Questões de Concurso
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Julia, 31 anos, vai à Unidade com queixas de febre (Tax = 39 °C), tosse, secreção nasal clara, mialgia. Não apresenta dispneia, congestão nasal ou dor orofacial. Julia trabalha em um escritório com mais 5 pessoas. O diagnóstico é síndrome gripal, sem sinal de agravamento.
A conduta adequada para evitar o aparecimento de casos secundários é:
Mirtes, 42 anos, paciente diagnosticada com hanseníase, acompanhada na Unidade de Boas Novas, em poliquimioterapia PQT-U (rifampicina, dapsona e clofazimina) há 6 semanas, chega à UPA apresentando náuseas, vômitos amarelados associados a epigastralgia, inapetência, odinofagia, disfagia, fadiga e Tax = 39 °C, prurido cutâneo, icterícia, edema em membros inferiores, edema de mãos, dermatite maculopapular em pés.
Nesse caso, a conduta deve ser:
Geni, 93 anos, acamada, com doença metastática difusa, bolsa de colostomia, sonda de gastrostomia e dor refratária à dose máxima de morfina + dose de ataque, está sob os cuidados de uma cuidadora não familiar, também idosa, com baixa escolaridade e com dificuldade para o manuseio e cuidado com os dispositivos.
Em relação aos pontos de atenção da Rede de Atenção à Saúde, é INCORRETO afirmar que:
Nesse momento, a conduta deve ser:
Ronaldo vai à unidade básica de saúde e, de acordo com seus exames recentes, é diagnosticado com diabetes mellitus tipo 2.
Em relação à retinopatia diabética (RD), a conduta deve ser:
O mesmo paciente Ricardo, em vista dos resultados de seus exames, deve ser submetido ao tratamento da hipertensão arterial.
Em relação a esse tratamento, é correto afirmar que:
Em uma consulta de retorno, Ricardo, 52 anos, desempregado, traz os resultados de exames e o resultado do MRPA (PA média = 135 x 85 mmHg).
Na consulta, PA = 150 X 90 mmHg. O exame de ECG está normal; raio X de tórax normal; colesterol total = 330; HDL = 30; LDL = 167; triglicerídeos = 290; glicemia em jejum = 109; K = 4; Cr = 0,9; EAS = sem alterações.
A partir dos exames, conclui-se que:
Giovana, 25 anos, chega à unidade de pronto atendimento com tosse seca, chiado no peito e dispneia aos grandes esforços, com piora à noite. Apresenta-se sem história de febre, sem perda de peso, sem expectoração crônica, sem histórico de tabagismo, sem rinorreia aquosa, obstrução ou prurido nasal, sem dor torácica ventilatório-dependente e sem tosse com expectoração. Relata piora próximo a fumaça de cigarro. Ao exame pulmonar, apresenta tosse, murmúrio vesicular e sibilos difusos, especialmente na expiração forçada. Não tem outras alterações. Peso = 56kg, altura = 1,60 m, IMC = 23,5 kg/m² , FC = 78 bpm e FR = 17 irpm. O exame cardiovascular registra ritmo regular em 2 tempos, sem sopro e sem alteração de ictus. O abdômen está normotenso, sem organomegalias. Diante desse quadro, o médico decide solicitar uma espirometria para confirmar o diagnóstico de asma.
O resultado espirométrico que caracteriza o quadro de asma é:
Maura, 45 anos, secretária, sem filhos, se queixa de tonturas, enjoos e suores algumas vezes ao dia. Tem sentido muita sede e urinado com frequência à noite. Dr. Gilson chama a paciente, cumprimenta-a com um sorriso e, após recebê-la, se apresenta e pede que se acomode na cadeira disponível, pergunta como pode ajudá-la e deixa que ela fale sem interrompê-la. A fala livre acontece por cerca de três minutos. Durante a entrevista, na etapa de coleta das informações, o médico observa os seguintes dados: “Dr., estou muito cansada e sem energia. Tenho tido essas crises de tontura, enjoo e suores várias vezes ao dia, mesmo quando como. Antes eu achava que era barriga vazia, mas não é, não. Você entende? Tenho medo de ser doença ruim.”
Gilson acena que sim com a cabeça e resolve perguntar: “E como isso tem interferido na sua rotina?”.
E ela responde: “Me sinto fraca, sem disposição, não consigo trabalhar, não como direito e nem durmo bem”.
trabalhar, não como direito e nem durmo bem”. Então Gilson diz: “Você está se sentindo fraca, sem disposição, tem sentido tontura, enjoo e suores várias vezes ao dia, mesmo após comer?”.
Ela confirma que é isso mesmo. Após a conversa e o exame físico, o médico explica que, ao que tudo indica, isso pode ser por uma síndrome metabólica, que pode ser resultado da alimentação, sobrepeso e sedentarismo. Nesse caso, ele propõe que sejam realizados alguns exames de sangue, colhidos na própria unidade. Conversam sobre a importância de tentar fazer alguma atividade física; ela propõe caminhar à noite após o trabalho. Ela chora com a possibilidade de ter diabetes. O médico procura tranquilizá-la e explica que, se ela estiver com alguma alteração metabólica, farão um planejamento para que fique tudo bem. Explica que há medicações boas e seguras, que a atividade física regular e que algumas modificações na alimentação vão ajudá-la a ficar bem e que ele sempre estará à disposição para orientar e tirar todas as suas dúvidas.
Considerando o Método Clínico Centrado na Pessoa (MCCP), é correto afirmar que:
Sobre essa conduta, é correto afirmar que:
Nesse caso, o estudo deverá ser:
Nesse caso, a terapia hipolipemiante mais indicada é:
Uma estudante universitária de 23 anos marcou avaliação clínica pois vinha apresentando episódios recorrentes de perda de consciência desde a adolescência, geralmente em situações de estresse emocional intenso ou durante prolongada permanência em pé em ambientes quentes. Ela descreveu que, momentos antes de perder a consciência, sentia tontura, visão turva, suor frio e náuseas. Em um dos episódios mais recentes, enquanto estava em pé em uma fila, começou a sentir esses sintomas e desmaiou, recuperando a consciência em menos de 2 minutos. Negou doenças prévias e afirmou que se sentia saudável. Durante a consulta médica, não foram encontradas alterações ao exame físico. A paciente levou Holter de 24 horas, eletrocardiograma e ecocardiograma, que estavam dentro da normalidade. A paciente queria saber o que fazer ao ter a sensação de desmaio.
Nesse contexto de um quadro sugestivo de síncope vasovagal, além de sugerir que ela deite no chão ou outro tipo de superfície quando sentir os pródromos de síncope, o médico deve orientá-la a:
A condução mais apropriada no momento é: