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Na construção de um texto, a substituição de um elemento por outro na continuidade do texto pode ocorrer por meio de diferentes processos.
Assinale a opção que indica a frase em que os termos sublinhados NÃO exemplificam o processo indicado.
Indique a quantidade de frases, dentre as apresentadas abaixo, que se apoiam em intertextualidade, ou seja, no diálogo com outros textos.
I – “Dize-me com quem andas e te direi quem és na presença do meu advogado”. (Planeta Diário)
II – “No futebol brasileiro você não tem que matar um leão por dia. Tem que matar todos os leões da floresta por dia”. (Telê Santana)
III – “Para meio entendedor, uma palavra basta”. (Eduardo Suplicy)
IV – “Pode-se enganar todo mundo o tempo todo, se a campanha estiver certa e a verba for suficiente”. (Joseph E. Levine)
V – “A morte é o clube mais aberto do mundo”. (Otto Lara Resende)
Observe o segmento textual abaixo, que iniciava uma narrativa escolar: “Um carro entrou no estacionamento com os faróis apagados, os pneus furados e um cacho de bananas no teto”.
Uma das observações do emprego dos artigos definidos e indefinidos é que os primeiros indicam termos já enunciados no texto (conhecidos) e os segundos indicam termos presentes no texto pela primeira vez. Assim, é correto afirmar que
“- Esterco – respondeu Oscar, farejando aborrecimento: - Por quê? Não lhe cheira bem?”
A oração reduzida “farejando aborrecimento” pode ser adequadamente substituída por uma oração desenvolvida, na seguinte estrutura:
“Oscar tinha um sítio. Um dia Oscar resolveu levar na camioneta um pouco de esterco do sítio, que era no interior de Minas, para o jardim de sua casa na capital. Na barreira foi interpelado pelo guarda: - O que é que o senhor está levando aí nesse saco? - Esterco – respondeu Oscar, farejando aborrecimento: - Por quê? Não lhe cheira bem? - O senhor tem a guia? – o guarda perguntou, imperturbável. - Guia? - É preciso de uma guia, o senhor não sabia disso?” Fernando Sabino, A mulher do vizinho
Considerando-se que um texto narrativo supõe a sequência cronológica de ações ou acontecimentos, as formas verbais que documentam uma sequência temporal são
TEXTO 1
“Oscar tinha um sítio. Um dia Oscar resolveu levar na camioneta um pouco de esterco do sítio, que era no interior de Minas, para o jardim de sua casa na capital. Na barreira foi interpelado pelo guarda:
- O que é que o senhor está levando aí nesse saco?
- Esterco – respondeu Oscar, farejando aborrecimento: - Por quê? Não lhe cheira bem?
- O senhor tem a guia? – o guarda perguntou, imperturbável.
- Guia?
- É preciso de uma guia, o senhor não sabia disso?”
Fernando Sabino, A mulher do vizinho
No texto 1, a frase que mostra ambiguidade é
TEXTO 1
“Oscar tinha um sítio. Um dia Oscar resolveu levar na camioneta um pouco de esterco do sítio, que era no interior de Minas, para o jardim de sua casa na capital. Na barreira foi interpelado pelo guarda:
- O que é que o senhor está levando aí nesse saco?
- Esterco – respondeu Oscar, farejando aborrecimento: - Por quê? Não lhe cheira bem?
- O senhor tem a guia? – o guarda perguntou, imperturbável.
- Guia?
- É preciso de uma guia, o senhor não sabia disso?”
Fernando Sabino, A mulher do vizinho
Sobre o emprego de artigos nesse pequeno texto do início de uma crônica, a única afirmativa inadequada é:
Observe as afirmações abaixo sobre a estruturação dos textos informativos.
1 – Todo texto informativo parte de um enunciador que possui determinado conhecimento que resolve compartilhar.
2 – Todo informante supõe a existência de um público interessado no conhecimento que ele possui.
3 – O conhecimento do informante pode ter origem no estudo, na experiência de vida, na presença em algum lugar, nas suas relações sociais etc.
4 – Todo texto informativo supõe a existência de um conhecimento, que pode ser novo ou que precisa ser recordado.
Assinale a opção que indica as afirmações corretas.
“É provável que nunca na história tenham sido escritos tantos tratados, ensaios, teorias e análises sobre a cultura como em nosso tempo. O fato é ainda mais surpreendente porque a cultura, no sentido tradicionalmente dado a esse vocábulo, está prestes a desaparecer em nossos dias. E talvez já tenha desaparecido, discretamente esvaziada de conteúdo, tendo este sido substituído por outro, que desnatura o conteúdo que ela teve”. (Mário Vargas Llosa, A civilização do espetáculo, p. 11)
Esse primeiro parágrafo de um livro famoso se apoia numa modalidade de linguagem figurada denominada
O gramático Celso Cunha define substantivo do seguinte modo: “Substantivo é a palavra com que designamos os seres em geral, servindo de núcleo de funções” (p. 187).
Para essa definição, o gramático utilizou os critérios
Analise as afirmativas abaixo sobre regência verbal.
1 – Está correta quanto à regência verbal a seguinte frase: “Os alunos obedeceram às instruções da prova e responderam ao questionário”.
2 – As duas frases a seguir, mantendo o mesmo sentido, estão corretas quanto à regência: “A enfermeira assistiu o médico na operação” / “A enfermeira assistiu ao médico na operação”.
3 – “Banhou-se, barbeou-se e foi-se embora.” Nesta frase, temos exemplo de verbo pronominal.
4 – Na frase “Feijoada, o prato que todos os brasileiros gostam”, o verbo “gostar” é transitivo direto e, por isso, não é precedido de preposição.
Assinale a opção que indica as afirmativas corretas.
Analise as afirmações abaixo, relativas a variação linguística.
1 – Uma característica de todas as línguas do mundo é que elas não são unas, não são uniformes, apresentando variedades.
2 – As línguas mostram formas variadas, entre outras razões, porque a sociedade é dividida em grupos sociais.
3 – Na escrita, há sempre interlocução, enquanto a fala ocorre fora dela.
4 – As variedades linguísticas sofrem um julgamento social.
5 – Variantes diafásicas são as que mostram diferenças de uma região para outra.
Assinale a opção que indica as afirmativas corretas.
Uma prova de Língua Portuguesa continha uma questão sobre processos de formação de palavras. Nessa questão, solicitava-se a indicação de um vocábulo formado por derivação regressiva – numa lista de cinco – e a resposta pretendida era a indicação do vocábulo cálculo.
Ocorre que os dicionários de língua portuguesa informam que esse vocábulo provém do latim calculus, “pedrinha”.
Nesse caso, a questão
Falando sobre uma passeata em São Paulo, um jornal paulista escreveu o seguinte:
“Os alunos iam à frente da passeata, e os professores seguiam atrás”.
A vírgula, nesse caso,
Observe a charge abaixo.

A frase da esquerda mostra um problema teórico, que é
“Ao ler-se em um dicionário, por sinal extremamente bem conceituado, que a nomenclatura ‘cigano’ significa ‘aquele que trapaceia, velhaco’, entre outras coisas do gênero, ainda que deixe expresso que é uma linguagem pejorativa, ou, ainda, que se trata de acepções carregadas de preconceito ou xenofobia, fica claro o caráter discriminatório assumido pela publicação.”
O texto foi retirado de uma decisão judicial de um procurador sobre a possibilidade de racismo no verbete “cigano”. O texto abaixo que se opõe argumentativamente a essa ideia é: