Questões de Concurso Comentadas para trt - 2ª região (sp)

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Q472317 Banco de Dados
No banco de dados MySQL, uma das maneiras de se efetuar uma consulta na qual uma determinada coluna de uma tabela seja igual ao valor máximo de uma coluna de outra tabela é
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Q472316 Banco de Dados
Um banco de dados Oracle pode conter muitos esquemas (schemas). Um esquema é uma estrutura lógica que contém objetos, como segmentos, visualizações, procedures, funções etc. Um segmento é uma estrutura de dados que, dentre outras coisas, pode ser
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Q472315 Banco de Dados
Em alguns casos, dois ou mais valores de atributos em um modelo de Entidade-Relacionamento estão relacionados. Por exemplo, os atributos Idade e Data de Nascimento de uma pessoa. Para uma Entidade-Pessoa em particular, o valor de Idade pode ser determinado pela data corrente e o valor de Data de Nascimento da pessoa. Portanto, o atributo Idade é chamado atributo ...I... do atributo Data de Nascimento, que, por sua vez, é chamado atributo ...II... .

As lacunas I e II são, correta e respectivamente, preenchidas com:
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Q472314 Engenharia de Software
Ana foi contratada em uma empresa para efetuar trabalhos de desenvolvimento relacionados à área de informática. Logo no primeiro dia foi convidada a participar de uma reunião que é efetuada diariamente, de apenas 15 minutos. Todos os participantes ficam em pé e ela é conduzida pelos próprios desenvolvedores. Durante este pequena reunião, foram abordados o que cada desenvolvedor conseguiu concluir desde a última reunião, o que ele pretende efetuar até a próxima e, o que Ana achou muito importante, o que está impedindo que este desenvolvedor prossiga com seu trabalho. Ana foi informada que esta reunião pertence ao método ágil
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Q472313 Engenharia de Software
No sistema de controle de versões Git, para efetuar o download dos commits de um repositório remoto para o repositório local é utilizado o comando git
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Q472312 Programação
Analise o seguinte trecho de código criado na linguagem PHP:

<?php 
$classe = "Escola";
$objeto = "Aluno";
$node = ".";
$valor = explode($node, $classe .= $objeto);
echo $valor[0];
?>

Neste exemplo, a string resultante do comando echo será
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Q472310 Segurança da Informação
A Norma ABNT NBR ISO/IEC 27001:2006 recomenda que, para monitorar e analisar criticamente o SGSI, a organização deve executar procedimentos de monitoração e análise crítica e outros controles. Dentre tais procedimentos NÃO se inclui:
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Q472309 Segurança da Informação
Independentemente do tipo de tecnologia usada, ao se conectar um computador à rede ele pode estar sujeito a diversos tipos de ataques. De acordo com a cartllha CERT. BR, está correto o que se afirma em:
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Q472308 Redes de Computadores
Os administradores de redes usam pontes (bridges) redundantes para tornar o sistema mais confiável. Se uma ponte falhar, outra assume seu lugar. Mas esta redundância pode criar loops indesejáveis no sistema. Para resolver este problema, as pontes podem usar o algoritmo ...I... para criar uma topologia lógica sem loops. Este processo é realizado em quatro etapas:

1. Cada ponte tem um ID. Aquela ..II..... deve se tornar a ponte-raiz.
2. Identifica-se em cada ponte a porta com menor custo até a ponte-raiz, chamada de porta-raiz.
3. Identifica-se em cada LAN a ponte com menor custo até a raiz. Esta será a ponte designada, e a porta que a conecta à LAN será a porta designada.
4. As portas designadas e raiz serão marcadas como portas de encaminhamento e as demais portas serão portas bloqueantes.

O protocolo ..III... o implementa de forma automática e distribuída e tem como requisitos:

- Um endereço ..IV.. para o protocolo.
- Um ID único para cada ponte.
- Um ID único para cada porta, no escopo da ponte que a possui.

O protocolo ...V.... necessita das seguintes informações:

- Prioridade relativa de cada ponte na rede.
- Prioridade relativa de cada porta em uma ponte.
- O custo de caminho de cada porta.

As lacunas I, II, III, IV e V são, correta e respectivamente, preenchidas em:
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Q472307 Redes de Computadores
Vários padrões de segurança de redes sem fio existem e é necessário que os equipamentos sejam devidamente configurados de forma a aumentar a segurança de acesso à rede. Considere:

[1] WPA com AES habilitado.
[2] WEP.
[3] WPA2 com AES habilitado.
[4] WPA apenas com TKIP habilitado.

A ordem das configurações acima que possibilita um nível de segurança MAIOR para uma menor segurança em uma rede sem fio, em que a configuração seja possível, é:
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Q472306 Redes de Computadores
Os protocolos de roteamento foram criados em resposta à demanda por tabelas de roteamento dinâmicas. Na realidade atual, as dimensões da Internet são tão grandes que um protocolo de roteamento não é capaz de lidar com a tarefa de atualizar as tabelas de roteamento de todos os roteadores. Por esta razão, é dividida em ASs (Autonomous Systems). Um AS é um grupo de redes e roteadores sob a regência de uma única administração, e
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Q472305 Redes de Computadores
O DNS é um protocolo que pode ser usado em diferentes plataformas. Na Internet, o espaço de nomes de domínios (árvore) é dividido em 3 seções diferentes:

- Domínios genéricos: definem hosts registrados de acordo com seus comportamentos genéricos. Cada nó na árvore define um domínio, que é um índice para um banco de dados de espaço de nomes de domínios.
- Domínios ..I... : esta seção usa abreviaturas de 2 caracteres para designar nações. O segundo label pode ser composto por designações nacionais organizacionais ou mais específicas daquela nacionalidade.
- Domínio ..II..... : é usado para associar um endereço a um nome de domínio. Para tratar uma consulta de ponteiros (PTR), este domínio é acrescentado ao espaço de nomes de domínios com o nó de primeiro nível chamado ..III..... (por razões históricas). O segundo nível também é um nó simples que corresponde ao inverse address. O restante do domínio define endereços IP. Para seguir a convenção de ler labels de domínio de baixo para cima, um endereço IP como 132.34.45.121 é lido como ..IV.. .

As lacunas I, II, III e IV são, correta e respectivamente, preenchidas por:
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Q472304 Governança de TI
Considere as afirmativas sobre a Norma NBR ISO/IEC 12207 e a Norma ISO/IEC 20968.

I. A Norma NBR ISO/IEC 12207: 2009 possui duas seções principais para tratar os processos de software: Processos de Contexto de Sistema, para ser utilizado na implementação de um produto ou de um serviço de software que seja elemento de um sistema maior, e Processos Específicos de Software, para lidar com produto ou serviço de software ou um sistema de software independente.

II. O método definido pela Norma ISO/IEC 20968: 2002 pode ser usado para medir o tamanho funcional de qualquer aplicação de software que possa ser descrita em termos de transações lógicas, cada uma composta por um componente de entrada, processo e saída. As regras de tamanho foram designadas para aplicações de software do domínio de sistemas de informação de negócios, nas quais o componente de processamento de cada transação tende a ser determinado por considerações de armazenamento ou recuperação de informação.

III. Há duas categorias de processos de projeto, de acordo com a Norma NBR ISO/IEC 12207: 2009, Processos de Gestão de Projeto, utilizados para planejar, executar, avaliar e controlar o progresso de um projeto e Processos de Apoio ao Projeto, que fornecem um conjunto de tarefas específicas focadas na execução de um objetivo de gerenciamento especializado.

Está correto o que consta APENAS em
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Q472302 Engenharia de Software
O modelo de ciclo de vida incremental e iterativo foi proposto como uma resposta aos problemas encontrados no modelo em cascata. Em relação a este tipo de modelo de processo, é INCORRETO afirmar que
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Q472301 Engenharia de Software
Há diversos processos e práticas ágeis de desenvolvimento de software. Considere:

I. Seu objetivo é criar um “código limpo que funcione”. Trabalha com a estratégia Red - Green - Refactor:

- Codifique o teste;
- Faça-o compilar e executar. O teste não deve passar (Red).
- Implemente o requisito e faça o teste passar (Green).
- Refatore o código (Refactor).

II. Suas práticas, regras e valores garantem um agradável ambiente de desenvolvimento de software para os seus seguidores, que são conduzidos pelos princípios básicos:

- Comunicação - manter o melhor relacionamento possível entre clientes e desenvolvedores, preferindo conversas pessoais a outros meios de comunicação;
- Simplicidade - implementar apenas requisitos atuais, evitando adicionar funcionalidades que podem ser importantes somente no futuro;
- Feedback - o desenvolvedor terá informações constantes do cliente e do código, em que testes constantes indicam os erros tanto individuais quanto do software integrado;
- Coragem - encorajar as pessoas que não possuem facilidade de comunicação e bom relacionamento interpessoal, encorajar a equipe a experimentar e buscar novas soluções, além de encorajar a obtenção de feedback do cliente.

III. Objetiva capturar os critérios de aceitação para as funcionalidades em desenvolvimento. Trabalha com as seguintes etapas:

- Discutir (Discuss): discussão colaborativa com a equipe visando elicitar os critérios de aceitação.
- Refinar (Distill): refinamento dos critérios de aceitação em um conjunto concreto de cenários/exemplos de uso descrevendo o comportamento esperado da aplicação em uma linguagem comum a todos os membros da equipe.
- Desenvolver (Develop): transformação dos testes de aceitação (descrevendo o comportamento esperado do software) em testes/especificação automatizados.

IV. Suas práticas incluem:

- Envolver as partes interessadas no processo através de Outside-in Development.
- Usar exemplos para descrever o comportamento de uma aplicação ou unidades de código.
- Automatizar os exemplos para prover um feedback rápido e testes de regressão.
- Usar o verbo deve (should) ao descrever o comportamento de software para ajudar a esclarecer responsabilidades e permitir que funcionalidades sejam questionadas.
- Usar dublês de teste (mocks, stubs, fakes, dummies, spies) para auxiliar na colaboração entre módulos e códigos que ainda não foram escritos.

Os processos ágeis I, II, III e IV são, correta e respectivamente, denominados:
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Q472283 Português
                                    Questão de gosto

            ;A expressão parece ter sido criada para encerrar uma discussão. Quando alguém apela para a tal da “questão de gosto”, é como se dissesse: “chega de conversa, inútil discutir”.
A partir daí nenhuma polêmica parece necessária, ou mesmo possível. “Você gosta de Beethoven? Eu prefiro ouvir fanfarra de colégio.” Questão de gosto.
            Levada a sério, radicalizada, a “questão de gosto” dispensa razões e argumentos, estanca o discurso crítico, desiste da reflexão, afirmando despoticamente a instância definitiva da
mais rasa subjetividade. Gosto disso, e pronto, estamos conversados. Ao interlocutor, para sempre desarmado, resta engolir em seco o gosto próprio, impedido de argumentar. Afinal, gosto não se discute.
            Mas se tudo é questão de gosto, a vida vale a morte, o silêncio vale a palavra, a ausência vale a presença - tudo se elativiza ao infinito. Num mundo sem valores a definir, em que udo dependa do gosto, não há lugar para uma razão ética, uma definição de princípios, uma preocupação moral, um empenho numa análise estética. O autoritarismo do gosto, tomado em sentido absoluto, apaga as diferenças reais e proclama a servidão ao capricho. Mas há quem goste das fórmulas ditatoriais, em vez de enfrentar o desafio de ponderar as nossas contradições
.

                                                (Emiliano Barreira, inédito)

Está plenamente adequada a correlação entre tempos e modos verbais em:
Alternativas
Q472281 Português
                                    Questão de gosto

            ;A expressão parece ter sido criada para encerrar uma discussão. Quando alguém apela para a tal da “questão de gosto”, é como se dissesse: “chega de conversa, inútil discutir”.
A partir daí nenhuma polêmica parece necessária, ou mesmo possível. “Você gosta de Beethoven? Eu prefiro ouvir fanfarra de colégio.” Questão de gosto.
            Levada a sério, radicalizada, a “questão de gosto” dispensa razões e argumentos, estanca o discurso crítico, desiste da reflexão, afirmando despoticamente a instância definitiva da
mais rasa subjetividade. Gosto disso, e pronto, estamos conversados. Ao interlocutor, para sempre desarmado, resta engolir em seco o gosto próprio, impedido de argumentar. Afinal, gosto não se discute.
            Mas se tudo é questão de gosto, a vida vale a morte, o silêncio vale a palavra, a ausência vale a presença - tudo se elativiza ao infinito. Num mundo sem valores a definir, em que udo dependa do gosto, não há lugar para uma razão ética, uma definição de princípios, uma preocupação moral, um empenho numa análise estética. O autoritarismo do gosto, tomado em sentido absoluto, apaga as diferenças reais e proclama a servidão ao capricho. Mas há quem goste das fórmulas ditatoriais, em vez de enfrentar o desafio de ponderar as nossas contradições
.

                                                (Emiliano Barreira, inédito)

Atente para as seguintes afirmações:

I. No 1° parágrafo, a menção a Beethoven e a fanfarra de colégio ilustra bem a disposição do autor em colocar lado a lado manifestações artísticas de valor equivalente.
II. No 2° parágrafo, o termo despoticamente qualifica o modo pelo qual alguns interlocutores dispõem-se a desenvolver uma polêmica.
III. No 3° parágrafo, a expressão servidão ao capricho realça a acomodação de quem não se dispõe a enfrentar a argumentação crítica.

Em relação ao texto está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Q472280 Português
                                    Questão de gosto

            ;A expressão parece ter sido criada para encerrar uma discussão. Quando alguém apela para a tal da “questão de gosto”, é como se dissesse: “chega de conversa, inútil discutir”.
A partir daí nenhuma polêmica parece necessária, ou mesmo possível. “Você gosta de Beethoven? Eu prefiro ouvir fanfarra de colégio.” Questão de gosto.
            Levada a sério, radicalizada, a “questão de gosto” dispensa razões e argumentos, estanca o discurso crítico, desiste da reflexão, afirmando despoticamente a instância definitiva da
mais rasa subjetividade. Gosto disso, e pronto, estamos conversados. Ao interlocutor, para sempre desarmado, resta engolir em seco o gosto próprio, impedido de argumentar. Afinal, gosto não se discute.
            Mas se tudo é questão de gosto, a vida vale a morte, o silêncio vale a palavra, a ausência vale a presença - tudo se elativiza ao infinito. Num mundo sem valores a definir, em que udo dependa do gosto, não há lugar para uma razão ética, uma definição de princípios, uma preocupação moral, um empenho numa análise estética. O autoritarismo do gosto, tomado em sentido absoluto, apaga as diferenças reais e proclama a servidão ao capricho. Mas há quem goste das fórmulas ditatoriais, em vez de enfrentar o desafio de ponderar as nossas contradições
.

                                                (Emiliano Barreira, inédito)

Definida como instância definitiva da mais rasa subjetividade, a questão de gosto opõe-se, terminantemente,
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Q472279 Português
                                          Diante do futuro


            Que me importa o presente? No futuro é que está a existência dos verdadeiros homens. Guyau*, a quem não me canso de citar, disse em uma de suas obras estas palavras:
            “Porventura sei eu se viverei amanhã, se viverei mais uma hora, se a minha mão poderá terminar esta linha que começo? A vida está por todos os lados cercada pelo Desconhecido. Todavia executo, trabalho, empreendo; e em todos os meus atos, em todos os meus pensamentos, eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar. A minha atividade excede em cada minuto o instante presente, estende- se ao futuro. Eu consumo a minha energia sem recear que esse consumo seja uma perda estéril, imponho-me privações, contando que o futuro as resgatará - e sigo o meu caminho. Essa incerteza que me comprime de todos os lados equivale para mim a uma certeza e torna possível a minha liberdade - é o fundamento da moral especulativa com todos os riscos. O meu
pensamento vai adiante dela, com a minha atividade; ele prepara o mundo, dispõe do futuro. Parece-me que sou senhor do infinito, porque o meu poder não é equivalente a nenhuma quantidade determinada; quanto mais trabalho, mais espero.”


                              * Jean-Marie Guyau (1854-1888), filósofo e poeta francês.
                              (PRADO, Antonio Arnoni (org.). Lima Barreto: uma autobiografia literária. São Paulo: Editora 34, 2012. p. 164)


A construção da frase eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar  permanecerá correta caso se substitua o elemento sublinhado por
Alternativas
Q472277 Português
                                          Diante do futuro


            Que me importa o presente? No futuro é que está a existência dos verdadeiros homens. Guyau*, a quem não me canso de citar, disse em uma de suas obras estas palavras:
            “Porventura sei eu se viverei amanhã, se viverei mais uma hora, se a minha mão poderá terminar esta linha que começo? A vida está por todos os lados cercada pelo Desconhecido. Todavia executo, trabalho, empreendo; e em todos os meus atos, em todos os meus pensamentos, eu pressuponho esse futuro com o qual nada me autoriza a contar. A minha atividade excede em cada minuto o instante presente, estende- se ao futuro. Eu consumo a minha energia sem recear que esse consumo seja uma perda estéril, imponho-me privações, contando que o futuro as resgatará - e sigo o meu caminho. Essa incerteza que me comprime de todos os lados equivale para mim a uma certeza e torna possível a minha liberdade - é o fundamento da moral especulativa com todos os riscos. O meu
pensamento vai adiante dela, com a minha atividade; ele prepara o mundo, dispõe do futuro. Parece-me que sou senhor do infinito, porque o meu poder não é equivalente a nenhuma quantidade determinada; quanto mais trabalho, mais espero.”


                              * Jean-Marie Guyau (1854-1888), filósofo e poeta francês.
                              (PRADO, Antonio Arnoni (org.). Lima Barreto: uma autobiografia literária. São Paulo: Editora 34, 2012. p. 164)


Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:
Alternativas
Respostas
1201: A
1202: C
1203: B
1204: C
1205: D
1206: B
1207: C
1208: E
1209: A
1210: B
1211: D
1212: B
1213: C
1214: D
1215: E
1216: A
1217: E
1218: C
1219: C
1220: B