Questões de Concurso Comentadas para iff

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Q1165036 Matemática

Na representação binária, o número 12,5 é igual a

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Q1165035 Raciocínio Lógico
Três pessoas entraram em uma sala de cinema onde restavam apenas 5 assentos desocupados. Nesse caso, a quantidade de maneiras diferentes de essas pessoas ocuparem esses assentos é igual a
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Q1165034 Raciocínio Lógico
Em um grupo de 10 pessoas, 4 são adultos e 6 são crianças. Ao se selecionarem, aleatoriamente, 3 pessoas desse grupo, a probabilidade de que no máximo duas dessas pessoas sejam crianças é igual a
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Q1165031 Português

    De uma perspectiva geral, podemos descrever as variedades linguísticas a partir de dois parâmetros básicos: a variação diatópica e a variação diastrática. [...] A primeira está relacionada às diferenças linguísticas distribuídas no espaço físico, observáveis entre falantes de origens geográficas distintas. A segunda relaciona-se a um conjunto de fatores pertinentes à identidade dos falantes e, também, à organização sociocultural da comunidade de fala.

Fernanda Mussalin e Anna C Bentes Introdução à Linguística: domínios e

fronteiras v 1 São Paulo: Contexto, 2006, p 34 (com adaptações)

Com base nas informações do texto precedente, é correto afirmar que são exemplos de variação diastrática e de variação diatópica, respectivamente,

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Q1165030 Português

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No texto precedente, o emprego da palavra “banco”, nas linhas 5 e 9, exemplifica o fenômeno denominado

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Q1165029 Linguística

    A ideia de “mar” não está ligada por relação alguma interior à sequência de sons m-a-r que lhe serve de significante; poderia ser representada igualmente bem por outra sequência, não importa qual.

    O significante, sendo de natureza auditiva, desenvolve-se no tempo, unicamente, e tem as características que toma do tempo: representa uma extensão e essa extensão é mensurável em uma só dimensão.

Ferdinand de Saussure Curso de linguística geral 

São Paulo: Cultrix, 2006 (com adaptações)

Os parágrafos precedentes tratam, respectivamente, dos seguintes princípios básicos do signo linguístico:

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Q1165028 Pedagogia
Há uma concepção de gramática que a propõe como um conjunto de regras que os cientistas encontram na análise de dados com base em determinadas teorias e métodos. A hipótese é de que tais regras, estabelecidas a partir da distinção entre elementos gramaticais e agramaticais, seriam utilizadas na construção de enunciados reais produzidos pelos falantes de dada língua. Essa concepção corresponde ao conceito de
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Q1165024 Português
Com base na distinção conceitual entre gênero e tipo textual, assinale a opção que indica um exemplo de gênero textual e uma designação de tipo textual, respectivamente.
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Q1165023 Literatura
Assinale a opção que apresenta corretamente duas tendências da literatura contemporânea.
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Q1165022 Literatura

O texto a seguir é um trecho de uma entrevista concedida por Janet M. Paterson à revista Aletria.


      Aletria — Vários críticos, tais como Lacan, Derrida, Levinas, Deleuze, Lévi-Strauss, Bhabha e Spivak, têm discutido a questão da alteridade e as implicações das teorizações baseadas nas percepções do outro. Quais são as bases teóricas de sua pesquisa sobre figurações da alteridade?

      Janet M. Paterson — O trabalho do sociossemioticista francês Eric Landowski forneceu o arcabouço conceitual de meu livro. Em Présences de l’Autre: essais de socio-sémiotique, Landowski estuda casos reais de alteridade em Paris, tais como os moradores de rua ou os artistas da região do Centre Pompidou. Isso lhe permitiu elaborar uma metodologia extremamente requintada e precisa que me pareceu muito útil. Mencionarei alguns de seus principais conceitos: a distinção entre diferença e alteridade (distinção que permite a Landowski conceituar alteridade); a necessidade de um grupo de referência (um grupo social dominante) para a existência de qualquer forma de alteridade; e a complexidade dos vários tipos de relações estabelecidas com o outro. Acima de tudo, eu era continuamente lembrada de que na literatura, assim como na sociedade, a alteridade é sempre uma construção.

Na teoria literária, a emergência da noção de alteridade vincula-se teoricamente de modo mais expressivo aos textos produzidos no 

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Q1165021 Português

      Afinal, qual é a possibilidade de o que se compreende por literatura desde, pelo menos, o século XVIII, sobreviver como expressão cultural significativa e representativa nesse contexto caracterizado pela ubiquidade das mídias, pela transcodificação das linguagens em linguagem digital, pelas novas práticas de leitura que não mais se restringem à página impressa?

      Não é simples responder a esse questionamento, dada a complexidade do fenômeno literário, que não se limita a injunções de ordem estética, mas que envolve uma intricada rede de outros elementos que se articulam entre si: a produção (escrita, edição e publicação), a leitura, a circulação. O desafio é, então, compreender esse feixe complexo de elementos em um contexto em que escrever e publicar, ler e legitimar um texto como literário se faz no interior da ubiquidade das mídias, a partir da linguagem digital, em suportes de leitura eletrônicos.

Rejane Cristina Rocha Estudos de literatura brasileira

contemporânea n º 47, jan /jun 2016, p 11-7 (com adaptações)

Acerca da relação entre a estética literária e as mídias digitais conforme a abordagem do texto apresentado, é correto afirmar que

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Q1165020 Pedagogia

    Com as transformações recentes nas práticas culturais, especialmente com o surgimento de novas mídias, o discurso interartes passa a interessar-se por fenômenos contemporâneos que envolvem textos (agora entendidos em acepção mais ampla na perspectiva semiótica) nem sempre considerados artísticos no sentido tradicional, além de textos híbridos que encontram dificuldades de ser situados no sistema acadêmico. Os estudos interartes podem ser, desse modo, absorvidos pelo estudo das inter-relações e interações entre as várias mídias, entre elas a palavra e a imagem.

Juliana Steil e Enéias Farias Tavares Letras v 25, n º 51

Santa Maria, jul -dez /2015, p 7-11 (com adaptações)

Considerando as ideias do texto precedente, assinale a opção que indica conceitos fundamentais para o reconhecimento da peculiaridade definidora dos estudos interartes. 

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Q1165019 Literatura

    O séc. XX instaura um corte na episteme do século que o antecede ao modificar radicalmente o rumo dos estudos literários. Em vez da concepção de literatura como epifenômeno social ou como ramo de uma ciência hegemônica da qual todas as outras disciplinas derivassem, ou, ainda, como projeção narcísica do sujeito fruidor, dá-se ênfase agora à produção do discurso e às diferenciações discursivas e, em consequência, às indagações acerca da especificidade da literatura e da relação que esta mantém com a “realidade”, em contraposição a outras modalidades de discurso. Nesse contexto, surgem duas linhas de abordagem do literário, conforme a orientação teórica que as caracteriza predominantemente: as abordagens de cunho prevalentemente linguístico e as de cunho prevalentemente cultural, como as distingue Luiz Costa Lima, sem, contudo, deixar de assinalar os traços comuns que as correlacionam.

Sônia Lúcia Ramalho de Farias Graphos v 10,

n º 2 João Pessoa, dez /2008 (com adaptações)

A abordagem literária de cunho prevalentemente cultural mencionada no texto inclui

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Q1165018 Espanhol

    Pues no soy mujer que a alguno

    de mujer pueda servirle

    y solo sé que mi cuerpo,

    Sin que a uno u otro se incline

    Es neutro, o abstracto, cuanto

    sólo el alma deposite.

Internet: <https://cdeassis.wordpress.com>

El poema anterior tiene como autora a Sor Juana Inés de la Cruz y el estilo literario hispanoamericano al que pertenece es

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Q1165016 Espanhol

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Una solución al problema de la integración de lengua y cultura en la enseñanza del lengua española es el uso de los anuncios e imágenes publicitarias. Con algunos elementos de la imagen precedente se podrían trabajar aspectos como

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Q1165015 Espanhol

    La profesora norteamericana Lee (2010) llevó a cabo un estudio sobre un grupo de diecisiete estudiantes universitarios que mantuvieron blogs personales durante catorce semanas. La interacción producida gracias a comentarios de los compañeros y a correcciones lingüísticas de la profesora tuvo un impacto positivo posterior sobre la fluidez escrita. Ese mismo año, el estudio de Rivens Mompean (2010) se centró en la creación de un blog por parte de grupos de tres o cuatro estudiantes franceses de inglés y tenía como objetivo medir el valor añadido pedagógico del blog para el desarrollo de la expresión escrita. El análisis cuantitativo de las interacciones mostró el éxito del proyecto en lo que a participación se refiere, aunque hubo gran disparidad en el nivel de aquellas. Desde un punto de vista cualitativo, también resultó positivo, pese a que el blog no se percibió como real sino con fines educativos. Además, la autora concluyó que hay que debatir el papel de las correcciones lingüísticas en este tipo de herramientas ya que cohíben a los participantes.

Internet:<www.webs.ulpgc.es> (con adaptaciones)

Teniendo en cuenta el uso de las nuevas tecnologías, es correcto afirmar que el estudio sobre los blogs en clase de lengua que es citado en el texto precedente

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Q1165013 Espanhol

    Evidentemente, al día de hoy, muchas críticas podrían tejerse sobre los materiales usados en la clase de enseñanza de lengua española: introducción de materiales no auténticos, muchas veces descontextualizados y en los que alumnos debían asumir papeles teatrales de sujetos con los que no les unía la menor identidad o familiaridad, ni siquiera afinidad, la traición al concepto de enfoque comunicativo que supondría colocar elementos gramaticales en estado puro, sin un trabajo didáctico adecuado, el espacio marginal y subalterno de lo cultural, el rol secundario del alumno como sujeto y del grupo de alumnos en el proceso. Y, sin embargo, esa introducción de los diálogos (pese a los problemas expuestos) supuso un decisivo avance, quizás mucho mayor de lo que pudiera salvar la crítica contemporánea.

      La nueva estructura de los programas y métodos suponía introducir de manera consciente o no el elemento dialógico. Un profesor con formación constructivista o mera intuición dialógica podía dar entrada en el espacio de la clase a las voces de los estudiantes (o estos mismos abrirlo con el nuevo poder que los nuevos tiempos les otorgaban), y por tanto incorporar una vía para la manifestación de una cultura e identidad propias, en diálogo con la cultura e identidad del profesor o de otros estudiantes, aunque para conseguirlo debería en cierta forma dejarse de seguirse literalmente el libro, muchas veces denominado método, para introducir nuevas posibilidades. Obviamente tales elementos culturales y de identidad eran imposibles de predecir por el buen autor, por la propia naturaleza de enorme variedad de orígenes, culturas y circunstancias de los estudiantes. De esta forma, la cultura seguía formalmente fuera del sistema, pero suponemos que, penetrada discretamente en las prácticas pedagógicas de enseñanza del español, por la decisiva intuición de su necesidad, que el nuevo papel de la cultura debería exigir.

Internet: <www.mecd.gob.es> (con adaptaciones)

Con respecto a las ideas del texto precedente y teniendo en cuenta el aspecto formativo de la enseñanza del español es correcto afirmar que

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Q1165012 Espanhol

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Internet: <https://ar.pinterest.com>


En la historieta de arriba, el rasgo humorístico se debe a que el pingüino de la

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Q1165011 Espanhol

“Vuelvo en cinco minutos” (cartel colgado en la puerta de un comercio).


Ante ese cartel, un turista extranjero piensa: “— Hace media hora que estoy esperando que abran”.


En esta situación, el turista

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Q1165010 Espanhol

Plan de clase A:


Objetivos generales: actividades de lectura, comprensión de vocabulario y corrección


Objetivos específicos: utilización de nuevas estructuras


1) Lectura de un texto: el profesor lee el texto en la clase una vez. Los alumnos leerán partes del texto después para la corrección. (de 20 a 30 minutos)

2) Explicación gramatical: selección de partes del texto con la estructura que se quiere aprender. Vocabulario extendido. Explicación en la pizarra, con ejemplos. (20 a 30 minutos)

3) Prácticas: utilización de los ejercicios del libro. Los alumnos responden y el profesor corrige. (15 minutos)

4) Dictado: el profesor escoge otro texto con estructuras similares y hace un dictado al grupo. Corrección en la pizarra. (15 minutos)

5) Deber de casa: escribir un texto con las estructuras aprendidas.


Plan de clase B:


Objetivos generales: actividades de calentamiento y de conexión con la lengua


Objetivos específicos: utilización de nuevas estructuras


1) Actividad: rompehielos, de 5 a 10 minutos, con dinámica sencilla al principio de la clase. Objetivo lingüístico: para refrescar lo visto anterior.

2) Presentación del lenguaje: con texto para crear la necesidad de utilizar una estructura con una función determinada. Los alumnos leen en silencio y luego se abre la discusión en grupo. De 20 a 30 minutos, utilización de un texto, pizarra. Explicaciones gramaticales. Participación activa del grupo.

3) Prácticas: utilización de los ejercicios del libro.

Trabajo individual, en parejas o en grupos. (de 10 a 15 minutos)

Uso de la oralidad y de la escrita en pizarra por parte de los alumnos, momento de auto corrección.

4) Práctica oral: actividades propuestas en clase en parejas y grupos. (15 minutos)

5) Actividad secuencial: tarea en grupo.

Internet: <https://nosotos.wordpress.com>  (con adaptaciones)

Teniendo como base el plan de clase, es correcto afirmar que las metodologías que serán utilizadas para el plan A y para el plan B son, respectivamente,

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Respostas
101: C
102: D
103: E
104: D
105: C
106: C
107: C
108: B
109: E
110: A
111: E
112: C
113: E
114: C
115: E
116: A
117: D
118: A
119: E
120: B