Questões de Concurso
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A Sra. Maria Lúcia, uma mulher de 75 anos, chegou à emergência após uma queda em sua casa. Ela relata que tropeçou em um tapete e caiu de lado no chão da sala. Desde então, ela sente uma dor intensa no quadril esquerdo, não consegue levantar e não consegue andar. Quando do exame físico, nota-se que sua perna esquerda está encurtada e rodada externamente. Ela tem histórico de osteoporose e faz uso regular de anti-inflamatórios não esteroides para dor causada pela osteoartrose do joelho esquerdo. Além disso, tem hipertensão arterial essencial controlada com medicamentos. Está lúcida com sinais vitais estáveis, dor intensa à palpação do quadril esquerdo, pulsos distais presentes e simétricos. A radiografia de quadril mostra uma fratura transtrocanteriana do fêmur.
Diante desse quadro clínico, a melhor abordagem terapêutica para o caso da Sra. Maria Lúcia é:
Um homem de 23 anos, estudante de música, saudável e sem história patológica de doenças respiratórias, chega ao pronto-socorro com dor torácica súbita e intensa do lado direito, com dispneia. Ele relata que estava estudando com seu saxofone quando os sintomas começaram. No exame físico, observa-se diminuição do murmúrio respiratório no hemitórax direito, com hipertimpanismo à percussão e diminuição da expansão torácica nesse lado. O paciente está consciente, orientado, com frequência respiratória de 24 incursões por minuto e saturação de oxigênio de 93% em ar ambiente. Uma telerradiografia de tórax confirma a presença de um pneumotórax no hemitórax direito, ocupando aproximadamente 30%.
Diante desse quadro clínico, a conduta terapêutica mais adequada é:
Uma mulher de 52 anos apresenta-se no consultório com queixas de fraqueza muscular progressiva, especialmente nos membros superiores, bem como dificuldade para subir escadas e levantarse de uma cadeira, que começaram há três meses. Relata perda de peso involuntária de aproximadamente 8 quilos nos últimos oito meses, tosse crônica e episódios de pequena hemoptise. Não tem história prévia de doenças. O exame físico revela fraqueza muscular proximal simétrica, sem atrofia muscular. Os reflexos tendinosos profundos são normais. A tomografia computadorizada de tórax mostra uma massa no lobo superior do pulmão direito, sugestiva de neoplasia pulmonar. Os exames laboratoriais mostram elevação de enzimas musculares (CK) e anticorpos anti-Hu positivos.
O diagnóstico mais provável para essa paciente é:
Um homem de 54 anos apresenta-se no consultório com história de disfagia progressiva para sólidos e líquidos, regurgitação noturna de alimentos não digeridos e perda de peso significativa nos últimos oito meses. Ele não relata dor torácica, mas menciona uma sensação de "comida parada" no meio do peito. Não há história de doenças crônicas ou cirurgias prévias. O exame físico revela um paciente emagrecido, sem outras alterações significativas. A endoscopia digestiva alta mostra retenção de alimentos no esôfago sem lesões obstrutivas evidentes. Uma esofagografia com contraste revela um esôfago dilatado com afilamento distal, que sugere um "bico de pássaro". A manometria esofágica confirma aperistalse do corpo esofágico e ausência de relaxamento adequado do esfíncter esofágico inferior.
O tratamento cirúrgico mais indicado para esse paciente é:
Um homem de 49 anos se apresenta no consultório com queixa de dor no flanco esquerdo e hematúria macroscópica intermitente. Ele relata que os sintomas começaram há cerca de dois meses. Não tem antecedentes pessoais de doenças relevantes, mas é fumante há 30 anos. Quando do exame físico, há dor à palpação do flanco esquerdo com sinal de Giordano positivo, mas sem outras alterações significativas. Os exames laboratoriais mostram hematúria e leve anemia. Uma ultrassonografia abdominal revela uma massa sólida de 8 centímetros no rim esquerdo. A tomografia computadorizada confirma a presença de uma massa renal com características suspeitas de malignidade, sem evidência de metástases.
Esse quadro clínico tem como diagnóstico mais provável:
Um paciente de 52 anos tem diagnóstico de úlcera gástrica, classificada com Johnson III e complicada por sangramento persistente com classificação Forrest 1A, apresentando sucessivas recidivas do sangramento. Após estabilização hemodinâmica do paciente, o cirurgião planeja realizar uma antrectomia. Para isso, ele reflete sobre as principais diferenças entre as técnicas de Billroth I e Billroth II.
Em relação a essas técnicas, é correto afirmar que:
Um paciente de 55 anos apresenta-se no consultório com queixa de uma protuberância na região inguinal direita que se estende até o escroto. Ele relata que a protuberância aparece principalmente quando faz esforço físico, como levantar pesos, e desaparece quando está deitado. Não há sinais de dor intensa, febre ou outros sintomas sistêmicos. Ao exame físico, observa-se uma massa inguinoescrotal redutível ao repouso e com manobras de redução manual. Não há sinais de estrangulamento ou obstrução.
A melhor técnica cirúrgica para tratar a hérnia inguinoescrotal redutível desse paciente será:
Uma paciente de 45 anos, com histórico de dor abdominal no quadrante superior direito, icterícia intermitente e elevação moderada das enzimas hepáticas, é diagnosticada com coledocolitíase.
A melhor abordagem para o diagnóstico e tratamento dessa paciente é:
Um paciente de 65 anos apresenta icterícia progressiva, perda de peso significativa e dor abdominal. Uma tomografia computadorizada revela uma massa na cabeça do pâncreas de 3 cm, sem evidência de metástases à distância. A colangiopancreatografia por ressonância magnética mostra dilatação do ducto biliar comum e do ducto pancreático. Os exames laboratoriais indicam elevação das bilirrubinas. Os marcadores tumorais (CA 19-9) estão elevados.
A melhor opção de tratamento para esse paciente é:
Um paciente de 64 anos apresenta uma massa abdominal palpável, perda de peso não intencional e desconforto abdominal vago que persiste há alguns meses. A tomografia computadorizada do abdômen revela uma grande massa retroperitoneal.
Diante desse quadro, a combinação mais apropriada de diagnóstico e tratamento para esse caso é:
Um paciente de 59 anos apresenta fadiga progressiva, anemia ferropriva e perda de peso não intencional. Uma colonoscopia revelou uma lesão no cólon ascendente macroscopicamente compatível com tumor maligno.
Assim, a combinação correta de sintomas, métodos de diagnóstico e opções de tratamento para esse caso é:
O conhecimento da embriologia, histologia, anatomia e patologia é importante para a compreensão do divertículo de Meckel e para o diagnóstico diferencial da apendicite.
Em relação ao divertículo de Meckel, é correto afirmar que:
Um paciente de 68 anos queixa-se de dor abdominal intermitente e perda de peso inexplicada. Apresenta anemia ferropriva. Ele relata um histórico de síndrome do intestino irritável, mas observou um aumento na frequência e na gravidade dos sintomas nos últimos quatro meses. O exame físico revela uma massa palpável, com certa mobilidade, no quadrante inferior direito do abdômen.
Diante desse quadro clínico, a hipótese diagnóstica principal é:
Durante endoscopia realizada em um paciente com sangramento gastrointestinal agudo, uma úlcera é identificada.
O sistema de classificação comumente utilizado para descrever essa úlcera de acordo com a gravidade do sangramento é a classificação de:
Um homem de 36 anos chega ao pronto-socorro após atropelamento. Ele se queixa de dor abdominal intensa no lado direito do abdômen. Quando do exame físico, está hipotenso e taquicárdico, com dor à palpação no quadrante superior direito do abdômen. Os exames laboratoriais revelam queda da hemoglobina e elevação das enzimas hepáticas. Uma tomografia computadorizada mostra uma lesão no lobo hepático direito com hematoma subcapsular com 30% da superfície e uma laceração estimada em 4 cm de profundidade com 8 cm de comprimento.
A classificação mais provável dessa lesão hepática e a conduta inicial correta de tratamento são, respectivamente:
Um paciente de 20 anos chega ao serviço de emergência de um grande hospital com história de anorexia e náuseas que se iniciaram há 24 horas. Agora apresenta dor abdominal intensa no quadrante inferior direito, febre e vômitos. O exame físico revela rigidez abdominal localizada no quadrante inferior direito e dor à palpação profunda na fossa ilíaca direita. Os exames laboratoriais mostram leucocitose de 15.400/mm3 com desvio à esquerda. A tomografia computadorizada de abdômen confirma o diagnóstico de abscesso apendicular.
A próxima etapa no manejo desse paciente será:
A técnica Lichtenstein tem sido associada a baixas taxas de recorrência e é considerada uma abordagem padrão para o tratamento das hérnias.
Em relação a essa técnica, é correto afirmar que:
Uma paciente de 27 anos queixa-se de sudorese noturna, perda de peso não intencional, febre baixa e prurido generalizado há cerca de três meses. Quando do exame físico, são palpáveis linfonodos cervicais aumentados nos níveis III, IV Va e VI bilaterais. Uma radiografia do tórax mostra massas no mediastino. O material de uma biópsia excisional, de um linfonodo cervical, mostra células de Reed-Sternberg característicos.
Esses dados confirmam que o diagnóstico para esse paciente é:
Uma mulher de 38 anos queixa-se da presença de um nódulo tireoidiano, detectado em uma ultrassonografia de rotina. Quando da anamnese e exame físico, não apresenta sintomas relacionados à hiperfunção ou hipofunção da tireoide. Não há dor, dificuldade para engolir ou alterações na voz. A palpação da tireoide não revela nenhuma anormalidade. A ultrassonografia confirma a presença de um nódulo tireoidiano solitário de 2 cm de diâmetro, com classificação TI-RADS IV.
Diante desse quadro, a conduta propedêutica mais apropriada é: