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Associe corretamente os termos da COLUNA I com os seus respectivos conceitos na COLUNA II.
COLUNA I
1. Divisão do trabalho.
2. Qualificação.
3. Qualidade.
4. Eficiência.
COLUNA II
( ) Não é apenas controlar a uniformidade de produtos. Todos na empresa são responsáveis por tal informalidade. Nasce com a definição das especificações do produto, ouvindo-se a voz do cliente. É uma questão de satisfação do cliente.
( ) É a palavra usada para indicar que a organização utiliza produtivamente seus recursos. Significa compensar o tempo e a mão-de-obra empregada, ausência de desperdícios e retrabalhos.
( ) Diz respeito às capacidades individual e profissional do funcionário, que deve desempenhar as tarefas coerentes com essas capacidades, relacionadas entre si por certa unidade.
( ) A designação de tarefas específicas para cada indivíduo, resultando na especialização das funções, da aprendizagem e da separação do poder.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
A comunicação na empresa pode ser realizada por intermédio de alguns fluxos.
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um desses fluxos.
Competências são conhecimentos, habilidades e atitudes necessários para uma pessoa desempenhar atividades. Algumas importantes competências _______________ são as seguintes:
• Entendimento do próprio cargo, de seus requisitos e seu impacto sobre a organização.
• Capacidade de compreender, analisar e controlar o próprio comportamento, em particular as emoções.
• Capacidade de aprender com a própria experiência e com a experiência alheia.
• Capacidade de analisar, compreender e desenvolver as próprias potencialidades e superar as próprias vulnerabilidades.
Assinale a alternativa que completa a lacuna com a CORRETA categoria de competência.
As normas para apresentação de trabalhos de uma instituição de ensino indicam que as margens esquerda e superior devem ser de 3 cm e a inferior e direita de 2 cm.
Qual o recurso de edição do MS Word deverá ser executado para atender o estabelecido pela norma?
Relacione os itens de segurança apresentados na COLUNA I com suas descrições na COLUNA II.
COLUNA I1. Criptografia.
2. FireWall.
3. Assinatura digital.
COLUNA II
( ) Código usado para comprovar a autenticidade e a integridade de uma informação.
( ) Ciência e arte de escrever mensagens em forma cifrada ou em código.
( ) Dispositivo de segurança usado para dividir e controlar o acesso entre redes de computadores.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Leia atentamente a seguinte sequência de ações de um usuário do Windows 7, após ativar o Windows Explorer e se posicionar em uma pasta.
1. Clique com o botão direito do mouse sobre um arquivo.
2. Clique na opção copiar.
3. Posiciona-se em outra pasta.
4. Clique com o botão direito do mouse em uma área vazia da pasta.
5. Clique na opção colar.
Assinale a alternativa que apresenta o CORRETO resultado da sequência de ações descritas.Considere a seguinte notícia veiculada em 28/01/14 em um site da internet e aqui reproduzida com adaptações:
Para o Professor da Universidade de Brasília, José Matias Pereira, especialista em finanças públicas, o Governo brasileiro e o BNDES (Banco de Desenvolvimento Econômico e Social) mostram a falta de compromisso com o dinheiro público ao financiarem a infraestrutura de outro país, enquanto precisamente a nossa falta de infraestrutura impede o crescimento econômico do Brasil.
Assinale a alternativa que se refere CORRETAMENTE a notícia citada.
São previstas na Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006), que cria mecanismos para coibir a violência contra a mulher, as formas de violência doméstica e familiar contra a mulher.
A forma que se manifesta em “qualquer conduta que configure calúnia, difamação, ou injúria” é, legalmente classificada como violência
Em sua conta no Twitter, a Presidente Dilma assim se manifestou no dia 10/02/2014:
“... a morte do cinegrafista da Tv Bandeirantes Santiago Ilídio Andrade revolta e entristece.”
A Presidente determinou também que a Polícia Federal apoiasse as investigações para a aplicação de pena aos culpados. A manifestação é relativa:
Em 1215, após o rei João, da Inglaterra, ter violado várias leis antigas e vários costumes que compunham a disciplina de Governo daquele país, os súditos se rebelaram e o forçaram a assinar o documento que enumera uma série de direitos que, mais tarde, viriam a ser consagrados como direitos humanos.
Aquele documento foi denominado:
TRINTA ANOS DE UMA FRASE INFELIZ
Ele não podia ter arrumado outra frase? Vá lá que haja perpetrado grande feito indo à Lua, embora tal empreendimento soe hoje exótico como uma viagem de Gulliver. Mas Neil Armstrong, o primeiro astronauta a pisar na Lua, precisava ter dito: “Este é um passo pequeno para um homem, mas um salto gigantesco para a humanidade”? Não podia ter-se contentado com algo mais natural (“Quanta poeira” por exemplo), menos pedante (“Quem diria, conseguimos”), mais útil como informação (“Andar aqui é fácil/difícil; gostoso/dói a perna”) ou mais realista (“Estou preocupado com a volta”)?
Não podia. Convencionou-se que eventos solenes pedem frases solenes. Era preciso forjar para a ocasião uma frase “histórica”. Não histórica no sentido de que fica guardada para a posteridade – a posteridade guarda também frases debochadas, como “Se eles não têm pão, comam brioches”. Histórica, no caso, equivale à frase edificante. É a história em sua versão, velhusca e fraudulenta, de “Mestra da Vida”, a História rebaixada a ramo da educação moral e cívica. À luz desse entendimento do que é “histórico”, Armstrong escolheu sua frase. Armstrong teve tanto tempo para pensar, no longo período de preparativos, ou outros tiveram tempo de pensar por ele, no caso de a frase lhe ter sido oferecida de bandeja, junto com a roupa e os instrumentos para a missão, e foi sair-se com um exemplar do primeiro gênero. Se era para dizer algo bonito, por que não recitou Shakespeare? Se queria algo inteligente, por que não encomendou a Gore Vidal ou Woody Allen?
(Roberto Pompeu de Toledo, Veja, 2000)
TRINTA ANOS DE UMA FRASE INFELIZ
Ele não podia ter arrumado outra frase? Vá lá que haja perpetrado grande feito indo à Lua, embora tal empreendimento soe hoje exótico como uma viagem de Gulliver. Mas Neil Armstrong, o primeiro astronauta a pisar na Lua, precisava ter dito: “Este é um passo pequeno para um homem, mas um salto gigantesco para a humanidade”? Não podia ter-se contentado com algo mais natural (“Quanta poeira” por exemplo), menos pedante (“Quem diria, conseguimos”), mais útil como informação (“Andar aqui é fácil/difícil; gostoso/dói a perna”) ou mais realista (“Estou preocupado com a volta”)?
Não podia. Convencionou-se que eventos solenes pedem frases solenes. Era preciso forjar para a ocasião uma frase “histórica”. Não histórica no sentido de que fica guardada para a posteridade – a posteridade guarda também frases debochadas, como “Se eles não têm pão, comam brioches”. Histórica, no caso, equivale à frase edificante. É a história em sua versão, velhusca e fraudulenta, de “Mestra da Vida”, a História rebaixada a ramo da educação moral e cívica. À luz desse entendimento do que é “histórico”, Armstrong escolheu sua frase. Armstrong teve tanto tempo para pensar, no longo período de preparativos, ou outros tiveram tempo de pensar por ele, no caso de a frase lhe ter sido oferecida de bandeja, junto com a roupa e os instrumentos para a missão, e foi sair-se com um exemplar do primeiro gênero. Se era para dizer algo bonito, por que não recitou Shakespeare? Se queria algo inteligente, por que não encomendou a Gore Vidal ou Woody Allen?
(Roberto Pompeu de Toledo, Veja, 2000)
TRINTA ANOS DE UMA FRASE INFELIZ
Ele não podia ter arrumado outra frase? Vá lá que haja perpetrado grande feito indo à Lua, embora tal empreendimento soe hoje exótico como uma viagem de Gulliver. Mas Neil Armstrong, o primeiro astronauta a pisar na Lua, precisava ter dito: “Este é um passo pequeno para um homem, mas um salto gigantesco para a humanidade”? Não podia ter-se contentado com algo mais natural (“Quanta poeira” por exemplo), menos pedante (“Quem diria, conseguimos”), mais útil como informação (“Andar aqui é fácil/difícil; gostoso/dói a perna”) ou mais realista (“Estou preocupado com a volta”)?
Não podia. Convencionou-se que eventos solenes pedem frases solenes. Era preciso forjar para a ocasião uma frase “histórica”. Não histórica no sentido de que fica guardada para a posteridade – a posteridade guarda também frases debochadas, como “Se eles não têm pão, comam brioches”. Histórica, no caso, equivale à frase edificante. É a história em sua versão, velhusca e fraudulenta, de “Mestra da Vida”, a História rebaixada a ramo da educação moral e cívica. À luz desse entendimento do que é “histórico”, Armstrong escolheu sua frase. Armstrong teve tanto tempo para pensar, no longo período de preparativos, ou outros tiveram tempo de pensar por ele, no caso de a frase lhe ter sido oferecida de bandeja, junto com a roupa e os instrumentos para a missão, e foi sair-se com um exemplar do primeiro gênero. Se era para dizer algo bonito, por que não recitou Shakespeare? Se queria algo inteligente, por que não encomendou a Gore Vidal ou Woody Allen?
(Roberto Pompeu de Toledo, Veja, 2000)
Leia o trecho.
“... a posteridade guarda também frases debochadas, como “Se eles não têm pão, comam brioches”. História, no caso, equivale à frase edificante.”
Quanto ao emprego das formas verbais destacadas acima essas só NÃO DIFEREM
TRINTA ANOS DE UMA FRASE INFELIZ
Ele não podia ter arrumado outra frase? Vá lá que haja perpetrado grande feito indo à Lua, embora tal empreendimento soe hoje exótico como uma viagem de Gulliver. Mas Neil Armstrong, o primeiro astronauta a pisar na Lua, precisava ter dito: “Este é um passo pequeno para um homem, mas um salto gigantesco para a humanidade”? Não podia ter-se contentado com algo mais natural (“Quanta poeira” por exemplo), menos pedante (“Quem diria, conseguimos”), mais útil como informação (“Andar aqui é fácil/difícil; gostoso/dói a perna”) ou mais realista (“Estou preocupado com a volta”)?
Não podia. Convencionou-se que eventos solenes pedem frases solenes. Era preciso forjar para a ocasião uma frase “histórica”. Não histórica no sentido de que fica guardada para a posteridade – a posteridade guarda também frases debochadas, como “Se eles não têm pão, comam brioches”. Histórica, no caso, equivale à frase edificante. É a história em sua versão, velhusca e fraudulenta, de “Mestra da Vida”, a História rebaixada a ramo da educação moral e cívica. À luz desse entendimento do que é “histórico”, Armstrong escolheu sua frase. Armstrong teve tanto tempo para pensar, no longo período de preparativos, ou outros tiveram tempo de pensar por ele, no caso de a frase lhe ter sido oferecida de bandeja, junto com a roupa e os instrumentos para a missão, e foi sair-se com um exemplar do primeiro gênero. Se era para dizer algo bonito, por que não recitou Shakespeare? Se queria algo inteligente, por que não encomendou a Gore Vidal ou Woody Allen?
(Roberto Pompeu de Toledo, Veja, 2000)
TRINTA ANOS DE UMA FRASE INFELIZ
Ele não podia ter arrumado outra frase? Vá lá que haja perpetrado grande feito indo à Lua, embora tal empreendimento soe hoje exótico como uma viagem de Gulliver. Mas Neil Armstrong, o primeiro astronauta a pisar na Lua, precisava ter dito: “Este é um passo pequeno para um homem, mas um salto gigantesco para a humanidade”? Não podia ter-se contentado com algo mais natural (“Quanta poeira” por exemplo), menos pedante (“Quem diria, conseguimos”), mais útil como informação (“Andar aqui é fácil/difícil; gostoso/dói a perna”) ou mais realista (“Estou preocupado com a volta”)?
Não podia. Convencionou-se que eventos solenes pedem frases solenes. Era preciso forjar para a ocasião uma frase “histórica”. Não histórica no sentido de que fica guardada para a posteridade – a posteridade guarda também frases debochadas, como “Se eles não têm pão, comam brioches”. Histórica, no caso, equivale à frase edificante. É a história em sua versão, velhusca e fraudulenta, de “Mestra da Vida”, a História rebaixada a ramo da educação moral e cívica. À luz desse entendimento do que é “histórico”, Armstrong escolheu sua frase. Armstrong teve tanto tempo para pensar, no longo período de preparativos, ou outros tiveram tempo de pensar por ele, no caso de a frase lhe ter sido oferecida de bandeja, junto com a roupa e os instrumentos para a missão, e foi sair-se com um exemplar do primeiro gênero. Se era para dizer algo bonito, por que não recitou Shakespeare? Se queria algo inteligente, por que não encomendou a Gore Vidal ou Woody Allen?
(Roberto Pompeu de Toledo, Veja, 2000)