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Com base nesse quadro, a conduta terapêutica mais adequada é
O índice ao qual o texto se refere e o valor acima do qual esse índice não é mais considerado normal são, respectivamente,
Uma paciente de 62 anos, com câncer de pulmão refratário ao tratamento adjuvante com quimio e radioterapia, foi atendida na emergência com quadro de dispneia intensa. A tomografia do tórax evidenciou uma volumosa massa no ápice direito determinando uma grande compressão extrínseca traqueal.
Nesse caso, a abordagem imediata que pode ser utilizada para aliviar o sintoma respiratório e melhorar a qualidade de vida dessa paciente é a
Assinale a opção que apresenta uma vantagem observada no uso de um tubo de dupla luz.
Entre os testes que podem ser usados para esse fim, aquele em que, para sua execução, o paciente é estimulado a percorrer uma distância estabelecida entre dois cones, contornando-os, segundo o ritmo determinado por sinais sonoros e, constituído por 12 estágios com um minuto de duração cada, é o
O diagnóstico dessa criança é
A melhor conduta cirúrgica a ser considerada para essa paciente é
Diante desse quadro, a conduta mais apropriada para prevenção de novos eventos tromboembólicos é
A complicação mais provável associada ao tratamento instituído é
A conduta terapêutica de escolha para essa paciente, neste momento, é
A cadeia linfonodal que representa esse linfonodo e o exame que pode ser indicado para realizar o diagnóstico são
Esse texto se refere à síndrome de
Sobre essas patologias, é correto afirmar que a
Ao exame ginecológico, observa-se úlcera única de aproximadamente 1,5 cm em pequeno lábio esquerdo, de bordas endurecidas, base limpa e fundo avermelhado. Linfonodos inguinais bilaterais aumentados, firmes, indolores e não aderidos. Refere ausência de dor local.
O diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica inicial recomendada são
Com base no exame físico, assinale a classificação mais compatível com os achados descritos.
Exames laboratoriais:
• TSH: 0,1 µUI/mL;
• T4 livre: 0,4 ng/dL;
• FSH: 2,1 mUI/mL;
• LH: 1,9 mUI/mL;
• Cortisol matinal: 4,1 µg/dL;
• Prolactina: 2,1 ng/mL.
O diagnóstico mais provável frente ao quadro clínico e laboratorial é
Ao exame físico: dor à palpação hipogástrica e à mobilização uterina, toque vaginal com dor à palpação de anexos. Sinais vitais: temperatura axilar de 38,3 oC, frequência cardíaca de 114 bpm e pressão arterial de 90/60 mmHg. Laboratório com leucocitose e PCR elevada. Ultrassonografia transvaginal evidencia imagem cística complexa em anexo direito, com conteúdo espesso e septações finas, medindo 5,5 cm.
A conduta inicial mais adequada é
Ao exame especular, observa-se pequena lesão esbranquiçada, translúcida, elevada, medindo cerca de 4 mm, em região do colo uterino, sem sinais de inflamação, sangramento ou lesões acetobrancas. Colpocitologia e teste de HPV realizados há 8 meses foram normais.
A conduta mais apropriada diante desse achado é
Ao exame físico, observa-se lesão única em grande lábio direito, de bordas irregulares, superfície eritematosa com áreas esbranquiçadas, descamativas e discretamente infiltradas, medindo cerca de 2,5 cm, sem ulceração. Realizada biópsia com diagnóstico histopatológico de lesão intraepitelial escamosa de alto grau (HSIL), sem sinais de invasão.
A colpocitologia e a colposcopia foram normais. A conduta inicial mais adequada para essa paciente é
Ao exame físico, não há lesões aparentes em vulva ou vagina, mas há dor referida à pressão leve com cotonete no vestíbulo vulvar posterior. Os exames laboratoriais e culturas estão normais. Refere impacto significativo em sua vida sexual e emocional.
Nesse caso, a conduta inicial mais adequada é