Questões de Concurso
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O texto a seguir é referência para as questões 14 e 15.
William Penn (1644-1718), founder of Pennsylvania. Son of an admiral, he was sent to a Puritan school and was expelled from Oxford as a dissenter in 1660. Sent to Ireland to manage the family estates, he regularly attended the Quaker meeting at Cork, and on his return to England he was twice imprisoned for proselytizing, but nonetheless retained connections with the court. In 1681, Charles II repaid a debt owed to Penn’s father by granting him a large province on the west bank of the Delaware river in North America. Penn drew up a frame of government providing for religious toleration in the new colony, which he named Pennsylvania. After he had supervised the building of Philadelphia (1682-4), he returned to England and, on James II’s accession, secured the release of some 1,200 Quaker prisoners. Out of favour after the Glorious Revolution, he returned to America in 1699, but financial mismanagement forced him to mortgage his rights as proprietor of the colony.
(Gardiner, J., & Wenborn, N. (eds.) (1995). The History Today Companion to British History. London: Collins & Brown.)
Penn was imprisoned in England:
O texto a seguir é referência para as questões de 11 a 13.
We are accustomed to thinking of military success as determined by quality of weaponry, rather than by food supply. But a clear example of how improvements in food supply may decisively increase military success comes from the history of Maori New Zealand. The Maori are the Polynesian people who were the first to settle New Zealand. Traditionally, they fought frequent fierce wars against each other, but only against closely neighboring tribes. Those wars were limited by the modest productivity of their agriculture, whose staple crop was sweet potatoes. It was not possible to grow enough sweet potatoes to feed an army in the field for a long time or on distant marches. When Europeans arrived in New Zealand, they brought potatoes, which beginning around 1815 considerably increased Maori crop yields. Maori could now grow enough food to supply armies in the field for many weeks. The result was a 15-year period in Maori history, from 1818 until 1833, when Maori tribes that had acquired potatoes and guns from the English sent armies out on raids to attack tribes hundreds of miles away that had not yet acquired potatoes and guns. Thus, the potato’s productivity relieved previous limitations on Maori warfare, similar to the limitations that low-productivity corn agriculture imposed on Maya warfare.
(Diamond, J. (2006). Collapse. London: Penguin.)
Which of the following sentences is NOT true, according to the text?
O texto a seguir é referência para as questões 01 a 05.
Darwin: o super-herói
Em seu brilhante trabalho de mitologia comparativa, Joseph Campbell (1904-1987) verificou que os heróis de todas as culturas e religiões humanas compartilham um arco de vida similar, que ele chamou de “monomito”. No livro O herói de mil faces, ele descreve que, no processo de se transformar de humano em herói, o personagem universalmente passa por três estágios previsíveis: separação – iniciação – retorno.
O arco de vida de Darwin acidentalmente seguiu de maneira fiel o script monomítico de Campbell. Separação: o jovem destinado a se tornar pároco na Inglaterra vitoriana e ter uma vida monótona abandona seu país para uma aventura de volta ao mundo no navio Beagle. Iniciação: na viagem de cinco anos (dos quais ele passou 2/3 do tempo em terra), Darwin vence várias agruras, como constante enjoo no mar, perde a fé religiosa, descobre sua vocação de naturalista e coleta uma fantástica coleção de espécimes biológicos. Retorno: Darwin completa sua aventura no isolamento de sua mansão campestre e emerge como autor da Origem das espécies, um livro contendo ideias que deram novo sentido à biologia e modificaram radicalmente a visão que a humanidade tem de si própria e de seu lugar no universo. Certamente uma trajetória mitológica perfeita – não é de se surpreender que Darwin tenha se tornado um super-herói.
Muita gente pensa erroneamente que evolução por seleção natural é algo hipotético, em que uma pessoa pode acreditar ou não. Pelo contrário, a evolução darwiniana hoje é uma verdade científica. Poucas teorias científicas conseguiram amealhar tanta evidência a seu favor. Em alguns casos, podemos observar a evolução darwiniana ocorrendo bem em frente dos nossos olhos! Vejamos um exemplo.
Um dos maiores flagelos atuais da humanidade, a pandemia de Aids, paradoxalmente nos dá uma oportunidade única: ver a evolução por seleção natural ocorrendo em tempo real. Isso acontece porque o vírus HIV replica-se com enorme rapidez e também porque a enzima responsável, a transcriptase reversa, é predisposta a erros. Em consequência, o HIV está constantemente sofrendo mutações, gerando no paciente um enxame de variantes virais sujeitas às forças da seleção natural.
Quando um medicamento anti-HIV entra na corrente sanguínea, a seleção natural favorece as variantes resistentes do vírus, que então sobrevivem, se multiplicam e passam a predominar em pouco tempo. Este processo darwiniano é basicamente o mesmo que ocorreu nas centenas de milhões de anos da evolução da vida na Terra, só que agora é medido em dias e horas. Não há desenho nem direcionalidade, apenas as forças combinadas do acaso e da necessidade gerando cepas cada vez mais resistentes.
Uma estratégia para tentar driblar esse processo de seleção é o uso concomitante de vários fármacos antirretrovirais com alvos diferentes, a chamada terapia tríplice. Assim, para sobreviver, o vírus precisaria ter múltiplas resistências simultaneamente, o que é muito improvável. Infelizmente a variabilidade genética é tamanha que tal multirresistência ocorre em alguns casos. Dessa maneira, para doentes com Aids, a evolução por seleção natural é uma inimiga! Entretanto, recentemente foi descoberto que ela pode ser manipulada a favor do paciente. Isso, como sói acontecer, foi descoberto acidentalmente.
Em 1997 a médica alemã Veronica Miller, da Universidade Goethe, em Frankfurt, estava tratando um paciente simultaneamente com vários medicamentos anti-HIV quando observou que não só havia resistência do vírus a todos eles, como também o paciente já estava apresentando sinais de toxicidade medicamentosa. Na falta de alternativas, ela decidiu suspender todos os medicamentos até que os sintomas tóxicos desaparecessem. Após três meses sem tratamento o paciente foi reexaminado e, para surpresa de todos, a resistência viral havia desaparecido! Em outras palavras, em 90 dias a população do HIV havia evoluído de um estado de resistência a todos os fármacos a um estado de suscetibilidade a todos eles. O que havia ocorrido?
Logo se constatou a razão. Na presença dos medicamentos, as cepas resistentes predominavam, mas algumas cópias do vírus infectante original não resistente (o chamado tipo selvagem) sobreviviam nos linfócitos. Quando os medicamentos foram suspensos, a vantagem seletiva das cepas resistentes desapareceu e o tipo selvagem, melhor adaptado a esse ambiente sem fármacos, começou a se replicar com enorme velocidade e logo substituiu as mutantes resistentes. A partir dessa constatação, nasceu o chamado “tratamento de interrupções estruturadas” da Aids, uma nova arma na guerra contra a doença, alicerçado ortodoxamente em princípios darwinianos!
(PENA, Sérgio Danilo. Ciência Hoje on line – 12 jan. 2007 – adaptado.)
“A partir dessa constatação, nasceu o chamado ‘tratamento de interrupções estruturadas’ da Aids, uma nova arma na guerra contra a doença, alicerçado ortodoxamente em princípios darwinianos!”.
As palavras grifadas acima poderiam ser substituídas, mantendo-se as mesmas relações de sentido original, por:
O texto a seguir é referência para as questões 01 a 05.
Darwin: o super-herói
Em seu brilhante trabalho de mitologia comparativa, Joseph Campbell (1904-1987) verificou que os heróis de todas as culturas e religiões humanas compartilham um arco de vida similar, que ele chamou de “monomito”. No livro O herói de mil faces, ele descreve que, no processo de se transformar de humano em herói, o personagem universalmente passa por três estágios previsíveis: separação – iniciação – retorno.
O arco de vida de Darwin acidentalmente seguiu de maneira fiel o script monomítico de Campbell. Separação: o jovem destinado a se tornar pároco na Inglaterra vitoriana e ter uma vida monótona abandona seu país para uma aventura de volta ao mundo no navio Beagle. Iniciação: na viagem de cinco anos (dos quais ele passou 2/3 do tempo em terra), Darwin vence várias agruras, como constante enjoo no mar, perde a fé religiosa, descobre sua vocação de naturalista e coleta uma fantástica coleção de espécimes biológicos. Retorno: Darwin completa sua aventura no isolamento de sua mansão campestre e emerge como autor da Origem das espécies, um livro contendo ideias que deram novo sentido à biologia e modificaram radicalmente a visão que a humanidade tem de si própria e de seu lugar no universo. Certamente uma trajetória mitológica perfeita – não é de se surpreender que Darwin tenha se tornado um super-herói.
Muita gente pensa erroneamente que evolução por seleção natural é algo hipotético, em que uma pessoa pode acreditar ou não. Pelo contrário, a evolução darwiniana hoje é uma verdade científica. Poucas teorias científicas conseguiram amealhar tanta evidência a seu favor. Em alguns casos, podemos observar a evolução darwiniana ocorrendo bem em frente dos nossos olhos! Vejamos um exemplo.
Um dos maiores flagelos atuais da humanidade, a pandemia de Aids, paradoxalmente nos dá uma oportunidade única: ver a evolução por seleção natural ocorrendo em tempo real. Isso acontece porque o vírus HIV replica-se com enorme rapidez e também porque a enzima responsável, a transcriptase reversa, é predisposta a erros. Em consequência, o HIV está constantemente sofrendo mutações, gerando no paciente um enxame de variantes virais sujeitas às forças da seleção natural.
Quando um medicamento anti-HIV entra na corrente sanguínea, a seleção natural favorece as variantes resistentes do vírus, que então sobrevivem, se multiplicam e passam a predominar em pouco tempo. Este processo darwiniano é basicamente o mesmo que ocorreu nas centenas de milhões de anos da evolução da vida na Terra, só que agora é medido em dias e horas. Não há desenho nem direcionalidade, apenas as forças combinadas do acaso e da necessidade gerando cepas cada vez mais resistentes.
Uma estratégia para tentar driblar esse processo de seleção é o uso concomitante de vários fármacos antirretrovirais com alvos diferentes, a chamada terapia tríplice. Assim, para sobreviver, o vírus precisaria ter múltiplas resistências simultaneamente, o que é muito improvável. Infelizmente a variabilidade genética é tamanha que tal multirresistência ocorre em alguns casos. Dessa maneira, para doentes com Aids, a evolução por seleção natural é uma inimiga! Entretanto, recentemente foi descoberto que ela pode ser manipulada a favor do paciente. Isso, como sói acontecer, foi descoberto acidentalmente.
Em 1997 a médica alemã Veronica Miller, da Universidade Goethe, em Frankfurt, estava tratando um paciente simultaneamente com vários medicamentos anti-HIV quando observou que não só havia resistência do vírus a todos eles, como também o paciente já estava apresentando sinais de toxicidade medicamentosa. Na falta de alternativas, ela decidiu suspender todos os medicamentos até que os sintomas tóxicos desaparecessem. Após três meses sem tratamento o paciente foi reexaminado e, para surpresa de todos, a resistência viral havia desaparecido! Em outras palavras, em 90 dias a população do HIV havia evoluído de um estado de resistência a todos os fármacos a um estado de suscetibilidade a todos eles. O que havia ocorrido?
Logo se constatou a razão. Na presença dos medicamentos, as cepas resistentes predominavam, mas algumas cópias do vírus infectante original não resistente (o chamado tipo selvagem) sobreviviam nos linfócitos. Quando os medicamentos foram suspensos, a vantagem seletiva das cepas resistentes desapareceu e o tipo selvagem, melhor adaptado a esse ambiente sem fármacos, começou a se replicar com enorme velocidade e logo substituiu as mutantes resistentes. A partir dessa constatação, nasceu o chamado “tratamento de interrupções estruturadas” da Aids, uma nova arma na guerra contra a doença, alicerçado ortodoxamente em princípios darwinianos!
(PENA, Sérgio Danilo. Ciência Hoje on line – 12 jan. 2007 – adaptado.)
No livro O herói de mil faces, Campbell descreve que, no processo de se transformar de humano em herói, o personagem universalmente passa por três estágios previsíveis: separação – iniciação – retorno.
Assinale a alternativa que reescreve a frase acima sem alterar o sentido.
1. Não há necessidade de estudo prévio para implementar a DSI.
2. Para analisar as vantagens da DSI, é necessário considerar três pontos de vista: o do usuário, o do pessoal da informação e o da instituição envolvida.
3. Os serviços de DSI podem agrupar-se em duas categorias, segundo a base de dados utilizada. Essa base pode ser gerada na própria instituição (abrangendo apenas os documentos que ingressam nela) ou adquirida em serviços comerciais ou governamentais.
4. A implementação de um serviço de DSI, assim como a assimilação de um serviço externo, produz um impacto global na biblioteca, especialmente quando são utilizadas bases de dados de grande cobertura.
Assinale a alternativa correta.

Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
1. Os assuntos de interesse da clientela a servir.
2. A bibliografia das obras de referência sobre os assuntos.
3. As informações contidas nos livros de referência.
4. A experiência no manuseio das obras de referência.
O bom êxito de um serviço de referência é decorrência do conhecimento bibliotecário sobre:
1. A UNESCO (1973) definiu tesauro como sendo o "vocabulário controlado e dinâmico de termos relacionados semântica e genericamente, que cobre de forma extensiva um campo específico do conhecimento".
2. Partindo do princípio de que não existe uma linguagem documentária adequada ao campo conceitual para o qual se deseja representar os documentos de uma coleção, a tarefa mais produtiva é a construção de uma nova linguagem que seja útil à representação dos dois universos integrantes do sistema de recuperação da informação: o universo das demandas de informação e o universo dos documentos disponíveis.
3. Na verdade, quando se trata de construção de linguagens documentárias, o ideal seria que se pudessem absorver os dois princípios concomitantemente, isto é, certificar-se de que a terminologia levantada possui as duas garantias: a literária e a do usuário.
4. Se a decisão tiver sido a do método dedutivo, o grupo de especialistas não estará simplesmente determinando quais conceitos farão parte da linguagem documentária, mas já estará determinando a estrutura conceitual em suas hierarquias principais.
Assinale a alternativa correta.

Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
1. A CDU, como vários esquemas gerais, é uma classificação por aspectos, na qual um fenômeno é classificado segundo o contexto ou disciplina em que é considerado.
2. Em 1795, um novo passo para o progresso da classificação decimal foi dado por Paul Otlet.
3. A notação da CDU corresponde a uma linguagem artificial da qual foram eliminadas muitas das ambiguidades da linguagem natural.
4. Desde agosto de 1949, as correções autorizadas têm sido publicadas nas Extensions and Corrections to the UDC, editadas, a princípio, anualmente e agora semestralmente.
Assinale a alternativa correta.
1. A CDD é basicamente um mecanismo de números construídos, que fornece a ordem intelectual (abstrata) e a localização física relacional.
2. A CDD é um esquema universal que trata o conhecimento como um todo, dividindo-o dentro de dez classes principais, representadas por números arábicos.
3. Para simplificar os valores ordinais das frações decimais, como Dewey as utilizou, e para facilitar os arranjos, há uma convenção: nenhum número na CDD terá menos que três dígitos.
4. A CDD foi concebida em 1773, por Melvil Dewey.
Assinale a alternativa correta.
1. Uma fonte de informação pode ser de natureza unitária (por exemplo, uma página de rosto) ou coletiva (por exemplo, sequência de créditos de um filme).
2. Anteponha um ponto, espaço, travessão, espaço (. - ) a cada área, com exceção da primeira, ou a cada ocorrência de uma área de nota ou de número normalizado etc., a não ser que a área inicie um novo parágrafo.
3. Se nenhuma parte do item fornecer dados que possam ser usados como base da descrição, tire a informação necessária de qualquer fonte disponível, seja ela uma fonte de referência ou o conteúdo do próprio item.
4. A descrição se divide nas seguintes áreas: Título e indicação de responsabilidade; Edição; Detalhes específicos do material (ou do tipo de publicação); Publicação, distribuição etc.; Descrição física; Série; Notas; Número normalizado e modalidades de aquisição.
De acordo com o AACR2:
Autor: Associação Brasileira de Normas Técnicas.
Título: NBR 6023: Informação e Documentação - Referências - Elaboração.
Local: Rio de Janeiro.
Editora: ABNT.
Data: Agosto 2002.
Páginas: 24.
Assinale a alternativa em que a referência está correta.

Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Sobre as normas da ABNT, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
1. Para a definição dos elementos de dados, utiliza o International Serials Data System (ISDS).
2. Para a descrição bibliográfica do título, utiliza as regras da International Standard Bibliographic Description (ISBD(S)).
3. Para a descrição temática de cada título, utiliza o Tesauro Spines, desenvolvido pela UNESCO.
4. Para cada registro da base de dados, utiliza um conjunto de informações que descrevem um livro e estão reunidas e estruturadas em campos de dados (metadados).
Assinale a alternativa correta.

Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.