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Q477245 Português

                              Paciência 
                                                Lenine/Dudu Falcão/Mameluco 

                 Mesmo quando tudo pede 
                 Um pouco mais de calma 
                 Até quando o corpo pede 
                 Um pouco mais de alma 
                 A vida não para 

                 Enquanto o tempo acelera 
                 E pede pressa 
                 Eu me recuso faço hora, 
                 Vou na valsa 
                 A vida é tão rara 
                 ............................ 

                                              CD Lenine Acústico MTV, 2006. 

Indique a opção correta quanto à colocação pronominal, considerando o 3º verso da 2ª estrofe (“Eu me recuso faço hora").
Alternativas
Q477244 Português

                              Paciência 
                                                Lenine/Dudu Falcão/Mameluco 

                 Mesmo quando tudo pede 
                 Um pouco mais de calma 
                 Até quando o corpo pede 
                 Um pouco mais de alma 
                 A vida não para 

                 Enquanto o tempo acelera 
                 E pede pressa 
                 Eu me recuso faço hora, 
                 Vou na valsa 
                 A vida é tão rara 
                 ............................ 

                                              CD Lenine Acústico MTV, 2006. 


Nas frases: “Mesmo quando tudo pede" (1º verso/ 1ª estrofe), “Até quando o corpo pede" (3º verso/ 1ª estrofe), “Enquanto o tempo acelera" (1º verso/ 2ª estrofe), os elementos de coesão destacados expressam, respectivamente, ideias de
Alternativas
Q477243 Português
                              Paciência
                                                Lenine/Dudu Falcão/Mameluco

                 Mesmo quando tudo pede
                 Um pouco mais de calma
                 Até quando o corpo pede
                 Um pouco mais de alma
                 A vida não para

                 Enquanto o tempo acelera
                 E pede pressa
                 Eu me recuso faço hora,
                 Vou na valsa
                 A vida é tão rara
                 ............................

                                              CD Lenine Acústico MTV, 2006.

Dadas as afirmações seguintes sobre a letra da canção,

I. A mensagem, na letra da canção, revela um cuidado especial com o ritmo das frases, com a sonoridade das palavras; assim, a função da linguagem que predomina é a denotativa.

II. O texto revela um jogo de ideias: oposição entre a pressa do dia a dia, “a vida não para", e a necessidade de calma, “um pouco mais de calma". Dessa forma, há ênfase na mensagem – uso da função poética da linguagem.

III. O emissor do texto teve a intenção de falar objetivamente sobre algo do mundo exterior. Nesse caso, utilizou a função referencial da linguagem.

IV. Em “Enquanto o tempo acelera" (1º verso/2ª estrofe), a conjunção “enquanto" expressa o mesmo valor semântico que “conquanto".

V. Em “E pede pressa" (2º verso/2ª estrofe), o conectivo aditivo poderia ser substituído por “mas também", sem prejuízos semânticos.

verifica-se que estão corretas
Alternativas
Q477242 Português
                                       Somos gente
           Decretaram que pessoas com mais de sessenta anos merecem alguns benefícios. Há mais tempo decretaram que negro era gente.
          Há menos tempo que isso decretaram que mulher também era gente, pois podia votar.
          Mas voltando aos com mais de sessenta: decretaram coisas que deveriam ser naturais numa sociedade razoável. Não as vejo como benefícios, mas como condições mínimas de dignidade e respeito. Benefício tem jeito de concessão, caridade. Coisas como não lhes cobrarem mais pelo seguro saúde porque estão mais velhos, na idade em que possivelmente vão de verdade começar a precisar de médico, remédio, hospital, não deveriam ser impostas por decreto.
           Decretaram também que depois dos sessenta as pessoas podem andar de graça no ônibus e pagar meia entrada no cinema. Perceberam, pois, que após os sessenta as pessoas ainda se locomovem e se divertem. Pensei que achassem que nessa altura a gente ficasse inexoravelmente meio inválido e... invalidado.
          Que sociedade esquisita esta nossa, em que é preciso decretar que em qualquer idade a gente é gente. [...]

                                                                                       LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro:
                                                                                                             Record, 2005. p. 137 (Fragmento).

Nas orações seguintes,

I. “Há menos tempo..."

II. “... como não lhes cobrarem..."

III. “Decretaram também..."

qual a correta classificação do sujeito em cada uma?
Alternativas
Q477241 Português
                                                    Somos gente

          Decretaram que pessoas com mais de sessenta anos merecem alguns benefícios. Há mais tempo decretaram que negro era gente.
          Há menos tempo que isso decretaram que mulher também era gente, pois podia votar.
          Mas voltando aos com mais de sessenta: decretaram coisas que deveriam ser naturais numa sociedade razoável. Não as vejo como benefícios, mas como condições mínimas de dignidade e respeito. Benefício tem jeito de concessão, caridade. Coisas como não lhes cobrarem mais pelo seguro saúde porque estão mais velhos, na idade em que possivelmente vão de verdade começar a precisar de médico, remédio, hospital, não deveriam ser impostas por decreto.
         Decretaram também que depois dos sessenta as pessoas podem andar de graça no ônibus e pagar meia entrada no cinema. Perceberam, pois, que após os sessenta as pessoas ainda se locomovem e se divertem. Pensei que achassem que nessa altura a gente ficasse inexoravelmente meio inválido e... invalidado.
          Que sociedade esquisita esta nossa, em que é preciso decretar que em qualquer idade a gente é gente. [...]

                                                                                      LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro:
                                                                                                            Record, 2005. p. 137 (Fragmento).

Dadas as afirmações abaixo com relação aos vocábulos destacados no fragmento “Pensei que achassem que nessa altura a gente ficasse inexoravelmente inválido e... invalidado ",

I. Ao empregar o vocábulo “inválido", a característica atribuída ao ser parece natural, inerente.

II. Com o vocábulo “invalidado", que denota uma voz passiva, a característica ao ser parece ter sido dada, gerada ou causada por outrem.

III. Ao empregar o particípio “invalidado", a autora pretende enfatizar que a sociedade “invalida" o idoso, colocando-o de lado, menosprezando-o.

IV. A autora enfatiza que o cidadão não é invalidado por ser idoso, mas pelo fato de a sociedade o “invalidar".

verifica-se que está(ão) correta(s)
Alternativas
Q477240 Português
                                            Somos gente

           Decretaram que pessoas com mais de sessenta anos merecem alguns benefícios. Há mais tempo decretaram que negro era gente.
           Há menos tempo que isso decretaram que mulher também era gente, pois podia votar.
           Mas voltando aos com mais de sessenta: decretaram coisas que deveriam ser naturais numa sociedade razoável. Não as vejo como benefícios, mas como condições mínimas de dignidade e respeito. Benefício tem jeito de concessão, caridade. Coisas como não lhes cobrarem mais pelo seguro saúde porque estão mais velhos, na idade em que possivelmente vão de verdade começar a precisar de médico, remédio, hospital, não deveriam ser impostas por decreto.
           Decretaram também que depois dos sessenta as pessoas podem andar de graça no ônibus e pagar meia entrada no cinema. Perceberam, pois, que após os sessenta as pessoas ainda se locomovem e se divertem. Pensei que achassem que nessa altura a gente ficasse inexoravelmente meio inválido e... invalidado.
           Que sociedade esquisita esta nossa, em que é preciso decretar que em qualquer idade a gente é gente. [...]

                                                                                      LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro:
                                                                                                             Record, 2005. p. 137 (Fragmento).

Assinale a opção que apresenta a opinião do narrador do texto acerca da concessão de benefícios aos que têm mais de sessenta anos.
Alternativas
Q477239 Português
                                                    Somos gente

           Decretaram que pessoas com mais de sessenta anos merecem alguns benefícios. Há mais tempo decretaram que negro era gente.
           Há menos tempo que isso decretaram que mulher também era gente, pois podia votar.
           Mas voltando aos com mais de sessenta: decretaram coisas que deveriam ser naturais numa sociedade razoável. Não as vejo como benefícios, mas como condições mínimas de dignidade e respeito. Benefício tem jeito de concessão, caridade. Coisas como não lhes cobrarem mais pelo seguro saúde porque estão mais velhos, na idade em que possivelmente vão de verdade começar a precisar de médico, remédio, hospital, não deveriam ser impostas por decreto.
           Decretaram também que depois dos sessenta as pessoas podem andar de graça no ônibus e pagar meia entrada no cinema. Perceberam, pois, que após os sessenta as pessoas ainda se locomovem e se divertem. Pensei que achassem que nessa altura a gente ficasse inexoravelmente meio inválido e... invalidado.
            Que sociedade esquisita esta nossa, em que é preciso decretar que em qualquer idade a gente é gente. [...]

                                                                                       LUFT, Lya. Pensar é transgredir. Rio de Janeiro:
                                                                                                             Record, 2005. p. 137 (Fragmento).

A respeito do texto acima, assinale a opção incorreta
Alternativas
Q477238 Português
[...]
Vai e diz
Diz assim:
Como sou
Infeliz
No meu descaminho
Diz que estou sozinho
E sem saber de mim (Vinícius de Moraes)

O “que” em “que estou sozinho” classifica-se como
Alternativas
Q477237 Português
[...]
Vai e diz
Diz assim:
Como sou
Infeliz
No meu descaminho
Diz que estou sozinho
E sem saber de mim (Vinícius de Moraes)

No verso “Diz que estou sozinho”, a 2ª oração apresenta caráter sintático de
Alternativas
Q477236 Português
INVEROSSIMILHANÇA: Michaelis inverossimilhança • sf (in+verossimilhança) Falta de verossimilhança; improbabilidade. Coisa inverossímil. Houaiss inverossimilhança • substantivo feminino caráter de inverossimilhante, condição do que não parece verdadeiro ou provável; falta de verossimilhança Michaelis inverosimilhança • sf (in+verosimilhança) Inverossimilhança.

Qual a função da linguagem predominante no texto?
Alternativas
Q477235 Português
INVEROSSIMILHANÇA: Michaelis inverossimilhança • sf (in+verossimilhança) Falta de verossimilhança; improbabilidade. Coisa inverossímil. Houaiss inverossimilhança • substantivo feminino caráter de inverossimilhante, condição do que não parece verdadeiro ou provável; falta de verossimilhança Michaelis inverosimilhança • sf (in+verosimilhança) Inverossimilhança.

Como se pode ver, trata-se aí de fragmentos de informações dicionarizadas da palavra “inverossimilhança”. Segundo esses significados, o inverossímil
Alternativas
Q477234 Português
Sustentabilidade significa criar alicerces econômicos, sociais e ambientais duradouros, que possam ser usufruídos de forma justa e igualitária por todas as gerações atuais e futuras, de qualquer classe social, credo ou cultura. Já a sociedade sustentável é aquela que é autônoma e democrática na busca por um futuro comum que garanta qualidade de vida ebem estar a todas as formas de vida, sem diminuir as possibilidades de usufruto das gerações vindouras (www.euescrevo.com.br).

A que ideia remete-se o fragmento do texto “sem diminuir as possibilidades de usufruto das gerações vindouras”?
Alternativas
Q477233 Português
Sustentabilidade significa criar alicerces econômicos, sociais e ambientais duradouros, que possam ser usufruídos de forma justa e igualitária por todas as gerações atuais e futuras, de qualquer classe social, credo ou cultura. Já a sociedade sustentável é aquela que é autônoma e democrática na busca por um futuro comum que garanta qualidade de vida ebem estar a todas as formas de vida, sem diminuir as possibilidades de usufruto das gerações vindouras (www.euescrevo.com.br).

A afirmação “Já a sociedade sustentável é aquela que é autônoma e democrática na busca por um futuro comum”
Alternativas
Q477232 Português
Sustentabilidade significa criar alicerces econômicos, sociais e ambientais duradouros, que possam ser usufruídos de forma justa e igualitária por todas as gerações atuais e futuras, de qualquer classe social, credo ou cultura. Já a sociedade sustentável é aquela que é autônoma e democrática na busca por um futuro comum que garanta qualidade de vida ebem estar a todas as formas de vida, sem diminuir as possibilidades de usufruto das gerações vindouras (www.euescrevo.com.br).

Qual das afirmações abaixo não constitui um objetivo da sustentabilidade?
Alternativas
Q477231 Português
Há um ódio barato vigente em nossa cultura. E ele é programado quando se dirige aos pobres, aos tachados de loucos, às prostitutas, aos travestis, aos grupos de adolescentes que se vestem de modo inusitado ou pertencem a uma tribo que não a das roupas de marcas sempre aceitas. Ódio barato porque é fácil de sentir e dirigir-se a quem é marcado como descartável pelo sistema econômico (TIBURI, Márcia. Cult, ano 15, abril 2012, p. 41).

A que ideia remete-se o fragmento do texto “aos grupos de adolescentes que se vestem de modo inusitado”?
Alternativas
Q477230 Português
Há um ódio barato vigente em nossa cultura. E ele é programado quando se dirige aos pobres, aos tachados de loucos, às prostitutas, aos travestis, aos grupos de adolescentes que se vestem de modo inusitado ou pertencem a uma tribo que não a das roupas de marcas sempre aceitas. Ódio barato porque é fácil de sentir e dirigir-se a quem é marcado como descartável pelo sistema econômico (TIBURI, Márcia. Cult, ano 15, abril 2012, p. 41).

Quando a autora afirma “aos tachados de loucos”, quer dizer:
Alternativas
Q477229 Português
Há um ódio barato vigente em nossa cultura. E ele é programado quando se dirige aos pobres, aos tachados de loucos, às prostitutas, aos travestis, aos grupos de adolescentes que se vestem de modo inusitado ou pertencem a uma tribo que não a das roupas de marcas sempre aceitas. Ódio barato porque é fácil de sentir e dirigir-se a quem é marcado como descartável pelo sistema econômico (TIBURI, Márcia. Cult, ano 15, abril 2012, p. 41).

A opinião que a autora expressa no texto acima tem como argumento principal:
Alternativas
Q477196 Auditoria
Dadas as afirmações que seguem,

I. O auditor independente não pode ser pessoa jurídica.

II. A opinião do auditor tem o propósito de aumentar o grau de confiança dos usuários das demonstrações contábeis objeto da auditoria.

III. A auditoria externa tem menor independência do que a interna para realização de seus trabalhos.

Não está correto o que se afirma em
Alternativas
Q477194 Auditoria
Segundo as normas de auditoria, que trata dos objetivos gerais do auditor independente,
Alternativas
Q477187 Direito Tributário
A Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico – CIDE – não incide sobre
Alternativas
Respostas
181: D
182: B
183: C
184: E
185: A
186: C
187: D
188: C
189: A
190: D
191: E
192: B
193: E
194: B
195: D
196: E
197: C
198: C
199: E
200: C