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Um homem de 60 anos apresenta-se ao consultório com queixas de dor abdominal epigástrica persistente há seis meses, perda de peso não intencional de 10 kg e sensação de plenitude pós-prandial precoce. Ele também relata episódios de náusea e vômito, ocasionalmente com sangue. O paciente tem histórico de tabagismo e consumo regular de álcool, além de uma dieta rica em alimentos processados e salgados. No exame físico, nota-se palidez e linfonodos supraclaviculares aumentados. A endoscopia digestiva alta revela uma lesão ulcerada no antro gástrico, e a biópsia confirma a presença de adenocarcinoma gástrico.
O fator de risco mais significativo associado ao desenvolvimento do câncer de estômago no caso desse paciente é:
A Sra. Maria Lúcia, uma mulher de 75 anos, chegou à emergência após uma queda em sua casa. Ela relata que tropeçou em um tapete e caiu de lado no chão da sala. Desde então, ela sente uma dor intensa no quadril esquerdo, não consegue levantar e não consegue andar. Quando do exame físico, nota-se que sua perna esquerda está encurtada e rodada externamente. Ela tem histórico de osteoporose e faz uso regular de anti-inflamatórios não esteroides para dor causada pela osteoartrose do joelho esquerdo. Além disso, tem hipertensão arterial essencial controlada com medicamentos. Está lúcida com sinais vitais estáveis, dor intensa à palpação do quadril esquerdo, pulsos distais presentes e simétricos. A radiografia de quadril mostra uma fratura transtrocanteriana do fêmur.
Diante desse quadro clínico, a melhor abordagem terapêutica para o caso da Sra. Maria Lúcia é:
Um homem de 23 anos, estudante de música, saudável e sem história patológica de doenças respiratórias, chega ao pronto-socorro com dor torácica súbita e intensa do lado direito, com dispneia. Ele relata que estava estudando com seu saxofone quando os sintomas começaram. No exame físico, observa-se diminuição do murmúrio respiratório no hemitórax direito, com hipertimpanismo à percussão e diminuição da expansão torácica nesse lado. O paciente está consciente, orientado, com frequência respiratória de 24 incursões por minuto e saturação de oxigênio de 93% em ar ambiente. Uma telerradiografia de tórax confirma a presença de um pneumotórax no hemitórax direito, ocupando aproximadamente 30%.
Diante desse quadro clínico, a conduta terapêutica mais adequada é:
Uma mulher de 52 anos apresenta-se no consultório com queixas de fraqueza muscular progressiva, especialmente nos membros superiores, bem como dificuldade para subir escadas e levantarse de uma cadeira, que começaram há três meses. Relata perda de peso involuntária de aproximadamente 8 quilos nos últimos oito meses, tosse crônica e episódios de pequena hemoptise. Não tem história prévia de doenças. O exame físico revela fraqueza muscular proximal simétrica, sem atrofia muscular. Os reflexos tendinosos profundos são normais. A tomografia computadorizada de tórax mostra uma massa no lobo superior do pulmão direito, sugestiva de neoplasia pulmonar. Os exames laboratoriais mostram elevação de enzimas musculares (CK) e anticorpos anti-Hu positivos.
O diagnóstico mais provável para essa paciente é:
Um homem de 54 anos apresenta-se no consultório com história de disfagia progressiva para sólidos e líquidos, regurgitação noturna de alimentos não digeridos e perda de peso significativa nos últimos oito meses. Ele não relata dor torácica, mas menciona uma sensação de "comida parada" no meio do peito. Não há história de doenças crônicas ou cirurgias prévias. O exame físico revela um paciente emagrecido, sem outras alterações significativas. A endoscopia digestiva alta mostra retenção de alimentos no esôfago sem lesões obstrutivas evidentes. Uma esofagografia com contraste revela um esôfago dilatado com afilamento distal, que sugere um "bico de pássaro". A manometria esofágica confirma aperistalse do corpo esofágico e ausência de relaxamento adequado do esfíncter esofágico inferior.
O tratamento cirúrgico mais indicado para esse paciente é:
Uma mulher de 39 anos chega ao ambulatório com queixa de dificuldade para engolir, inicialmente apenas para sólidos, mas agora também para líquidos, que vem se agravando progressivamente nos últimos 8 meses. Ela também relata perda de peso significativa de mais de 10 kg e episódios de regurgitação de alimentos não digeridos. Não há histórico de doenças crônicas ou cirurgia prévia. No exame físico, o estado geral é bom, mas com perda ponderal evidente. A endoscopia digestiva alta revela retenção de alimentos no esôfago, sem evidências de estenose ou massa. A manometria esofágica mostra aperistalse no corpo do esôfago e ausência de relaxamento do esfíncter esofágico inferior durante a deglutição.
