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Uma paciente, primigesta, com gestação gemelar de 38 semanas, sem intercorrências durante o pré-natal, procurou a maternidade com contrações uterinas. Ao exame são identificados os dois fetos vivos com boa vitalidade, estando o primeiro feto mais baixo, em apresentação córmica e o segundo mais próximo do fundo uterino em apresentação pélvica. O colo uterino encontra-se com 2 cm de dilatação e a bolsa amniótica está rota.
Das alternativas abaixo, a melhor conduta quanto ao parto é:
Gestante com 36 semanas dá entrada em serviço de emergência com dor abdominal intensa e sangramento vaginal. Ao exame clínico é encontrada hipertonia uterina e o sangramento vem da cavidade uterina. Não há dilatação cervical. São identificados batimentos cardíacos fetais com desacelerações constantes.
Diante desse caso, a conduta mais adequada além da estabilização clínica materna, é
Uma gestante, assintomática, com 21 semanas realiza ultrassonografia transvaginal que evidencia colo uterino com comprimento de 18mm. Ela tem histórico de duas gestações prévias, ambas terminaram com trabalho de parto espontâneo com 29 semanas.
É correto dizer sobre esse caso:
Uma paciente com diagnóstico de hipertensão arterial pulmonar vai a consulta relatando que deseja engravidar.
Sobre essa condição na gravidez podemos afirmar:
Durante a consulta de pré-natal, uma gestante com 36 semanas coleta material para cultura vaginorretal que vem positiva para Streptococcus agalactiae. Ela tem histórico de alergia a penicilina, sendo considerada de alto risco para anafilaxia.
Sobre a profilaxia durante o trabalho de parto nesse caso, é correto afirmar que
Uma paciente com 7 semanas de gestação vai para uma emergência com queixa de sangramento vaginal. Ao exame clínico é visualizada saída de sangue em moderada quantidade pelo orifício externo do colo. Realizou ultrassonografia transvaginal que evidenciou saco gestacional regular e embrião com atividade cardíaca, compatível com a idade gestacional.
O diagnóstico mais provável nesse quadro é
Uma paciente de 25 anos é atendida por um ginecologista com queixa de dor pélvica, disúria e hematúria macroscópica que surgem apenas no período de fluxo menstrual.
Essas queixas são compatíveis com o seguinte diagnóstico:
Paciente do sexo feminino, com 28 anos, tem histórico de vários episódios de mastite com abscessos drenando espontaneamente na região periareolar, sempre no mesmo local da mama direita. Nunca engravidou, tem diabetes tipo II e é tabagista. Exames de imagem não evidenciam malignidade.
O diagnóstico mais provável é:
Uma paciente que está em investigação para infertilidade realiza histerossapingografia que evidencia fundo da cavidade uterina com contorno duplicado, havendo afastamento entre os cornos uterinos e os óstios tubários. Realiza ressonância nuclear magnética que confirma o achado da cavidade uterina e encontra o contorno externo do útero de aspecto normal.
Esses achados nos exames de imagem são compatíveis com o diagnóstico de:
Uma mulher com diagnóstico de câncer de mama tem os seguintes achados: tumor na mama de 0,5cm, sem extensão para pele ou parede torácica, e ausência de metástases em linfonodos e a distância.
O seu estadiamento pela classificação TNM é:
Uma paciente no menacme realiza ultrassonografia transvaginal que encontra os seguintes achados: Útero globoso, com espessamento miometrial em parede anterior, sombreamento em forma de leque, zona juncional irregular, cistos miometriais com ecogenicidade “em vidro fosco” e estrias lineares ecogênicas. Ovários visualizados de aspecto normal.
Esses achados são sugestivos do seguinte diagnóstico:
Uma paciente de 52 anos leva para consulta uma mamografia que descreve uma calcificação redonda em “pipoca” no quadrante superior lateral da mama esquerda. Não descreve outras alterações.
Diante desse achado a melhor conduta é
Uma paciente com diagnóstico de câncer de mama localmente avançado tem como proposta terapêutica inicial a quimioterapia neodjuvante.
Pode se afirmar sobre esse tipo de tratamento
Durante uma consulta ginecológica de rotina, ao exame especular é observada hiperemia da mucosa vaginal colo uterino com aspecto de “morango” e presença de secreção amareloesverdeada. A medida do pH vaginal foi 6,9. Em microscopia a fresco do conteúdo vaginal foi identificado microrganismo flagelado se movimentando ativamente.
A melhor opção terapêutica nesse caso é
Durante avaliação de exames de rotina de uma paciente de 39 anos, o ginecologista encontra um laudo de ultrassonografia que descreve um nódulo miomatoso tipo FIGO 7.
Sobre essa descrição está correto dizer que é um mioma
Chega no serviço de emergência de um hospital, uma paciente de 21 anos com queixa de dor em abdome inferior e febre há dois dias. Relata ter atividade sexual regular sem parceiro fixo. Ao exame clínico, a paciente encontra-se com temperatura de 38,9º C, dor à palpação em hipogástrio de fossa ilíaca esquerda, presença de secreção purulenta saindo pelo orifício cervical e dor à mobilização uterina. Realiza exames laboratoriais que identificam leucocitose e beta-HCG negativo. O exame de urina tipo I foi normal e ultrassonografia transvaginal não teve alterações.
Levando em consideração a principal hipótese diagnóstica, o melhor tratamento é:
Uma paciente com 41 anos realiza pela primeira vez mamografia. Nela é identificado um nódulo oval, bem delimitado, medindo 0,8cm no quadrante superior lateral da mama esquerda. No laudo vem a classificação BI-RADS® 0. É realizada então uma ultrassonografia mamária que encontra um nódulo anecóico e homogêneo, com reforço acústico posterior, medindo 0,8cm, em correspondência ao achado mamográfico.
A classificação da ultrassonografia deverá ser