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Para os pacientes que apresentam hemorragia digestiva alta, os cuidados de enfermagem devem priorizar a reposição volêmica, a monitorização dos sinais vitais e o controle da resposta terapêutica.
Os cuidados de enfermagem com o paciente submetido à biópsia hepática são: fazer o curativo compressivo no local, deitar o paciente com o travesseiro sob o rebordo costal direito por duas horas, deixar que repouse no leito por 24 horas e controlar os sinais vitais.
A sonda nasogástrica quando for instalada pelo enfermeiro para drenar o conteúdo gástrico deve ser conectada por meio de uma extensão de látex ao frasco coletor, e este deve ser posicionado abaixo do nível do estômago do paciente para evitar o refluxo.
O enfermeiro deve observar a presença das principais manifestações do sangramento digestivo, que são hematêmese, melena e enterorragia, para avaliar a gravidade e a evolução do tratamento do paciente adulto.
A drenagem súbita de exsudato serossanguinolento pela ferida cirúrgica é um sinal de deiscência, alertando o enfermeiro para o tipo de material, soluções e técnica de curativo que deve ser realizado.
Em deiscência maior ou na presença de exsudado abundante é adequado usar um alginato ou hidrofibra no curativo.
A ferida cirúrgica de uma hérnia abdominal contaminada e com deiscência completa na linha de sutura deve ser tratada de modo conservador com cobertura oclusiva e atadura de crepom.
O uso de hidrogel amorfo é contraindicado quando há deiscência parcial da linha de sutura com pouca exsudação e necrose.
O tipo de cadeira utilizada e o tempo que o paciente permanece sentado não interferem na formação de UP na região sacral e dos glúteos desde que o paciente apresente adequado estado nutricional.
Uma forma adequada de acompanhar a evolução da UP é a técnica de mensuração da área lesada utilizando um pedaço de acetato esterilizado sobre a ferida para se obter o desenho do contorno de suas bordas. Outra técnica são os registros fotográficos, que devem ser comparados a cada quinze dias ou quando se observarem mudanças.
Entre as estratégias que um enfermeiro deve utilizar para prevenir as UPs, incluem-se: reconhecer os riscos individuais do paciente, diminuir os efeitos da pressão, avaliar o estado nutricional, preservar a integridade da pele e evitar a imobilidade no leito.
Para a cicatrização da UP de estágio 4, o hidrocoloide é mais indicado do que a cobertura filme.
As diretrizes indicadas para a avaliação das UP são localização, estágio, tamanho, leito, exsudato, dor e estado da pele perilesão, descolamento ou formação de sinus.
O processo de tomada de decisão ocorre durante a segunda etapa do processo de enfermagem, momento em que os problemas são comparados aos diagnósticos médicos e são formuladas as ações para a recuperação do paciente.
A determinação das prioridades deve ser feita durante a etapa de planejamento, assim como o estabelecimento dos resultados que se espera alcançar.
A avaliação é uma etapa fundamental do processo de enfermagem e, para avaliar o plano individualizado de cuidados, é necessário passar por todas as outras etapas do processo de enfermagem, como coleta de dados, diagnóstico, planejamento e implementação.
A característica que define se o paciente apresenta o diagnóstico de eliminação urinária prejudicada é o uso de sonda Foley, conforme prevê o diagnóstico da NANDA.
No pré-operatório, o paciente deve receber instruções com relação ao que esperar quando retornar da cirurgia. O enfermeiro deve avisar ao paciente que ele vai acordar em uma unidade de tratamento intensivo (UTI), onde existem vários equipamentos, drenos e cateteres. É importante avisar também ao paciente quanto a possíveis alterações em sua aparência, como pele amarelada, pálida e fria, e edema generalizado (mais perceptível no pescoço, face e mãos), por causa da fuga de líquido, para o terceiro espaço, ocorrida durante o bypass cardíaco.
Durante a fase pós-operatória, como consequência do bypass cardiopulmonar, a coagulação do paciente sofre alterações, podendo haver efeitos anticoagulantes — com implicações clínicas de diminuição na contagem de plaquetas, possível ocorrência de sangramento pós-operatório anormal — e efeitos pró-coagulantes, que aumentam o risco de microembolias.
Na fase pós-operatória imediata, o paciente deve receber monitoração cardíaca, e as intervenções prioritárias estão voltadas para a avaliação do estado neurológico, o nível de consciência e a resposta aos estímulos álgicos. O modo ventilatório também deve ser avaliado, buscando-se a extubação o mais rápido possível. As linhas de pressão devem ser retiradas, assim como os drenos, em menos de 24 horas.