Questões de Concurso Comentadas para ebserh

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Q3513611 Medicina
Um homem de 42 anos chega a um centro de trauma, após ter sido atropelado, apresentando múltiplos pontos de fratura e de hemorragia. A equipe do centro ativa o protocolo de transfusão maciça e informa ao serviço de hemoterapia.  
As recomendações atuais em relação aos hemocomponentes a serem enviados para a ressuscitação hemoterápica preveem o envio de: 
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Q3513606 Medicina

Uma paciente de 18 anos de idade tem o diagnóstico de anemia aplástica confirmado pela biópsia de medula óssea, que mostrou uma celularidade inferior a 15%, com células hematológicas residuais inferiores a 20%. Seu hemograma de internação mostra hemoglobina de 5 g/dL, contagem de granulócitos de 180/µL, contagem de plaquetas de 8.000/µL e reticulócitos inferiores a 20.000/µL. 


O tratamento de primeira linha dessa paciente deve ser feito com:  

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Q3513605 Medicina

Um paciente portador de leucemia mieloide aguda foi submetido a um transplante de medula óssea alogênico. Três semanas após, quando já havia ocorrido a “pega” do transplante, começa a apresentar rash cutâneo não pruriginoso generalizado e diarreia sanguinolenta. As provas de função hepática mostravam aumento significativo de ALT, AST e bilirrubinas. No hemograma – que três dias antes estava próximo da normalidade, com anemia leve (10 g/dL de hemoglobina, trombocitopenia moderada (80.000 plaquetas/µL) e neutrófilos de 1.200 /µL – houve piora da anemia (hemogoblina: 7 g/dL) e da trombocitopenia (30.000 plaquetas/µL).  


Diante desse quadro, o diagnóstico mais provável é: 

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Q3513604 Medicina
A situação clínica na qual o uso da solução de albumina humana a 20% está indicado é: 
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Q3513597 Medicina
Uma criança de 3 anos de idade, do sexo masculino, portadora de hemofilia A grave e em tratamento profilático com o uso de fator VIII recombinante (35 UI/Kg, 2 vezes por semana), começa a apresentar hemartroses de joelho e tornozelo. Seu hematologista solicitou pesquisa de inibidor de fator VIII, que foi positiva, com um título de 180 Unidades Bethesda. Foi iniciado um esquema de imunotolerância, sem resposta após 1 ano de tratamento. 
Considerando-se o quadro clínico do paciente, a estratégia terapêutica a ser empregada para a profilaxia seria: 
Alternativas
Q3513596 Medicina
Uma paciente de 19 anos de idade, portadora de doença falciforme, politransfundida, apresenta piora da anemia, com queda de 2,8 gramas/dL em relação à sua dosagem basal de hemoglobina. Uma transfusão simples de duas bolsas de concentrados de hemácias foi indicada, sendo que a sua última transfusão havia acontecido quatro meses antes. A paciente era do grupo O negativo, com fenótipo dce/dce. A pesquisa de anticorpos irregulares (P.A.I.) pré-transfusional foi positiva e o teste de Coombs direto foi negativo. O aloanticorpo identificado foi um anti-e (anti-Rh5).   
A hipótese que explica esse resultado é:
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Q3513594 Patologia

Um paciente soropositivo para HTLV, de 60 anos idade, desenvolve adenomegalia generalizada. A histopatologia do gânglio linfático retirado mostrou linfócitos anormais, clivados, com padrão folicular, arquitetura alterada e envolvimento da cápsula. A imunofenotipagem do sangue periférico, feita por citometria de fluxo, mostrou os seguintes resultados: CD2+, CD3+, CD4+, CD5+, CD7-, CD8-, CD25+, CD30-.


Esses resultados sugerem o diagnóstico de: 

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Q3513590 Medicina

Uma paciente do sexo feminino, 45 anos de idade, recebeu uma transfusão de hemácias devido a hemorragia pós-operatória. 30 minutos após o início da transfusão, ela desenvolveu febre de 39,4 °C, calafrios, ansiedade, náuseas, vômitos e dor abdominal. Sua pressão arterial caiu de 110/70 mmHg (pré-transfusão) para 90/60 mmHg, e a frequência cardíaca passou a ser de 120 bpm. Ela passou a referir dispneia, com uma saturação de oxigênio de 92%.  


O quadro apresentado pela paciente é característico de: 

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Q3513588 Medicina
Um paciente de 60 anos de idade, com queixa de cefaleia constante e mal-estar indefinido, iniciados cerca de dois meses antes, faz exames de rotina. O hemograma mostra uma intensa leucocitose (250.000 leucócitos/µL), com desvio escalonado da série granulocítica. As séries vermelha e plaquetária estão normais. O paciente foi encaminhado para o hematologista. Este solicitou cariótipo, que mostrou positividade para o cromossomo Philadelphia, e pesquisa de BCR-ABL, que também foi positiva.  
A conduta imediata a ser tomada com esse paciente é: 
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Q3513587 Medicina

Uma paciente portadora de beta-talassemia major cujo tratamento consiste em transfusões regulares, a cada 3 a 4 semanas, visando a manter a dosagem de hemoglobina acima de 10 g/dL, apresenta sobrecarga de ferro e aloimunização antieritrocitária.  


Para a prevenção dessas complicações, é obrigatória a utilização das seguintes estratégias: 

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Q3513586 Medicina

Uma paciente de 13 anos de idade comparece a uma unidade de emergência relatando que teve sua menarca 3 dias antes, e desde então apresenta perda menstrual de grande volume, e praticamente contínua, chegando a ter que trocar 15 absorventes por dia. Tem história de sangramento excessivo quando da queda dos dentes provisórios, de surgimento frequente de manchas roxas nas pernas, sem que tenha ocorrido trauma, e de hematoma bucal, sempre que morde a bochecha. O exame físico era normal, exceto pela presença de palidez cutâneo-mucosa (+/4+). O teste de gravidez foi negativo e o hemograma mostrou anemia leve (hemoglobina: 11 g/dL), leucometria normal e contagem de plaquetas de 20.000/µL. O coagulograma revelou um tempo de protrombina de 14 segundos, com RNI de 1,15, e PTTa de 52 segundos, com padrão de 36 segundos. 


Para a confirmação diagnóstica, deve-se solicitar:      

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Q3513428 Medicina
No uso de antipsicóticos de primeira geração, podem ocorrer como efeito indesejável:
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Q3513421 Medicina
Uma paciente de 72 anos, coronariopata, interna-se com insuficiência cardíaca descompensada. No quarto dia de hospitalização, apresenta febre e piora dos marcadores inflamatórios do sangue periférico. A radiografia de tórax no leito sugere aumento do acúmulo de líquido pleural à direita, agora sugerindo infecção associada do mesmo lado. Foi realizada toracocentese guiada por ultrassonografia à beira do leito.
O resultado com melhor prognóstico para esse procedimento foi:
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Q3513420 Medicina
Uma mulher de 68 anos queixa-se de falta de ar ao andar no plano, necessitando parar algumas vezes para recuperar o fôlego. Refere, também, tosse com expectoração acinzentada, principalmente pela manhã ao acordar.
Tabagista de 40 anos-maço. HAS em uso de losartana 50 mg de 12 em 12 horas. Nega DM, hepatites e alergias. Ao exame físico: lúcida, orientada, hidratada, acianótica e afebril. PA 130 x 90 mmHg, FR 18 irpm, FC 80 bpm. AP: MV diminuído sem ruídos adventícios. Sat 02 95% em ar ambiente, sem esforço respiratório em repouso. Realizou espirometria, que revelou CVF normal, VEF1/CVF 66% pós-BD e VFE1 de 52%. Prova broncodilatadora negativa.
Nesse cenário clínico, a classificação de gravidade, segundo os critérios do GOLD, levando em consideração os parâmetros espirométricos, é:
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Q3513419 Medicina
Um paciente de 72 anos, com peso predito de 65 quilos, portador de DPOC agudizada por causa de infecção respiratória, está intubado e ventilado mecanicamente há 10 dias por pneumonia. Apresenta boa evolução com melhora do quadro infeccioso e no momento está sendo ventilado com PSV = 15 cmH2O, volume corrente = 350 ml, FR = 25 ipm; gasometria arterial mostra pH = 7,35, paO2 = 60 mmHg, paCO2 = 50 cmH2O. Bicarbonato = 28 com FiO2 0,40. Quando se tenta diminuir a pressão de suporte para 8 cmH2O e se mantém a PEEP em 5 cmH2O, a FR aumenta para 32 ipm e o volume corrente cai para 200 ml com o paciente bastante desconfortável.
Diante do quadro acima citado, a explicação mais provável para essa situação é:
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Q3513418 Medicina
Uma mulher de 56 anos, com história prévia de DPOC, deu entrada na emergência com febre, dispneia progressiva e tosse produtiva. Fazia uso regular de broncodilatadores, aproximadamente 4 vezes ao dia. Na última semana, ela refere piora da tolerância ao exercício, evoluindo para dispneia em repouso apesar do uso frequente da medicação. No exame físico, ela apresentava-se taquipneica, mas alerta e responsiva. A temperatura axilar era 38C, FC=110 bpm, f- 28 ipm, pressão arterial 110 x 70mmHg. Havia uso de musculatura acessória, porém a paciente conseguia completar pequenas sentenças. A ausculta respiratória mostrava diminuição do murmúrio vesicular bilateralmente e um padrão de respiração com expiração prolongada era percebida. A radiografia de tórax revelava hiperinsuflação. Gasometria arterial com O2 a 2L/min por catéter nasal: pH = 7.30, pO2 = 58 mmHg, pCO2 = 60 mmHg, HCO3- 21 mmHg e SatO2= 88%.
Além de monitorização intensiva na UTI, a conduta mais apropriada para a paciente nesse momento é:
Alternativas
Q3513417 Medicina
Paciente de 55 anos, obesa (IMC 34) e portadora de hipertensão arterial sistêmica, é submetida a colecistectomia por via laparoscópica. No decorrer do procedimento anestésico, observa-se, durante a capnografia, queda progressiva do CO2 expirado. O aspecto da onda de capnografia é normal.
O diagnóstico mais provável dessa situação e a melhor conduta a ser traçada são: 
Alternativas
Q3513416 Medicina
Um paciente do sexo masculino de 70 anos foi encaminhado para investigação diagnóstica de dispneia progressiva. Após exame físico detalhado e anamnese cuidadosa, referia ser ex-tabagista (carga tabágica de 20 anos-maço), portador de hipertensão arterial sistêmica em uso de losartana. Paciente relatava dispneia progressiva com início há dois anos e piora significativa nos últimos oito meses. Negou febre, dor torácica, poliartralgia, poliartrite e sudorese noturna. Sempre trabalhou em escritório, sem qualquer tipo de exposição ambiental no trabalho ou na residência. O paciente trouxe diversos exames, como espirometria, que sugeria distúrbio ventilatório restritivo grave. A tomografia computadorizada de tórax, realizada recentemente, evidenciou infiltrado intersticial reticular bilateral, simétrico, predominando na periferia do parênquima pulmonar com diversas áreas de faveolamento na periferia do parênquima. O padrão radiológico era típico de pneumonia intersticial usual (PIU). Além disso, o paciente trouxe diversos marcadores de autoimunidade, todos não reagentes.
Considerando-se a história clínica e os achados radiológicos e funcionais, a suspeita diagnóstica seria de:
Alternativas
Q3513415 Medicina
Um paciente do sexo masculino de 63 anos foi encaminhando para investigação diagnóstica de pneumopatia intersticial, queixando-se de tosse seca e dispneia. Após detalhado exame físico e cuidadosa anamnese, referiu ser portador de dislipidemia com relato de dispneia progressiva de início há 03 anos, além de tosse seca. Negou febre, sibilos, dor torácica, sudorese noturna e hemoptise. Negou ainda artralgia ou artrite. Trabalhava em aviário há aproximadamente quatro anos. Ao exame físico, observaram-se discretos estertores crepitantes nas bases pulmonares. Havia ausência de cianose, porém com discreto baqueteamento digital. O paciente trouxe diversos exames complementares solicitados em outras consultas médicas em outras unidades assistenciais. Painel com marcadores de autoimunidade não reagentes. Espirometria evidenciava CVF% 68%, VEF1/CVF: 90 e VEF1: 72%. Ausência de resposta broncodilatadora. A tomografia computadorizada do tórax evidenciou áreas com aprisionamento aéreo, opacidades em vidro fosco e discretas opacidades nodulares em vidro fosco centrolobulares, todas as imagens predominando nas bases pulmonares. Além disso, observou-se discreto infiltrado intersticial reticular nas bases pulmonares, associado a bronquiectasias de tração.
Considerando-se a história clínica e os achados radiológicos e funcionais, a suspeita diagnóstica seria de:
Alternativas
Q3513414 Medicina
Paciente do sexo feminino de 28 anos foi encaminhada para um hospital universitário para investigação diagnóstica de doença intersticial pulmonar associada ao quadro de poliartralgia. Após minuciosa anamnese e exame físico detalhado, verificou-se que a paciente, secretária em escritório de advocacia, apresentava quadro de adinamia intensa, com início há um ano, seguido de poliartralgia, dispneia aos esforços, emagrecimento de 6 kg em um ano e febre baixa não aferida. Negava hemoptise ou dor torácica. Ao exame, apresentava pápulas e placas eritematosas predominando em cicatrizes prévias e em duas tatuagens. Relatou, ainda, ardência ocular. A paciente já trazia alguns exames complementares, como espirometria, cujo resultado era normal, e uma tomografia computadorizada do tórax que evidenciou infiltrado intersticial nodular bilateral, simétrico com predomínio nos lobos superiores e com distribuição perilinfática.
Considerando-se a história clínica e os achados radiológicos e funcionais, a principal suspeita diagnóstica seria de:
Alternativas
Respostas
4481: B
4482: D
4483: C
4484: E
4485: C
4486: A
4487: D
4488: C
4489: E
4490: B
4491: D
4492: B
4493: B
4494: C
4495: D
4496: D
4497: B
4498: D
4499: D
4500: D