Questões de Concurso Comentadas para cref - 4ª região (sp)

Foram encontradas 213 questões

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Q3782837 Educação Física
O exercício físico está diretamente associado à melhora da condição física, da qualidade de vida, e tem papel relevante tanto na prevenção como no tratamento não farmacológico de várias doenças.
Especificamente com relação ao câncer, Ramallo (2018) afirma que o exercício físico
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Q3782836 Educação Física
A fibromialgia é uma doença reumática não articular, do grupo das doenças musculoesqueléticas dolorosas.
De acordo com Ramallo (2018), o profissional de Educação Física deve saber que, para pessoas com essa doença,
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Q3782835 Educação Física
A realização da avaliação pré-participação e da estratificação de risco cardiovascular é recomendada para posterior tomada de decisão sobre a liberação para a prática.
De acordo com Pitanga e cols. (2019), essa avaliação deve ser composta por uma anamnese cuidadosa e pela aplicação do questionário PAR-Q (Physical Activity Readiness).
Tendo isso em mente, analise a seguinte situação decorrente de uma avaliação pré-participação:
I. anamnese com poucos relatos de saúde importante;
II. PAR-Q com uma resposta positiva a uma das questões; III. risco cardiovascular classificado com médio habitual.
De acordo com os autores citados, diante desses dados, qual deve ser a conduta do profissional de Educação Física?
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Q3782834 Educação Física
Em pessoas iniciantes, em menos de dez sessões de treinamento de musculação, já se nota aumento na sua força muscular.
Do ponto de vista fisiológico, esse acréscimo de força depende
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Q3782832 Educação Física
As responsabilidades e deveres do profissional de Educação Física incluem assegurar um serviço seguro, competente e atualizado; elaborar o programa de atividades em função das condições de saúde do beneficiário e manter-se atualizado quanto aos conhecimentos técnicos, científicos e culturais.
No que se refere ao trabalho com idosos, compete ao profissional de Educação Física
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Q3782831 Educação Física
Segundo Tojal (Ética – o caminhar e a sua aplicação na sociedade moderna, In: Vargas, A. (org.). Dimensionamento ético da intervenção profissional em educação física, 2017), “a ética, em sentido amplo, tem sido considerada como a ciência da conduta humana perante o ser e seus semelhantes”.
De acordo com esse autor, a ética
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Q3782830 Educação Física
 Segundo Testa Junior (Educação Física Escolar: a educação para a saúde pela perspectiva da resolução de problemas, 2018), a metodologia baseada na resolução de problemas pode ser aplicada em aulas de Educação Física na perspectiva da educação para a saúde, levando a resultados positivos na aquisição de conhecimentos conceituais, procedimentais e atitudinais sobre a prática de atividades físicas. Nessa metodologia de ensino, são adotadas cinco estratégias relativas às informações trabalhadas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de utilização dessas estratégias.
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Q3782829 Educação Física
Netto, Gennari e Gobbi (Fragmentos históricos da regulamentação da profissão de educação física e da criação e desenvolvimento do CREF4/SP, 2019) mencionam que a Resolução CONFEF no 023/2000 dispõe sobre a fiscalização e orientação do exercício Profissional e das Pessoas Jurídicas.
Essa Resolução estabelece que a orientação e a fiscalização, direta e imediata, sejam realizadas por profissionais de Educação Física graduados, registrados, devidamente credenciados como Agentes de Orientação e Fiscalização, que
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Q3782828 Educação Física
A definição de procedimentos técnicos de seleção e contratação de pessoas que trabalham em uma instalação esportiva, o planejamento do desenvolvimento de carreira, bem como o planejamento dos horários de trabalho e a descrição dos postos de trabalho, são atribuições da área de
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Q3782827 Educação Física
Para que as competições do esporte paralímpico fossem organizadas e tivessem critérios de equidade em relação aos tipos de deficiências, foi criado um sistema de classificação desportiva. Trata-se de um nivelamento para agrupar as deficiências de acordo com sua funcionalidade e equidade, com o objetivo de trazer para as competições a maior licitude possível.
O trabalho de classificação desportiva dos atletas paralímpicos é realizado por
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Q3782826 Educação Física
A avaliação dos estudantes aplicadas por professores de Educação Física que atuam em escolas da Educação Básica pode gerar desconfortos em pais e nos estudantes quando se fundamenta em projetos pedagógicos que adotam metodologias tradicionais.
Segundo Castellani Filho et al. (Metodologia do Ensino de Educação Física, 2014), em escolas nas quais a orientação pedagógica é reprodutivista (predominante na década de 1980), de manutenção do status quo da sociedade, a avaliação possui caráter
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Q3782825 Educação Física
Uma parte expressiva das leis de incentivo ao esporte no Brasil baseia-se na renúncia fiscal.
Cabral et al. (Leis de incentivo ao esporte: novas perspectivas para o desporto brasileiro, 2019), nesse contexto, afirmam que a definição de incentivo fiscal é o uso de dinheiro público para estimular investimento privado. Se, por um lado, essas leis geram recursos para investir no esporte, por outro lado, criam perversões como
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Q3782823 Raciocínio Lógico

Analise o diagrama a seguir, que possui elementos em  todas as suas regiões:


                                                                   Imagem associada para resolução da questão


A partir dessa distribuição de elementos, é logicamente verdadeiro afirmar que

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Q3782820 Matemática

A tabela a seguir mostra o preço de fechamento de um ativo nos últimos cinco dias:


                                                         Imagem associada para resolução da questão


Para mostrar com mais ênfase a fase de declínio desse preço, um analista calculou a média aritmética simples dos preços de fechamento e comparou com a média aritmética desses preços, ponderada pelos pesos atribuídos a cada dia.


A diferença absoluta entre as duas médias foi de quantos reais (R$)?

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Q3782816 Português
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância.
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Q3782815 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões abaixo.


Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?


    O Prêmio Nobel de Economia de 2025 voltou a iluminar um velho tema da fé moderna: a crença de que a inovação é o motor do progresso. Ao reconhecer os economistas que explicaram, com refinamento teórico e dados sofisticados, como o avanço tecnológico impulsiona a produtividade e o crescimento, o prêmio parece reafirmar uma convicção que sobreviveu a todas as crises: se há problemas, a inovação os resolverá.

    Vale indagar se essa confiança ainda se sustenta, tal como a concebemos, no mundo de hoje. Não porque a inovação tenha perdido relevância; ao contrário, nunca foi tão necessária. Mas porque o contexto mudou. A economia global de 2025 vive sob a sombra dos limites ecológicos, das mudanças climáticas e de uma sensação difusa de que o planeta não aguenta mais o tipo de crescimento que associamos ao bem-estar.

    Diante disso, quem sou eu para rejeitar as ideias dos laureados? Elas são sólidas, fecundas e belas na sua lógica interna. A questão é outra: será que elas respondem às perguntas do nosso tempo? Ou continuamos aplicando um modelo de raciocínio forjado em um contexto de expansão, num planeta que parecia infinito, a um mundo que agora descobre seus contornos finitos?

    A inovação, sozinha, não garante sustentabilidade. Porque toda inovação é ambígua — cria soluções, mas também novas pressões. Os carros elétricos reduzem emissões, mas ampliam a demanda por lítio e cobalto. A inteligência artificial otimiza sistemas, mas consome energia em escala crescente. As biotecnologias prometem reduzir impactos agrícolas, mas podem concentrar ainda mais o poder sobre as sementes e os recursos genéticos.

    Isso não significa que devamos abandonar a inovação ou o crescimento, mas talvez reposicioná-los: em vez de fins em si mesmos, transformá-los em instrumentos de uma prosperidade dentro dos limites do planeta. E, para isso, é preciso revisar o que entendemos por sucesso econômico — e o que esperamos da própria inovação.

    Não penso que precisemos desacelerar o motor da inovação, mas que é preciso trocar o combustível, substituir a lógica da extração pela da regeneração, o incentivo da escassez pelo da cooperação, e a promessa de crescimento ilimitado por uma prosperidade compartilhada e sustentável.


(Antônio Márcio Buainain, “Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?”, Jornal da Unicamp. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase do texto foi reescrita em conformidade com a norma-padrão de regência e de emprego do acento indicativo de crase.
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Q3782814 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões abaixo.


Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?


    O Prêmio Nobel de Economia de 2025 voltou a iluminar um velho tema da fé moderna: a crença de que a inovação é o motor do progresso. Ao reconhecer os economistas que explicaram, com refinamento teórico e dados sofisticados, como o avanço tecnológico impulsiona a produtividade e o crescimento, o prêmio parece reafirmar uma convicção que sobreviveu a todas as crises: se há problemas, a inovação os resolverá.

    Vale indagar se essa confiança ainda se sustenta, tal como a concebemos, no mundo de hoje. Não porque a inovação tenha perdido relevância; ao contrário, nunca foi tão necessária. Mas porque o contexto mudou. A economia global de 2025 vive sob a sombra dos limites ecológicos, das mudanças climáticas e de uma sensação difusa de que o planeta não aguenta mais o tipo de crescimento que associamos ao bem-estar.

    Diante disso, quem sou eu para rejeitar as ideias dos laureados? Elas são sólidas, fecundas e belas na sua lógica interna. A questão é outra: será que elas respondem às perguntas do nosso tempo? Ou continuamos aplicando um modelo de raciocínio forjado em um contexto de expansão, num planeta que parecia infinito, a um mundo que agora descobre seus contornos finitos?

    A inovação, sozinha, não garante sustentabilidade. Porque toda inovação é ambígua — cria soluções, mas também novas pressões. Os carros elétricos reduzem emissões, mas ampliam a demanda por lítio e cobalto. A inteligência artificial otimiza sistemas, mas consome energia em escala crescente. As biotecnologias prometem reduzir impactos agrícolas, mas podem concentrar ainda mais o poder sobre as sementes e os recursos genéticos.

    Isso não significa que devamos abandonar a inovação ou o crescimento, mas talvez reposicioná-los: em vez de fins em si mesmos, transformá-los em instrumentos de uma prosperidade dentro dos limites do planeta. E, para isso, é preciso revisar o que entendemos por sucesso econômico — e o que esperamos da própria inovação.

    Não penso que precisemos desacelerar o motor da inovação, mas que é preciso trocar o combustível, substituir a lógica da extração pela da regeneração, o incentivo da escassez pelo da cooperação, e a promessa de crescimento ilimitado por uma prosperidade compartilhada e sustentável.


(Antônio Márcio Buainain, “Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?”, Jornal da Unicamp. Adaptado)

Considere as seguintes frases do 3º parágrafo:
•  “Diante disso, quem sou eu para rejeitar as ideias dos laureados?”
•  “Ou continuamos aplicando um modelo de raciocínio forjado em um contexto de expansão...”
Considerando o sentido com que foram empregadas no texto, as palavras em destaque têm como sinônimos, correta e respectivamente,
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Q3782813 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões abaixo.


Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?


    O Prêmio Nobel de Economia de 2025 voltou a iluminar um velho tema da fé moderna: a crença de que a inovação é o motor do progresso. Ao reconhecer os economistas que explicaram, com refinamento teórico e dados sofisticados, como o avanço tecnológico impulsiona a produtividade e o crescimento, o prêmio parece reafirmar uma convicção que sobreviveu a todas as crises: se há problemas, a inovação os resolverá.

    Vale indagar se essa confiança ainda se sustenta, tal como a concebemos, no mundo de hoje. Não porque a inovação tenha perdido relevância; ao contrário, nunca foi tão necessária. Mas porque o contexto mudou. A economia global de 2025 vive sob a sombra dos limites ecológicos, das mudanças climáticas e de uma sensação difusa de que o planeta não aguenta mais o tipo de crescimento que associamos ao bem-estar.

    Diante disso, quem sou eu para rejeitar as ideias dos laureados? Elas são sólidas, fecundas e belas na sua lógica interna. A questão é outra: será que elas respondem às perguntas do nosso tempo? Ou continuamos aplicando um modelo de raciocínio forjado em um contexto de expansão, num planeta que parecia infinito, a um mundo que agora descobre seus contornos finitos?

    A inovação, sozinha, não garante sustentabilidade. Porque toda inovação é ambígua — cria soluções, mas também novas pressões. Os carros elétricos reduzem emissões, mas ampliam a demanda por lítio e cobalto. A inteligência artificial otimiza sistemas, mas consome energia em escala crescente. As biotecnologias prometem reduzir impactos agrícolas, mas podem concentrar ainda mais o poder sobre as sementes e os recursos genéticos.

    Isso não significa que devamos abandonar a inovação ou o crescimento, mas talvez reposicioná-los: em vez de fins em si mesmos, transformá-los em instrumentos de uma prosperidade dentro dos limites do planeta. E, para isso, é preciso revisar o que entendemos por sucesso econômico — e o que esperamos da própria inovação.

    Não penso que precisemos desacelerar o motor da inovação, mas que é preciso trocar o combustível, substituir a lógica da extração pela da regeneração, o incentivo da escassez pelo da cooperação, e a promessa de crescimento ilimitado por uma prosperidade compartilhada e sustentável.


(Antônio Márcio Buainain, “Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?”, Jornal da Unicamp. Adaptado)

Em “Não penso que precisemos desacelerar o motor da inovação, mas que é preciso trocar o combustível...” (6º parágrafo), o autor utiliza uma metáfora para expressar a ideia de que
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Q3782812 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões abaixo.


Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?


    O Prêmio Nobel de Economia de 2025 voltou a iluminar um velho tema da fé moderna: a crença de que a inovação é o motor do progresso. Ao reconhecer os economistas que explicaram, com refinamento teórico e dados sofisticados, como o avanço tecnológico impulsiona a produtividade e o crescimento, o prêmio parece reafirmar uma convicção que sobreviveu a todas as crises: se há problemas, a inovação os resolverá.

    Vale indagar se essa confiança ainda se sustenta, tal como a concebemos, no mundo de hoje. Não porque a inovação tenha perdido relevância; ao contrário, nunca foi tão necessária. Mas porque o contexto mudou. A economia global de 2025 vive sob a sombra dos limites ecológicos, das mudanças climáticas e de uma sensação difusa de que o planeta não aguenta mais o tipo de crescimento que associamos ao bem-estar.

    Diante disso, quem sou eu para rejeitar as ideias dos laureados? Elas são sólidas, fecundas e belas na sua lógica interna. A questão é outra: será que elas respondem às perguntas do nosso tempo? Ou continuamos aplicando um modelo de raciocínio forjado em um contexto de expansão, num planeta que parecia infinito, a um mundo que agora descobre seus contornos finitos?

    A inovação, sozinha, não garante sustentabilidade. Porque toda inovação é ambígua — cria soluções, mas também novas pressões. Os carros elétricos reduzem emissões, mas ampliam a demanda por lítio e cobalto. A inteligência artificial otimiza sistemas, mas consome energia em escala crescente. As biotecnologias prometem reduzir impactos agrícolas, mas podem concentrar ainda mais o poder sobre as sementes e os recursos genéticos.

    Isso não significa que devamos abandonar a inovação ou o crescimento, mas talvez reposicioná-los: em vez de fins em si mesmos, transformá-los em instrumentos de uma prosperidade dentro dos limites do planeta. E, para isso, é preciso revisar o que entendemos por sucesso econômico — e o que esperamos da própria inovação.

    Não penso que precisemos desacelerar o motor da inovação, mas que é preciso trocar o combustível, substituir a lógica da extração pela da regeneração, o incentivo da escassez pelo da cooperação, e a promessa de crescimento ilimitado por uma prosperidade compartilhada e sustentável.


(Antônio Márcio Buainain, “Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?”, Jornal da Unicamp. Adaptado)

Com base na leitura do texto, é correto afirmar que o autor procura
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Q3782811 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada pode ser substituída pela expressão apresentada, sem prejuízo da norma-padrão de emprego dos pronomes.
Alternativas
Respostas
61: D
62: C
63: E
64: A
65: B
66: E
67: C
68: C
69: A
70: D
71: C
72: E
73: A
74: D
75: E
76: C
77: A
78: E
79: B
80: C