Diante desse quadro clínico, o diagnóstico mais provável para essa paciente é:
Um paciente de 55 anos apresenta-se no consultório com queixa de uma protuberância na região inguinal direita que se estende até o escroto. Ele relata que a protuberância aparece principalmente quando faz esforço físico, como levantar pesos, e desaparece quando está deitado. Não há sinais de dor intensa, febre ou outros sintomas sistêmicos. Ao exame físico, observa-se uma massa inguinoescrotal redutível ao repouso e com manobras de redução manual. Não há sinais de estrangulamento ou obstrução.
A melhor técnica cirúrgica para tratar a hérnia inguinoescrotal redutível desse paciente será:
Uma paciente de 45 anos, com histórico de dor abdominal no quadrante superior direito, icterícia intermitente e elevação moderada das enzimas hepáticas, é diagnosticada com coledocolitíase.
A melhor abordagem para o diagnóstico e tratamento dessa paciente é:
Um paciente de 65 anos apresenta icterícia progressiva, perda de peso significativa e dor abdominal. Uma tomografia computadorizada revela uma massa na cabeça do pâncreas de 3 cm, sem evidência de metástases à distância. A colangiopancreatografia por ressonância magnética mostra dilatação do ducto biliar comum e do ducto pancreático. Os exames laboratoriais indicam elevação das bilirrubinas. Os marcadores tumorais (CA 19-9) estão elevados.
A melhor opção de tratamento para esse paciente é:
Um paciente de 64 anos apresenta uma massa abdominal palpável, perda de peso não intencional e desconforto abdominal vago que persiste há alguns meses. A tomografia computadorizada do abdômen revela uma grande massa retroperitoneal.
Diante desse quadro, a combinação mais apropriada de diagnóstico e tratamento para esse caso é:
Um paciente de 59 anos apresenta fadiga progressiva, anemia ferropriva e perda de peso não intencional. Uma colonoscopia revelou uma lesão no cólon ascendente macroscopicamente compatível com tumor maligno.
Assim, a combinação correta de sintomas, métodos de diagnóstico e opções de tratamento para esse caso é:
O conhecimento da embriologia, histologia, anatomia e patologia é importante para a compreensão do divertículo de Meckel e para o diagnóstico diferencial da apendicite.
Em relação ao divertículo de Meckel, é correto afirmar que:
No consultório, dá entrada um paciente de 38 anos, com suspeita clínica de síndrome de Lynch, que precisa de confirmação do diagnóstico.
O método que pode confirmar a hipótese é:
Um paciente de 68 anos queixa-se de dor abdominal intermitente e perda de peso inexplicada. Apresenta anemia ferropriva. Ele relata um histórico de síndrome do intestino irritável, mas observou um aumento na frequência e na gravidade dos sintomas nos últimos quatro meses. O exame físico revela uma massa palpável, com certa mobilidade, no quadrante inferior direito do abdômen.
Diante desse quadro clínico, a hipótese diagnóstica principal é:
A técnica Lichtenstein tem sido associada a baixas taxas de recorrência e é considerada uma abordagem padrão para o tratamento das hérnias.
Em relação a essa técnica, é correto afirmar que:
Um paciente de 58 anos, com histórico de uso contínuo de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), queixa-se de dor abdominal intensa, principalmente após as refeições, e episódios de vômito com sangue. Relata, também, fezes escuras e pastosas, como piche, nas últimas 48 horas. Ao exame físico, o paciente está hipotenso, taquicárdico e apresenta abdômen distendido e sensível à palpação. A endoscopia digestiva alta revela úlcera gástrica com classificação de Forrest IB, que foi tratada adequadamente.
O tratamento concomitante é:
Uma paciente de 27 anos queixa-se de sudorese noturna, perda de peso não intencional, febre baixa e prurido generalizado há cerca de três meses. Quando do exame físico, são palpáveis linfonodos cervicais aumentados nos níveis III, IV Va e VI bilaterais. Uma radiografia do tórax mostra massas no mediastino. O material de uma biópsia excisional, de um linfonodo cervical, mostra células de Reed-Sternberg característicos.
Esses dados confirmam que o diagnóstico para esse paciente é: