Questões de Concurso
Comentadas para sedf
Foram encontradas 6.947 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Sérgio Buarque de Holanda. A herança colonial - sua desagregação. In: História Geral da Civilização Brasileira. Tomo II, O Brasil Monárquico. 1.º volume, O processo da Emancipação. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, p. 9 (com adaptações).
Considerando o fragmento de texto acima e o processo histórico ao qual se refere, julgue o item que se seguem.
Sérgio Buarque de Holanda. A herança colonial - sua desagregação. In: História Geral da Civilização Brasileira. Tomo II, O Brasil Monárquico. 1.º volume, O processo da Emancipação. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, p. 9 (com adaptações).
Considerando o fragmento de texto acima e o processo histórico ao qual se refere, julgue o item que se seguem.
Sérgio Buarque de Holanda. A herança colonial - sua desagregação. In: História Geral da Civilização Brasileira. Tomo II, O Brasil Monárquico. 1.º volume, O processo da Emancipação. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, p. 9 (com adaptações).
Considerando o fragmento de texto acima e o processo histórico ao qual se refere, julgue o item que se seguem.
Sérgio Buarque de Holanda. A herança colonial - sua desagregação. In: História Geral da Civilização Brasileira. Tomo II, O Brasil Monárquico. 1.º volume, O processo da Emancipação. São Paulo: Difusão Europeia do Livro, p. 9 (com adaptações).
Considerando o fragmento de texto acima e o processo histórico ao qual se refere, julgue o item que se seguem.
Marc Bloch. “A história, os homens e o tempo”, Apologia da História ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001, [primeira edição 1949], p. 54.
O trecho acima é parte do último livro do famoso historiador francês, conhecido como um dos mais criativos e importantes do século XX. Escrita em circunstâncias especiais, a obra pode ser lida como uma espécie de testamento acadêmico de Marc Bloch. O texto, contudo, não chegou a ser finalizado, pois Bloch, que era
judeu, estava preso e fora torturado pela Gestapo — polícia secreta alemã —, sendo fuzilado perto de Lyon no dia 16 de julho de 1944.
Tendo as informações acima como referência inicial, julgue o item subsequente.
Marc Bloch. “A história, os homens e o tempo”, Apologia da História ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001, [primeira edição 1949], p. 54.
O trecho acima é parte do último livro do famoso historiador francês, conhecido como um dos mais criativos e importantes do século XX. Escrita em circunstâncias especiais, a obra pode ser lida como uma espécie de testamento acadêmico de Marc Bloch. O texto, contudo, não chegou a ser finalizado, pois Bloch, que era
judeu, estava preso e fora torturado pela Gestapo — polícia secreta alemã —, sendo fuzilado perto de Lyon no dia 16 de julho de 1944.
Tendo as informações acima como referência inicial, julgue o item subsequente.
Marc Bloch. “A história, os homens e o tempo”, Apologia da História ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001, [primeira edição 1949], p. 54.
O trecho acima é parte do último livro do famoso historiador francês, conhecido como um dos mais criativos e importantes do século XX. Escrita em circunstâncias especiais, a obra pode ser lida como uma espécie de testamento acadêmico de Marc Bloch. O texto, contudo, não chegou a ser finalizado, pois Bloch, que era
judeu, estava preso e fora torturado pela Gestapo — polícia secreta alemã —, sendo fuzilado perto de Lyon no dia 16 de julho de 1944.
Tendo as informações acima como referência inicial, julgue o item subsequente.
Marc Bloch. “A história, os homens e o tempo”, Apologia da História ou o ofício do historiador. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001, [primeira edição 1949], p. 54.
O trecho acima é parte do último livro do famoso historiador francês, conhecido como um dos mais criativos e importantes do século XX. Escrita em circunstâncias especiais, a obra pode ser lida como uma espécie de testamento acadêmico de Marc Bloch. O texto, contudo, não chegou a ser finalizado, pois Bloch, que era
judeu, estava preso e fora torturado pela Gestapo — polícia secreta alemã —, sendo fuzilado perto de Lyon no dia 16 de julho de 1944.
Tendo as informações acima como referência inicial, julgue o item subsequente.
Existem exatamente quatro números inteiros r para os quais a fração 14/ 2r + 1 é um número inteiro.
O número
é um número irracional.
Na figura acima, E1 e E2 representam espelhos planos retangulares com uma aresta comum, representada pelo ponto V, e o ângulo entre eles é de 30°. Proveniente de uma fonte pontual S, um raio de luz, paralelo a E2, atinge E1 no ponto A.
Considerando essas informações e a figura acima bem como que os pontos S, A e V estejam sobre um mesmo plano, julgue o item seguinte, tendo como referência a lei da reflexão, segundo a qual o ângulo entre o raio incidente e a reta perpendicular ao espelho no ponto de incidência é igual ao ângulo entre o raio refletido e essa mesma reta perpendicular.
Para algum t0 ≥ 0, tem-se que P(t0) ≤ 5.
Considerando-se que t1 ≤ t2 sejam números positivos, consecutivos, tais que F(t1) = F(t2), é correto afirmar que t2 – t1 < 1/12.
Segundo o autor do texto, o personagem biografado apresenta comportamento incompatível com a dinâmica própria da política pública do seu tempo em termos gerais.
Na linha 15, o uso do sinal indicativo de crase em “à concisão” deve-se à regência do substantivo “contribuição” e à presença do artigo feminino determinando “concisão”.
Os trechos “a tendência à escrita a textos enxutos” (l.16), “um ato solitário” (l.22 e 23) e “discursos de improviso” (l.27) desempenham a mesma função sintática nas orações em que estão inseridos.
No trecho “O que já havia sido deflagrado nos anos 90 do século XX pela comunicação via email, por mensageiros eletrônicos e pela cultura escrita dos blogues, com as redes sociais foi elevado à enésima potência” (l.9 a 12), as vírgulas foram empregadas com a finalidade de separar termos coordenados entre si.
Um dos maiores problemas enfrentados pela Sociologia contemporânea diz respeito ao dumping social, prática comum em países em desenvolvimento que consiste em se pagar salário ínfimo aos trabalhadores para que os bens produzidos se tornem competitivos no mercado internacional. Essa prática torna desnecessária a revisão do conceito de exército de reserva de mão-de-obra.
De acordo com Marx, a população desempregada e a subempregada representam um tipo de força virtuosa na relação constante entre o trabalho e o capital.
A lógica da suspeita sistemática dirige à população pobre e estigmatizada a maioria de esforços investigativos e práticas policiais de repressão e punição.

