Questões de Concurso
Comentadas para cislipa
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TIPO A – Ambulância de Transporte: veículo destinado ao transporte em decúbito horizontal de pacientes que não apresentam risco de vida, para remoções simples e de caráter eletivo.
TIPO B – Ambulância de Suporte Básico: veículo destinado ao transporte inter-hospitalar de pacientes com risco de vida conhecido e ao atendimento pré-hospitalar de pacientes com risco de vida desconhecido, não classificado com potencial de necessitar de intervenção médica no local e/ou durante transporte até o serviço de destino.
TIPO C – Ambulância de Resgate: veículo de atendimento de urgências pré-hospitalares de pacientes vítimas de acidentes ou pacientes em locais de difícil acesso, com equipamentos de salvamento (terrestre, aquático e em alturas).
TIPO D – Ambulância de Suporte Avançado: veículo destinado ao atendimento e transporte de pacientes de alto risco em emergências pré-hospitalares e/ou de transporte inter-hospitalar que necessitam de cuidados médicos intensivos.Deve contar com os equipamentos médicos necessários para esta função.
TIPO E – Aeronave de Transporte Médico: aeronave de asa fixa ou rotativa utilizada para transporte inter-hospitalar de pacientes e aeronave de asa rotativa para ações de resgate, dotada de equipamentos médicos homologados pelo Departamento de Aviação Civil – DAC.
TIPO F – Embarcação de Transporte Médico: veículo motorizado aquaviário, destinado ao transporte por via marítima ou fluvial. Deve possuir os equipamentos médicos necessários ao atendimento de pacientes conforme sua gravidade.
Veículos de Intervenção Rápida – Estes veículos, também chamados de veículos leves, veículos rápidos ou veículos de ligação médica são utilizados para transporte de médicos com equipamentos que possibilitam oferecer suporte avançado de vida nas ambulâncias do Tipo A, B, C e F.
Outros Veículos – Veículos habituais adaptados para transporte de pacientes de baixo risco, sentados (por exemplo, pacientes crônicos) que não se caracterizem como veículos tipo lotação (ônibus, peruas etc.). Este transporte só pode ser realizado com anuência médica.
Na ambulância TIPO D (Suporte Avançado), qual dos itens, a seguir, NÃO será encontrado?
Para fins de transparência na gestão fiscal, o consórcio público deverá dar ampla divulgação, inclusive em meio eletrônico de acesso público, aos seguintes documentos:
I. Orçamento do consórcio público e Contrato de rateio; II. Os entes consorciados evidenciarão sua participação no consórcio público, em seu balanço patrimonial, como ativo não circulante – investimentos, devidamente atualizado por método de custos. III. Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público (DCASP), inclusive a demonstração do resultado econômico; IV. Relatório de Gestão Fiscal (RGF): demonstrativo da despesa com pessoal; demonstrativo da disponibilidade de caixa; e demonstrativo dos restos a pagar. V. Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO): balanço orçamentário; e demonstrativo da execução das despesas por função e subfunção.Segundo a Lei n° 4.320, de 17 de março de 1964, sobre a Lei de Orçamento poderá conter autorização ao Executivo para:
I. Abrir créditos suplementares até determinada importância obedecidas às disposições do artigo 43; II. Realizar, em qualquer mês do exercício financeiro, operações de crédito por antecipação da receita, para atender a insuficiências de caixa. III. Em casos de déficit, a Lei de Orçamento indicará as fontes de recursos que o Poder Executivo fica autorizado a utilizar para atender a sua cobertura.IV. O produto estimado de operações de crédito e de alienação de bens imóveis somente se incluirá, na receita, quando umas e outras forem, especificamente, autorizadas pelo Poder Legislativo, em forma que, juridicamente, possibilite ao Poder Executivo realizá-las no exercício.
V. A autorização legislativa, no tocante a operações de crédito, poderá constar da própria Lei de Orçamento.
Por que nosso cabelo muda de cor?
O que determina?
"O que dá cor à pele e aos pelos é um pigmento proteico chamado melanina, feito em uma célula chamada melanócito, cuja distribuição na pele é bastante variada", ensina Bedin. Com a "receita do bolo" herdada, cada indivíduo tem uma proporção específica de eumelaninas (de cor castanha ou preta) ou feomelaninas (de cor avermelhada ou amarela). Em geral, os cílios e sobrancelhas são mais escuros que o cabelo, assim como os pelos pubianos. "A teoria mais aceita sobre o que faz ficarmos com os cabelos brancos chama-se apoptose dos melanócitos", explica Bedin. "Apoptose quer dizer morte celular programada, isto é, o melanócito, por informações genéticas, deixa de produzir melanina numa determinada idade."
Cor alterada
Infelizmente, não há nenhum tratamento disponível hoje em dia capaz de adiar o aparecimento dos fios brancos, ou seja, prolongar a vida dos melanócitos no bulbo piloso. Mas há diversos cientistas engajados nisso. Pesquisadores franceses, com patrocínio de um fabricante de cosméticos, por exemplo, já produziram alguns agentes que seriam capazes de imitar uma enzima que atua como antioxidante natural do bulbo capilar. Em breve, essas substâncias podem chegar ao mercado, mas o efeito será apenas preventivo, ou seja, não vai dar para trazer de volta as células que já morreram.
Disponível em: http://noticias.uol.com.br/ciencia
Por que nosso cabelo muda de cor?
O que determina?
"O que dá cor à pele e aos pelos é um pigmento proteico chamado melanina, feito em uma célula chamada melanócito, cuja distribuição na pele é bastante variada", ensina Bedin. Com a "receita do bolo" herdada, cada indivíduo tem uma proporção específica de eumelaninas (de cor castanha ou preta) ou feomelaninas (de cor avermelhada ou amarela). Em geral, os cílios e sobrancelhas são mais escuros que o cabelo, assim como os pelos pubianos. "A teoria mais aceita sobre o que faz ficarmos com os cabelos brancos chama-se apoptose dos melanócitos", explica Bedin. "Apoptose quer dizer morte celular programada, isto é, o melanócito, por informações genéticas, deixa de produzir melanina numa determinada idade."
Cor alterada
Infelizmente, não há nenhum tratamento disponível hoje em dia capaz de adiar o aparecimento dos fios brancos, ou seja, prolongar a vida dos melanócitos no bulbo piloso. Mas há diversos cientistas engajados nisso. Pesquisadores franceses, com patrocínio de um fabricante de cosméticos, por exemplo, já produziram alguns agentes que seriam capazes de imitar uma enzima que atua como antioxidante natural do bulbo capilar. Em breve, essas substâncias podem chegar ao mercado, mas o efeito será apenas preventivo, ou seja, não vai dar para trazer de volta as células que já morreram.
Disponível em: http://noticias.uol.com.br/ciencia
Por que nosso cabelo muda de cor?
O que determina?
"O que dá cor à pele e aos pelos é um pigmento proteico chamado melanina, feito em uma célula chamada melanócito, cuja distribuição na pele é bastante variada", ensina Bedin. Com a "receita do bolo" herdada, cada indivíduo tem uma proporção específica de eumelaninas (de cor castanha ou preta) ou feomelaninas (de cor avermelhada ou amarela). Em geral, os cílios e sobrancelhas são mais escuros que o cabelo, assim como os pelos pubianos. "A teoria mais aceita sobre o que faz ficarmos com os cabelos brancos chama-se apoptose dos melanócitos", explica Bedin. "Apoptose quer dizer morte celular programada, isto é, o melanócito, por informações genéticas, deixa de produzir melanina numa determinada idade."
Cor alterada
Infelizmente, não há nenhum tratamento disponível hoje em dia capaz de adiar o aparecimento dos fios brancos, ou seja, prolongar a vida dos melanócitos no bulbo piloso. Mas há diversos cientistas engajados nisso. Pesquisadores franceses, com patrocínio de um fabricante de cosméticos, por exemplo, já produziram alguns agentes que seriam capazes de imitar uma enzima que atua como antioxidante natural do bulbo capilar. Em breve, essas substâncias podem chegar ao mercado, mas o efeito será apenas preventivo, ou seja, não vai dar para trazer de volta as células que já morreram.
Disponível em: http://noticias.uol.com.br/ciencia
Por que nosso cabelo muda de cor?
O que determina?
"O que dá cor à pele e aos pelos é um pigmento proteico chamado melanina, feito em uma célula chamada melanócito, cuja distribuição na pele é bastante variada", ensina Bedin. Com a "receita do bolo" herdada, cada indivíduo tem uma proporção específica de eumelaninas (de cor castanha ou preta) ou feomelaninas (de cor avermelhada ou amarela). Em geral, os cílios e sobrancelhas são mais escuros que o cabelo, assim como os pelos pubianos. "A teoria mais aceita sobre o que faz ficarmos com os cabelos brancos chama-se apoptose dos melanócitos", explica Bedin. "Apoptose quer dizer morte celular programada, isto é, o melanócito, por informações genéticas, deixa de produzir melanina numa determinada idade."
Cor alterada
Infelizmente, não há nenhum tratamento disponível hoje em dia capaz de adiar o aparecimento dos fios brancos, ou seja, prolongar a vida dos melanócitos no bulbo piloso. Mas há diversos cientistas engajados nisso. Pesquisadores franceses, com patrocínio de um fabricante de cosméticos, por exemplo, já produziram alguns agentes que seriam capazes de imitar uma enzima que atua como antioxidante natural do bulbo capilar. Em breve, essas substâncias podem chegar ao mercado, mas o efeito será apenas preventivo, ou seja, não vai dar para trazer de volta as células que já morreram.
Disponível em: http://noticias.uol.com.br/ciencia
Podemos definir pré-eclâmpsia grave a pacientes com hipertensão induzida na gravidez (HIG) que apresentam os seguintes critérios:
1- Pressão arterial (PA) sistólica maior ou igual 160 e/ou PA diastólica maior ou igual 110mmHg.
2- Proteinúria maior ou igual 5 gr na urina de 24h ou maior ou igual 3 +.
3- Creatinina sérica crescente e diurese menor que 500ml em 24h.
4- Epigastralgias/dor subcostal direita. 5- Elevação das transaminases.
É CORRETO afirmar que: