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Para evitar vasodilatação dos vasos sanguíneos cerebrais, é recomendado que o controle da pressão parcial de gás carbônico no sangue arterial (PaCO2), em pacientes com acidente vascular cerebral do tipo hemorrágico (AVCh), seja feito com manejo ventilatório do paciente, por meio de hipercapnia permissiva.
Em pacientes na posição supina, ao nível da capacidade residual funcional (CRF) e com o sistema respiratório em equilíbrio, as melhores relações V/Q (em que V é a ventilação e Q representa a perfusão) ocorrem na região mais distante da ação da gravidade, ou seja, nas áreas próximas ao esterno.
Em casos de hiperinsuflação alveolar, a compensação esperada será o aumento da pressão pleural, diante de esforço expiratório aumentado. Essa pressão elevada pode contribuir para um aumento da pressão de recolhimento elástico, que influenciará positivamente na manutenção da abertura da via aérea. Assim, o mecanismo citado leva à obstrução da via aérea, pelo surgimento do ponto de igual pressão, perpetuando o mecanismo de hiperinsuflação alveolar.
Situação hipotética: Durante a realização de uma espirometria, um paciente apresentou capacidade vital lenta em torno de 0,5 L, maior do que o valor obtido na manobra para obtenção da capacidade vital forçada. Assertiva: Esse achado pressupõe a ocorrência de compressão dinâmica das vias aéreas, como um broncoespasmo.
Para reduzir o desconforto respiratório da paciente em questão, deve-se indicar o uso da cânula nasal a 2 L/min.
No sistema de Venturi, quanto menor for o orifício e maior o jato de entrada, maiores serão as concentrações oferecidas de oxigênio.
Nessa paciente, está sendo utilizado um dispositivo de liberação de oxigênio de baixo fluxo.
A principal causa de hipoxemia é shunt pulmonar.
A curva de dissociação do O2 é desviada para esquerda, caracterizando o efeito Haldane.
Altas concentrações de FiO2 favorecem a depleção rápida de níveis de nitrogênio (N2), produzindo colapso pulmonar, pois o oxigênio se difunde rapidamente para o sangue e o alvéolo perde sua fonte de estabilização, favorecendo a atelectasia de absorção.
Acerca desse caso clínico, julgue o seguinte item.
Se o paciente for submetido a exame com imagem radiológica, o resultado provável deverá ser de hiperinsuflação pulmonar, retificação diafragmática, aumento dos espaços intercostais e hipotransparência.
Acerca desse caso clínico, julgue o seguinte item.
Deve-se indicar a interface total-face para o paciente em apreço, por apresentar maior conforto para uso prolongado, com mínimo vazamento.
Acerca desse caso clínico, julgue o seguinte item.
Nessa situação, a VNI deverá ser considerada até 2 h, para melhorar o nível de consciência devido à redução da hipercapnia.
Acerca desse caso clínico, julgue o seguinte item.
O paciente apresenta indicação de ventilação não invasiva no modo bilevel, para reversão do quadro de exacerbação.
Acerca desse caso clínico, julgue o seguinte item.
O paciente em questão apresenta um índice de oxigenação (relação PaO2/FiO2 ) entre 150 a 160.
O treinamento muscular inspiratório está indicado para pacientes com insuficiência cardíaca congestiva, pois melhora a capacidade funcional e a força dos músculos respiratórios.
Se, após a estabilização do quadro, esse paciente conseguir atingir 150 m em um teste de caminhada de 6 min, esse resultado indicará que houve incremento da capacidade cardiorrespiratória.
A principal característica do edema apresentado é o aumento da permeabilidade da membrana endotelial capilar pulmonar em decorrência de uma lesão do endotélio vascular pulmonar.
Em relação à sequência de formação do edema pulmonar, o paciente apresentava-se na fase III, ou seja, fase de congestão pulmonar.
Deverá ser indicado para o paciente ventilação não invasiva (VNI), no modo CPAP ou bilevel, para melhorar a mecânica respiratória e facilitar o trabalho do ventrículo esquerdo.