Foram encontradas 34.866 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Febre, dor, hipotensão, oligúria e rubor facial caracterizam sintomas decorrentes de reação transfusional.
Caso um paciente adulto do sexo masculino com hematócrito de 34% tenha de ser submetido à coleta de sangue para estudo da coagulação, o anticoagulante usado deverá ser o citrato de sódio, respeitando-se a proporção 9:1 entre sangue e o anticoagulante.
O principal tratamento para pacientes com hemofilia A consiste na reposição do fator VIII da coagulação, entretanto alguns centros de referência no Brasil já conseguiram realizar, com sucesso, o tratamento desses pacientes por meio da terapia gênica.
Pacientes que apresentam trombocitopenia por deficiência na produção de plaquetas são eletivos a terapia de suporte por transfusão de plaquetas.
Pacientes que fazem uso de diuréticos tiazídicos, heparina e sulfas podem desenvolver trombocitopenia.
Sangramento em gengiva, hematomas superficiais, hemartrose, hematúria e menorragia são sinais clínicos frequentes em distúrbios da hemostasia primária.
A técnica de reação em cadeia da polimerase pode ser aplicada para elucidação diagnóstica da anemia falciforme, talassemia, leucemia mieloide crônica e leucemia promielocítica aguda.
Em caso de coleta de sangue periférico para a realização de reação em cadeia da polimerase, deve-se usar como anticoagulante a heparina em vez do EDTA.
Uma vez coletado o sangue periférico e extraído o RNA, a amostra de ácido nucleico não poderá ser acondicionada em geladeira, devendo ser mantida em freezer 20 ºC para que não seja degradada até que os ensaios de biologia molecular sejam realizados.
Para monitoramento e detecção de doença residual mínima em pacientes leucêmicos positivos para a presença do cromossomo Filadélfia (rearranjo bcr-abl), a técnica de hibridização fluorescente in situ é mais sensível que a reação em cadeia da polimerase em tempo real.
A técnica de reação em cadeia da polimerase pode ser utilizada para detecção do rearranjo gênico bcr-abl, o que é útil no diagnóstico da leucemia linfoide aguda e da leucemia mieloide crônica.
As células monocítico-macrofágicas do baço, da medula óssea e do fígado são capazes de remover do organismo eritrócitos senescentes.
A medula óssea representa o único tecido produtor de células sanguíneas em período pós-nascimento; entretanto, em certas situações patológicas, as células sanguíneas podem ser produzidas em outros tecidos, como no fígado e baço.
A eritropoetina é um fator de crescimento regulador da eritropoiese que pode ser administrada terapeuticamente na forma recombinante em casos de anemia da insuficiência renal crônica e autotransfusão.
Os leucócitos granulócitos são mais abundantes que os mononucleares no sangue periférico de crianças recém-nascidas.
Na medula óssea humana, existem dois tipos de células-tronco que se diferenciam em geração de células sanguíneas: a célula-tronco hematopoiética e a célula-tronco mesenquimal.
Os banhos termostatizados (banhos-maria) ou incubadoras devem possuir termômetros de uso exclusivo, devendo sua temperatura ser registrada a cada 24 h e conferida imediatamente antes do uso do equipamento.
Antes do início da transfusão, o tempo máximo em que os componentes eritrocitários podem permanecer à temperatura ambiente é de 60 min.
A faixa de temperatura de armazenamento das amostras e reagentes é de 2 ºC a 8 ºC, ressalvadas as orientações específicas de fabricantes ou ensaios laboratoriais.
O controle de qualidade dos concentrados de hemácias e dos concentrados de plaquetas deve ser realizado em, pelo menos, 10% da produção ou doze unidades por mês (o que for maior).