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Q605627 Noções de Informática
Um usuário precisa imprimir um documento do Microsoft Word 2013 contendo 180 páginas, utilizando a frente e o verso do papel, porém a impressora não dispõe da funcionalidade de imprimir automaticamente dos dois lados. Para facilitar, o usuário decidiu imprimir inicialmente todas as páginas ímpares e em seguida reinserir as folhas na impressora para imprimir as páginas pares no verso. Como isso pode ser realizado no Microsoft Word 2013? 
Alternativas
Q605626 Noções de Informática
Considerando a planilha do Microsoft Excel 2013 abaixo, qual o resultado da função inserida na célula B7? 

                           Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q605625 Noções de Informática
Ao inserir um objeto vinculado em uma apresentação do Microsoft Power Point 2013, este objeto será automaticamente atualizado se o arquivo de origem for alterado. Desse modo, assinale a alternativa que apresenta a afirmação correta em relação à exibição de uma apresentação com um objeto vinculado em outro computador.
Alternativas
Q605624 Noções de Informática
Em um documento do Microsoft Word 2013, em sua configuração padrão, a seguinte lista de ramais foi digitada fora da ordem alfabética:

Compras – 1234

Almoxarifado – 1235

Recepção - 1200

Limpeza - 1236

Assinale a alternativa que permite ao usuário ordenar a lista alfabeticamente: 
Alternativas
Q605623 Noções de Informática
Qual a função do ícone “ ¶ " encontrado na seção “Parágrafo", da guia “Página Inicial" do Microsoft Word 2013? 

                                Imagem associada para resolução da questão
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Q605622 Noções de Informática
Considerando a planilha do Microsoft Excel 2013 abaixo, qual o resultado da função inserida na célula C2? 

                              Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q605621 Noções de Informática
Em um inventário de equipamentos de informática está descrita a seguinte configuração de um computador:

              Processador Intel Core i5 3330; 8GB de Memória

              DDR3;Placa Mãe GA-B75M-D3H; HD 1TB

              7200RPM; Placa de Vídeo R9 270X 4GB 256 bits.

A partir destes dados, é possível afirmar que: 
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Q605618 Noções de Informática
Em um computador foi instalado o sistema operacional Windows 7 com duas partições NTFS, as quais são apresentadas como unidades C: e D:. Considerando que um usuário possui permissão para gravar dados nas duas unidades, o que ocorre quando o usuário arrasta um arquivo armazenado em uma pasta da unidade C: para uma pasta da unidade D: ? 
Alternativas
Q605617 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
De acordo com a Lei Federal nº 10.741/2003 (Estatuto do Idoso), caso o profissional da área pública da saúde suspeite de violência praticada contra idoso, obrigatoriamente, deve notificar um dos seguintes órgãos, exceto
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Q605616 Direitos Humanos
Sobre a adoção, assinale a alternativa correta: 
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Q605614 Matemática Financeira
Em um restaurante, 4 cozinheiros fazem 120 pratos em 5 dias. Para atender uma demanda maior de pessoas, o gerente desse estabelecimento contratou mais 2 cozinheiros. Quantos pratos serão feitos em 8 dias de funcionamento do restaurante? 
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Q605608 Português
                                  OBESIDADE PRÉ-NATAL

                 por Drauzio Varella — publicado 09/07/2015 02h20

Não é só a gestante que corre riscos futuros quando acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também pode ser afetado.

No Brasil, mais da metade da população está acima do peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se dissemina rapidamente.

Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos no mundo, em 2030.

Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer depois do parto e a engordar em gestações futuras. O feto também sofre as consequências do excesso de peso materno. Entre elas:

1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o metabolismo e a adiposidade fetal.

2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.

3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais, perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e no metabolismo da vida adulta.

4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional, estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão umbilical.

5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de vida aumenta o risco de obesidade e de doença cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica inteiramente essas alterações, já que os bebês amamentados no peito materno tendem a ganhar mais peso do que os demais.

6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6 vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e os 6 meses.

7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças nascidas de cesariana correm risco mais alto de se tornar obesas.

8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais (ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e dois pós-natais (período mais curto de amamentação e menos horas de sono) estão associados à obesidade infantil.

Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12 ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro fatores estavam na condição oposta.

9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da obesidade deve começar no período pré-natal e nos primeiros meses de vida, muito mais cedo do que imaginávamos.

                   In 
http://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
Na passagem “Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células", há um verbo elíptico, como recurso de coesão textual. Reescrevendo a passagem de forma a explicitar esse verbo, teríamos: 

Alternativas
Q605607 Português
                                  OBESIDADE PRÉ-NATAL

                 por Drauzio Varella — publicado 09/07/2015 02h20

Não é só a gestante que corre riscos futuros quando acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também pode ser afetado.

No Brasil, mais da metade da população está acima do peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se dissemina rapidamente.

Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos no mundo, em 2030.

Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer depois do parto e a engordar em gestações futuras. O feto também sofre as consequências do excesso de peso materno. Entre elas:

1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o metabolismo e a adiposidade fetal.

2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.

3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais, perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e no metabolismo da vida adulta.

4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional, estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão umbilical.

5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de vida aumenta o risco de obesidade e de doença cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica inteiramente essas alterações, já que os bebês amamentados no peito materno tendem a ganhar mais peso do que os demais.

6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6 vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e os 6 meses.

7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças nascidas de cesariana correm risco mais alto de se tornar obesas.

8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais (ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e dois pós-natais (período mais curto de amamentação e menos horas de sono) estão associados à obesidade infantil.

Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12 ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro fatores estavam na condição oposta.

9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da obesidade deve começar no período pré-natal e nos primeiros meses de vida, muito mais cedo do que imaginávamos.

                   In 
http://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
Em “Bebês alimentados com leite em pó, que começam a comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6 vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e os 6 meses", é correto afirmar que:
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Q605606 Português
                                  OBESIDADE PRÉ-NATAL

                 por Drauzio Varella — publicado 09/07/2015 02h20

Não é só a gestante que corre riscos futuros quando acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também pode ser afetado.

No Brasil, mais da metade da população está acima do peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se dissemina rapidamente.

Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos no mundo, em 2030.

Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer depois do parto e a engordar em gestações futuras. O feto também sofre as consequências do excesso de peso materno. Entre elas:

1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o metabolismo e a adiposidade fetal.

2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.

3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais, perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e no metabolismo da vida adulta.

4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional, estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão umbilical.

5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de vida aumenta o risco de obesidade e de doença cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica inteiramente essas alterações, já que os bebês amamentados no peito materno tendem a ganhar mais peso do que os demais.

6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6 vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e os 6 meses.

7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças nascidas de cesariana correm risco mais alto de se tornar obesas.

8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais (ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e dois pós-natais (período mais curto de amamentação e menos horas de sono) estão associados à obesidade infantil.

Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12 ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro fatores estavam na condição oposta.

9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da obesidade deve começar no período pré-natal e nos primeiros meses de vida, muito mais cedo do que imaginávamos.

                   In 
http://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
Em “O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as mulheres e preveni-la nas crianças", o termo em destaque poderia ser substituído, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q605605 Português
                                  OBESIDADE PRÉ-NATAL

                 por Drauzio Varella — publicado 09/07/2015 02h20

Não é só a gestante que corre riscos futuros quando acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também pode ser afetado.

No Brasil, mais da metade da população está acima do peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se dissemina rapidamente.

Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos no mundo, em 2030.

Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer depois do parto e a engordar em gestações futuras. O feto também sofre as consequências do excesso de peso materno. Entre elas:

1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o metabolismo e a adiposidade fetal.

2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.

3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais, perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e no metabolismo da vida adulta.

4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional, estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão umbilical.

5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de vida aumenta o risco de obesidade e de doença cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica inteiramente essas alterações, já que os bebês amamentados no peito materno tendem a ganhar mais peso do que os demais.

6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6 vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e os 6 meses.

7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças nascidas de cesariana correm risco mais alto de se tornar obesas.

8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais (ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e dois pós-natais (período mais curto de amamentação e menos horas de sono) estão associados à obesidade infantil.

Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12 ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro fatores estavam na condição oposta.

9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da obesidade deve começar no período pré-natal e nos primeiros meses de vida, muito mais cedo do que imaginávamos.

                   In 
http://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
Em “Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o metabolismo e a adiposidade fetal", o pronome relativo em destaque recupera, na sua função coesiva, o termo: 
Alternativas
Q605604 Português
                                  OBESIDADE PRÉ-NATAL

                 por Drauzio Varella — publicado 09/07/2015 02h20

Não é só a gestante que corre riscos futuros quando acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também pode ser afetado.

No Brasil, mais da metade da população está acima do peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se dissemina rapidamente.

Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos no mundo, em 2030.

Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer depois do parto e a engordar em gestações futuras. O feto também sofre as consequências do excesso de peso materno. Entre elas:

1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o metabolismo e a adiposidade fetal.

2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.

3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais, perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e no metabolismo da vida adulta.

4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional, estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão umbilical.

5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de vida aumenta o risco de obesidade e de doença cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica inteiramente essas alterações, já que os bebês amamentados no peito materno tendem a ganhar mais peso do que os demais.

6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6 vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e os 6 meses.

7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças nascidas de cesariana correm risco mais alto de se tornar obesas.

8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais (ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e dois pós-natais (período mais curto de amamentação e menos horas de sono) estão associados à obesidade infantil.

Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12 ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro fatores estavam na condição oposta.

9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da obesidade deve começar no período pré-natal e nos primeiros meses de vida, muito mais cedo do que imaginávamos.

                   In 
http://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
Na passagem “Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos no mundo, em 2030", o termo em destaque estabelece, em relação à oração anterior, ideia de: 
Alternativas
Q605603 Português
                                  OBESIDADE PRÉ-NATAL

                 por Drauzio Varella — publicado 09/07/2015 02h20

Não é só a gestante que corre riscos futuros quando acumula peso a mais durante a gravidez. O bebê também pode ser afetado.

