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“A proposta inicial foi tecer uma série de debates sobre o Funk, e demais questões que surgiram nesse processo, visando fomentar a futura criação dos documentários. Num primeiro momento houve uma sondagem do que os alunos pensavam sobre o assunto, com o uso de imagens que remetiam ao surgimento do Funk, na cultura norte-americana para disparar tal discussão. Os alunos revelaram um desconhecimento da história do Funk, mas um forte engajamento e interesse nas questões de gênero presentes nas letras das músicas, o que, com isso, tornou-se um foco do projeto nas aulas seguintes.”.
DIAS. Taís Ritter. Documentando o Funk: cultura visual, cinema e gênero no ensino de artes visuais. Anais do XXV CONFAEB. Fortaleza – CE, 2015. Disponível em: <http://confaeb2015.ifce.edu.br/ANAIS/artigos/GT%20Artes%20Visuais/149710.pdf> Acesso: 24 out. de 2016.
Considerando a importância da contextualização e a inserção de temáticas contemporâneas no ensino de artes, a experiência pedagógica apresentada enfatiza que:
“A perspectiva da cultura visual permite, então, incorporar a problemática que esteve fora da esfera da arte na educação. E o faz a partir do questionamento de noções como originalidade, autoria, recepção, representação, intensão do artista, linguagem visual centrada no formal, contexto de produção, de expressão, a criança como artista e, de maneira especial, o relato salvador da educação pela arte. O que introduz a perspectiva da cultura visual, a qual provisoriamente me vinculo – pois não se deve esquecer que não existe uma opção do que é denominado como cultura visual – é a consideração das práticas artísticas como práticas discursivas – culturais – que têm efeitos na maneira de ver e de ver-se.”
HERNÁNDEZ. F. A cultura visual como um convite à deslocalização do olhar e ao reposicionamento do sujeito. p. 43. In: MARTIZ, R.; TOURINHO, I. (org.) Educação da cultura visual: conceitos e contextos. Santa Maria: Ed da UFSM, 2011.
Para HERNÁNDEZ, a cultura visual
“Vivemos a era “inter”. Estamos vivendo um tempo em que a atenção está voltada para a internet, a interculturalidade, a interdisciplinaridade e a integração das artes e dos meios como modos de produção de significados desafiadores de limites, fronteiras e territórios. Entretanto, os arte-educadores têm dificuldades de entender a arte “inter” produzida hoje.”.
BARBOSA, A. M. Interterritorialidade na Arte/Educação e na Arte. p. 23. In: BARBOSA, A. M.; AMARAL, L. (org.). Interterritorialidade: mídias, contextos e educação. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2008.
Ao estabelecer uma relação entre o termo “inter” e arte, BARBOSA enfatiza a dificuldade que
os "arte-educadores" têm de entender a(s)
Com respeito ao desenvolvimento de aplicações web em Java, avalie as assertivas abaixo.
I. HttpServlet é uma classe abstrata utilizada para a criação de servlet. Essa classe provê métodos para tratar requisições HTTP.
II. Para implementar um tratamento específico para requisições HTTP POST em um servlet, é necessário implementar o método doPost().
III. O protocolo HTTP possui vários tipos de requisição (GET, POST, PUT e DELETE). Uma implementação de servlet pode tratar apenas um desses tipos de requisição.
IV. Um MIME TYPE informa ao browser que tipo de dado ele irá receber, de maneira que o browser possa tratar a resposta de forma adequada.
V. Para criar um filtro em aplicações que utilizem a especificação Servlet 3.0, é necessário apenas anotar a classe com @WebFilter, sem a necessidade de implementar qualquer interface.
São verdadeiras, apenas, as assertivas:
Observe as afirmativas abaixo:
I. Com frequência, equipes de desenvolvimento de software escrevem classes que proveem funcionalidades similares às de outras classes já existentes. Esse padrão se aplica a qualquer contexto em que se deseja implementar funcionalidades já implementadas em outra classe, mas com interface diferente da classe já implementada. Esse padrão define uma nova classe de maneira que ela contenha uma instância da classe velha como um atributo privado, e implemente cada método da nova classe usando métodos da classe antiga.
II. Fornece uma interface unificada para um conjunto de interfaces em um subsistema. Define
uma interface de nível mais alto que torna o subsistema mais fácil de ser usado.
III. Define o esqueleto de um algoritmo em uma operação, postergando alguns passos para as subclasses. Permite que subclasses redefinam certos passos de um algoritmo sem mudar a estrutura do mesmo. Esse padrão pode ser usado para implementar as partes invariantes do algoritmo uma só vez e deixar para as subclasses a implementação do comportamento que pode variar.
IV. Evita o acoplamento do remetente de uma solicitação ao seu receptor ao dar a mais de um
objeto a oportunidade de tratar a solicitação. Encadeia os objetos receptores, passando a
solicitação ao longo da cadeia até que um objeto a trate. Esse padrão é utilizado quando
mais de um objeto pode tratar uma solicitação e o objeto que a tratará não é conhecido a
priori. O objeto que trata a solicitação é escolhido automaticamente.
V. Você começou a trabalhar em um projeto que utiliza tecnologia Java RMI. Nesse projeto, é implementado um padrão de projeto que provê um ponto através do qual um objeto controla o acesso a outro. No projeto em questão, um objeto remoto que contém a implementação real é acessado através de um outro objeto local, de forma que o objeto local controla o acesso ao remoto. Para isso, ambos possuem a mesma interface.
As afirmativas acima descrevem, respectivamente, os seguintes padrões de projeto: