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Um homem de 23 anos, estudante de música, saudável e sem história patológica de doenças respiratórias, chega ao pronto-socorro com dor torácica súbita e intensa do lado direito, com dispneia. Ele relata que estava estudando com seu saxofone quando os sintomas começaram. No exame físico, observa-se diminuição do murmúrio respiratório no hemitórax direito, com hipertimpanismo à percussão e diminuição da expansão torácica nesse lado. O paciente está consciente, orientado, com frequência respiratória de 24 incursões por minuto e saturação de oxigênio de 93% em ar ambiente. Uma telerradiografia de tórax confirma a presença de um pneumotórax no hemitórax direito, ocupando aproximadamente 30%.
Diante desse quadro clínico, a conduta terapêutica mais adequada é:
Um homem de 49 anos se apresenta no consultório com queixa de dor no flanco esquerdo e hematúria macroscópica intermitente. Ele relata que os sintomas começaram há cerca de dois meses. Não tem antecedentes pessoais de doenças relevantes, mas é fumante há 30 anos. Quando do exame físico, há dor à palpação do flanco esquerdo com sinal de Giordano positivo, mas sem outras alterações significativas. Os exames laboratoriais mostram hematúria e leve anemia. Uma ultrassonografia abdominal revela uma massa sólida de 8 centímetros no rim esquerdo. A tomografia computadorizada confirma a presença de uma massa renal com características suspeitas de malignidade, sem evidência de metástases.
Esse quadro clínico tem como diagnóstico mais provável:
Um paciente de 52 anos tem diagnóstico de úlcera gástrica, classificada com Johnson III e complicada por sangramento persistente com classificação Forrest 1A, apresentando sucessivas recidivas do sangramento. Após estabilização hemodinâmica do paciente, o cirurgião planeja realizar uma antrectomia. Para isso, ele reflete sobre as principais diferenças entre as técnicas de Billroth I e Billroth II.
Em relação a essas técnicas, é correto afirmar que:
Uma paciente de 45 anos, com histórico de dor abdominal no quadrante superior direito, icterícia intermitente e elevação moderada das enzimas hepáticas, é diagnosticada com coledocolitíase.
A melhor abordagem para o diagnóstico e tratamento dessa paciente é:
Um homem de 36 anos chega ao pronto-socorro após atropelamento. Ele se queixa de dor abdominal intensa no lado direito do abdômen. Quando do exame físico, está hipotenso e taquicárdico, com dor à palpação no quadrante superior direito do abdômen. Os exames laboratoriais revelam queda da hemoglobina e elevação das enzimas hepáticas. Uma tomografia computadorizada mostra uma lesão no lobo hepático direito com hematoma subcapsular com 30% da superfície e uma laceração estimada em 4 cm de profundidade com 8 cm de comprimento.
A classificação mais provável dessa lesão hepática e a conduta inicial correta de tratamento são, respectivamente:
No ambulatório, dá entrada uma mulher de 26 anos que se apresenta com sinais de masculinização, incluindo aumento de pelos faciais, voz mais grave e aumento da massa muscular. Exames laboratoriais revelam níveis elevados de testosterona e DHEA-S (dehidroepiandrosterona).
Diante desse quadro clínico, a hipótese diagnóstica principal é:
A profilaxia e o controle da infecção em cirurgia são de fundamental importância para a prática cirúrgica. Por isso, o conhecimento dos métodos e substâncias usados para a esterilização de materiais, equipamentos e do ambiente cirúrgico é obrigatório.
Nesse contexto, os processos de assepsia e antissepsia são corretamente definidos, respectivamente, como:
• Criança A: 8 dias de vida; não realizou PT; não vacinada com BCG; • Criança B: 1 ano; PT = 6 mm; vacinada com BCG ao nascer; • Criança C: 3 anos; PT = 0 mm; vacinada com BCG ao nascer; • Adolescente D: 12 anos; PT = 5 mm; vacinado com BCG ao nascer.
A conduta correta para cada caso, nesse momento, é:
Esse paciente deve ser medicado com:
Quanto ao diagnóstico, é correto afirmar que se trata:
A imagem tomográfica é descrita como:
Diante desse cenário clínico, a investigação complementar inicial deve incluir:
Nesse cenário clínico, o principal diagnóstico etiológico é:
Considerando-se o quadro clínico desse paciente, a conduta inicial mais adequada é iniciar:
O diagnóstico topográfico da lesão é:
Na doença em questão, o sintoma apresentado é responsivo ao seguinte medicamento:
A hipótese diagnóstica é:
No exame, foram identificadas as seguintes alterações:
Diante desse quadro, os alunos da sala e os professores foram corretamente orientados a: