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A fotografia é definida como um processo pelo qual uma imagem, sob a ação da luz, atravessa uma objetiva e é gravada sobre uma película sensível em placa no interior de uma câmara escura. Quanto à cor de uma fotografia, é correto dizer que ela é formada pela relação entre as luzes do espectro: vermelho (R), verde (G) e azul (B). Juntas, essas cores formarão boa parte das cores que podem ser percebidas pelo olho humano. Já no processo de impressão de uma imagem, a sigla RGB (vermelho, verde e azul) é convertida em
É correto afirmar que o obturador
Acerca do formato de imagem RAW, assinale a alternativa correta.
A respeito de resolução da imagem, assinale alternativa correta.
A respeito de edição de imagens, assinale a alternativa correta.
Texto IV, para responder às questões 38 e 39.
A conotação, isto é, a imposição de um sentido, segundo a mensagem fotográfica propriamente dita, elabora-se nos diferentes níveis de produção da fotografia: escolha, processamento técnico, enquadramento, diagramação; é, em suma, uma codificação do análogo fotográfico.
Roland Barthes. O óbvio e o obtuso: ensaios críticos III. Léa Novaes (trad.). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990, p. 15 (com adaptações).
Com relação à conotação da imagem, a partir do enquadramento, é correto afirmar que
Texto IV, para responder às questões 38 e 39.
A conotação, isto é, a imposição de um sentido, segundo a mensagem fotográfica propriamente dita, elabora-se nos diferentes níveis de produção da fotografia: escolha, processamento técnico, enquadramento, diagramação; é, em suma, uma codificação do análogo fotográfico.
Roland Barthes. O óbvio e o obtuso: ensaios críticos III. Léa Novaes (trad.). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990, p. 15 (com adaptações).
Segundo o texto IV, é correto afirmar que
Assinale a alternativa que apresenta uma operação realizada em laboratório associada à vidraria adequada à realização dessa operação.
Roberto estava andando na companhia de Luis que, repentinamente, desmaiou. Rapidamente, Roberto verificou os sinais vitais de Luis, para tentar identificar a gravidade da situação. Uma ação que Roberto provavelmente tenha utilizado para rapidamente identificar um dos sinais vitais de Luis foi
Para fins de enquadramento no art. 165 do Código de Trânsito Brasileiro, o exame de alcoolemia realizado pelo bafômetro é superior ao exame clínico realizado por perito médico-legista.
A revolução agropecuária, que modernizou Goiás, ainda está incompleta. Deixou pequenos e médios produtores fora do processo, relegou culturas domésticas tradicionais e não atingiu grande parte do território.
Luís Estevam, professor de administração e economia na UCG.
Internet: <www.jornalopcao.com.br>.
Com relação às características gerais do setor agrícola de Goiás, assinale a alternativa correta.
(19/3/2010) Rio de Janeiro – O governador do Rio, Sérgio Cabral, citou nesta sexta-feira (19) os personagens Zorro e Sargento Garcia ao comentar a polêmica em torno da distribuição dos royalties do petróleo. “É mais fácil o Sargento Garcia prender o Zorro do que o presidente Lula não vetar essa barbaridade contra os estados produtores”, disse Cabral, após a inauguração de uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas de Teresópolis, na região serrana do estado.
Internet: <http://g1.globo.com>.
Tomando o texto como referência, assinale a alternativa incorreta.
(22/3/2010) Lula afirmou que não foi ao Oriente Médio debater exclusivamente a dificuldade de se encontrar a paz na região. Segundo o presidente, a viagem também teve como objetivo tratar da relação Brasil-Oriente Médio, Brasil-Israel, Brasil-Palestina e Brasil-Jordânia. “Nós temos um acordo estratégico entre o Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) e Israel; queremos fazer com a Palestina, queremos fazer com a Jordânia e queremos fazer com outros países do Oriente Médio o acordo do MERCOSUL, porque, para nós, interessa aumentar o comércio entre o Oriente Médio e o Brasil, Oriente Médio e o MERCOSUL.”
Quanto ao processo de paz, Lula disse que ele interessa a todo o mundo porque permite que haja desenvolvimento econômico. “Interessa a Israel, interessa à Palestina, interessa à Jordânia, interessa aos Estados Unidos, interessa ao Irã, interessa à Síria, interessa a todo mundo, porque somente a paz é que pode permitir que haja desenvolvimento econômico, distribuição de renda e justiça social.”
Internet: <www.estadao.com.br>.
Acerca do assunto tratado no texto e de temas a ele relacionados, assinale a alternativa correta.
Texto II, para responder às questões 8 e 9.
Criminal Intelligence Analysis
1 Criminal Intelligence Analysis (sometimes called
Crime Analysis) has been recognized by law enforcement as
a useful support tool for over twenty-five years and is
4 successfully used within the international community. Within
the last decade, the role and position of Criminal Intelligence
Analysis in the global law enforcement community has
7 fundamentally changed. Whereas previously there were a few
key countries acting as forerunners and promoters of the
discipline, more and more countries have implemented
10 analytical techniques within their police forces. International
organizations, such as INTERPOL, Europol and the
International Criminal Tribunal for the Former Yugoslavia
13 (ICTY), all have Criminal Intelligence Analysts among their
personnel. The techniques are also widely used within private
sector organizations.
16 There are many definitions of Criminal Intelligence
Analysis in use throughout the world. The one definition
agreed in June 1992 by an international group of twelve
19 European INTERPOL member countries and subsequently
adopted by other countries is as follows: 'The identification of
and provision of insight into the relationship between crime
22 data and other potentially relevant data with a view to police
and judicial practice'.
The central task of Analysis is to help officials — law
25 enforcers, policy makers, and decision makers — deal more
effectively with uncertainty, to provide timely warning of
threats, and to support operational activity by analysing crime.
28 Criminal Intelligence Analysis is divided into
operational (or tactical) and strategic analysis. The basic skills
required are similar, and the difference lies in the level of
31 detail and the type of client to whom the products are aimed.
Operational Analysis aims to achieve a specific law
enforcement outcome. This might be arrests, seizure or
34 forfeiture of assets or money gained from criminal activities,
or the disruption of a criminal group. Operational Analysis
usually has a more immediate benefit. Strategic Analysis is
37 intended to inform higher level decision making and the
benefits are realized over the longer term. It is usually aimed
at managers and policy-makers rather than individual
40 investigators. The intention is to provide early warning of
threats and to support senior decision-makers in setting
priorities to prepare their organizations to be able to deal with
43 emerging criminal issues. This might mean allocating
resources to different areas of crime, increased training in a
crime fighting technique, or taking steps to close a loophole in
46 a process.
Both disciplines make use of a range of analytical
techniques and Analysts need to have a range of skills and
49 attributes.
Internet: <www.interpol.int>.
About operational and strategic analysis, mark the correct alternative.
Texto II, para responder às questões 8 e 9.
Criminal Intelligence Analysis
1 Criminal Intelligence Analysis (sometimes called
Crime Analysis) has been recognized by law enforcement as
a useful support tool for over twenty-five years and is
4 successfully used within the international community. Within
the last decade, the role and position of Criminal Intelligence
Analysis in the global law enforcement community has
7 fundamentally changed. Whereas previously there were a few
key countries acting as forerunners and promoters of the
discipline, more and more countries have implemented
10 analytical techniques within their police forces. International
organizations, such as INTERPOL, Europol and the
International Criminal Tribunal for the Former Yugoslavia
13 (ICTY), all have Criminal Intelligence Analysts among their
personnel. The techniques are also widely used within private
sector organizations.
16 There are many definitions of Criminal Intelligence
Analysis in use throughout the world. The one definition
agreed in June 1992 by an international group of twelve
19 European INTERPOL member countries and subsequently
adopted by other countries is as follows: 'The identification of
and provision of insight into the relationship between crime
22 data and other potentially relevant data with a view to police
and judicial practice'.
The central task of Analysis is to help officials — law
25 enforcers, policy makers, and decision makers — deal more
effectively with uncertainty, to provide timely warning of
threats, and to support operational activity by analysing crime.
28 Criminal Intelligence Analysis is divided into
operational (or tactical) and strategic analysis. The basic skills
required are similar, and the difference lies in the level of
31 detail and the type of client to whom the products are aimed.
Operational Analysis aims to achieve a specific law
enforcement outcome. This might be arrests, seizure or
34 forfeiture of assets or money gained from criminal activities,
or the disruption of a criminal group. Operational Analysis
usually has a more immediate benefit. Strategic Analysis is
37 intended to inform higher level decision making and the
benefits are realized over the longer term. It is usually aimed
at managers and policy-makers rather than individual
40 investigators. The intention is to provide early warning of
threats and to support senior decision-makers in setting
priorities to prepare their organizations to be able to deal with
43 emerging criminal issues. This might mean allocating
resources to different areas of crime, increased training in a
crime fighting technique, or taking steps to close a loophole in
46 a process.
Both disciplines make use of a range of analytical
techniques and Analysts need to have a range of skills and
49 attributes.
Internet: <www.interpol.int>.
Mark the alternative that presents information which cannot be found in the text II.
1 Mais de mil pessoas estiveram presentes na
solenidade de entrega de mais de 167 mil agasalhos e
cobertores arrecadados pela polícia civil à presidente do
4 Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo,
primeira-dama Maria Lúcia Alckimin.
O delegado-geral da polícia civil, Marco Antônio
7 Desgualdo, abriu o evento na tarde desta terça-feira
(11/6/2002), no saguão da Academia de Polícia (Acadepol),
na Cidade Universitária, zona oeste da cidade. O delegado
10 aproveitou a oportunidade para ler um texto: “Agradecemos à
família policial civil pelo carinho e atenção ao nosso
chamado. É a policia civil combatendo o crime e o frio
13 quando chegar”, dizia o texto.
O secretário da Segurança Pública, Saulo de Castro
Abreu Filho, se disse orgulhoso em prestar contas de sua
16 pasta. “A polícia de São Paulo, que tem a imagem de dureza,
mostra que tem ternura também.”
Internet: <www.ssp.sp.gov.br> (com adaptações).
Com base no texto acima, assinale a alternativa correta.
Texto I, para responder às questões de 1 a 3.
1 De acordo com o especialista em Ciências Sociais
Anderson Moraes de Castro e Silva, autor de Nos braços da
lei: o uso da violência negociada no interior das prisões, o
4 crime é uma criação social que varia de acordo com a
sociedade e o tempo.
Segundo ele, no Brasil colonial, a moral cristã tinha
7 um papel fundamental na tipificação das condutas delituosas.
As penas eram duras e permitiam o que hoje seria
considerado como verdadeiras aberrações, como a morte
10 pelo fogo, mutilações e queimaduras. “Naquele contexto,
inexistia uma ideia de proporcionalidade entre o delito e
sua punição. Heresias e blasfêmias podiam ser punidas com
13 maior rigor do que estupros, por exemplo”, revela.
Com a vinda da família real, em 1808, o crescimento
abrupto do índice de criminalidade escrava esteve associado
16 à necessidade de mão de obra gratuita para os
empreendimentos de urbanização da Corte. Em 1824, a
Constituição Imperial aboliu formalmente as penas cruéis,
19 bem como estabeleceu que as cadeias deviam ser seguras,
bem arejadas.
A partir de 1891, com a República, teoricamente
22 todos se tornaram iguais perante a lei, uma vez que não se
admitiam mais os privilégios de nascimento ou adquiridos. A
pena de prisão é legalmente instituída como o modelo
25 punitivo central do sistema de justiça criminal brasileiro.
Da colônia aos dias de hoje, porém, algumas
características dos punidos permanecem iguais: pobres,
28 negros, pouco escolarizados e cada vez mais jovens. “Assim,
a história da criminalidade brasileira, se vista pelo ângulo
daqueles que são formalmente punidos, é uma história de
31 domínio, segregação e exclusão social de um segmento
específico da sociedade”, diz Castro e Silva.
Silva critica o sistema prisional brasileiro. “Punimos,
34 preferencialmente, o ladrão e o pequeno comerciante de
drogas. Em um país onde a corrupção é endêmica, corruptos
e corruptores raramente são condenados à pena de prisão.”
37 Por outro lado, diz Silva, “Uma vez encarcerado, o indivíduo
estará submetido a condições inumanas de existência. Celas
superlotadas, insalubres e quentes. Caso não tenha
40 familiares que possam sustentá-lo na prisão, uma vez que
nem sempre o Estado fornece produtos básicos, como
sabonete e papel higiênico, o coordenado será duplamente
43 punido pelas prisões brasileiras."
Uma série de intervenções e de experiências
bem-sucedidas mostra que é possível modificar essa
46 realidade no país. A solução não é rápida e não existe
fórmula mágica. Mas é preciso agir rapidamente, antes que a
imagem de cordialidade peculiar ao Brasil se transforme em
49 uma mancha vermelha de sangue e ódio.
Internet: <www.indicadorjuridico.com.br>(com adaptações).
Assinale a alternativa correta com relação ao texto I.
Texto I, para responder às questões de 1 a 3.
1 De acordo com o especialista em Ciências Sociais
Anderson Moraes de Castro e Silva, autor de Nos braços da
lei: o uso da violência negociada no interior das prisões, o
4 crime é uma criação social que varia de acordo com a
sociedade e o tempo.
Segundo ele, no Brasil colonial, a moral cristã tinha
7 um papel fundamental na tipificação das condutas delituosas.
As penas eram duras e permitiam o que hoje seria
considerado como verdadeiras aberrações, como a morte
10 pelo fogo, mutilações e queimaduras. “Naquele contexto,
inexistia uma ideia de proporcionalidade entre o delito e
sua punição. Heresias e blasfêmias podiam ser punidas com
13 maior rigor do que estupros, por exemplo”, revela.
Com a vinda da família real, em 1808, o crescimento
abrupto do índice de criminalidade escrava esteve associado
16 à necessidade de mão de obra gratuita para os
empreendimentos de urbanização da Corte. Em 1824, a
Constituição Imperial aboliu formalmente as penas cruéis,
19 bem como estabeleceu que as cadeias deviam ser seguras,
bem arejadas.
A partir de 1891, com a República, teoricamente
22 todos se tornaram iguais perante a lei, uma vez que não se
admitiam mais os privilégios de nascimento ou adquiridos. A
pena de prisão é legalmente instituída como o modelo
25 punitivo central do sistema de justiça criminal brasileiro.
Da colônia aos dias de hoje, porém, algumas
características dos punidos permanecem iguais: pobres,
28 negros, pouco escolarizados e cada vez mais jovens. “Assim,
a história da criminalidade brasileira, se vista pelo ângulo
daqueles que são formalmente punidos, é uma história de
31 domínio, segregação e exclusão social de um segmento
específico da sociedade”, diz Castro e Silva.
Silva critica o sistema prisional brasileiro. “Punimos,
34 preferencialmente, o ladrão e o pequeno comerciante de
drogas. Em um país onde a corrupção é endêmica, corruptos
e corruptores raramente são condenados à pena de prisão.”
37 Por outro lado, diz Silva, “Uma vez encarcerado, o indivíduo
estará submetido a condições inumanas de existência. Celas
superlotadas, insalubres e quentes. Caso não tenha
40 familiares que possam sustentá-lo na prisão, uma vez que
nem sempre o Estado fornece produtos básicos, como
sabonete e papel higiênico, o coordenado será duplamente
43 punido pelas prisões brasileiras."
Uma série de intervenções e de experiências
bem-sucedidas mostra que é possível modificar essa
46 realidade no país. A solução não é rápida e não existe
fórmula mágica. Mas é preciso agir rapidamente, antes que a
imagem de cordialidade peculiar ao Brasil se transforme em
49 uma mancha vermelha de sangue e ódio.
Internet: <www.indicadorjuridico.com.br>(com adaptações).
Com base no texto I, assinale a alternativa correta.
Texto I, para responder às questões de 1 a 3.
1 De acordo com o especialista em Ciências Sociais
Anderson Moraes de Castro e Silva, autor de Nos braços da
lei: o uso da violência negociada no interior das prisões, o
4 crime é uma criação social que varia de acordo com a
sociedade e o tempo.
Segundo ele, no Brasil colonial, a moral cristã tinha
7 um papel fundamental na tipificação das condutas delituosas.
As penas eram duras e permitiam o que hoje seria
considerado como verdadeiras aberrações, como a morte
10 pelo fogo, mutilações e queimaduras. “Naquele contexto,
inexistia uma ideia de proporcionalidade entre o delito e
sua punição. Heresias e blasfêmias podiam ser punidas com
13 maior rigor do que estupros, por exemplo”, revela.
Com a vinda da família real, em 1808, o crescimento
abrupto do índice de criminalidade escrava esteve associado
16 à necessidade de mão de obra gratuita para os
empreendimentos de urbanização da Corte. Em 1824, a
Constituição Imperial aboliu formalmente as penas cruéis,
19 bem como estabeleceu que as cadeias deviam ser seguras,
bem arejadas.
A partir de 1891, com a República, teoricamente
22 todos se tornaram iguais perante a lei, uma vez que não se
admitiam mais os privilégios de nascimento ou adquiridos. A
pena de prisão é legalmente instituída como o modelo
25 punitivo central do sistema de justiça criminal brasileiro.
Da colônia aos dias de hoje, porém, algumas
características dos punidos permanecem iguais: pobres,
28 negros, pouco escolarizados e cada vez mais jovens. “Assim,
a história da criminalidade brasileira, se vista pelo ângulo
daqueles que são formalmente punidos, é uma história de
31 domínio, segregação e exclusão social de um segmento
específico da sociedade”, diz Castro e Silva.
Silva critica o sistema prisional brasileiro. “Punimos,
34 preferencialmente, o ladrão e o pequeno comerciante de
drogas. Em um país onde a corrupção é endêmica, corruptos
e corruptores raramente são condenados à pena de prisão.”
37 Por outro lado, diz Silva, “Uma vez encarcerado, o indivíduo
estará submetido a condições inumanas de existência. Celas
superlotadas, insalubres e quentes. Caso não tenha
40 familiares que possam sustentá-lo na prisão, uma vez que
nem sempre o Estado fornece produtos básicos, como
sabonete e papel higiênico, o coordenado será duplamente
43 punido pelas prisões brasileiras."
Uma série de intervenções e de experiências
bem-sucedidas mostra que é possível modificar essa
46 realidade no país. A solução não é rápida e não existe
fórmula mágica. Mas é preciso agir rapidamente, antes que a
imagem de cordialidade peculiar ao Brasil se transforme em
49 uma mancha vermelha de sangue e ódio.
Internet: <www.indicadorjuridico.com.br>(com adaptações).
A respeito do texto I, assinale a alternativa correta.