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Q3724730 Medicina
Gestante com 28 semanas e histórico de três cesarianas anteriores realiza ultrassonografia que evidencia placenta prévia. Nesse caso, a equipe médica deverá se preocupar com a possibilidade da seguinte complicação:
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Q3724729 Medicina
Gestante com 26 semanas realiza teste de Coombs indireto cujo resultado é positivo. O seu tipo sanguíneo é A Rh negativo e a pesquisa para anticorpos irregulares identificou anti-C.

A conduta correta para essa paciente é 
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Q3724728 Medicina
Paciente com 37 semanas de gestação realiza ultrassonografia que evidencia peso fetal estimado de 4120 g (percentil > 99).

A etiologia para esse achado é a
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Q3724727 Medicina
Gestante com 29 semanas tem diagnóstico de diabetes gestacional. No momento faz controle com glicemias capilares e tratamento com dieta. Realizou exames laboratoriais há uma semana com os seguintes resultados: hematócrito 27%, leucócitos: 9900/mm3 , plaquetas 201.000/mm3 . Uma ultrassonografia recente evidenciou feto com peso estimado no percentil 69 e volume do líquido amniótico normal.

Com base nesses dados, é correto afirmar que
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Q3724725 Medicina
Paciente de 29 anos, G2P1, com 18 semanas e 2 dias de gestação, comparece ao serviço de urgência com queixas de dor hipogástrica e discreto sangramento transvaginal, iniciado há 1 dia. Sem comorbidades, apresenta PA 110 × 70 mmHg, encontrando-se afebril. Ao exame ultrassonográfico, confirma-se ausência de batimentos cardíacos fetais, ausência de movimentos e colapso craniano. O útero tem medidas compatíveis com a idade gestacional, sem sinais de infecção ou retenção prolongada. O colo está fechado e longo.

A melhor conduta para esse caso é
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Q3724724 Medicina
Gestante de 35 anos, G3P2, com 31 semanas e 3 dias, previamente hígida, dá entrada na maternidade com queixa súbita de dor abdominal intensa, sangramento transvaginal escuro em pequena quantidade e redução abrupta dos movimentos fetais há 2 horas. Ao exame físico, apresenta: PA: 150 × 100 mmHg, FC: 98 bpm, altura uterina: 36 cm. O útero encontra-se hipertônico, doloroso à palpação, sem intervalos de relaxamento. O exame pélvico mostra colo fechado, sem dilatação. Ausculta fetal: BCF 90 bpm com desacelerações recorrentes. Ultrassonografia à beira-leito evidencia hematoma retroplacentário.

A melhor conduta para esse caso é
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Q3724723 Medicina
Gestante de 32 anos, G2P1, com 28 semanas de gestação, dá entrada no pronto-socorro com febre alta (39,2 °C), mialgia intensa, dispneia progressiva e tosse seca há 48 horas. Apresenta saturação de O₂ de 91% em ar ambiente, taquipneia e estertores finos bibasais. Testagem rápida para influenza A é positiva, e a paciente é admitida com suspeita de síndrome respiratória aguda secundária à infecção viral. O quadro evolui com necessidade de O₂ suplementar e início de antiviral.

A alteração fisiológica pulmonar da gestação que contribui de forma mais direta para a gravidade da infecção viral nesse contexto é
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Q3724722 Medicina
Mulher de 34 anos, G2P1, comparece sozinha para ultrassonografia obstétrica de rotina com 32 semanas de gestação, sem queixas. A gravidez evoluía bem, com pré-natal adequado. Durante o exame, o médico ultrassonografista observa ausência de movimentos fetais, ausência de batimentos cardíacos e hidropsia fetal generalizada. Realiza manobras complementares e confirma o óbito fetal intraútero.
Diante do achado, o profissional se depara com a paciente ansiosa, perguntando se está tudo bem com o bebê. O ultrassonografista é responsável por realizar o exame, redigir o laudo e comunicar os achados ao obstetra assistente, mas não é o profissional responsável pelo pré-natal.

A conduta mais apropriada diante dessa situação é
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Q3724721 Medicina
João, homem trans de 27 anos, comparece à maternidade com 39 semanas e 4 dias de gestação, em trabalho de parto ativo. É G1P0, a gestação foi planejada com suspensão prévia do uso de testosterona, e o pré-natal foi acompanhado em Unidade de Saúde da Família com equipe treinada em saúde LGBTQIA+. João manifesta desejo de parto vaginal, com presença de seu companheiro e solicita ser tratado pelo nome social e pronomes masculinos.
Ao exame: altura uterina: 34 cm, ausculta fetal: BCF 142 bpm, dilatação cervical: 6 cm, 90% apagado, apresentação cefálica, bolsa íntegra. Sem fatores de risco para distocia ou contraindicações ao parto vaginal. Durante a admissão, um profissional da equipe registra em prontuário: “Parturiente do sexo feminino com quadro compatível com trabalho de parto ativo. Solicita uso de nome social, apesar de se tratar de mulher biológica.”

Considerando o relato acima, a melhor conduta para o caso é 
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Q3724717 Medicina
Primigesta de 25 anos, com 39 semanas de gestação, encontra-se em trabalho de parto ativo há 6 horas, sob analgesia peridural. Hipertensa crônica em uso de 2g de metildopa ao dia. A bolsa amniótica rompeu espontaneamente há 2 horas, com saída de líquido amniótico meconial espesso. A monitorização eletrônica fetal mostra os seguintes achados nos últimos 15 minutos: linha de base: 175 bpm, variabilidade: mínima, sem acelerações, presença de desacelerações tardias recorrentes a cada contração uterina.
Ao exame vaginal: dilatação cervical de 5 cm, 80% de apagamento, apresentação cefálica em plano -1 de De Lee, sem sinais de prolapso de cordão. A frequência de contrações é de 5 em 10 minutos, com duração de 60 segundos.

A melhor conduta para esse caso é 
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Q3724716 Medicina
Paciente de 22 anos, nulípara, foi submetida a esvaziamento uterino indicado por ultrassonografia compatível com mola hidatiforme. Estava assintomática, com útero aumentado e exame de gonadotrofina coriônica humana (hCG) de 320.000 UI/L no dia do esvaziamento uterino. No seguimento pós-molar ambulatorial, foram obtidas as seguintes dosagens hCG: Semana 1: 42.000 UI/L. Semana 2: 43.100 UI/L. Semana 3: 46.500 UI/L. Semana 4: 51.700 UI/L. Nesse momento, ultrassonografia transvaginal não mostra conteúdo intracavitário, mas exibe vascularização miometrial aumentada. A paciente permanece assintomática e com exame físico normal. RX de tórax normal.

A melhor conduta para esse caso é
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Q3724715 Medicina
Paciente de 26 anos, G2P2, comparece à consulta no puerpério imediato (3º dia pós-parto) relatando que seu filho faleceu durante o parto (natimorto). No momento, queixa-se de desconforto mamário crescente, sensação de ingurgitamento e tristeza profunda. Ao exame: mamas ingurgitadas, sensíveis, sem sinais flogísticos. PA: 118 × 76 mmHg, FC: 82 bpm. Sem febre.

A melhor conduta para esse caso é
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Q3724714 Medicina
Gestante de 39 anos, G2P1, com 41 semanas e 5 dias, comparece ao ambulatório pré-natal para consulta. Relata boa evolução e ausência de queixas e comorbidades. A ultrassonografia mostra feto único, em apresentação cefálica, líquido amniótico normal e Doppler fetal sem alterações. O peso estimado fetal é de 3.750 g. A gestante tem antecedente de cesariana segmentar transversal há 3 anos, por parada secundária da dilatação. Deseja tentar parto vaginal nesta gestação. Ao exame, apresenta colo uterino com índice de Bishop 4 (2 pontos para dilatação, 1 para apagamento, 0 para consistência, 0 para posição e 1 para altura da apresentação).

A melhor conduta para esse caso é 
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Q3724713 Medicina
Gestante de 32 anos, G2P1, comparece à consulta de rotina no terceiro trimestre de pré-natal em uma Unidade Básica de Saúde. Relata que, em sua primeira gestação, teve dificuldade para amamentar, sentia dor intensa nas mamas e interrompeu o aleitamento exclusivo com apenas duas semanas de vida do bebê. Agora demonstra insegurança e ansiedade quanto à amamentação do segundo filho. Refere desejo de tentar novamente, mas está preocupada com a “falta de leite” e comenta que já comprou mamadeiras e fórmula infantil “por precaução”.

A melhor conduta para essa gestante é
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Q3724711 Medicina
Mulher de 27 anos, G1P1, comparece à maternidade em fase ativa de trabalho de parto na 40ª semana de gestação. Evolui com parto vaginal sem intercorrências e dá à luz recém-nascido vivo, a termo, com peso adequado.
Durante o pré-natal, realizado em Unidade Básica de Saúde, a paciente assinou, na 24ª semana de gestação, termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE), solicitando laqueadura tubária pós-parto, discutida previamente com a equipe multiprofissional, e reafirma o desejo de realizar o procedimento ainda durante a internação na maternidade. Ela está em boas condições clínicas, com sinais vitais estáveis no pós-parto imediato. Seu parceiro não acompanhou o parto, não compareceu às consultas de pré-natal e não assinou o TCLE.

Considerando as normas vigentes sobre planejamento familiar e esterilização cirúrgica no Brasil, é correto afirmar que 
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Q3724710 Medicina
Mulher de 34 anos, G3P2, com 27 semanas de gestação, comparece ao pronto-socorro com queixa de tosse, febre alta e dispneia progressiva há 4 dias. Apresenta histórico prévio de cardiopatia reumática com valvopatia mitral moderada, sem acompanhamento regular. Evolui rapidamente com insuficiência respiratória grave, necessitando de intubação orotraqueal e internação em UTI. Mesmo com suporte ventilatório e antibioticoterapia, evolui com choque refratário e óbito em 48 horas.

A análise do caso permite concluir que
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Q3724709 Medicina
Primigesta de 26 anos procura atendimento no pronto-socorro trazendo ultrassonografia feita naquele dia, mostrando gestação normal no transcurso da 10ª semana. Queixava-se de náuseas e vômitos persistentes há 7 dias, que se agravaram nas últimas 48 horas. Refere incapacidade de manter alimentos e líquidos. Nega sangramentos, febre ou dor abdominal. Refere perda de 5 kg desde o início dos sintomas. Ao exame: PA: 90×60 mmHg, FC: 112 bpm, temperatura: 36,7 oC. Mucosas secas, turgor diminuído, hálito cetônico. Abdome sem dor, útero palpável no hipogástrio, sem sangramento genital. Exames laboratoriais: Na+: 131 mEq/L, K+: 3,2 mEq/L, HCO₃⁻: 18 mEq/L, glicemia: 68 mg/dL. Urina 1: cetonúria 3+, leucócitos ausentes. hCG sérico: 150.000 UI/L.


Considerando a história clínica, a conduta apropriada para o caso é 
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Q3724707 Medicina
Gestante de 35 semanas, G2P1, sem histórico prévio de herpes, procura atendimento com queixa de febre, ardência vulvar intensa e múltiplas lesões ulceradas e dolorosas em vulva e períneo, com início há 3 dias.
Ao exame físico, observam-se múltiplas úlceras com base eritematosa, bordas bem definidas e exsudato claro. Linfonodomegalia inguinal bilateral dolorosa está presente. A paciente encontra-se afebril no momento, mas bastante ansiosa e com dor intensa à micção. Foi coletado PCR de secreção da lesão e sorologia para herpes-vírus simples. A gestação evolui normalmente até o momento, com feto único, em apresentação cefálica e crescimento adequado para a idade gestacional.

A conduta mais adequada para o caso é
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Q3724705 Enfermagem
Em uma maternidade pública certificada como "Hospital Amigo da Criança", uma equipe multiprofissional realiza treinamento periódico sobre boas práticas em aleitamento materno. Durante uma visita à enfermaria pós-parto, um residente observa que uma puérpera, com parto vaginal há 16 horas, está com o recém-nascido em berço separado, usando fórmula láctea. A mãe relata que o bebê "chorava muito" e a equipe de enfermagem orientou o uso de complemento até o leite “descer”. A mãe ainda não foi orientada formalmente sobre amamentação.

A conduta mais alinhada aos princípios e diretrizes dos Dez Passos para o Sucesso do Aleitamento Materno é
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Q3724704 Medicina
Gestante de 32 anos, G2P1, com 26 semanas de gestação, realiza curva glicêmica (TOTG 75g) com os seguintes resultados: jejum: 96 mg/dL, 1 hora: 190 mg/dL, 2 horas: 160 mg/dL. Após o resultado, iniciou acompanhamento com equipe multiprofissional, incluindo plano alimentar individualizado e orientações sobre atividade física.

Após 10 dias de monitoramento, apresenta os seguintes registros capilares: glicemias de jejum: entre 95 e 99 mg/dL e pós-prandiais de 1 hora: entre 140 e 155 mg/dL. Sua gestação evoluía com feto único, bem desenvolvido, em apresentação cefálica, sem sinais de sofrimento ou macrossomia. Gestante sem comorbidades adicionais.

A conduta mais apropriada para esse caso é
Alternativas
Respostas
1121: D
1122: B
1123: B
1124: A
1125: A
1126: E
1127: C
1128: C
1129: B
1130: E
1131: D
1132: B
1133: D
1134: B
1135: C
1136: B
1137: B
1138: B
1139: B
1140: E