No Brasil, mais da metade da população está acima do peso. A obesidade é uma epidemia mundial que se dissemina rapidamente.

Diabetes do tipo 2 caminha na esteira do excesso de peso; a seguir nesse passo haverá 500 milhões de casos no mundo, em 2030.

Os estudos mostram que a prevenção à obesidade deve começar cedo. Mulheres obesas ao engravidar tendem a ganhar mais peso ainda, a ter dificuldade de emagrecer depois do parto e a engordar em gestações futuras. O feto também sofre as consequências do excesso de peso materno. Entre elas:

1. Ganho excessivo de peso na gravidez aumenta o risco de diabetes gestacional, que afeta o crescimento, o metabolismo e a adiposidade fetal.

2. Se o bebê for do sexo feminino, ao crescer com tendência à obesidade repetirá o ciclo ao engravidar.

3. O período pré-natal e o primeiro ano depois de dar à luz são cruciais para reduzir a obesidade entre as mulheres e preveni-la nas crianças. Em animais, perturbações dietéticas, hormonais e mecânicas nessas fases induzem a distúrbios irreversíveis na adiposidade e no metabolismo da vida adulta.

4. Estudos epidemiológicos identificaram os seguintes fatores pré-natais associados ao risco de obesidade na infância e na vida adulta: mães que fumaram durante a gravidez, depressão antes do parto, diabetes gestacional, estresse psicológico (como reflexo da exposição fetal aos glucocorticoides) e até alterações do DNA do cordão umbilical.

5. Ganho rápido de peso nos primeiros 3 a 6 meses de vida aumenta o risco de obesidade e de doença cardiovascular na vida adulta. A lactação não explica inteiramente essas alterações, já que os bebês amamentados no peito materno tendem a ganhar mais peso do que os demais.

6. Bebês alimentados com leite em pó, que começam a comer sólidos antes dos 4 meses, apresentam risco 6 vezes mais alto de se tornar obesos aos 3 anos. A idade ideal para introdução de sólidos parece estar entre os 4 e os 6 meses.

7. Nosso corpo contém dez vezes mais bactérias do que células. O intestino do feto é estéril, mas ao nascer é colonizado na passagem pelo canal de parto. Crianças nascidas de cesariana correm risco mais alto de se tornar obesas.

8. Está bem documentado que dois fatores pré-natais (ganho de peso materno e fumo durante a gravidez) e dois pós-natais (período mais curto de amamentação e menos horas de sono) estão associados à obesidade infantil.

Um estudo com crianças em idade escolar mostrou que filhos de mães que não fumaram ou ganharam peso excessivo durante a gravidez, amamentados no peito por pelo menos 12 meses, período no qual dormiam por 12 ou mais horas por dia, apresentavam 6% de prevalência de obesidade, ante 29% nas crianças em que os quatro fatores estavam na condição oposta.

9. Fatores raciais e socioeconômicos alteram o risco de obesidade na criança. Nos filhos de negros e brancos mais pobres o risco é mais alto. A prevenção da obesidade deve começar no período pré-natal e nos primeiros meses de vida, muito mais cedo do que imaginávamos.

                   In 
http://www.cartacapital.com.br/revista/857/obesidade-pre-natal-9981.html
Segundo o texto, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q605601 Atualidades
O nome de um grande banco internacional veio à tona, no início deste ano, após divulgação de uma lista de várias figuras públicas que mantinham na instituição, em segredo, contas milionárias, suspeitas de serem utilizadas para crimes de sonegação, evasão fiscal e lavagem de dinheiro. Qual o nome do banco envolvido nessa denúncia? 


FONTE: http://www.ebc.com.br/noticias/2015/02/swiss-leaks-entenda-fraude-fiscal-no-* 
Alternativas
Q605600 Atualidades
A Suprema Corte dos Estados Unidos aprovou, em junho, uma decisão histórica a favor dos cidadãos americanos homossexuais. Após longa batalha judicial entre ativistas e alguns estados norte-americanos, os juízes decidiram pela equivalência de direitos, em todo o país, em relação à união civil dos casais gays. Qual foi essa decisão da Suprema Corte norte-americana?

FONTE: http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2015/06/1648129-em-decisao-historicaestados-unidos-*.shtml 
Alternativas
Q605599 Atualidades
A fim de readequar a previdência social em relação ao aumento da expectativa de vida do brasileiro, as regras da aposentadoria foram modificadas este ano. Desde junho, passou a vigorar uma nova fórmula de cálculo segundo a qual, a depender de alguns fatores, há a possibilidade de obter o benefício integral, sem ônus do fator previdenciário, ao atingir determinada pontuação. Quais fatores são contabilizados na pontuação estabelecida pela nova fórmula da aposentadoria?

FONTE: http://economia.estadao.com.br/blogs/descomplicador/entenda-o-que-mudouno-calculo-da-aposentadoria/

Alternativas
Respostas
1: C
2: D
3: A
4: A
5: C
6: B
7: C
8: B
9: B
10: A
11: A
12: B
13: B
14: C
15: D
16: C
17: B
18: D
19: A
20: C