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Caso clínico
M.C.A., 37 anos, compareceu na data de hoje (12/01/2025) ao posto de saúde da Estratégia Saúde da Família (ESF) para sua primeira consulta de pré-natal. Relata ser sua terceira gravidez, com dois abortos prévios, ambos espontâneos e diagnosticados no primeiro trimestre. Não possui filhos vivos. Seu histórico de saúde inclui hipertensão arterial sistêmica (HAS) crônica diagnosticada há 5 anos, controlada com enalapril, e obesidade grau I (IMC: 32 kg/m²).
Na consulta, M.C.A. queixa-se de cansaço excessivo e episódios esporádicos de cefaleia, geralmente aliviados com repouso. Relata também que tem dificuldade em seguir uma dieta equilibrada e manter uma rotina de exercícios devido ao trabalho como costureira autônoma.
M.C.A. mora em uma área periférica, possui baixa escolaridade (ensino fundamental incompleto) e relata insegurança alimentar leve. É casada, mas menciona que o marido está desempregado. Tem apoio limitado da família para o cuidado durante a gestação. Nega tabagismo, uso de álcool ou drogas. A data da última menstruação foi em 25 de agosto de 2024.
Ao exame físico:
- PA: 150/100 mmHg
- FC: 84 bpm
- Peso: 85 kg
- Altura: 1,63 m
- Altura uterina: 20 cm
- Presença de edema discreto em membros inferiores
- FCF: 140 bpm, regular e audível
Exames laboratoriais recentes:
- Hemoglobina: 10,2 g/dL
- Hematócrito: 31%
- Glicemia de jejum: 98 mg/dL
- Proteinúria 1+ em amostra isolada
- Sorologias para HIV, VDRL e hepatites: não reagentes M.C.A. foi orientada por sua médica a interromper o enalapril ao descobrir a gestação, mas ainda não iniciou outro tratamento. Questiona sobre os riscos para a saúde do bebê e pede orientações sobre como proceder. Também demonstra preocupação com a falta de recursos financeiros para seguir uma alimentação adequada e comprar medicações, caso sejam prescritas.
Caso clínico
M.C.A., 37 anos, compareceu na data de hoje (12/01/2025) ao posto de saúde da Estratégia Saúde da Família (ESF) para sua primeira consulta de pré-natal. Relata ser sua terceira gravidez, com dois abortos prévios, ambos espontâneos e diagnosticados no primeiro trimestre. Não possui filhos vivos. Seu histórico de saúde inclui hipertensão arterial sistêmica (HAS) crônica diagnosticada há 5 anos, controlada com enalapril, e obesidade grau I (IMC: 32 kg/m²).
Na consulta, M.C.A. queixa-se de cansaço excessivo e episódios esporádicos de cefaleia, geralmente aliviados com repouso. Relata também que tem dificuldade em seguir uma dieta equilibrada e manter uma rotina de exercícios devido ao trabalho como costureira autônoma.
M.C.A. mora em uma área periférica, possui baixa escolaridade (ensino fundamental incompleto) e relata insegurança alimentar leve. É casada, mas menciona que o marido está desempregado. Tem apoio limitado da família para o cuidado durante a gestação. Nega tabagismo, uso de álcool ou drogas. A data da última menstruação foi em 25 de agosto de 2024.
Ao exame físico:
- PA: 150/100 mmHg
- FC: 84 bpm
- Peso: 85 kg
- Altura: 1,63 m
- Altura uterina: 20 cm
- Presença de edema discreto em membros inferiores
- FCF: 140 bpm, regular e audível
Exames laboratoriais recentes:
- Hemoglobina: 10,2 g/dL
- Hematócrito: 31%
- Glicemia de jejum: 98 mg/dL
- Proteinúria 1+ em amostra isolada
- Sorologias para HIV, VDRL e hepatites: não reagentes M.C.A. foi orientada por sua médica a interromper o enalapril ao descobrir a gestação, mas ainda não iniciou outro tratamento. Questiona sobre os riscos para a saúde do bebê e pede orientações sobre como proceder. Também demonstra preocupação com a falta de recursos financeiros para seguir uma alimentação adequada e comprar medicações, caso sejam prescritas.
Caso clínico
M.C.A., 37 anos, compareceu na data de hoje (12/01/2025) ao posto de saúde da Estratégia Saúde da Família (ESF) para sua primeira consulta de pré-natal. Relata ser sua terceira gravidez, com dois abortos prévios, ambos espontâneos e diagnosticados no primeiro trimestre. Não possui filhos vivos. Seu histórico de saúde inclui hipertensão arterial sistêmica (HAS) crônica diagnosticada há 5 anos, controlada com enalapril, e obesidade grau I (IMC: 32 kg/m²).
Na consulta, M.C.A. queixa-se de cansaço excessivo e episódios esporádicos de cefaleia, geralmente aliviados com repouso. Relata também que tem dificuldade em seguir uma dieta equilibrada e manter uma rotina de exercícios devido ao trabalho como costureira autônoma.
M.C.A. mora em uma área periférica, possui baixa escolaridade (ensino fundamental incompleto) e relata insegurança alimentar leve. É casada, mas menciona que o marido está desempregado. Tem apoio limitado da família para o cuidado durante a gestação. Nega tabagismo, uso de álcool ou drogas. A data da última menstruação foi em 25 de agosto de 2024.
Ao exame físico:
- PA: 150/100 mmHg
- FC: 84 bpm
- Peso: 85 kg
- Altura: 1,63 m
- Altura uterina: 20 cm
- Presença de edema discreto em membros inferiores
- FCF: 140 bpm, regular e audível
Exames laboratoriais recentes:
- Hemoglobina: 10,2 g/dL
- Hematócrito: 31%
- Glicemia de jejum: 98 mg/dL
- Proteinúria 1+ em amostra isolada
- Sorologias para HIV, VDRL e hepatites: não reagentes M.C.A. foi orientada por sua médica a interromper o enalapril ao descobrir a gestação, mas ainda não iniciou outro tratamento. Questiona sobre os riscos para a saúde do bebê e pede orientações sobre como proceder. Também demonstra preocupação com a falta de recursos financeiros para seguir uma alimentação adequada e comprar medicações, caso sejam prescritas.
Caso clínico
M.C.A., 37 anos, compareceu na data de hoje (12/01/2025) ao posto de saúde da Estratégia Saúde da Família (ESF) para sua primeira consulta de pré-natal. Relata ser sua terceira gravidez, com dois abortos prévios, ambos espontâneos e diagnosticados no primeiro trimestre. Não possui filhos vivos. Seu histórico de saúde inclui hipertensão arterial sistêmica (HAS) crônica diagnosticada há 5 anos, controlada com enalapril, e obesidade grau I (IMC: 32 kg/m²).
Na consulta, M.C.A. queixa-se de cansaço excessivo e episódios esporádicos de cefaleia, geralmente aliviados com repouso. Relata também que tem dificuldade em seguir uma dieta equilibrada e manter uma rotina de exercícios devido ao trabalho como costureira autônoma.
M.C.A. mora em uma área periférica, possui baixa escolaridade (ensino fundamental incompleto) e relata insegurança alimentar leve. É casada, mas menciona que o marido está desempregado. Tem apoio limitado da família para o cuidado durante a gestação. Nega tabagismo, uso de álcool ou drogas. A data da última menstruação foi em 25 de agosto de 2024.
Ao exame físico:
- PA: 150/100 mmHg
- FC: 84 bpm
- Peso: 85 kg
- Altura: 1,63 m
- Altura uterina: 20 cm
- Presença de edema discreto em membros inferiores
- FCF: 140 bpm, regular e audível
Exames laboratoriais recentes:
- Hemoglobina: 10,2 g/dL
- Hematócrito: 31%
- Glicemia de jejum: 98 mg/dL
- Proteinúria 1+ em amostra isolada
- Sorologias para HIV, VDRL e hepatites: não reagentes M.C.A. foi orientada por sua médica a interromper o enalapril ao descobrir a gestação, mas ainda não iniciou outro tratamento. Questiona sobre os riscos para a saúde do bebê e pede orientações sobre como proceder. Também demonstra preocupação com a falta de recursos financeiros para seguir uma alimentação adequada e comprar medicações, caso sejam prescritas.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a meta global é reduzir a razão de mortalidade materna (RMM) até 2030, conforme os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Contudo, alcançar essa meta exige esforços intensificados, especialmente nos países onde a RMM é mais alta. Fatores como políticas públicas inadequadas, falta de investimentos em saúde e desigualdades regionais são barreiras significativas. Em relação à mortalidade materna, o conceito de razão de mortalidade materna (RMM) é amplamente utilizado em análises de saúde pública.
Sobre o cálculo e a interpretação da RMM, é correto afirmar que:
Sobre a hemorragia pós-parto (HPP), considere as afirmativas abaixo:
I. A HPP apresenta, basicamente, quatro causas principais que são resumidas por meio do método mnemônico “4 Ts”: tônus, tecido, trauma e trombina. A causa principal e mais comum é a atonia.
II. A HPP pode ser primária, ocorrendo nas primeiras 24 horas após o parto, ou secundária, ocorrendo entre 24 horas e 12 semanas após o parto.
III. Dentre as ações para tratamento inicial da mulher com HPP deve ser realizado estabilização do quadro clínico e administração de uterotônicos.
IV. Na puérpera com atonia uterina, a primeira manobra é a massagem uterina para estimular o tônus uterino, devendo evitar a compressão bimanual do útero.
Qual das afirmativas está correta?
Sobre diabetes gestacional (DMG), considere as afirmativas abaixo:
I. É definido como uma intolerância aos carboidratos de gravidade variável, que se inicia durante a gestação, e origina-se da falta de reserva pancreática funcional para atender às demandas fisiológicas da gestação.
II. A detecção e o controle precoce do DMG reduzem significativamente complicações maternas e fetais.
III. Segundo as diretrizes 2024 da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), o diagnóstico de DMG deve ser considerado nas gestantes com glicemia plasmática em jejum de ≥ 126 mg/dL em qualquer momento da gestação.
IV. Segundo as diretrizes 2024 da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), é recomendado aconselhar mulheres com Hemoglobina glicada (HbA1c) acima de 9% para evitarem a gravidez até que alcancem melhor controle glicêmico.
Qual das afirmativas está correta?
Sobre as diferenças entre placenta prévia e descolamento prematuro de placenta (DPP), considere as afirmativas abaixo:
I. Na placenta prévia, o sangramento é vermelho-vivo, indolor e geralmente ocorre no terceiro trimestre.
II. No descolamento prematuro de placenta, o quadro clássico é caracterizado pelo sangramento vaginal, dor abdominal, frequentemente acompanhada de contrações.
III. A ultrassonografia endovaginal é o método padrãoouro para o diagnóstico de placenta prévia.
IV. No DPP, as gestantes devem ser monitoradas, com avaliação do estado hemodinâmico materno e a vitalidade fetal. A avaliação laboratorial materna deve incluir: tipagem sanguínea, hemograma completo e coagulograma.
Qual das afirmativas está correta?
Sobre a pré-eclâmpsia, considere as afirmativas:
I. A presença de hipertensão associada à trombocitopenia ou insuficiência renal pode caracterizar pré-eclâmpsia na ausência de proteinúria.
II. O edema generalizado é um critério obrigatório para diagnóstico de pré-eclâmpsia.
III. A contagem de plaquetas menor que 100.000/mm³ e edema de pulmão são sinais de gravidade na préeclâmpsia.
IV. Em suas formas graves, instala-se a convulsão e passa a ser denominada eclâmpsia.
Qual das afirmativas está correta?
Sobre a síndrome HELLP, avalie as afirmativas:
I. É caracterizada por hemólise, elevação das enzimas hepáticas e trombocitopenia.
II. Normalmente se desenvolve de modo repentino, na gestação (27 a 37 semanas) ou no puerpério imediato.
III. É sempre acompanhada por hipertensão severa e proteinúria marcante.
IV. A dor epigástrica é um sintoma relevante para sugerir a presença da síndrome, e está frequentemente associada a náuseas e vômitos.
Qual das alternativas está correta?