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Chapeuzinho Vermelho
Era uma vez, numa pequena cidade às margens da floresta, uma menina de olhos negros e louros cabelos cacheados.
Um dia, com um retalho de tecido vermelho, sua mie costurou para ela uma curta capa com capuz e ficou uma belezinha, combinando muito bem com os cabelos louros e os olhos negros da menina.
Daquele dia em diante, a menina não quis mais saber de vestir outra roupa, senão aquela; e com o tempo, os moradores da vila passaram a chamá-la de "Chapeuzinho Vermelho".
Qual será o resultado selecionando-se as palavras Era e vez, do primeiro parágrafo, e em seguida pressionando-se a tecla BackSpace?
I. Em "Eles têm muita vergonha de cantar", a acentuação está incorreta.
II. Em "É impossível não desanimar com tantos infortúnios", a acentuação está correta.
III. Em "A história contada é inverossímil", a acentuação está incorreta.
Está correto o que se afirma em:
I. Em "A menina foi à praia", a crase está utilizada corretamente.
II. Na frase "Vou à Pernambuco", a crase está utilizada incorretamente.
III. Em "Nunca fui à feira sozinha", a crase está utilizada incorretamente.
Está correto o que se afirma em:
Da vez primeira em que me assassinaram,
Perdi um jeito de sorrir que eu tinha.
Depois, a cada vez que me mataram,
Foram levando qualquer coisa minha.
Hoje, dos meu cadáveres eu sou
O mais desnudo, o que não tem mais nada.
Arde um toco de Vela amarelada,
Como único bem que me ficou.
Vinde! Corvos, chacais, ladrões de estrada!
Pois dessa mão avaramente adunca
Não haverão de arracar a luz sagrada!
Aves da noite! Asas do horror! Voejai!
Que a luz trêmula e triste como um ai,
A luz de um morto não se apaga nunca!
Mário Quintana
Da vez primeira em que me assassinaram,
Perdi um jeito de sorrir que eu tinha.
Depois, a cada vez que me mataram,
Foram levando qualquer coisa minha.
Hoje, dos meu cadáveres eu sou
O mais desnudo, o que não tem mais nada.
Arde um toco de Vela amarelada,
Como único bem que me ficou.
Vinde! Corvos, chacais, ladrões de estrada!
Pois dessa mão avaramente adunca
Não haverão de arracar a luz sagrada!
Aves da noite! Asas do horror! Voejai!
Que a luz trêmula e triste como um ai,
A luz de um morto não se apaga nunca!
Mário Quintana