Questões de Concurso
Comentadas para crf-to
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Assinale o verbo que completa a seguinte frase no tempo presente: “A porta _____ devagar”.
Em que frase todas as palavras estão no plural?
O plural das palavras abaixo está CORRETO em:
Assinale a alternativa onde HÁ ERRO de grafia:
Leia atentamente o texto abaixo e responda as questões de 01 a 05.
Texto: A Sopa Quando o criado, humilde e delicado, procurava despejar a primeira colherada de sopa no prato de sua majestade, uma gota, arredondada e gordurosa, soltando-se inesperadamente da rica e trabalhada concha, foi cair e manchar levemente o punho de seda do soberano. Vermelho, com raiva, ergueu-se o rei Olderico, dando murros formidáveis na mesa: - Inferno! Com mil bombas! Este cão não sabe servir uma sopa. E gritando para o comandante da guarda ordenou: - Enforquem imediatamente este desastrado!!! O rapaz, que ficara no meio da sala, pálido, imóvel, ao ouvir aquela sentença de morte por uma falta insignificante e ridícula, não se conteve - atirou com a sopeira na cara do rei. Essa agressão brutal na pessoa sagrada do rei causou indescritível espanto. Fidalgos, nobres e cavalheiros correram em auxílio do soberano, que apertava nas mãos a testa fenda, enquanto o autor daquele crime era preso e algemado, como se fora um bandido sanguinário e perigoso. - Quero ouvir esse homem! - gritou o rei, enquanto uma dama da corte limpava-lhe o rosto e as barbas com uma toalha perfumada. O criado criminoso foi trazido à presença do rei. Perguntou-lhe o rei: - Homem! Porque fizeste isso? - Eu queria morrer com a consciência tranquila, Senhor - respondeu o infeliz. - Se eu fosse enforcado pela primeira falta praticada, Vossa Majestade havia de ser tido, para o resto da vida, como um rei cruel e injusto. Diriam todos: “o rei Olderico é um malvado. Mandou matar um pobre criado por causa de uma gota de sopa”. Agora não. Depois que eu atirei a sopeira em Vossa Majestade, ninguém mais poderá acusar o meu soberano de injusto e perverso. Pelo contrário - a minha condenação é justa, dado o crime insultuoso que pratiquei. Reconheceu o rei que o jovem tinha razão, e resolveu perdoar-lhe. E desse dia em diante não mais castigava os culpados senão de acordo com as faltas praticadas. E, ainda hoje, no glorioso país do rei Olderico, quando um juiz julga sem critério, usando do excessivo rigor para com os pobres e fracos, dizem logo: - Esse juiz está precisando que lhe atirem uma sopeira na cara. (Malba Tahan - adaptação) |
O rei achou que o jovem tinha razão porque:
Leia atentamente o texto abaixo e responda as questões de 01 a 05.
Texto: A Sopa Quando o criado, humilde e delicado, procurava despejar a primeira colherada de sopa no prato de sua majestade, uma gota, arredondada e gordurosa, soltando-se inesperadamente da rica e trabalhada concha, foi cair e manchar levemente o punho de seda do soberano. Vermelho, com raiva, ergueu-se o rei Olderico, dando murros formidáveis na mesa: - Inferno! Com mil bombas! Este cão não sabe servir uma sopa. E gritando para o comandante da guarda ordenou: - Enforquem imediatamente este desastrado!!! O rapaz, que ficara no meio da sala, pálido, imóvel, ao ouvir aquela sentença de morte por uma falta insignificante e ridícula, não se conteve - atirou com a sopeira na cara do rei. Essa agressão brutal na pessoa sagrada do rei causou indescritível espanto. Fidalgos, nobres e cavalheiros correram em auxílio do soberano, que apertava nas mãos a testa fenda, enquanto o autor daquele crime era preso e algemado, como se fora um bandido sanguinário e perigoso. - Quero ouvir esse homem! - gritou o rei, enquanto uma dama da corte limpava-lhe o rosto e as barbas com uma toalha perfumada. O criado criminoso foi trazido à presença do rei. Perguntou-lhe o rei: - Homem! Porque fizeste isso? - Eu queria morrer com a consciência tranquila, Senhor - respondeu o infeliz. - Se eu fosse enforcado pela primeira falta praticada, Vossa Majestade havia de ser tido, para o resto da vida, como um rei cruel e injusto. Diriam todos: “o rei Olderico é um malvado. Mandou matar um pobre criado por causa de uma gota de sopa”. Agora não. Depois que eu atirei a sopeira em Vossa Majestade, ninguém mais poderá acusar o meu soberano de injusto e perverso. Pelo contrário - a minha condenação é justa, dado o crime insultuoso que pratiquei. Reconheceu o rei que o jovem tinha razão, e resolveu perdoar-lhe. E desse dia em diante não mais castigava os culpados senão de acordo com as faltas praticadas. E, ainda hoje, no glorioso país do rei Olderico, quando um juiz julga sem critério, usando do excessivo rigor para com os pobres e fracos, dizem logo: - Esse juiz está precisando que lhe atirem uma sopeira na cara. (Malba Tahan - adaptação) |
Ao perdoar o criado, o rei cedeu:
Leia atentamente o texto abaixo e responda as questões de 01 a 05.
Texto: A Sopa Quando o criado, humilde e delicado, procurava despejar a primeira colherada de sopa no prato de sua majestade, uma gota, arredondada e gordurosa, soltando-se inesperadamente da rica e trabalhada concha, foi cair e manchar levemente o punho de seda do soberano. Vermelho, com raiva, ergueu-se o rei Olderico, dando murros formidáveis na mesa: - Inferno! Com mil bombas! Este cão não sabe servir uma sopa. E gritando para o comandante da guarda ordenou: - Enforquem imediatamente este desastrado!!! O rapaz, que ficara no meio da sala, pálido, imóvel, ao ouvir aquela sentença de morte por uma falta insignificante e ridícula, não se conteve - atirou com a sopeira na cara do rei. Essa agressão brutal na pessoa sagrada do rei causou indescritível espanto. Fidalgos, nobres e cavalheiros correram em auxílio do soberano, que apertava nas mãos a testa fenda, enquanto o autor daquele crime era preso e algemado, como se fora um bandido sanguinário e perigoso. - Quero ouvir esse homem! - gritou o rei, enquanto uma dama da corte limpava-lhe o rosto e as barbas com uma toalha perfumada. O criado criminoso foi trazido à presença do rei. Perguntou-lhe o rei: - Homem! Porque fizeste isso? - Eu queria morrer com a consciência tranquila, Senhor - respondeu o infeliz. - Se eu fosse enforcado pela primeira falta praticada, Vossa Majestade havia de ser tido, para o resto da vida, como um rei cruel e injusto. Diriam todos: “o rei Olderico é um malvado. Mandou matar um pobre criado por causa de uma gota de sopa”. Agora não. Depois que eu atirei a sopeira em Vossa Majestade, ninguém mais poderá acusar o meu soberano de injusto e perverso. Pelo contrário - a minha condenação é justa, dado o crime insultuoso que pratiquei. Reconheceu o rei que o jovem tinha razão, e resolveu perdoar-lhe. E desse dia em diante não mais castigava os culpados senão de acordo com as faltas praticadas. E, ainda hoje, no glorioso país do rei Olderico, quando um juiz julga sem critério, usando do excessivo rigor para com os pobres e fracos, dizem logo: - Esse juiz está precisando que lhe atirem uma sopeira na cara. (Malba Tahan - adaptação) |
Por que o criado atirou a sopeira na cara do rei?
Leia atentamente o texto abaixo e responda as questões de 01 a 05.
Texto: A Sopa Quando o criado, humilde e delicado, procurava despejar a primeira colherada de sopa no prato de sua majestade, uma gota, arredondada e gordurosa, soltando-se inesperadamente da rica e trabalhada concha, foi cair e manchar levemente o punho de seda do soberano. Vermelho, com raiva, ergueu-se o rei Olderico, dando murros formidáveis na mesa: - Inferno! Com mil bombas! Este cão não sabe servir uma sopa. E gritando para o comandante da guarda ordenou: - Enforquem imediatamente este desastrado!!! O rapaz, que ficara no meio da sala, pálido, imóvel, ao ouvir aquela sentença de morte por uma falta insignificante e ridícula, não se conteve - atirou com a sopeira na cara do rei. Essa agressão brutal na pessoa sagrada do rei causou indescritível espanto. Fidalgos, nobres e cavalheiros correram em auxílio do soberano, que apertava nas mãos a testa fenda, enquanto o autor daquele crime era preso e algemado, como se fora um bandido sanguinário e perigoso. - Quero ouvir esse homem! - gritou o rei, enquanto uma dama da corte limpava-lhe o rosto e as barbas com uma toalha perfumada. O criado criminoso foi trazido à presença do rei. Perguntou-lhe o rei: - Homem! Porque fizeste isso? - Eu queria morrer com a consciência tranquila, Senhor - respondeu o infeliz. - Se eu fosse enforcado pela primeira falta praticada, Vossa Majestade havia de ser tido, para o resto da vida, como um rei cruel e injusto. Diriam todos: “o rei Olderico é um malvado. Mandou matar um pobre criado por causa de uma gota de sopa”. Agora não. Depois que eu atirei a sopeira em Vossa Majestade, ninguém mais poderá acusar o meu soberano de injusto e perverso. Pelo contrário - a minha condenação é justa, dado o crime insultuoso que pratiquei. Reconheceu o rei que o jovem tinha razão, e resolveu perdoar-lhe. E desse dia em diante não mais castigava os culpados senão de acordo com as faltas praticadas. E, ainda hoje, no glorioso país do rei Olderico, quando um juiz julga sem critério, usando do excessivo rigor para com os pobres e fracos, dizem logo: - Esse juiz está precisando que lhe atirem uma sopeira na cara. (Malba Tahan - adaptação) |
Ao ter seu punho de seda inesperadamente manchado, o rei reagiu com:
O fortalecimento da pesquisa clínica no Brasil implica a criação, expansão ou consolidação de novos centros, em especial na recuperação dos hospitais universitários e do fortalecimento do vínculo entre ensino e pesquisa. A integração entre pesquisa biomédica e básica é indispensável para geração de conhecimento nacional em questões específicas e para estruturar o setor produtivo de tecnologia ligada à saúde.
Fonte: ZAGO, M. A. A pesquisa clínica no Brasil. Ciência & Saúde
Coletiva, v. 09, p. 363-374, 2004.
Em relação à pesquisa clínica podemos afirmar que:
Analise as afirmativas abaixo sobre aspectos relacionados à atividade do farmacêutico na Farmácia Clínica e Atenção Farmacêutica e julgue-as como corretas ou incorretas.
I – A intervenção farmacêutica é um ato planejado, documentado e realizado junto aos usuários de medicamentos, visando, principalmente, propiciar a cura ao paciente.
II – Os problemas relacionados aos medicamentos podem ter diferentes causas, incluindo as relacionadas ao sistema de saúde, ao usuário ou inclusive ao próprio medicamento.
III – Ética e legalmente é responsabilidade do farmacêutico a garantia do sigilo das informações obtidas por meio dos pacientes durante o processo de acompanhamento farmacoterapêutico.
Podemos afirmar que:
Analise as afirmativas abaixo sobre o uso racional dos antidiabéticos e julgue-as como corretas ou incorretas.
I – Os antidiabéticos orais são indicados para pacientes portadores de diabetes tipo II não controlados com dieta adequada e exercício físico regular. O medicamento deve ser recomendado em associação com as medidas não medicamentosas, em vez de substituí-las. Caso a terapia com antidiabético oral não se mostre efetiva, deve-se buscar a elevação da dose e vedar o uso de insulina.
II – O uso de insulinas visa controlar os níveis glicêmicos, mantendo valores de hemoglobina glicosilada em faixa que permita retardar a progressão da doença, melhorar a qualidade de vida, diminuir o risco de complicações vasculares e minimizar os efeitos adversos da terapia, principalmente os episódios de hipoglicemia.
III – Pacientes portadores de diabetes tipo I podem obter
controle da glicemia através do uso de múltiplas doses
de insulina em esquema basal e prandial ou por
meio de bomba de infusão de insulina acompanhada
de automonitorização da glicemia capilar.
Analise as afirmativas abaixo sobre o uso racional dos anti-inflamatórios não esteroides (AINEs) e julgue-as como corretas ou incorretas.
I – O uso de AINEs não é recomendado durante o primeiro e o segundo trimestres da gravidez. Se for absolutamente necessário, deve-se lançar mão do uso de fármaco na menor dose e pelo menor tempo possível. Ibuprofeno é o AINES preferencial para emprego na gravidez, entretanto seu uso é off label.
II – A inibição da produção de prostanóides vasodilatadores pelos AINEs pode prejudicar o fluxo sanguíneo renal e intensificar lesões isquêmicas no órgão. Por este motivo o uso de AINEs deve ser evitado em pacientes com depuração plasmática superior a 100 mL/min ou em uso concomitante de outros fármacos nefrotóxicos.
III – A prevenção do aparecimento de úlceras gástricas e duodenais em pacientes que necessitam utilizar AINEs continuamente pode ser obtida com o emprego de misoprostol, inibidores da bomba de prótons e antagonistas H2 .
Podemos afirmar que:
I - A correta predição de uma interação medicamentosa clinicamente relevante é uma tarefa extremamente difícil na atenção farmacêutica, mesmo quando um paciente faz uso de dois fármacos que teoricamente interagem entre si segundo a literatura.
PORQUE
II - Existe um certo grau de variabilidade individual observado entre os pacientes, o que dificulta o estabelecimento de respostas biológicas padronizadas. Neste contexto, ainda é um desafio para a comunidade científica determinar com precisão os fatores de predisposição e proteção que determinam a ocorrência de uma interação medicamentosa relevante na prática.
De acordo com as asserções apresentadas acima, assinale a alternativa correta
Analise as afirmativas abaixo sobre as interações medicamentosas no contexto do uso racional de medicamentos e julgue-as como corretas ou incorretas.
I - Poucos são os fármacos capazes de interagir entre si, levando em consideração a riqueza do arsenal terapêutico disponível. Apesar de raras em frequência, as interações medicamentosas quando se estabelecem costumam ter repercussão clínica e requerem conhecimento e cautela para minimização de seus efeitos nocivos.
II - A via preferencial para a administração de medicamentos é a oral, uma vez que é cômoda, segura e evita o efeito de primeira passagem. Assim, torna-se fundamental conhecer os fármacos cuja absorção é afetada na presença de alimentos. Nesse caso, a privação de alguns alimentos ou a definição de horário de administração afastado da ingestão de alimentos são estratégias rotineiras para a efetividade do tratamento.
III - Pacientes idosos, com múltiplas doenças, disfunção renal e/ou hepática, em regime de polifarmácia, são os mais propensos à aparição de interações medicamentosas clinicamente relevantes. Assim, torna-se crucial redobrar a atenção na indicação e seleção de medicamentos para pacientes que se encaixem neste perfil.
Podemos afirmar que: