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Q3581918 Psicologia
De acordo com o Manual de Cuidados Paliativos do Hospital Sírio Libanês (2023), a espiritualidade faz parte do cuidado de pacientes com doença ameaçadora de vida. Viver esse momento de adoecimento pode ser algo transformador e resultar em crescimento, como também pode ser desesperador e angustiante. Em relação à atuação da equipe multiprofissional no manejo da espiritualidade do paciente e do acompanhante, analise as afirmativas a seguir: 

A equipe precisa considerar que a espiritualidade e a religiosidade são sinônimas, à medida que envolvem, dentro de uma coletividade, a expressão de tradições, rituais, crenças, práticas, normas e celebrações em comum que beneficiam as pessoas (1ª parte). Os pacientes com doença avançada desejam que suas necessidades espirituais sejam levadas em consideração pela equipe, pois desta forma sentem que suas crenças e desejos são respeitados e que podem ajudá-los no enfrentamento da situação (2 ªparte). Eventualmente, o paciente pode solicitar ao profissional para rezar com ele ou participar de algum ritual, sendo que, nesses casos, é indicado que o psicólogo reze com ele (3ª parte).

Quais partes estão CORRETAS?  
Alternativas
Q3581917 Psicologia
Baptista et al. (2010), citados no livro Psicologia Hospitalar: teoria, aplicações e casos clínicos, enfatizam que os pacientes do psicólogo na UTI neonatal são 
Alternativas
Q3581916 Psicologia
Conforme Simonetti (2011), o paciente na UTI apresenta algumas especificidades que requerem do psicólogo aperfeiçoamento e adaptação das condutas. Analise as sentenças a seguir:

Pelo fato de a maioria dos pacientes internados apresentar dificuldade de falar, o psicólogo pode criar novas formas de linguagem (1ª parte). É importante mencionar que o objetivo da comunicação nessas situações é menos passar informações e muito mais marcar presença, facilitar a expressão das emoções e diminuir a solidão (2ª parte). Para os pacientes internados na UTI que estão em coma, ainda está mantida alguma forma de comunicação. O psicólogo fala para ele e sobre ele, havendo ainda subjetividade nesses casos (3ª parte).

Quais partes estão CORRETAS
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Q3581915 Psicologia
A promoção dos cuidados psicológicos em UTI Neonatal requer o conhecimento das idiossincrasias que atravessam a construção do vínculo entre mãe, pai e o filho recém-nascido. Nessa lógica, Lebovici (1987), referido no livro Psicologia em Unidade de Terapia Intensiva: intervenções em situações de urgência subjetiva (Almendra et al., 2018), propõe a existência de três tipos de representação dos bebês na organização psíquica dos pais: o bebê imaginário, o bebê fantasmático e o bebê real. Sobre esses conceitos, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

I. O bebê imaginário é uma representação dos pais, relacionando-se ao narcisismo parental. É construído durante a gestação e diz respeito às projeções dos pais sobre o bebê, incluindo características imaginadas por eles (traços, personalidade, sexo etc.).
II. O bebê fantasmático refere-se à história infantil de cada um dos pais, refletindo suas fantasias inconscientes e a forma como se organizam edipicamente.
III. O bebê real é aquele que confronta os pais com sua alteridade e se apresenta de forma mais efetiva a partir do nascimento.
IV. Para que os pais e o bebê real possam estabelecer uma relação, os pais precisam iniciar um trabalho de luto pelo bebê fantasmático. 
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Q3581914 Psicologia
No capítulo 4, A clínica entre vários: o que esperam de nós?, do livro Intervenções Psicológicas na Intubação: da clínica do agora a clínica do depois (2022), se descreve a relação da equipe multiprofissional (médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e técnicos) com a psicologia. Os relatos dos profissionais demonstraram o que esperam da atuação do psicólogo no preparo do paciente para ser intubado:

I. A equipe espera que o psicólogo seja capaz de esclarecer, desmistificar os possíveis mitos e crenças do paciente e da família acerca da intubação.
II. Os profissionais apontam um diferencial do psicólogo em saber intervir nas demandas emocionais que o processo de intubação exige. Descrevem como um “jeitinho especial” de lidar com essas demandas.
III. A condução do psicólogo na videochamada do paciente consciente com alguém que ele deseja falar possibilita um acolhimento dos sentimentos que permeiam a situação de intubação.

Assinale a alternativa CORRETA:  
Alternativas
Q3581913 Psicologia
No livro Psicologia Hospitalar: teoria, aplicações e casos clínicos (Baptista et al., 2021), capítulo 10, as autoras Fernandes e Santos (2021) focalizam a assistência psicológica durante a visita de irmãos de recém-nascido (RN) internado em UTI neonatal. Desse modo, analise os itens a seguir, marque V (verdadeiro) ou F (falso) e assinale a alternativa que corresponde à sequência CORRETA:

( ) A primeira conduta diante da solicitação de visita de irmãos é a orientações aos pais, a fim de estimular repertórios de manejos adaptativos à nova configuração familiar que está se constituindo, para que a ação impacte essa família no seu contexto privado.
( ) Comumente, a solicitação de visita do(s) irmão(s) é realizada pela mãe e/ou pai do RN, que amiúde relatam queixas sobre o surgimento de dificuldades relacionadas com rotinas diárias, escola, distúrbios alimentares, de sono, entre outros, a partir da internação do RN.
( ) Intervém-se junto à família, com a mediação da Enfermagem da unidade, que fotografa o RN com máquina fotográfica ou celular trazida pela família (responsabilizando a família pela imagem), para que a foto seja um primeiro recurso de aproximação do irmão em ambiente externo com o RN.
( ) Os irmãos visitantes com idade igual ou superior a 10 anos não participam do protocolo de visita de irmãos ao RN internado em UTI, pois têm a possibilidade de visitação no horário oferecido diariamente aos demais parentes e amigos da família, mediante agendamento prévio realizado pelos pais.
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Q3581912 Psicologia
O livro Psicologia em Unidade de Terapia Intensiva: intervenções em situações de urgência subjetiva (2018) aborda, em um dos seus capítulos, um caso de síndrome de encarceramento, a qual é descrita como uma doença neurológica rara, com preservação do nível de consciência e da cognição, tetraplegia (paralisação de alguns membros do corpo) e incapacidade de articular palavras e de deglutir. Sobre o atendimento psicológico de pacientes com essa síndrome, assinale a alternativa correta.
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Q3581911 Psicologia
Os cuidados paliativos se destinam às doenças ameaçadoras da vida, sejam agudas ou crônicas. Identifique dentre os itens a seguir os que apontam os princípios norteadores dos cuidados paliativos, referidos no Manual de Cuidados Paliativos (CP) do Hospital Sírio Libanês (2023). Marque (V) verdadeiro ou (F) falso e assinale a alternativa que corresponde à sequência CORRETA.

( ) Iniciar o mais precocemente possível o acompanhamento em cuidados paliativos junto a tratamentos modificadores da doença.
( ) Perceber o indivíduo em sua completude, incluindo aspectos psicossociais e espirituais no cuidado.
( ) Promover avaliação, reavaliação e alívio impecável da dor e de sintomas geradores de desconforto.
( ) Oferecer o melhor suporte ao paciente, focando na melhora da qualidade de vida e na cura. 
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Q3581910 Psicologia
Oliveira (1993), citada no livro Psicologia Hospitalar: teoria, aplicações e casos clínicos (Baptista, 2021), discorre a respeito da doença e da internação sob o olhar da criança hospitalizada. Em conformidade com a autora, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

I. A hospitalização, os procedimentos médicos realizados e a própria doença podem surgir, na percepção da criança, como punição, castigo ou algo estreitamente relacionado com culpa.
II. A sensação de estranhamento ao ambiente hospitalar (instalações, equipamentos, rotinas etc.), bem como a sensação de abandono (quando a função de cuidar não é desempenhada por quaisquer das pessoas que cercam a criança cotidianamente) podem contribuir para a emergência de comportamentos desadaptativos da criança no processo de hospitalização.
III. O hospital pode ser visto pela criança como um local de proibições que promove a infantilização, visto que as crianças grandes são colocadas em berços e alimentadas por mamadeiras.
IV. A vivência da doença e do processo de hospitalização repercute na manifestação de reações psicológicas, como regressão, passividade, estereotipia e tentativa de suicídio. 
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Q3581909 Psicologia
No livro Intervenções Psicológicas na Intubação: da clínica do agora à clínica do depois (2022), há relatos de uma pesquisa com pacientes sobre as memórias de UTI após a internação, como o seguinte: “tive alucinações terríveis, mas não sei o momento em que isso ocorreu. Muita coisa guardei para mim, outras tento esquecer. E já esqueci boa parte”. Sobre as memórias ilusórias pós-UTI, assinale a alternativa CORRETA de acordo com os resultados da pesquisa: 
Alternativas
Q3581908 Psicologia
De acordo com o Conselho Federal de Psicologia (CFP, 2019), a atuação da Psicologia Hospitalar com pacientes infantis tem como objetivos

I. focalizar o sofrimento físico e psicológico da criança, a possível perda da identidade, a regressão aos estágios diacrônicos do desenvolvimento e a sensação de abandono e culpa.
II. acolher as reações da criança e de sua família no período de hospitalização.
III. através do brincar, fazer uma avaliação qualitativa dos comportamentos da criança, adaptando a entrevista lúdica ao contexto hospitalar.
IV. pospor o surgimento de quadros de ansiedade decorrentes do início da patologia, da separação da família e da entrada no ambiente hospitalar. 
Alternativas
Q3581907 Psicologia
Para Monteiro, Rutherford e Paula (apud Almendra et al., 2018), o luto é uma vivência contínua frente a diversos eventos que impõem um ciclo de rompimento e de reconstrução ao longo da vida. Independente das especificidades de cada perda, o luto envolve várias dimensões: física, emocional, comportamental, intelectual, espiritual e social. Sobre os processos que permeiam as perdas e o luto, analise as afirmativas a seguir e marque (V) para verdadeiro e (F) para falso.

( ) Os familiares de pacientes que morreram em UTI são considerados vulneráveis às sequelas psicológicas, como ansiedade generalizada, depressão, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), psicose e luto complicado.
( ) No caso de mortes esperadas resultantes de doenças graves, há um período prolongado de estresse, intensificando o esgotamento emocional e financeiro da família. Nessa situação, pode ser que a família deseje a morte, suscitando sentimentos ambivalentes de culpa.
( ) O luto antecipatório é um processo que o psicólogo pode incentivar para todos os familiares, pois a antecipação da perda envolve uma gama de respostas emocionais precoces que podem ser dissolvidas e elaboradas.
( ) É preciso considerar também o sofrimento experienciado pela equipe de saúde intensivista, que poderá vivenciar o luto não reconhecido, e refere-se às perdas que não podem ser abertamente apresentadas e socialmente validadas.

Marque, de cima para baixo, a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3581906 Psicologia
 No livro Psicologia Hospitalar: teoria, aplicações e casos clínicos (Baptista, 2021), os autores Rosa e Rodrigues (2021) atestam que a autonomia, a família, a multidisciplinaridade e a espiritualidade no processo do cuidar são ressignificados diante da impossibilidade de cura e da proximidade da morte. Particularmente à dimensão da espiritualidade, a obra elucida que

I. a espiritualidade emerge como meio de entendimento do processo de doença e enfrentamento da nova realidade e do futuro desconhecido, sendo parte essencial dos cuidados paliativos (Saad et al., 2001).
II. a espiritualidade compõe aquilo que dá sentido à vida, configurando um sentimento pessoal que estimula um interesse pelos outros e por si; uma explicação; um sentido para a vida capaz de fazer suportar sentimentos debilitantes de culpa, raiva e ansiedade (Saad et al., 2001).
III. o cuidado espiritual se associa não somente à melhor qualidade de vida do paciente em doença avançada, como também influencia os cuidados do final de vida (Balboni et al., 2011).
IV. a ausência do cuidado espiritual nos cuidados do final de vida está relacionada a tratamentos médicos mais agressivos e desnecessários, associados a uma maior carga de sintomas e angústia dos pacientes, ao maior número de falecimento entre familiares e aos altos custos médicos, sobretudo entre as minorias e os pacientes de alto enfrentamento religioso (Balboni et al., 2011). 
Alternativas
Q3581905 Psicologia
Botega (2012) defende como elementos básicos do atendimento a uma pessoa em crise suicida: 
Alternativas
Q3581904 Psicologia
No que diz respeito aos aspectos emocionais na terminalidade da vida de pacientes em cuidados paliativos (CP), é necessário que o psicólogo desenvolva habilidades de comunicação com a equipe, bem como tenha clareza e propriedade do conhecimento dos princípios e temas relevantes para essa área de atuação. De acordo com o Manual de Cuidados Paliativos do Hospital Sírio Libanês (2023), analise as afirmativas a seguir e marque (V) para verdadeiro e (F) para falso quanto aos aspectos emocionais que o psicólogo precisa considerar.

( ) É preciso considerar que a negação é um mecanismo de defesa diante de uma quebra abrupta e grave com a realidade conhecida, para preservar a integridade psíquica, que está ameaçada e em possível sofrimento. Esse mecanismo de defesa é essencial, tendo a dupla função de evitar sentimentos dolorosos, como desesperança, medo, ansiedade e raiva, bem como permitir a organização gradual de mecanismos internos para lidar com a nova realidade de forma mais segura.
( ) A esperança pode ser uma forma de camuflar a realidade e, por vezes, assume a forma de fé religiosa ou da espera por um milagre, expressando desejos, medos e valores religiosos. Para o psicólogo, esse aspecto impede o atendimento, pois o paciente e ou o familiar/acompanhante não conseguem falar sobre o processo de adoecimento.
( ) É preciso considerar que a raiva pode surgir com uma reação a uma situação ameaçadora e invasiva, podendo se manifestar por meio de sentimentos como revolta, inveja, ressentimento e vitimização de uma injustiça, comumente expressa pela pergunta “Por que eu?”. É uma tentativa desorganizada de recuperar o controle e a integridade psíquica prévios ao adoecimento, bem como de resgatar a potência perdida. 
( ) No caso de uma pessoa que recebe o diagnóstico de uma doença grave e ameaçadora da vida, é mais do que esperado que ela fique triste, sendo uma resposta absolutamente normal no processo de enfrentamento. Nem sempre essa tristeza pode ser depressão.

Marque, de cima para baixo, a alternativa CORRETA:  
Alternativas
Q3581903 Psicologia

Roberto, 55 anos, solteiro, natural de Teresina, foi admitido no hospital com fortes dores, febre e intestino paralisado. Apresentava desconforto respiratório, evoluiu para uma septicemia e precisou de ventilação mecânica. Roberto estava acompanhado por sua mãe, a qual tem uma situação financeira precária. Após os exames, foi constatado que ele tinha um câncer de próstata com metástase, de modo que não resistiu e foi a óbito. O psicólogo realizou um atendimento com o paciente e três atendimentos com a mãe. Segundo Sampaio e Holanda (2012), como o psicólogo pode atuar nesse caso de acordo com a psicoterapia breve de apoio?


I. O psicólogo não conseguirá estabelecer uma aliança terapêutica, pois são poucos atendimentos tanto com o paciente quanto com a mãe.


II. O psicólogo poderá utilizar o reforçamento egóico, no sentido de buscar reserva de energia da mãe para enfrentar o momento do óbito.


III. O psicólogo poderá encontrar, nos casos de mães que vivenciam morte de filhos, sentimento de impotência, culpa e autoacusação corrosiva.


IV. O psicólogo, ao acompanhar uma mãe no processo de morte e morrer de um filho, poderá utilizar a livre expressão verbal e a validação de sentimentos para que a mãe seja acolhida na sua dor emocional. 


Assinale a alternativa CORRETA

Alternativas
Q3581902 Psicologia
Kübler-Ross (2005) assevera que as crianças têm conceitos e reações diferentes sobre a morte, dignos de serem levados em consideração. Consoante o enfoque da autora, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa CORRETA.

I. A morte não é um fato permanente para a criança de três a cinco anos, sendo interprada como algo temporário.
II. A criança de cinco anos que perde a mãe tanto se culpa pelo falecimento dela como se entristece porque ela a abandonou, deixando de atender a seus rogos.
III. Para a criança de cinco anos que perde a mãe, esta se transforma em um ser que a criança ama e adora, mas também odeia com igual intensidade por causa da dura ausência que lhe provoca.
IV. Por volta dos nove ou dez anos, a criança começa a apresentar uma concepção realista sobre a morte, percebida como um processo biológico permanente. 
Alternativas
Q3581901 Psicologia
No livro Psicologia e Humanização: assistência aos pacientes graves (Knobel, 2008), as autoras Prade, Casellato e Silva (2008) asseveram que o luto antecipatório é um recurso para o cuidado paliativo. Com base no enfoque das autoras, identifique dentre os itens a seguir os que demarcam tarefas inerentes ao luto antecipatório, marque (V) verdadeiro ou (F) falso e a seguir assinale a alternativa que corresponde à sequência CORRETA.

( ) Enlutamento
( ) Enfrentamento
( ) Interação
( ) Reorganização psicossocial
( ) Planejamento
( ) Equilíbrio das demandas conflituosas.
( ) Facilitação para uma morte apropriada 
Alternativas
Q3581900 Psicologia
Analise o seguinte caso: Luís foi internado em decorrência de queimaduras após um acidente de trabalho. O tratamento consistia em realizar procedimentos constantes, por meio de idas e vindas ao centro cirúrgico, para limpar e fazer curativos nas áreas queimadas. Durante esse processo, Luís apresentou dificuldades quanto ao ajustamento à situação hospitalar, questionando constantemente a rotina de cuidados. Nesse caso, qual(is) intervenção(ões) psicológica(s) é(são) indicada(s) para pacientes que estão em situações de crise.

I. Para Almendra et al. (2018), a teoria psicanalítica poderia dar o suporte na escuta das angústias de Luís, pois seria necessário o paciente criar um novo diálogo entre seu corpo queimado e seu psiquismo fragilizado.
II. Segundo Holanda e Sampaio, (2012) a indicação seria incentivar Luís a acionar a parte saudável preservada, bem como seus recursos sociais, enfrentado de maneira adaptativa os efeitos da crise.
 III. Para Holanda e Sampaio (2012), os profissionais que atuam com esse tipo de intervenção devem ser ativos e diretos, procurando satisfazer às necessidades imediatas do paciente, utilizando-se de todos os recursos disponíveis.

Assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q3581898 Psicologia
De acordo com o Manual de Cuidados Paliativos (CP) do Hospital Sírio Libanês (2023), a atuação da equipe multidisciplinar da UTI poderá desenvolver algumas habilidades, como controle de sintomas, comunicação adequada e compreensão de que há suportes que são proporcionais e outros que são desproporcionais ao paciente, e se fazem igualmente necessárias. Sobre a internação de pacientes em CP na UTI, quais bases teóricas adequadas a equipe multidisciplinar deve utilizar?

I. Cuidado paliativo não é um diagnóstico, não é estático e não é algo que o paciente é ou não é. Trata-se de uma abordagem em saúde com foco no controle de sintomas, alívio e prevenção de sofrimentos multidimensionais.
II. A assistência e utilização dos recursos em UTI de forma otimizada dependem dos CP, pois estes minimizam o desconforto e alinham os valores do paciente à terapia tecnicamente adequada e proporcional.
III. A decisão compartilhada só tem espaço quando não há certeza, do ponto de vista técnico, dos benefícios e prejuízos decorrentes. Nesse caso, cabe a discussão com equipe e paciente/família sobre o objetivo de cuidado e trial de UTI.  

Assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Respostas
321: B
322: A
323: E
324: B
325: E
326: E
327: A
328: E
329: B
330: C
331: A
332: E
333: E
334: D
335: B
336: D
337: C
338: B
339: E
340: E