Questões de Concurso
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Quando os elétrons dos átomos pertencentes ao ânodo recebem a energia oriunda dos elétrons em movimento, o resultado é a produção de radiações eletromagnéticas denominadas:

Esse fenômeno trata-se de:
A figura a seguir mostra o diagrama P x V para um processo:


O melhor condutor de eletricidade dos relacionados na tabela é:
Eletronuclear e Rosatom vão construir novas usinas nucleares no Brasil
Parceria é regulada pelo acordo de cooperação entre os governos da Federação Russa e do Brasil no uso pacífico da energia nuclear.

A Eletrobras e a russa Rosatom assinaram um memorando de entendimento para promover a cooperação no campo da energia nuclear, incluindo construção de novas usinas no Brasil e suporte durante todo seu ciclo de vida (operação, manutenção e descomissionamento). “Este memorando de entendimento vai promover uma cooperação mútua no uso pacífico da energia nuclear”, disse a Eletrobras em nota nesta terça-feira (28). O Brasil possui duas usinas nucleares em operação e uma em construção. Angra 1 começou a operar em 1985 e tem capacidade instalada de 640 megawatts (MW). Angra 2 entrou em operação em 2001, com capacidade instalada de 1.350 MW. Angra 3, gêmea de Angra 2, teve sua construção interrompida após a obra entrar no rol de investigações da operação Lava Jato. A energia elétrica gerada pelas duas usinas em funcionamento correspondem a cerca de 3% do total gerado pelo País, atendendo cerca de 3 milhões de habitantes.
(Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2017/11/epoca-negocios-eletronuclear-e-rosatom-vao-construir-novasusinas-nucleares-no-brasil.html.)
Para obtenção de energia nuclear usamos como elemento químico:

As imagens mostram que todo corpo colocado na superfície terrestre sofre a influência da força peso, que atrai esses corpos para o centro da Terra. Considerando a Teoria de Newton sobre a “aceleração da gravidade na superfície da Terra”, a força de atração gravitacional que existe entre a Terra e o corpo é dada pela equação:

Moradores da Rocinha, em São Conrado, na Zona Sul do Rio, relataram tiros e explosões na localidade da Rua 1, na manhã desta quinta-feira. Segundo a Polícia Militar, Equipes da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Rocinha e do Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) foram recebidas a tiros, mas não houve revide. Não há informações de feridos. A Polícia Militar informou que a ação desta quinta-feira faz parte da ação continuada na comunidade. Policiais patrulham a comunidade. Nas redes sociais, moradores fazem relatos: “Situação de guerra continua cada vez pior”, escreveu um internauta. “Minha mãe acabou de pôr o pé pra fora e começaram os tiros. Que medo”, publicou uma moradora.
(Disponível em:https://extra.globo.com/casos-de-policia/moradores-relatam-intenso-tiroteio-na-rocinha-22608985.html.)
Considere que uma metralhadora de posse de um cidadão dispara uma arma com velocidade inicial igual a 200 m/s a 60° com a horizontal. Desprezando o atrito e considerando g = 10 m/s², determine o alcance máximo horizontal da bala.
I. A 1ª Lei de Newton ou Princípio da Inércia estabelece que: “um ponto material isolado está em repouso ou em movimento retilíneo uniforme”. Isso significa que um ponto material isolado não está em equilíbrio estático (repouso) e nem em equilíbrio dinâmico (movimento retilíneo uniforme).
II. A 2ª Lei de Newton diz que: “a resultante das forças aplicadas a um ponto material é igual ao produto de sua massa pela aceleração adquirida”, ou seja:
III. As forças atuam sempre em pares; para toda força de ação, existe uma força de reação.
Está(ão) INCORRETA(S) apenas a(s) afirmativa(s)
Bye Bye, Brasil
Oi, coração Não dá pra falar muito não, Espera passar o avião. Assim que o inverno passar, Eu acho que vou te buscar, Aqui tá fazendo calor, Deu pane no ventilador, Já tem fliperama em Macau, Tomei a costeira em Belém do Pará, Puseram uma usina no mar, Talvez fique ruim pra pescar, Meu amor. No Tocantins, O chefe dos parintintins Vidrou na minha calça Lee, Eu vi uns patins pra você Eu vi um Brasil na TV, Capaz de cair um toró, Estou me sentindo tão só, Oh, tenha dó de mim. Pintou uma chance legal, Um lance lá na capital, Nem tem que ter ginasial, Meu amor. No Tabariz, O som é que nem os Bee Gees, Dancei com uma dona infeliz, Que tem um tufão nos quadris, Tem um japonês trás de mim, Eu vou dar um pulo em Manaus, Aqui tá quarenta e dois graus, O sol nunca mais vai se pôr, Eu tenho saudades da nossa canção, Saudades de roça e sertão, Bom mesmo é ter um caminhão, Meu amor.
(BUARQUE, Chico & MENESCAL, Roberto. Fragmento.)
Em “Dancei com uma dona infeliz, / Que tem um tufão nos quadris, / Tem um japonês trás de mim,” pode-se afirmar que a informação apresentada na oração adjetiva explicativa
Bye Bye, Brasil
Oi, coração Não dá pra falar muito não, Espera passar o avião. Assim que o inverno passar, Eu acho que vou te buscar, Aqui tá fazendo calor, Deu pane no ventilador, Já tem fliperama em Macau, Tomei a costeira em Belém do Pará, Puseram uma usina no mar, Talvez fique ruim pra pescar, Meu amor. No Tocantins, O chefe dos parintintins Vidrou na minha calça Lee, Eu vi uns patins pra você Eu vi um Brasil na TV, Capaz de cair um toró, Estou me sentindo tão só, Oh, tenha dó de mim. Pintou uma chance legal, Um lance lá na capital, Nem tem que ter ginasial, Meu amor. No Tabariz, O som é que nem os Bee Gees, Dancei com uma dona infeliz, Que tem um tufão nos quadris, Tem um japonês trás de mim, Eu vou dar um pulo em Manaus, Aqui tá quarenta e dois graus, O sol nunca mais vai se pôr, Eu tenho saudades da nossa canção, Saudades de roça e sertão, Bom mesmo é ter um caminhão, Meu amor.
(BUARQUE, Chico & MENESCAL, Roberto. Fragmento.)
De acordo com as regras de acentuação vigentes, obedecem à mesma regra de acentuação os vocábulos grifados a seguir, com EXCEÇÃO de:
(Antônio Prata. Folha de S. Paulo, 15 de abril de 2018. Adaptado.)
Em “O alfabeto latino, este fantástico conjunto de 26 letras que, combinadas infinitamente, podem nomear realidades tão distintas quanto ‘sol’, ‘cunilingus’, ‘schadenfreud’ e ‘Argamassa Cimentcola Quartzolite’, começou sua lenta caminhada em direção ao brejo em setembro de 1982.” (1º§), pode-se afirmar que o trecho sublinhado
(Antônio Prata. Folha de S. Paulo, 15 de abril de 2018. Adaptado.)
De acordo com o texto:
Cultural diversity and cultural identity in globalization
In the process of globalization winners are the countries with highly developed mass media as complex systems which are able to broadcast and receive diverse information which are used as basic development resource. On the other side are the developing countries which suffer their impact. Their characteristic is the small capacity to adapt to innovations that came from outside and that is why their cultural identity is called into question. Mass media are not only instruments for spreading popular culture and industries, but at the same time, their use enables cultural hegemony. Mass media, society, local culture, and media content are closely related. By exhibiting TV shows, movies, dramas etc. media will reflect values specific to local culture. So, we can talk about displaying commerciality as feature of American culture, Japanese aesthetic values, French tendency to philosophize... One of the main functions of mass media is to transfer cultural inheritance, information about the past, values of a given society, and to furnish cultural directive for life, action, and behavior. Despite the globalization of the economy, and the emergence of international political institutions, global dissemination of culture (mass media, education, modernization, urbanization, the spread of literacy) from the late 20th century has strengthened national identities. Modern nationalism is less focused on defending the country and more inclined to defend the established cultural identity. The identities represent the defense against unpredictability, disorder, and changes of globalization. In the last three decades there is strong trend to resisting globalization and cosmopolitanism as a form of defense of cultural identity. “God, nations, families and communities will ensure eternal figures that cannot be broken down and around which society will develop a counter-culture of real virtuality”. Castells considers that individuals carry with them the eternal truth, the values that cannot be virtualized or destroyed. As the globalization process strengthens the coming of cultural integrity and identity problems are more prevalent. Dominant monoculture stands against local, national and traditional cultures with the progressive disintegration of traditional culture value patterns.
(Available: www.wseas.us/e-library/conferences/2013. Adapted.)
“Which” (line 16) refers back to
Cultural diversity and cultural identity in globalization
In the process of globalization winners are the countries with highly developed mass media as complex systems which are able to broadcast and receive diverse information which are used as basic development resource. On the other side are the developing countries which suffer their impact. Their characteristic is the small capacity to adapt to innovations that came from outside and that is why their cultural identity is called into question. Mass media are not only instruments for spreading popular culture and industries, but at the same time, their use enables cultural hegemony. Mass media, society, local culture, and media content are closely related. By exhibiting TV shows, movies, dramas etc. media will reflect values specific to local culture. So, we can talk about displaying commerciality as feature of American culture, Japanese aesthetic values, French tendency to philosophize... One of the main functions of mass media is to transfer cultural inheritance, information about the past, values of a given society, and to furnish cultural directive for life, action, and behavior. Despite the globalization of the economy, and the emergence of international political institutions, global dissemination of culture (mass media, education, modernization, urbanization, the spread of literacy) from the late 20th century has strengthened national identities. Modern nationalism is less focused on defending the country and more inclined to defend the established cultural identity. The identities represent the defense against unpredictability, disorder, and changes of globalization. In the last three decades there is strong trend to resisting globalization and cosmopolitanism as a form of defense of cultural identity. “God, nations, families and communities will ensure eternal figures that cannot be broken down and around which society will develop a counter-culture of real virtuality”. Castells considers that individuals carry with them the eternal truth, the values that cannot be virtualized or destroyed. As the globalization process strengthens the coming of cultural integrity and identity problems are more prevalent. Dominant monoculture stands against local, national and traditional cultures with the progressive disintegration of traditional culture value patterns.
(Available: www.wseas.us/e-library/conferences/2013. Adapted.)
“Enables” (line 5) means
Cultural diversity and cultural identity in globalization
In the process of globalization winners are the countries with highly developed mass media as complex systems which are able to broadcast and receive diverse information which are used as basic development resource. On the other side are the developing countries which suffer their impact. Their characteristic is the small capacity to adapt to innovations that came from outside and that is why their cultural identity is called into question. Mass media are not only instruments for spreading popular culture and industries, but at the same time, their use enables cultural hegemony. Mass media, society, local culture, and media content are closely related. By exhibiting TV shows, movies, dramas etc. media will reflect values specific to local culture. So, we can talk about displaying commerciality as feature of American culture, Japanese aesthetic values, French tendency to philosophize... One of the main functions of mass media is to transfer cultural inheritance, information about the past, values of a given society, and to furnish cultural directive for life, action, and behavior. Despite the globalization of the economy, and the emergence of international political institutions, global dissemination of culture (mass media, education, modernization, urbanization, the spread of literacy) from the late 20th century has strengthened national identities. Modern nationalism is less focused on defending the country and more inclined to defend the established cultural identity. The identities represent the defense against unpredictability, disorder, and changes of globalization. In the last three decades there is strong trend to resisting globalization and cosmopolitanism as a form of defense of cultural identity. “God, nations, families and communities will ensure eternal figures that cannot be broken down and around which society will develop a counter-culture of real virtuality”. Castells considers that individuals carry with them the eternal truth, the values that cannot be virtualized or destroyed. As the globalization process strengthens the coming of cultural integrity and identity problems are more prevalent. Dominant monoculture stands against local, national and traditional cultures with the progressive disintegration of traditional culture value patterns.
(Available: www.wseas.us/e-library/conferences/2013. Adapted.)
Gerund use does NOT follow the same pattern of “spreading” (L04) in
Fay: I guess that’s it, Tony. I’m leaving for good. Tony: Let me get it straight, how come you’ve made that decision?
What will Fay do?
Mark the item corresponding to the inconsistent underlined part correction.
I wonder if dad will ever let me to drive his new car, I don’t think he will. A B C D
O verbo for
Vestibular de verdade era no meu tempo. Já estou chegando, ou já cheguei, à altura da vida em que tudo de bom era no meu tempo; meu e dos outros coroas (…) O vestibular de Direito a que me submeti, na velha Faculdade de Direito da Bahia, tinha só quatro matérias: português, latim, francês ou inglês, e sociologia, sendo que esta não constava dos currículos do curso secundário e a gente tinha que se virar por fora. Nada de cruzinhas, múltipla escolha ou matérias que não interessassem diretamente à carreira. Tudo escrito ruibarbosianamente quando possível, com citações decoradas, preferivelmente (…) Quis o irônico destino, uns anos mais tarde, que eu fosse professor da Escola de Administração da Universidade Federal da Bahia e me designassem para a banca de português, com prova oral e tudo. Eu tinha fama de professor carrasco, que até hoje considero injustíssima, e ficava muito incomodado com aqueles rapazes e moças pálidos e trêmulos diante de mim. Uma certa vez, chegou um sem o menor sinal de nervosismo, muito elegante, paletó, gravata e abotoaduras vistosas. A prova oral era bestíssima. Mandava o candidato ler umas dez linhas em voz alta (sim, porque alguns não sabiam ler) e depois se perguntava o que queria dizer uma palavra trivial ou outra, qual era o plural de outra e assim por diante. Esse mal sabia ler, mas não perdia a pose. Não acertou a responder nada. Então, eu, carrasco fictício, peguei no texto uma frase em que a palavra “for” tanto podia ser do verbo “ser” quanto do verbo “ir”. Pronto, pensei. Se ele distinguir qual é o verbo, considero-o um gênio, dou quatro, ele passa e seja o que Deus quiser.
- Esse “for” aí, que verbo é esse?
Ele considerou a frase longamente, como se eu estivesse pedindo que resolvesse a quadratura do círculo, depois ajeitou as abotoaduras e me encarou sorridente.
- Verbo for. - Verbo o quê? - Verbo for. - Conjugue aí o presente do indicativo desse verbo. - Eu fonho, tu fões, ele fõe – recitou ele impávido. – Nós fomos, vós fondes, eles fõem.
Não, dessa vez ele não passou. Mas, se perseverou, deve ter acabado passando e hoje há de estar num posto qualquer do Ministério da Administração ou na equipe econômica, ou ainda aposentado como marajá, ou as três coisas. Vestibular, no meu tempo, era muito mais divertido do que hoje e, nos dias que correm, devidamente diplomado, ele deve estar fondo para quebrar. Fões tu? Com quase toda a certeza, não. Eu tampouco fonho. Mas ele fõe.
(João Ubaldo Ribeiro. Publicado no jornal O Estado de São Paulo, em 23/09/1998.)
Os termos “injustíssima” e “bestíssima” são empregados no discurso expressando um posicionamento definido do autor em relação a situações a que estão relacionados. Morfologicamente, pode-se afirmar em relação a tais termos: