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Q1870918 Relações Públicas
Para comunicar, é preciso analisar cada contexto, qual momento a empresa está vivendo, como os grupos reagem, pensam, desenvolvem ações, de que forma o indivíduo entende, percebe e sente. Somente com o detalhamento de contexto – ambientes interno e externo formando processos comunicativos – é que se pode alcançar eficácia na comunicação, pois esta ação fornece a segurança para a sua realização. MARCHIORI, M. Cultura e comunicação organizacional: um olhar estratégico sobre a organização. São Caetano do Sul: Difusão, 2008.
Considerando a afirmação de Marchiori, na formação da cultura organizacional, a comunicação no ambiente interno auxilia no alcance do seguinte objetivo:
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Q1870914 Relações Públicas

O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal, registrou a seguinte resposta a convite feito pela Chefia de Cerimonial do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC): 



Ofício nº 23/2019 - GBMA                                                                          Brasília, 23 de outubro de 2019.


A Sua Excelência o Senhor

Desembargador Cid José Goulart Júnior

Presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Santa Catarina

        Senhor Desembargador,

        Considerado o convite formalizado para a solenidade de outorga, ao ministro Jorge Mussi, da Medalha do Mérito Eleitoral Catarinense, a ser realizada em 25 de outubro de 2019, procedo à devolução, com as homenagens de estilo, do expediente a mim direcionado, no dia 17 anterior, por membro da Comissão de Cerimonial do Tribunal Regional Eleitoral, ante a quebra da liturgia própria do Judiciário. Integrante de Cerimonial não se dirige diretamente a Ministro do Supremo.

        Atenciosamente,

Ministro Marco Aurélio

O Globo, 29/10/2019.


De acordo com o decreto federal nº 70.274/1972, que aprova as normas de cerimonial público, no caso relatado, o TRE-SC inobservou uma regra de:

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Q1870913 Relações Públicas

Pensar a ética da organização é buscar o que pode ser legitimado por uma coletividade, considerando os diferentes pontos de vista e seus respectivos poderes de influência. Também é preciso levar em conta o real interesse da organização empreender ações que permitam tratar do tema de maneira verdadeira, transformadora. Tudo porque a organização terá que investir, remodelar seu pensamento, se desfazer de preconceitos históricos, fazer concessões e, ao mesmo tempo, preparar-se para construir argumentos sólidos em defesa do que pode ser essencial, junto aos seus funcionários.

Adaptado de BENEVIDES, R. Ética nas relações com funcionários. In: ESTRELLA, C.; BENEVIDES, R.; FREITAS, R. (Orgs.). Por dentro da comunicação interna. Curitiba: Champagnat, 2009.


A partir da afirmação de Benevides, na elaboração técnica do Código de Ética da Organização, uma fonte estruturada de diagnóstico é a:

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Q1870912 Relações Públicas

100 anos de Paulo Freire: por que patrono da educação irrita tanto bolsonaristas

Morto há mais de 20 anos, educador ainda é reconhecido em diversos países, mas apoiadores do atual presidente da República insistem em atacar seu legado.

Um século depois de seu nascimento, Paulo Freire é homenageado por diversas autoridades e personalidades, como o ex-presidente Lula, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), Guilherme Boulos (PSOL), o professor Silvio Almeida, entre outros. Por outro lado, bolsonaristas o têm atacado – não só hoje, mas há algum tempo. Eduardo Bolsonaro usou suas redes sociais para criticar uma recente decisão da Justiça, que proibiu o ataque à honra do educador.

Adaptado de ultimosegundo.ig.com.br, 19/09/2021.


100 anos de Paulo Freire: ensinamentos do educador ainda são atuais

Conhecido desde 2012 como “Patrono da Educação Brasileira”, Freire atuou principalmente na educação de adultos em áreas proletárias de Pernambuco.

Neste 19 de setembro de 2021, o recifense Paulo Freire completaria 100 anos. Segundo estudiosos, as ideias do educador continuam representando um norte para escolas e universidades que veem a sala de aula como mecanismo de transformação social. “Por vivermos tempos repressivos, o legado dele volta ainda com mais força”, afirma Walkyria Monte Mór, professora da Universidade de São Paulo (USP) e membro do Projeto Nacional de Letramentos: Linguagem, Cultura, Educação e Tecnologia.

Adaptado de g1.globo.com, 19/09/2021. 


O centenário de Paulo Freire ganha a esfera pública ao trazer opiniões conflitantes conforme a força de reação de diferentes atores na sociedade.

Essa força de reação é definida de acordo com a seguinte propriedade da opinião pública:


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Q1870911 Relações Públicas

Numa perspectiva mais abrangente, stakeholders são todos aqueles que afetam e são afetados pelas ações organizacionais; numa perspectiva mais restrita, stakeholders são aqueles grupos que contribuem de forma decisiva para a sobrevivência e o desempenho da organização.

ALMEIDA, A. L. de C; BERTUCCI, J. L. de O. Gestão estratégica de stakeholders: aspectos relevantes na definição de políticas de relacionamento. In: MARCHIORI, M. (Org.). Comunicação e organização: reflexões, processos e práticas. São Caetano do Sul: Difusão, 2010.


Na atualidade, em busca de relacionamento organizacional consistente, a política para classificação de stakeholders se estabelece da seguinte forma:

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Q1870908 Relações Públicas
O ato de planejar passa por um processo em que algumas etapas estão sempre presentes. Não se planeja sem vinculação com determinada realidade. É preciso estudo, análise e reflexão para tomar decisões e escolher caminhos viáveis e coerentes com a situação trabalhada. KUNSCH, M. M. K. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada.  São Paulo: Summus, 2003.
No planejamento da comunicação integrada, as atividades de identificar a realidade situacional, de apurar informações e de apresentar as evidências fazem parte do processo de:
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Q1868674 Comunicação Social

O bom assessor tem muito de um bom repórter. Apura criteriosamente informações sobre o assessorado, busca dados que compõem uma notícia, procura fontes confiáveis (dentro e fora da organização, se for necessário) para averiguar a abordagem que tem em mente. Na hora de divulgar, tem a função de ajudar seu assessorado a identificar se o fato que ele quer ver divulgado é de interesse público e, assim, passível de se tornar objeto de matéria. Caso não seja, o tema não deve ser levado à mídia.

Mafei, M. Assessoria de imprensa: como se relacionar com a mídia.

São Paulo: Contexto, 2012.


De acordo com Mafei, o conhecimento de jornalismo contribui para a seguinte caraterística do assessor de imprensa:

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Q1868673 Comunicação Social

Valendo-se do ensino de técnicas e posturas, além de passar alguns conceitos sobre como se configura a mídia e quais são as circunstâncias que envolvem a relação com jornalistas, trabalha-se para preparar os executivos para atuarem como fontes confiáveis da organização.

Curvello, J. J. Legitimação das assessorias de comunicação nas organizações.

In: Duarte, J. (Org.). Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia.

São Paulo: Atlas, 2018.


Com a valorização cada vez maior da reputação das fontes, instituiu-se a atividade específica conhecida como media training.


Tornando por base a descrição de Curvello, media training se caracteriza como um treinamento que tem por finalidade:

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Q1868671 Jornalismo

Assistir a palestras, ler resumos ou trabalhos completos em linguagem científica certamente é necessário, mas absolutamente insuficiente. Nada disso pode dispensar entrevistas com os pesquisadores-autores, pois o jornalista dificilmente poderá interpretar sozinho as informações de um artigo científico, a não ser que seja muito experiente na cobertura de determinada área do conhecimento. Além de entrevistas, hoje, boa parte das renomadas instituições de pesquisa e das universidades conta com o trabalho de assessores de imprensa que, quando bons profissionais, se colocam como pontos de apoio, verdadeiras pontes entre os cientistas e os jornalistas.

Adaptado de Oliveira, F. de. Jornalismo científico. São Paulo: Contexto, 2010.


No texto, a autora indica o seguinte papel do assessor de imprensa nas instituições de pesquisa:

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Q1868670 Jornalismo

Na primeira metade do século XX, com a profissionalização dos veículos impressos, os gêneros jornalísticos foram se estabelecendo, sendo os formatos mais comuns a notícia, a reportagem, a entrevista e o editorial.


Pode-se reconhecer a técnica de utilizar gêneros jornalísticos nos seguintes tipos de mídias:

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Q1868669 Jornalismo

A fotografia foi incorporada aos veículos de comunicação brasileiros desde o primeiro momento em que a tecnologia de impressão permitiu sua reprodução, a partir do século XIX. Nos jornais, incluindo os empresariais, serviu para aumentar a credibilidade dos textos, tendo em vista sua capacidade de atestar a realidade.


Considerando a importância capital do uso da fotografia, o jornalista que atua na comunicação institucional deve ter como requisito conhecer:

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Q1868668 Jornalismo

Uma boa mensuração de resultados compara as mensagens que o cliente gostaria de reforçar na mídia e se o resultado foi obtido ou não. Relata, por meio de gráficos e textos, quais veículos de comunicação retransmitiram esse discurso, que espaço concederam e que impacto causam, de acordo principalmente com o público que atingem.

Mafei, M. Assessoria de imprensa: como se relacionar com a mídia.

São Paulo: Contexto, 2012.


No que diz respeito às instituições públicas, a mensuração tem como objetivo específico:

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Q1868667 Jornalismo

As assessorias de imprensa produzem materiais em formatos muito similares aos utilizados pelos jornalistas, caracterizando-se como fontes de informação de qualidade e estabelecendo com as redações um acordo tácito de que todos os materiais enviados podem ser reproduzidos, tendo como resultado mídia espontânea.


O significado de mídia espontânea é:

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Q1868666 Jornalismo

A redação científica tende a ser redigida para fora, para audiências além da estreita especialidade científica onde a informação se origina. O escritor de ciência torna-se parte de um sistema de educação e comunicação tão complexo como a ciência moderna e a sociedade mais ampla. Em seus alcances mais extremos, a redação científica ajuda a transpor a brecha entre cientistas e não cientistas.

Burkett, W. Jornalismo científico. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1990.


A partir da definição apresentada, a redação científica no jornalismo tem como particularidade:

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Q1868665 Jornalismo

O treinamento para as relações com a mídia gira em torno de princípios e comportamentos que, ao longo do tempo, têm apresentado melhores resultados para a imagem pública de uma empresa – mas ninguém pode garantir que atingirão sempre os mais altos objetivos, porque o resultado depende de múltiplos fatores e, também, de elementos individuais que se combinam de forma única em cada situação.

Adaptado de Nogueira, N. Media training: melhorando as relações da empresa

com os jornalistas. São Paulo: Editora de Cultura, 2009.


De acordo com o exposto no texto, o treinamento adequado para as relações com a mídia precisa estar condicionado à seguinte prática:

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Q1868663 Comunicação Social

Os públicos estão cada vez mais autônomos e não apenas consomem como também produzem e são curadores de conteúdo. As fontes tradicionais têm a capacidade de dialogar diretamente com os interessados, sem participação da imprensa, o que desloca o papel do antigo assessor para o de estrategista e gestor dos processos de interação e informação dos públicos. Há cada vez mais certeza de que é mais importante falar com o público certo do que tentar falar com todos.

Adaptado de Seabra, R. Produção da notícia: a redação e o jornalista.

In: Duarte, J. (Org.). Assessoria de imprensa e relacionamento com a mídia.

São Paulo: Atlas, 2018.


Considerando as transformações apontadas no texto, uma atribuição nova do assessor de imprensa é:

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Q1868662 Jornalismo

A tecnologia sempre foi um fator preponderante para o aprimoramento dos procedimentos da produção jornalística, do trabalho dos profissionais, da oferta informativa, dos modelos dos produtos e dos formatos dos conteúdos, assim como permitiu vencer distâncias para que a velocidade de circulação das notícias pudesse chegar até o público. Ao lado disso, evoluíram também os meios e as diferentes modalidades de jornalismo, dentre as quais despontou a do jornalismo digital.

Adaptado de BARBOSA, S. Jornalismo convergente e continuum

multimídia na quinta geração do jornalismo nas redes digitais. In:

CANAVILHAS, J. (Org.) Notícias e mobilidade: jornalismo na era

dos dispositivos móveis. Sevilha: Labcom Books, 2013. 



O jornalismo digital se diferencia dos demais suportes por conter as seguintes características:

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Q1868661 Jornalismo

As instituições não dependem mais exclusivamente das mídias tradicionais para circularem informações de seu interesse e de seus clientes. Os portais das instituições são, hoje, a porta de entrada das empresas e, em muitos casos, fontes de notícias.

Adaptado de Caldas, G. Relacionamento de jornalistas e assessores na era digital:

riscos e benefícios. In: DUARTE, J. (Org.). Assessoria de imprensa

e relacionamento com a mídia. São Paulo: Atlas, 2018.


Após o surgimento dos portais mencionados e com o advento das redes sociais, as instituições ampliaram os canais diversificados para seu público.


Nesse contexto, um fator a ser observado na produção de conteúdos informativos para as redes sociais é que eles sejam: 

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Q1868660 Jornalismo

O jornalista na assessoria, tanto quanto no jornal, está onde o leitor, ouvinte ou espectador não pode estar. Tem uma delegação ou representação tácita que o autoriza a selecionar e tornar público o que possa ser interessante. Deve conjugar isso com seu compromisso com o empregador: desempenhar a tarefa com inteligência, o que significa gerir conflitos de interesses que sempre cercam a administração da informação.

Adaptado de Lage, N. A reportagem: teoria e técnica de entrevista

e pesquisa jornalística. São Paulo: Elsevier, 2005.


Com base no texto, um ponto em comum na atuação do jornalista nas redações e nas assessorias é:

Alternativas
Q1868658 Jornalismo

A comunicação científica visa, basicamente, à disseminação de informações especializadas entre os pares, com o intuito de tornar conhecidos, na comunidade científica, os avanços obtidos em áreas específicas ou de promover elaboração de novas teorias ou refinamento das existentes.

Adaptado de Bueno, W. C. Comunicação científica e divulgação científica: aproximações e rupturas conceituais. Informação & Informação,v. 15, n. 1 (esp.), 2010.

Além de explicitar seu propósito, o texto citado também permite identificar a seguinte característica da comunicação científica:

Alternativas
Respostas
1501: C
1502: A
1503: A
1504: C
1505: B
1506: C
1507: C
1508: D
1509: C
1510: A
1511: A
1512: A
1513: B
1514: C
1515: B
1516: D
1517: D
1518: A
1519: B
1520: C