser divididas em fases caracterizadas de acordo com as cores predominantes e que marcam a transição de uma fase para outra. A fase azul foi um período em que predominaram os tons de azul e uma temática mais marcada pela angústia. Na fase rosa, predominaram tons de rosa, vermelho e suas obras ganham uma conotação lírica, caracterizada pela presença de
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: SEAD-RN
Q1211663 Inglês
The pair “country – nationality” is NOT right in
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: SEAD-RN
Q1206152 História
Considere o texto abaixo para responder à questão:
Desde o início do período regencial, a burocracia governamental do Rio de Janeiro, respaldada nos interesses das elites dessa província, de São Paulo e de Minas Gerais, buscou implantar um modelo centralizador de Estado. Houve resistência armada das oligarquias regionais, sendo a mais longa e grave a da Farroupilha, no Rio Grande do Sul [...]. Em 1840, porém, consolidou-se no Brasil o bloco de poder que tinha como núcleo a oligarquia enriquecida com a produção de café nas províncias de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Esse setor oligárquico hegemônico aliou-se à burocracia governamental na defesa do Estado centralizado, para o qual obteve legitimidade ao colocar à frente do seu governo, antecipadamente, D. Pedro II.
 DORATIOTO, Francisco. O Império do Brasil e a Argentina (1822-1889). Textos de História, vol. 16, n. 2, p. 217-247, 2008, p. 223. Adaptado.
Além da Farroupilha, diversas outras revoltas eclodiram no Brasil, principalmente entre 1835 e 1848, em oposição à centralização política que as elites do Centro-Sul do Império tentavam promover.
Qual foi a mais importante rebelião iniciada nesse período que NÃO se enquadra na caracterização apresentada no texto acima?
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: SEAD-RN
Q1204634 História
A federação de 1891 abriu as portas do paraíso para o coronel. [...] Surgiu o coronelismo como sistema [...]. O coronel municipal apoiava o coronel estadual que apoiava o coronel nacional, também chamado de presidente da República, que apoiava o coronel estadual, que apoiava o coronel municipal. [...] Aumentou também o dá-cá-toma-lá entre coronéis e governo. As nomeações de funcionários se faziam sob consulta aos chefes locais. Surgiram o “juiz nosso” e o “delegado nosso”, para aplicar a lei contra os inimigos e proteger os amigos. O clientelismo, isto é, a troca de favores com o uso de bens públicos, sobretudo empregos, tornou-se a moeda de troca do coronelismo. [...] O coronelismo, como sistema nacional de poder, acabou em 1930, mais precisamente [...] em 1937.
 CARVALHO, José Murilo de. Metamorfoses do coronel. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 6 maio 2001. Adaptado.
De acordo com o texto acima, ainda há clientelismo e coronéis no Brasil, mas o coronelismo, como sistema político nacional, já deixou de existir há décadas. Ele surgiu na Primeira República e não sobreviveu à Era Vargas.
Com base na definição apresentada no texto acima, que mecanismo político, presente na “federação de 1891” e extinto em 1937, era responsável por articular os três níveis de governo do país num sistema coronelista?
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: SEAD-RN
Q1200764 Conhecimentos Gerais
Foi somente a partir de 1958 que uma sucessão de acontecimentos políticos revelou o grau de deterioração real nas relações entre EUA e América Latina [...]. Nesse mesmo ano, o vice-presidente americano Richard Nixon iniciou uma série de visitas a vários países latino-americanos [...]. No Peru e, sobretudo, na Venezuela, ele teve de enfrentar fortíssimas manifestações populares, a ponto de o governo americano deslocar tropas para suas bases no Caribe com o objetivo de realizar uma “operação-resgate” caso fosse necessário.
 SILVA, Alexandra de Mello e. Desenvolvimento e multilateralismo: um estudo sobre a Operação Pan-Americana no Contexto da Política Externa de JK. Contexto Internacional, Rio de Janeiro, vol.14, n.2, pp. 209-239, jul./dez. 1992, p. 217. Adaptado.
A exacerbação do sentimento antiamericano na América Latina, ilustrada no texto acima, foi uma das causas da
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: SEAD-RN
Q1199526 História
Durante os mais de trezentos anos de colonização, a América Portuguesa passou por diversas alterações em sua estrutura político-administrativa.
Qual das associações abaixo apresenta a relação entre o evento e a sua causa direta?
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: SEAD-RN
Q1191147 Filosofia
No contexto da filosofia contemporânea, a filosofia analítica ou o positivismo lógico rompe com a tradição da modernidade e com a tradição da lógica de maneira geral, uma vez que passa a considerar o
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: SEAD-RN
Q1181857 Biologia
A regulação hormonal, em situações de redução da concentração de glicose no sangue (glicemia), é controlada pela ação do hormônio denominado
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Ano: 2011 Banca: CESGRANRIO Órgão: SEAD-RN
Q1181164 Geografia
Alguns geógrafos consideram que regionalizar não significa simplesmente dividir o espaço em frações, mas sim reconhecer processos cada vez mais complexos, que recompõem o espaço de forma diferenciada.
Nesse sentido, deve-se reconhecer que a regionalização deve priorizar a perspectiva de uma
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Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: SEAD-RN
Q1238339 Conhecimentos Gerais
De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 2% da população mundial vive longe de seu país ou região de origem. Entre refugiados, imigrantes legais e ilegais, cerca de 185 milhões de pessoas deixaram sua terra natal em 2005. EUA e Alemanha são os países desenvolvidos que atraem o maior número de imigrantes.                                                                                                                Discutindo geografia, ano 3, n.º 15, p. 35 (com adaptações).
A respeito dos grandes fluxos populacionais internacionais, julgue o item a seguir.
Na França, em especial, tem havido uma integração cultural pacífica entre a população local e os imigrantes vindos de países muçulmanos.
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Ano: 2009 Banca: Quadrix Órgão: SEAD-RN
Q1206950 Português
A crise que estamos esquecendo
O tema do momento é a crise financeira global. Eu aqui falo de outra, que atinge a todos nós, mas especialmente jovens e crianças: a viol A crise que estamos esquecendo
 O tema do momento é a crise financeira global. Eu aqui falo de outra, que atinge a todos nós, mas especialmente jovens e crianças: a violência contra professores e a grosseria no convívio em casa. Duas pontas da nossa sociedade se unem para produzir isso: falta de autoridade amorosa dos pais (e professores) e péssimo exemplo de autoridades e figuras públicas. Pais não sabem resolver a má-criação dos pequenos e a insolência dos maiores. Crianças xingam os adultos, chutam a babá, a psicóloga, a pediatra. Adolescentes chegam de tromba junto do carro em que os aguardam pai ou mãe: entram sem olhar aquele que nem vira o rosto para eles. Cumprimento, sorriso, beijo? Nem pensar. Como será esse convívio na intimidade? Como funciona a comunicação entre pais e filhos? Nunca será idílica, isso é normal: crescer é também contestar. Mas poderíamos mudar as regras desse jogo: junto com afeto, deveriam vir regras, punições e recompensas. Que tal um pouco de carinho e respeito, de parte a parte? Para serem respeitados, pai e mãe devem impor alguma autoridade, fundamento da segurança dos filhos neste mundo difícil, marcando seus futuros relacionamentos pessoais e profissionais. Mal-amados, mal-ensinados, jovens abrem caminho às cotoveladas e aos pontapés. Mal pagos e pouco valorizados, professores se encolhem, permitindo abusos inimagináveis alguns anos atrás. Um adolescente empurra a professora, que bate a cabeça na parede e sofre uma concussão. Um menininho chama a professora de “vadia”, em aula. Professores levam xingações de pais e alunos, além de agressões físicas, cuspidas, facadas, empurrões. Cresce o número de mestres que desistem da profissão: pudera. Em escolas e universidades, estudantes falam alto, usam o celular, entram e saem da sala enquanto alguém trabalha para o bem desses que o tratam como um funcionário subalterno. Onde aprenderam isso, se não, em primeira instância, em casa? O que aconteceu conosco? Que trogloditas somos – e produzimos –, que maltrapilhos emocionais estamos nos tornando, como preparamos a nova geração para a vida real, que não é benevolente nem dobra sua espinha aos nossos gritos? Obviamente não é assim por toda a parte, nem os pais e mestres são responsáveis por tudo isso, mas é urgente parar para pensar. Na outra ponta, temos o espetáculo deprimente dos escândalos e da impunidade reinante. Um Senado que não tem lugar para seus milhares de funcionários usarem computador ao mesmo tempo, e nem sabia quantos diretores tinha: 180 ou trinta? Autoridades que incitam ao preconceito racial e ao ódio de classes? Governos bons são caluniados, os piores são prestigiados. Não cedemos ao adversário nem o bem que ele faz: que importa o bem, se queremos o poder? Guerra civil nas ruas, escolas e hospitais precários, instituições moralmente falidas, famílias desorientadas, moradias sub-humanas, prisões onde não criaríamos porcos. Que profunda e triste impressão, sobretudo nos mais simples e desinformados e naqueles que ainda estão em formação. Jovens e adultos reagem a isso com agressividade ou alienação em todos os níveis de relacionamento. O tema “violência em casa e na escola” começa a ser tratado em congressos, seminários, entre psicólogos e educadores. Não vi ainda ações eficazes. Sem moralismo (diferente de moralidade) nem discursos pomposos ou populistas, pode-se mudar uma situação que se alastra – ou vamos adoecer disso que nos enoja. Quase todos os países foram responsáveis pela gravíssima crise financeira mundial. Todos os indivíduos, não importa a conta bancária, profissão ou cor dos olhos, podem reverter esta outra crise: a do desrespeito geral que provoca violência física ou grosseria verbal em casa, no trabalho, no trânsito. Cada um de nós pode escolher entre ignorar e transformar. Melhor promover a sério e urgentemente uma nova moralidade, ou fingimos nada ver, e nos abancamos em definitivo na pocilga.   (Luft, Lya. Revista Veja. Edição 2107 – ano 42- nº 14. Ed. Abril. 08 de abril de 2009)
“Onde aprenderam isso...” (3º§). O termo isso em destaque nessa frase, no texto, se refere à(ao): 
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Ano: 2009 Banca: Quadrix Órgão: SEAD-RN
Q1193150 Português
A crise que estamos esquecendo
O tema do momento é a crise financeira global. Eu aqui falo de outra, que atinge a todos nós, mas especialmente jovens e crianças: a viol A crise que estamos esquecendo
 O tema do momento é a crise financeira global. Eu aqui falo de outra, que atinge a todos nós, mas especialmente jovens e crianças: a violência contra professores e a grosseria no convívio em casa. Duas pontas da nossa sociedade se unem para produzir isso: falta de autoridade amorosa dos pais (e professores) e péssimo exemplo de autoridades e figuras públicas. Pais não sabem resolver a má-criação dos pequenos e a insolência dos maiores. Crianças xingam os adultos, chutam a babá, a psicóloga, a pediatra. Adolescentes chegam de tromba junto do carro em que os aguardam pai ou mãe: entram sem olhar aquele que nem vira o rosto para eles. Cumprimento, sorriso, beijo? Nem pensar. Como será esse convívio na intimidade? Como funciona a comunicação entre pais e filhos? Nunca será idílica, isso é normal: crescer é também contestar. Mas poderíamos mudar as regras desse jogo: junto com afeto, deveriam vir regras, punições e recompensas. Que tal um pouco de carinho e respeito, de parte a parte? Para serem respeitados, pai e mãe devem impor alguma autoridade, fundamento da segurança dos filhos neste mundo difícil, marcando seus futuros relacionamentos pessoais e profissionais. Mal-amados, mal-ensinados, jovens abrem caminho às cotoveladas e aos pontapés. Mal pagos e pouco valorizados, professores se encolhem, permitindo abusos inimagináveis alguns anos atrás. Um adolescente empurra a professora, que bate a cabeça na parede e sofre uma concussão. Um menininho chama a professora de “vadia”, em aula. Professores levam xingações de pais e alunos, além de agressões físicas, cuspidas, facadas, empurrões. Cresce o número de mestres que desistem da profissão: pudera. Em escolas e universidades, estudantes falam alto, usam o celular, entram e saem da sala enquanto alguém trabalha para o bem desses que o tratam como um funcionário subalterno. Onde aprenderam isso, se não, em primeira instância, em casa? O que aconteceu conosco? Que trogloditas somos – e produzimos –, que maltrapilhos emocionais estamos nos tornando, como preparamos a nova geração para a vida real, que não é benevolente nem dobra sua espinha aos nossos gritos? Obviamente não é assim por toda a parte, nem os pais e mestres são responsáveis por tudo isso, mas é urgente parar para pensar. Na outra ponta, temos o espetáculo deprimente dos escândalos e da impunidade reinante. Um Senado que não tem lugar para seus milhares de funcionários usarem computador ao mesmo tempo, e nem sabia quantos diretores tinha: 180 ou trinta? Autoridades que incitam ao preconceito racial e ao ódio de classes? Governos bons são caluniados, os piores são prestigiados. Não cedemos ao adversário nem o bem que ele faz: que importa o bem, se queremos o poder? Guerra civil nas ruas, escolas e hospitais precários, instituições moralmente falidas, famílias desorientadas, moradias sub-humanas, prisões onde não criaríamos porcos. Que profunda e triste impressão, sobretudo nos mais simples e desinformados e naqueles que ainda estão em formação. Jovens e adultos reagem a isso com agressividade ou alienação em todos os níveis de relacionamento. O tema “violência em casa e na escola” começa a ser tratado em congressos, seminários, entre psicólogos e educadores. Não vi ainda ações eficazes. Sem moralismo (diferente de moralidade) nem discursos pomposos ou populistas, pode-se mudar uma situação que se alastra – ou vamos adoecer disso que nos enoja. Quase todos os países foram responsáveis pela gravíssima crise financeira mundial. Todos os indivíduos, não importa a conta bancária, profissão ou cor dos olhos, podem reverter esta outra crise: a do desrespeito geral que provoca violência física ou grosseria verbal em casa, no trabalho, no trânsito. Cada um de nós pode escolher entre ignorar e transformar. Melhor promover a sério e urgentemente uma nova moralidade, ou fingimos nada ver, e nos abancamos em definitivo na pocilga.
(Luft, Lya. Revista Veja. Edição 2107 – ano 42- nº 14. Ed. Abril. 08 de abril de 2009)
Considere o seguinte trecho: “Um adolescente empurra a professora...” (3º§). Em qual das alternativas abaixo, o termo destacado NÃO apresenta a mesma função sintática do termo sublinhado anteriormente?
Alternativas
Respostas
307: E
308: D
309: B
310: C
311: C
312: A
313: C
314: A
315: E
316: A
317: C
318: E
319: C
320: B
321: E
322: B
323: E