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Homem, 45 anos, IMC 36 kg/m², hipertenso e portador de diabetes mellitus tipo 2 mal controlado (HbA1c 9,0 %), queixa-se de queda da libido e fadiga há 8 meses. Nega uso de opioides, anabolizantes ou corticoterapia. Refere roncos altos e sonolência diurna. Ao exame: circunferência abdominal 118 cm; ginecomastia ausente; testículos 20 mL bilaterais; pressão arterial 138 × 86 mmHg. Exames (colhidos 7 h): testosterona total 310 ng/dL (VR 300– 1000); SHBG 17 nmol/L (VR 18–55) Testosterona livre calculada 65 pg/mL (VR 70–220); LH 3,5 IU/L (VR 1,5–9,3); FSH 4,2 IU/L (VR 1,4–18); Prolactina 11 ng/mL (VR 2–18); TSH 2,1 mIU/L.
A contém a conduta mais adequada, segundo as recomendações atuais para hipogonadismo masculino funcional, é
Paciente, 55 anos, inicia amiodarona para fibrilação atrial. Após 4 meses, encontra-se com TSH: 0,01 mUI/L, T4L: 2,8 ng/dL, T3L: 1,2 pg/mL. Ao exame físico não apresenta bócio.
O diagnóstico correto é
Criança de 12 anos com LDL: 195 mg/dL. Pai com IAM aos 35 anos. Triglicerídeos: 80 mg/dL, HDL: 35 mg/dL.
O diagnóstico e o tratamento são, respectivamente,
Paciente, masculino, 40 anos com triglicerídeos: 1600 mg/dL, colesterol total: 320 mg/dL. Refere dor abdominal recorrente.
O risco imediato e o tratamento são, respectivamente,
Homem de 58 anos, portador de diabetes mellitustipo 2 há 7 anos, está em uso de metformina 2 g/dia e dapagliflozina 10 mg/dia, com hemoglobina glicada (HbA1c) de 8,5 % e IMC de 34 kg/m². Apresenta taxa de filtração glomerular estimada (TFGe) de 39 mL/min/1,73 m², coronariopatia crônica estável e neuropatia periférica leve. O endocrinologista cogita iniciar tirzepatida como terapia adicional.
Em relação à tirzepatida para esse paciente, assinale a afirmativa correta.
Paciente, 62 anos com IMC=41 kg/m², diabetes mellitus tipo 2 de difícil controle, hipertensão e apneia do sono, com índice de apneia e hipopneia (IAH), em polissonografia, > 30 eventos/ por hora de sono. Falha em múltiplas tentativas de perda de peso.
O seguinte critério indica cirurgia bariátrica:
Paciente DM1, 18 anos, em uso de bomba de insulina, apresenta hiperglicemia persistente (> 250 mg/dL) e cetonemia.
A primeira medida a ser tomada é
Paciente DM2, 68 anos, com DM2 há 18 anos com neuropatia periférica dolorosa. Já utilizou gabapentina e amitriptilina sem melhora.
A próxima opção terapêutica é
Idoso de 78 anos, DM2, com múltiplas comorbidades, DRC 3a e frágil; HbA1c: 6,5%. Em uso de metformina e insulina. Apresentou 2 episódios de hipoglicemias grave no último mês.
A meta aproximada de HbA1c mais apropriada é
Gestante de 28 semanas com diabetes diagnosticado na gestação apresenta glicemias capilares em jejum: 95-105 mg/dL, pósprandiais: 150-170 mg/dL, e circunferência abdominal fetal alterada, apesar de dieta.
O tratamento é
Paciente, 42 anos, com DM2 há 8 anos, em uso de metformina 2g/dia e glimepirida 4 mg/dia. HbA1c: 8,9%. IMC: 32 kg/m². Creatinina: 0,9 mg/dL, TFG: 85 mL/min.
A melhor opção para intensificação é
Paciente HIV+ com CD4: 45 células/mm³. Apresenta astenia, hipotensão e hiperpigmentação. Cortisol basal: 2,1 mcg/dL, ACTH: 500 pg/mL.
O diagnóstico mais provável é
Homem de 27 anos com hipertensão resistente. Potássio: 2,9 mEq/L, aldosterona: 25 ng/dL (VR: 3-16), renina: 0,1 ng/mL/h (VR: 0,5-2,5), relação aldosterona/renina: 250. TC: nódulo adrenal esquerdo de 1,8 cm.
O próximo passo é
Criança de 2 anos com genitália ambígua, hiperpigmentação e crises de desidratação. Sódio: 124 mEq/L, potássio: 6,1 mEq/L. 17-OH-progesterona: 16.000 ng/dL. Cariótipo: 46,XX.
O tratamento indicado é
Paciente com insuficiência adrenal primária em uso de hidrocortisona 20 mg/dia e fludrocortisona 0,1 mg/dia. Desenvolve febre e pneumonia necessitando internação.
O ajuste da corticoterapia para o caso é
Mulher de 22 anos apresentou emagrecimento de 7 Kg em 30 dias, irritabilidade, insônia e tremores. Realizou exames: T4 livre: 3,1 ng/dL (VR:0,7-1,7) e TSH < 0,01 mIU/L. Em consulta, foi orientado o uso de metimazol 20 mg/dia. Após dois meses do tratamento, referiu intensa prostração e lentidão psíquica; exames: TSH < 0,01 mUI/L e T4 livre 0,5 ng/dL.
A melhor conduta é
Mulher de 69 anos com osteoporose grave (T-score -3,7), múltiplas fraturas vertebrais. Em uso de alendronato há 5 anos sem melhora.
A melhor opção terapêutica é
Paciente pós-tireoidectomia total apresenta parestesias periorais e câimbras. Sinal de Chvostek positivo. Cálcio iônico: 0,95 mmol/L (VR: 1,12-1,32), PTH: < 5 pg/mL (VR: 15-65), magnésio: 2,2 mg/dL, fósforo: 5,7 mg/dL.
O tratamento agudo é
Paciente de 58 anos com osteoporose (T-score= -3,1 em coluna lombar) e hipercalcemia. Cálcio total: 11,9 mg/dL, cálcio iônico: 1,48 mmol/L (VR: 1,12-1,32), PTH: 105 pg/mL (VR: 15-65), 25-OHvitamina D: 22 ng/mL, creatinina: 0,9mg/dL, calciúria aumentada com antecedente de cálculo renal.
O diagnóstico e a conduta para o caso são: