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Uma paciente de 55 anos, com histórico de artrite reumatoide, apresenta dor e deformidade progressiva nas mãos. A radiografia mostra degeneração articular, subluxação das articulações metacarpofalângicas, ruptura dos tendões extensores e desvio ulnar dos dedos.
O tratamento mais indicado para esse paciente é:
Um paciente de 60 anos, com histórico de alcoolismo, apresenta dor no quadril esquerdo e dificuldade para deambular. A ressonância magnética revela necrose avascular da cabeça femoral grau 3 de Ficat e Arlet.
O tratamento mais indicado para esse paciente é:
Um paciente de 40 anos sofreu uma queda de uma escada, apresentando dor intensa no tornozelo direito e incapacidade de suportar peso. A radiografia mostra fratura bimaleolar tipo C da Webber.
O tratamento mais indicado para esse paciente é:
Uma mulher de 50 anos procura clínico geral porque vem apresentando dor de cabeça contínua há mais de 1 mês. A dor é holocraniana, de intensidade moderada. Na última semana, apresentou episódios de vômitos e mal-estar. Por mais de uma vez, durante este mês, sentiu por minutos um cheiro desagradável em associação com sensação de “desconhecimento” do ambiente, e hoje, pela manhã, após sentir o cheiro ruim, apresentou, segundo a família, uma convulsão. Na emergência, o exame neurológico era normal, exceto por edema de papila bilateral ao exame do fundo do olho.
A conduta obrigatória neste momento é:
Homem, 38 anos, sem comorbidades prévias, procura pronto-socorro com queixa de dormência e formigamento nos pés associados a lombalgia iniciados há 3 dias. Foi avaliado e liberado para casa com analgesia. Uma semana depois, ele retorna com incapacidade para deambular e dormência nas mãos há 24 horas. Ao exame, apresenta paraparesia (MRC=2), reflexos aquileus e patelares abolidos, sinal de Lasegue positivo bilateralmente e exame da sensibilidade normal.
Nesse cenário clínico, a confirmação do diagnóstico depende de:
Mulher de 23 anos apresenta, desde a adolescência, cefaleia hemicraniana de média a forte intensidade, pulsátil, associada a foto e fonofobia, náuseas, que dura em geral de 6 a 8 horas, melhorando após o sono. Em função da frequência das crises de cefaleia, ela vem usando analgésicos comuns 15 dias por mês nos últimos 3 meses. A mãe apresentava, até os 50 anos de idade, quadro semelhante. Os exames laboratoriais e de neuroimagem foram normais.
Diante desse cenário, a conduta inicial é:
Paciente feminina, 59 anos, com diagnóstico de esclerose múltipla há 10 anos, sem tratamento preventivo, procura neurologista com quadro de episódios recorrentes de dor facial unilateral em região mandibular à esquerda em choque e de forte intensidade há 1 mês. A dor dura segundos. A ressonância magnética de crânio evidenciou lesões hiperintensas em T2/FLAIR em substância branca periventricular e justacortical bilateral, sem captação de contraste.
A opção terapêutica de escolha é:
Homem de 34 anos procura neurologista por estar apresentando, há 3 meses, dor na cabeça, que a cada dia se agrava. Nos últimos dias não pôde trabalhar por vômitos pela manhã, mal-estar e tonteira. Nega diabetes, hipertensão e trauma craniano. Recordase de parotidite há 6 meses. O exame neurológico é normal exceto pela perda de contorno papilar com áreas de hemorragia retiniana bilateralmente e paresia bilateral da abdução do globo ocular.
A tomografia de crânio excluiu processos expansivos e indicou a causa, sendo o paciente encaminhado para neurocirurgia com o seguinte diagnóstico:
Um paciente de 40 anos apresenta dor na região da coluna dorsal inespecífica de início há 1 ano e sintomas de mielopatia progressiva de início recente. A ressonância magnética da coluna dorsal revela alteração de sinal e espessamento medular, compatível com edema em vários segmentos, e vasos serpiginosos perimedulares com áreas de ausência de sinal (do inglês, flow void).
O principal diagnóstico é:
Um jovem de 25 anos, jogador de futebol amador, relata dores recorrentes no joelho após jogos e treinos intensos. A ortopedista suspeita de uma lesão no menisco e considera várias abordagens para diagnóstico e tratamento.
A conduta mais apropriada para integrar o plano de tratamento desse paciente é:
Uma paciente de 40 anos, diagnosticada com síndrome do túnel do carpo, sofre com dor e formigamento nas mãos, especialmente durante a noite e já utiliza uma tala para imobilização durante o sono. Após falha no alívio com tratamento medicamentoso, o ortopedista considera outras opções terapêuticas para reduzir os sintomas.
A intervenção mais apropriada para integrar o plano de tratamento dessa paciente é:
Uma paciente de 45 anos, diagnosticada com fibromialgia, relata dor crônica generalizada e fadiga persistente. O reumatologista busca integrar uma abordagem terapêutica que combine manejo da dor e melhoria do bem-estar geral.
A intervenção que deve ser incorporada no plano de tratamento dessa paciente é:
Uma paciente de 30 anos, diagnosticada com artrite reumatoide, relata aumento da dor e rigidez nas articulações, principalmente nas mãos e nos pulsos. O reumatologista pretende adotar uma abordagem terapêutica que alie medicação a técnicas físicas para maximizar o controle da dor e manter a funcionalidade das articulações.
A abordagem indicada nesse caso consiste em:
Uma paciente de 68 anos, com histórico de osteoartrite severa no joelho direito, busca tratamento para aliviar a dor e melhorar a mobilidade. Durante a consulta, ela relata dificuldade crescente para caminhar e realizar atividades diárias. O médico decide aplicar princípios de biomecânica para ajustar o plano de reabilitação da paciente, considerando a redistribuição de carga e a melhora do alinhamento articular.
Para isso, ele deverá:
Uma paciente de 78 anos procurou o ambulatório de uma clínica médica pois vinha apresentando dispneia aos esforços. Estava em uso de olmesartana 40 mg ao dia e hidroclorotiazida 12,5 mg ao dia. Negava outros sintomas. Ela levou para consulta os exames laboratoriais realizados no último mês. Os resultados de glicemia, sódio, potássio, ureia, creatinina e hemograma estavam dentro da normalidade. O ecocardiograma recente estava sem alterações significativas. O exame físico constatou ritmo cardíaco regular e bulhas normofonéticas. O restante do exame não apresentava alterações. A pressão arterial era de 162 x 80 mmHg e a frequência cardíaca, de 41 batimentos por minuto. A paciente levou um eletrocardiograma realizado 4 semanas antes da consulta, em que foi evidenciado um bloqueio atrioventricular do 2º grau Mobitz II. Esse exame foi repetido no dia do atendimento, quando o bloqueio atrioventricular foi confirmado.
Nesse caso, a conduta mais indicada é: