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Uma mulher de 45 anos apresenta aumento progressivo de fluxo e da duração menstrual há 4 anos, associado a dismenorreia importante com piora após nascimento do filho por parto cesáreo há 6 anos. Atualmente, sangra até 12 dias, com necessidade de uso de absorventes noturnos. Ao exame, verificase o útero aumentado de volume, palpável à altura da sínfise púbica, globoso e móvel. A ultrassonografia transvaginal mostrou útero de aspecto globoso, tipo “bala de canhão”, volume estimado de 760 mL, sem outros comemorativos. A ressonância magnética de pelve evidenciou uma zona juncional de 23 mm, com aspecto heterogêneo.
Dadas as informações acima, a principal hipótese diagnóstica é:
Uma paciente de 16 anos, fenótipo feminino, em amenorreia, apresenta genitália externa sem alterações aparentes, mamas M4 e pilificação P2 de Tanner. A ultrassonografia pélvica não evidenciou útero. Gônadas foram visualizadas. Os exames laboratoriais evidenciaram FSH de 6,7 UI/L, testosterona com 540 ng/mL e estradiol a 47,1 pg/mL.
Considerando as informações acima, o cariótipo de banda G esperado para essa paciente é:
Com base nas informações acima, e na principal hipótese diagnóstica, a conduta mais adequada para o caso é:
Considere o cenário de nódulo palpável de 2 cm, móvel, em quadrante superior externo de mama esquerda em mulher de 40 anos, sem fatores de risco para câncer de mama. Considere ainda que a mamografia e a ultrassonografia foram categoria BI-RADS 2, e que as mamas têm densidade normal.
Em relação a esse cenário, é correto afirmar que:
Uma paciente de 34 anos realizou colpocitologia oncótica no início do pré-natal, com resultado de atipia celular de significado indeterminado, não se podendo excluir lesão de alto grau (ASC-H). Foi então encaminhada para colposcopia com 16 semanas. O resultado da área biopsiada confirmou NIC 2.
Frente a esse resultado, a conduta deve ser:
Uma paciente de 27 anos vai à consulta ginecológica de rotina, sem apresentar queixas. Ela refere que terminou sua pós-graduação e passará um ano viajando pelo mundo. Diante disso, foi orientada quanto à importância da atualização do calendário vacinal para saúde da mulher.
Nessa mesma consulta, o(a) ginecologista explica corretamente à paciente que:
Por ser de fácil obtenção durante o exame ginecológico, o raspado ou mesmo a secreção vaginal e cervical são muito utilizados na prática do dia a dia para os diagnósticos moleculares. A maior vantagem da coleta da secreção vaginal reside na possibilidade de se fazerem vários testes a partir de uma única amostra.
Em relação a esse tema, é correto afirmar que:
Uma paciente de 42 anos, gesta 2 para 2 (2 partos cesáreos), chega à consulta referindo aumento do sangramento e cólicas no período menstrual. Não faz uso de método contraceptivo. Rotina laboratorial aponta anemia. A ultrassonografia transvaginal evidencia assimetria de paredes uterinas, cistos miometriais e linhas de sombra acústica posterior.
Frente à situação descrita, deve-se considerar a hipótese de:
Uma paciente de 56 anos, saudável, há 4 anos entrou na menopausa e está em vigência de terapia hormonal com estrogênio transdérmico e progesterona oral. Refere relacionamento de 29 anos, porém queixa-se de falta de interesse sexual de sua parte, há 2 anos. Nega falta de afeto pelo marido e ressecamento vaginal ou dor na relação. Afirma apenas que tem pouco interesse espontâneo por sexo, o que tem gerado conflitos com o marido e sofrimento para ela. Quando a intimidade acontece, relata que tem prazer.
A respeito das orientações que compõem a abordagem dessa paciente, o ginecologista deve considerar que:
Enzo, 15 anos, negro, com diagnóstico de anemia falciforme e histórico de vários episódios prévios de crise vaso-oclusiva, apresenta-se ao pronto-socorro com dor intensa na perna esquerda, febre (38,9 °C) e mal-estar geral, iniciados há cerca de três dias. Ele relata que a dor piorou progressivamente e não responde aos analgésicos usuais. Não há histórico de trauma recente. Atualmente, faz uso de hidroxiureia 20 mg/kg/dia, ácido fólico 1 mg/dia e penicilina profilática (250 mg duas vezes ao dia). Ao exame físico, observa-se Tax de 38,9 °C e pressão arterial de 120 x 70 mmHg. Nota-se edema, calor e dor na topografia da tíbia esquerda, que se exacerba à mobilização. Exames laboratoriais iniciais mostram: anemia (Hb: 8g/dL); leucocitose (18.000/mm³) com desvio à esquerda; proteína C-reativa (PCR): 150 mg/L (elevada); VHS: 90 mm/h (elevada). O médico solicitou uma ressonância magnética, que evidenciou presença de edema da medula óssea, alterações corticais, coleções líquidas e realce com contraste.
A hipótese diagnóstica principal é:
A dor na fibromialgia é o resultado de uma complexa interação entre fatores neuroquímicos, genéticos, psicológicos e do sistema nervoso, que culminam em uma sensibilização central e uma percepção amplificada da dor.
Em relação aos mecanismos da dor, é correto afirmar que:
Mercedes, 56 anos, economista, branca, casada, com 2 filhos, é encaminhada ao reumatologista pelo pneumologista que investiga queixa de tosse seca e dispneia aos médios e grandes esforços. Ao exame físico, nota-se artrite de tornozelos e eritema nodoso na face anterior e medial da tíbia bilateralmente. A tomografia de tórax evidencia linfadenopatia hilar simétrica, nódulos centrolobulares e peribroncovasculares, áreas de opacidades em vidro fosco, reticulações e bronquiectasias de tração.
A hipótese diagnóstica justificada mais plausível para o caso é:
A principal hipótese diagnóstica e o achado do líquido articular que a confirmam são, respectivamente:
Alex tem 45 anos e se queixa de dor lombar mais intensa pela manhã ou após um repouso prolongado, associada a rigidez matinal de cerca de 90 minutos de duração. Refere que a dor melhora ao longo do dia com atividade física.
O diagnóstico sindrômico, a hipótese diagnóstica e o método de imagem apropriados para o caso, nessa sequência, são:
Rufino é um homem de 66 anos com histórico de fibrilação atrial, hipertensão arterial e sarcoidose pulmonar. Faz uso de Marevan (warfarina), diurético e, há 6 meses, passou a usar prednisona para tratar da sarcoidose. Refere fazer pilates 3 vezes por semana. Relata também que, recentemente, precisou tomar antiinflamatórios por 5 dias para tratar patologia dentária. Ele apresenta dor intensa no quadril esquerdo, que piora com o movimento e não alivia com repouso. O exame físico revela dor à palpação do quadril e limitação na amplitude de movimento. O teste de Patrick (FABER) é positivo, indicando dor na face anterior do quadril. A radiografia mostra alterações sugestivas de osteonecrose da cabeça do fêmur.
A história clínica do Rufino ressalta dois fatores de risco para osteonecrose, a saber:
Um residente apresenta ao seu preceptor do ambulatório o caso de Jeferson, um homem de 24 anos com dor lombar crônica de início há 3 meses que melhora com a atividade física e piora em repouso, além de rigidez matinal que dura mais de 30 minutos e dor alternante nas nádegas. Prontamente, o residente descreve o exame físico, enfatizando a limitação na flexão da coluna lombar e sensibilidade nas articulações sacroilíacas. Por fim, refere que os testes laboratoriais mostram aumento da proteína C-reativa (PCR) e da velocidade de hemossedimentação (VHS). O HLA-B27 é detectado.
Quando indagado pelo perceptor sobre o papel do HLA B27 no mecanismo etiopatogênico da doença, o residente deve responder que esse antígeno:
Rita tem 68 anos e mora no interior do estado. Procura o seu ambulatório com queixa de lombociatalgia irradiada para face lateral da perna esquerda até o hálux ipsilateral.
Com base no raciocínio clínico-anatômico, as manobras semióticas subsequentes são:
Menina de 6 anos foi atendida na UPA com queixa de febre e cervicalgia à direita, com amplitude reduzida do movimento do pescoço e aumento de volume do local da dor há 24 horas. Está em tratamento para amidalite estreptocócica com amoxicilina em dose e intervalo adequados há 4 dias.
O diagnóstico é:
Um homem adulto, jovem, ativo, apresentando sinais de sinovite aguda em articulação do joelho direito e tornozelo direito, lombalgia recorrente e com história de uretrite e conjuntivite infecciosa e recorrente, foi tratado com cefalosporina de primeira geração, sem melhora clínica. Deu entrada na emergência do hospital com fortes dores, calor e rubor articular leve.
O diagnóstico mais provável nesse caso é: