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Em um formulário de login, o cliente deverá informar seu nome de usuário e senha para poder se autenticar no sistema. No fluxo ideal desse processo, o cliente informará o nome do usuário e senha válidos e isso lhe permitirá o acesso aos recursos do software. Contudo, pode acontecer do cliente estar acessando o formulário pela primeira vez e não possuir cadastro no sistema. Prevendo essa possibilidade, o formulário permite que o cliente se registre, apresentando-lhe a opção de pressionar o botão “Registrar-se" para se cadastrar no sistema.
No Diagrama de Casos de Uso da situação descrita, entre os casos de uso “Realizar Login" e “Registrar-se" percebe-se uma associação de
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<a href="#" id="irconteudo" class="oculto">Início do conteúdo</a>
<!-- Conteúdo -->
</div>
Para que um link do menu da barra de acessibilidade da página possa definir uma âncora para o link do fragmento de código acima, é necessário que este link tenha o atributo
CPF: < input type="text" name="cpf" required>
No Google Chrome, para que o formulário seja submetido somente se o CPF for digitado no formato XXXXXXXXX-XX, onde X representa qualquer número decimal de 0 a 9, é necessário colocar nesse campo o atributo
<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
<!DOCTYPE empresa[
<!ELEMENT empresa (entrega+,produto+)>
<!ELEMENT entrega (tempo?)>
<!ATTLIST entrega meioEntrega ID #REQUIRED>
<!ELEMENT produto (#PCDATA)>
<!ATTLIST produto formaEntrega IDREF #IMPLIED>
<!ELEMENT tempo (#PCDATA)>
]>
<empresa>
<entrega meioEntrega = "Motoboy>
<tempo> 3 dias </tempo>
</entrega>
<entrega meioEntrega="Correios">
<tempo> 1 dia – São Paulo < /tempo>
<tempo> 5 dias - outros estados < /tempo>
< /entrega>
< produto formaEntrega = "Correios" >Playstation< /produto>
< produto>Geladeira</produto>
< produto formaEntrega="Correios">Tablet </ produto>
< /empresa>
O arquivo não é válido, de acordo com a Document Type Definition − DTD, porque
Em 1777, o ferino filósofo francês Voltaire escreveu:
“O mundo começa a civilizar-se um pouco; mas que ferrugem espessa, que noite grosseira, que barbárie dominam ainda certas províncias, sobretudo entre os probos agricultores tão louvados em elegias e éclogas, entre lavradores inocentes e vigários de aldeia, que por um escudo arrastariam os irmãos para a prisão e vos apedrejariam se duas velhas, vendo-vos passar, exclamassem: herege!
O mundo está melhorando um pouco; sim, o mundo pensante, mas o mundo bruto será ainda por muito tempo um composto de animais, e a canalha será sempre de cem para um. É para ela que tantos homens, mesmo com desdém, mostram compostura e dissimulam; é a ela que todos querem agradar; é dela que todos querem arrancar vivas; é para ela que se realizam cerimônias pomposas; é só para ela, enfim, que se faz do suplício de um infeliz um grande e soberbo espetáculo"
(O preço da justiça. São Paulo: Martins Fontes, 2001, p. 29-30)
Em torno das comunidades existentes, historicamente bastante variadas, cristalizaram-se e generalizaram-se atitudes emocionais poderosas. O campo passou a ser associado a uma forma natural de vida – de paz, inocência e virtudes simples. À cidade associou-se a ideia de centro de realizações – de saber, de comunicações, de progresso. Também constelaram-se poderosas associações negativas: a cidade como lugar de barulho, mundanidade e ambição; o campo como lugar de atraso, ignorância e limitação. Além disso, em nosso próprio mundo, entre os tradicionais extremos de campo e cidade existe uma ampla gama de concentrações humanas: subúrbio, cidade dormitório, favela, complexo industrial, centro tecnológico etc.
A visão que se pode ter do campo ou da cidade pode variar conforme a perspectiva pessoal. Vejam-se estes versos do poeta inglês Wordsworth, do século XIX, vindo do campo e chegando a Londres pela manhã, compostos a partir de sua primeira visão da cidade:
Nada há na terra de maior beldade:
(...)
Torres e cúpulas se elevam no ar
Em luminosa e suave majestade.
(Adaptado de: WILLIAMS, Raymond. O campo e a cidade. Trad. Paulo Henriques Britto. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p. 11)
Em torno das comunidades existentes, historicamente bastante variadas, cristalizaram-se e generalizaram-se atitudes emocionais poderosas. O campo passou a ser associado a uma forma natural de vida – de paz, inocência e virtudes simples. À cidade associou-se a ideia de centro de realizações – de saber, de comunicações, de progresso. Também constelaram-se poderosas associações negativas: a cidade como lugar de barulho, mundanidade e ambição; o campo como lugar de atraso, ignorância e limitação. Além disso, em nosso próprio mundo, entre os tradicionais extremos de campo e cidade existe uma ampla gama de concentrações humanas: subúrbio, cidade dormitório, favela, complexo industrial, centro tecnológico etc.
A visão que se pode ter do campo ou da cidade pode variar conforme a perspectiva pessoal. Vejam-se estes versos do poeta inglês Wordsworth, do século XIX, vindo do campo e chegando a Londres pela manhã, compostos a partir de sua primeira visão da cidade:
Nada há na terra de maior beldade:
(...)
Torres e cúpulas se elevam no ar
Em luminosa e suave majestade.
(Adaptado de: WILLIAMS, Raymond. O campo e a cidade. Trad. Paulo Henriques Britto. São Paulo: Companhia das Letras, 2011, p. 11)
I. Ele pesquisa o transporte público nas grandes cidades, onde convivem meios obsoletos e avançados.
II. A preferência pela vida no campo tende a diminuir, em função das ofertas de trabalho que há na cidade.
III. Num passado recente, ninguém imaginaria que confortos da cidade viessem a se oferecer na vida do campo.
A exclusão da vírgula altera o sentido do que se enuncia APENAS em