Questões de Concurso Comentadas para fub

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Q2234335 Psicologia
Caso clínico 5A2-I

        Maria procurou o serviço público de saúde de sua região por estar preocupada com seu filho Josué, de 4 anos de idade. De acordo com o relato materno, ele sempre foi "uma criança difícil": "No início, pensei que ele era mais caladão e quieto. Eu tinha que me lembrar de que tinha um bebê em casa. Para chamar a atenção dele, só com um objeto em movimento, a roda de um carrinho ou algo que girasse. Nunca gostou de brinquedo com som. Aliás, desde bebê, parece se incomodar muito com barulho. Hoje tenho certeza de que ele não gosta: qualquer som mais alto, ele coloca logo as mãos na orelha. Até seu jeito de brincar é diferente. Lembro de comprar um monte de brinquedo pra ele e ele nunca parecer se interessar. Gostava mesmo era de pedaços de coisas que encontrava pela casa: tampas, rodas soltas de carrinho, pedaços de barbante, lascas de parede. Eu ficava muito incomodada, porque parecia que ele não se interessava por mim ou por qualquer brincadeira que eu fizesse com ele. Nem quando tinha outras crianças ele gostava de brincar junto. Me dei conta de que algo poderia estar errado quando o filho de minha irmã nasceu, há um ano. Demorei pra procurar ajuda porque não quero acreditar que tenha algo errado com meu filho. Como somos só nós dois, tenho medo de não suportar a dor de saber que meu filho tem algum problema" (sic). 
A respeito do caso clínico 5A2-I, julgue o item subsequente, com base nas contribuições da psicopatologia, no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) e na Classificação Internacional de Doenças (CID-10). 
Josué apresenta transtorno de comunicação social pragmática.
Alternativas
Q2234333 Psicologia
Caso clínico 5A2-I

        Maria procurou o serviço público de saúde de sua região por estar preocupada com seu filho Josué, de 4 anos de idade. De acordo com o relato materno, ele sempre foi "uma criança difícil": "No início, pensei que ele era mais caladão e quieto. Eu tinha que me lembrar de que tinha um bebê em casa. Para chamar a atenção dele, só com um objeto em movimento, a roda de um carrinho ou algo que girasse. Nunca gostou de brinquedo com som. Aliás, desde bebê, parece se incomodar muito com barulho. Hoje tenho certeza de que ele não gosta: qualquer som mais alto, ele coloca logo as mãos na orelha. Até seu jeito de brincar é diferente. Lembro de comprar um monte de brinquedo pra ele e ele nunca parecer se interessar. Gostava mesmo era de pedaços de coisas que encontrava pela casa: tampas, rodas soltas de carrinho, pedaços de barbante, lascas de parede. Eu ficava muito incomodada, porque parecia que ele não se interessava por mim ou por qualquer brincadeira que eu fizesse com ele. Nem quando tinha outras crianças ele gostava de brincar junto. Me dei conta de que algo poderia estar errado quando o filho de minha irmã nasceu, há um ano. Demorei pra procurar ajuda porque não quero acreditar que tenha algo errado com meu filho. Como somos só nós dois, tenho medo de não suportar a dor de saber que meu filho tem algum problema" (sic). 
A respeito do caso clínico 5A2-I, julgue o item subsequente, com base nas contribuições da psicopatologia, no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) e na Classificação Internacional de Doenças (CID-10). 
Ausência de postura antecipatória é comum em quadros como o de Josué.
Alternativas
Q2234331 Psicologia
Com relação a psicopatologia, teoria e manejo da dor e atuação profissional do psicólogo, julgue o item a seguir.
Em se tratando de expressão subjetiva da dor, entrevistas semiestruturadas não são recomendadas para sua avaliação. 
Alternativas
Q2234330 Psicologia
Com relação a psicopatologia, teoria e manejo da dor e atuação profissional do psicólogo, julgue o item a seguir.
Disforia e depressão são quadros que podem estar associados na dor crônica. 
Alternativas
Q2234329 Psicologia
Com relação a psicopatologia, teoria e manejo da dor e atuação profissional do psicólogo, julgue o item a seguir.
Quadros psicopatológicos podem interferir na percepção e no enfrentamento da dor. 
Alternativas
Q2234327 Psicologia
Considerando as teorias da dor, julgue o próximo item. 

O componente afetivo da dor pode ser influenciado pela intensidade da sensação da dor. 
Alternativas
Q2234326 Psicologia
Considerando as teorias da dor, julgue o próximo item. 
A dimensão sensorial da dor é insuscetível a variáveis cognitivas ou motivacionais. 
Alternativas
Q2234325 Psicologia
Considerando as teorias da dor, julgue o próximo item. 
A dor experimental envolve um sofrimento significativo, sendo marcada pelo envolvimento psicológico do sujeito em análise.

Alternativas
Q2234324 Psicologia

Considerando as teorias da dor, julgue o próximo item. 

A dor é um fenômeno biopsicossocial de complexidade e natureza multidimensionais.


Alternativas
Q2234323 Psicologia
Com base nos princípios da teoria cognitivo-comportamental, julgue o item subsequente.
Um dos principais objetivos do processo terapêutico é a promoção do pensamento dicotômico como recurso para eliminar distorções cognitivas.
Alternativas
Q2234322 Psicologia
Com base nos princípios da teoria cognitivo-comportamental, julgue o item subsequente.
A reestruturação cognitiva permite ao paciente desconsiderar crenças negativas sobre si mesmo a partir de evidências positivas. 
Alternativas
Q2234321 Psicologia

Com base nos princípios da teoria cognitivo-comportamental, julgue o item subsequente.

Entre as principais cognições a serem avaliadas no início do processo terapêutico da disfunção familiar e conjugal estão a percepção seletiva de fatos e as atribuições de causalidade sobre os fatos ocorridos.

Alternativas
Q2234320 Psicologia
Com base nos princípios da teoria cognitivo-comportamental, julgue o item subsequente.
As crenças nucleares se desenvolvem gradualmente a partir da infância, conforme as experiências vivenciadas, e se tornam verdades assumidas que fundamentam o entendimento do sujeito acerca de tudo que o cerca. 
Alternativas
Q2234319 Psicologia
Julgue o seguinte item, acerca da avaliação e condução da psicoterapia cognitivo-comportamental para pessoas idosas.

O idoso costuma queixar-se menos de dor que as pessoas mais jovens porque desenvolve maior resistência ao estímulo álgico ao longo do envelhecimento. 
Alternativas
Q2234318 Psicologia
Julgue o seguinte item, acerca da avaliação e condução da psicoterapia cognitivo-comportamental para pessoas idosas.
A psicoterapia grupal é adequada para idosos e inclui procedimentos para mudanças de comportamento conforme as demandas presentes nos diferentes momentos do processo terapêutico.
Alternativas
Q2234317 Psicologia
Julgue o seguinte item, acerca da avaliação e condução da psicoterapia cognitivo-comportamental para pessoas idosas.

A avaliação do idoso no processo terapêutico requer a inclusão da sua história de saúde física, como existência de doenças crônicas e agudas, passadas e atuais, tipo de medicação em uso, tratamentos em curso e história de relações familiares. 
Alternativas
Q2234316 Psicologia
Julgue o seguinte item, acerca da avaliação e condução da psicoterapia cognitivo-comportamental para pessoas idosas.
A depressão em pacientes idosos é comum, mas pode ser confundida ou descartada em função de outras condições, como, por exemplo, resposta de luto por perda de cônjuge, mudança do status de provedor para o de dependente, e isolamento social. 
Alternativas
Q2234315 Psicologia
Julgue o seguinte item, acerca da avaliação e condução da psicoterapia cognitivo-comportamental para pessoas idosas.

A experiência de dor no idoso com demência é fácil de ser percebida pelo observador atento, porque a queixa costuma ser específica e diferenciada.
Alternativas
Q2234314 Psicologia
Julgue o seguinte item, acerca da avaliação e condução da psicoterapia cognitivo-comportamental para pessoas idosas.

Durante atendimento de idoso portador de doença crônica avançada, o psicólogo deve evitar falar sobre a morte, para favorecer que o paciente tenha um final de vida focado em assuntos descontraídos e agradáveis, chegando a uma morte digna.
Alternativas
Q2234313 Psicologia
   Pedro, de 82 anos de idade, está hospitalizado em estado grave, progressivo, com prognóstico reservado. Ele sempre defendeu o direito à eutanásia e sua legalização e, agora, consciente e informado de que não há possibilidade de cura para suas condições clínicas, informou à sua família, aos médicos e ao psicólogo que o assistem que não quer receber nenhum tipo de procedimento ou uso de equipamento para prorrogação da vida.
Com relação à conduta do psicólogo nesse caso hipotético, julgue o próximo item. 

Caso Pedro estivesse inconsciente e não tivesse informado à família o seu desejo de não receber procedimentos para prorrogação da vida, seria adequado que o psicólogo, sem emitir a própria opinião, oferecesse suporte aos familiares na tomada dessa decisão.
Alternativas
Respostas
1261: E
1262: C
1263: E
1264: C
1265: C
1266: C
1267: E
1268: E
1269: C
1270: E
1271: C
1272: C
1273: C
1274: E
1275: C
1276: C
1277: C
1278: E
1279: E
1280: C