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Homem de 35 anos procura atendimento por apresentar, há aproximadamente 6 meses, tremores nas mãos e lentidão nos movimentos.
Ao exame físico, observa-se rigidez em roda dentada, tremor de repouso, bradicinesia nos membros superiores e marcha em pequenos passos, com distribuição simétrica dos sinais. Levantou-se a hipótese de parkinsonismo de origem medicamentosa.
Entre as medicações listadas a seguir, assinale a mais frequentemente associada ao quadro descrito.
Paciente com asma grave em uso de altas doses de corticosteroides e LABA permanece sintomático. IgE elevada e eosinofilia periférica.
Assinale a classe terapêutica mais indicada para o caso.
Paciente de 46 anos com diagnóstico de DPOC apresenta VEF1 de 35% do previsto, duas exarcebações no último ano e limitação funcional importante.
A melhor conduta complementar a se considerar é
Paciente de 35 anos com tosse seca, linfadenopatia hilar bilateral e lesões cutâneas. Biopsia mostra granulomas não caseosos.
O diagnóstico mais provável é
Paciente com diagnóstico de embolia pulmonar em tratamento anticoagulante apresenta queda da saturação e dor torácica. Novo exame mostra infarto pulmonar.
O exame mais adequado para confirmação é
Paciente de 45 anos com diagnóstico de hipertensão pulmonar apresenta dispneia progressiva e sinais de insuficiência cardíaca direita. Foi solicitado cateterismo cardíaco.
O seguinte parâmetro confirma hipertensão arterial pulmonar pré-capilar:
Paciente de 52 anos com queixa de dispneia aos esforços. Espirometria com padrão restritivo. Tomografia de alta resolução mostra vidro fosco difuso com bronquiectasias por tração e faveolamento.
O diagnóstico mais provável é
Um paciente de 45 anos, portador de asma moderada persistente, comparece à consulta com queixas de piora da dispneia e uso frequente de SABA. Refere adesão ao uso de budesonida/formoterol duas vezes ao dia.
No manejo da asma desse paciente, é mais adequado
Um paciente de 63 anos, tabagista (30 maços/ano), apresenta tosse crônica e dispneia progressiva há dois anos. Realizou espirometria que evidenciou VEF1/CVF de 60%, VEF1 de 55% do previsto e resposta broncodilatadora negativa. Foi iniciado tratamento com broncodilatadores de longa ação e reabilitação pulmonar.
O diagnóstico mais provável para esse paciente e a medida mais indicada para reduzir a progressão da doença são, respectivamente,
Um paciente de 65 anos teve diagnóstico de doença de Parkinson há cinco anos. Refere que, precedendo a esse diagnóstico em aproximadamente quatro anos, apresentava sonhos recorrentes, em geral de conteúdo violento, em que chutava seu companheiro de quarto. Em três ocasiões chegou a cair da cama. Procurou, então, especialista em sono que firmou diagnóstico após realizar estudo polissonográfico.
Entre as opções listadas a seguir, o diagnóstico firmado pelo especialista em sono poderia ser
Homem de 40 anos, previamente saudável, é atendido na emergência após ter apresentado na rua crise convulsiva generalizada.
Após a recuperação da consciência recorda-se de ter apresentado, no último ano, alguns episódios de crises epiléticas parciais disperceptivas. Internado para investigação, a TC de crânio identifica pequena lesão cortical frontal com calcificação e captação heterogênea de contraste. Submetido a biopsia é identificada co-deleção 1p/19q e IDH mutado.
O diagnóstico mais provável é
Criança de 8 anos apresenta febre, confusão mental, ataxia e perda visual após infecção viral e é internada na emergência. RM de encéfalo mostra lesões grandes, mal delimitadas, em substância branca subcortical e cerebelar. Sorologia mostra anticorpos anti-MOG positivos.
Esse quadro é compatível com
Mulher de 28 anos, com 1,60 cm de altura e 80 kg, em tratamento de irregularidade menstrual, desenvolve, nos últimos dois meses, cefaleia diária, vômitos e, nas últimas duas semanas, observa turvação visual e diplopia.
Acuidade visual 20/60 em ambos os olhos com correção, fundoscopia com perda do contorno do disco óptico e paresia da abdução do olhar bilateralmente. Tomografia de crânio com contraste sem alterações.
O resultado de exame que confirmaria o diagnóstico seria:
Mulher de 48 anos, com miastenia gravis generalizada controlada há 2 anos com mestinon 60 mg 6/6h, procura o pronto-socorro por fraqueza muscular progressiva, voz anasalada e dificuldade para engolir, iniciadas nas últimas 24 horas. Relata que está tratando uma infecção urinária com antibiótico iniciado há 3 dias.
Ao exame observa-se fácies miastênica, disartria, tiragem intercostal leve e uso de musculatura acessória. Apresenta fraqueza simétrica nos quatro membros (grau 3), arreflexia e ausência de febre. Saturação: 91% em ar ambiente. Gasometria arterial: pH 7,39; pCO₂ 43 mmHg; pO₂ 79 mmHg.
A conduta mais adequada no momento é
Homem de 42 anos apresenta paralisia facial bilateral de instalação subaguda, com início à direita e progressão para o lado esquerdo em 48 horas. Refere também formigamentos nas mãos e nos pés. Nega febre, alterações visuais ou disartria.
Exame físico revela paralisia facial periférica bilateral, arreflexia patelar e aquileu, e sensibilidade superficial preservada à dor e temperatura. Força está preservada em todos os segmentos. Não há sinais meníngeos. RM de encéfalo é normal.
Diante do quadro, o diagnóstico mais provável é