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João Barbosa Santos. Marta Silva Santos. Vitória Lima Santos. Luciano Castro Santos.
A correta sequência, segundo o método de arquivamento alfabético, para organizar a lista acima é:
1- Ampliar a oferta de informações para seu usuário.
2- Ampliar o número de usuários.
Tendo em mente estes dois objetivos, os projetos e ações organizacionais agora têm um foco determinado.
Uma das formas de se atingir o objetivo 2 para o gestor da biblioteca é:
Citando-se sujeito, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I.
A- Sujeito simples.
B- Sujeito composto.
C- Sujeito oculto (desinencial).
D- Sujeito indeterminado.
E- Oração sem sujeito (sujeito inexistente).
Coluna II.
1- É cedo ainda.
2- Esta mulher corajosa superou grandes obstáculos.
3- Cumpriremos com o nosso dever.
4- Descobriram água em Marte!
5- Um adulto, um professor e um aluno chegaram.
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Quanto ao correto uso do hífen, marque a alternativa incorreta.
( ) Grau comparativo de igualdade do adjetivo: o segundo termo da comparação é introduzido pelas palavras como, quanto ou quão.
( ) Grau comparativo de superioridade analítico do adjetivo: entre os dois substantivos comparados, um tem qualidade superior. A forma é analítica porque pedimos auxílio a “mais...do que” ou “mais...que”.
( ) Grau comparativo de inferioridade: entre os dois substantivos comparados, ambos têm qualidades idênticas.
( ) Grau comparativo de superioridade sintético do adjetivo: alguns adjetivos possuem, para o comparativo de superioridade, formas sintéticas, herdadas do latim, como melhor, pior, maior, menor, superior, inferior, etc.
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Aduzindo-se à flexão de número dos substantivos, marque a alternativa incorreta.
( ) Os prefixos são morfemas que se colocam antes dos radicais, basicamente, a fim de modificar-lhes o sentido; raramente esses morfemas produzem mudança de classe gramatical.
( ) Exemplos de sufixos que formam nomes de agente: -ada (caminhada), -ança (mudança), -ura (formatura), -são (compreensão).
( ) Exemplos de sufixos que formam nomes de ação: -ário (secretário), -eiro (ferreiro), -ista (manobrista), -or (lutador).
( ) Os prefixos ocorrentes em palavras portuguesas se originam do latim e do grego, línguas em que funcionavam como preposições ou advérbios, logo, como vocábulos autônomos. Alguns prefixos foram pouco ou nada produtivos em português. Outros, por sua vez, tiveram grande utilidade na formação de novas palavras.
( ) Sufixos são elementos (isoladamente insignificativos) que, acrescentados a um radical, formam nova palavra. Sua principal característica é a mudança de classe gramatical que geralmente opera. Dessa forma, podemos utilizar o significado de um verbo num contexto em que se deve usar um substantivo, por exemplo.