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Cultura pode ser considerada um comportamento determinado por questões biológicas, que estão em constante evolução.
Cultura é tudo aquilo que é produzido pelo ser humano, seja no plano concreto seja no plano imaterial, desde artefatos e objetos, até ideais e crenças.
O conceito de cultura de massa se refere aos padrões compartilhados pela maioria dos indivíduos, independentemente de renda, instrução e ocupação, sendo ele característico de sociedades capitalistas.
Uma relevante definição de cultura é a que a considera como produção artística e intelectual.
É correto afirmar que é a transmissão de valores e símbolos culturais às gerações que garante a convivência social.
A ancoragem permite integrar o objeto da representação a um sistema de valores próprios aos indivíduos, que os denomina e os classifica em função da inserção social desses sujeitos.
A abordagem estrutural, também conhecida como Escola do Midi, é uma das abordagens em que se estrutura a teoria das representações sociais.
A introdução da teoria das representações sociais foi bem aceita no Brasil, visto que, à época, os pesquisadores brasileiros da psicologia social comungavam do viés norte americano, o qual concebia que essa teoria dava suporte às pesquisas sobre atitude.
A objetivação corresponde à incorporação ou à assimilação de um novo objeto em um sistema de categorias que são familiares e funcionais aos indivíduos e que lhes estão facilmente disponíveis na memória.
Representações sociais são definidas como uma forma de conhecimento social, que pressupõe a existência de três aspectos: comunicação, (re)construção do real e domínio do mundo.
Conforme pesquisas atuais, o individualismo e o coletivismo são importantes aspectos da cultural organizacional.
A psicologia organizacional não tem levado em consideração os estudos de atitudes e valores realizados no âmbito da psicologia social, uma vez que os estudos realizados por essa área são muito generalistas e incapazes de explicar o comportamento organizacional.
A neurociência social analisa as bases neurobiológicas da cognição social e tem como principal pressuposto a concepção de que o raciocínio social é construído a partir de mecanismos neurocerebrais.
A psicologia social evolucionista opõe-se às áreas tradicionais da psicologia social, pois nela o fator biológico é considerado aspecto central para explicar o comportamento do indivíduo.
De acordo com a teoria da identidade social, o autoconceito deriva de diversos fatores, mas não de identificação e senso de pertencimento a um grupo.
Para a psicologia social evolucionista, a transmissão da cultura ocorre por meio de processos de imitação e aprendizagem social havendo, a partir disso, uma seleção natural dos valores a serem transmitidos à outra geração.
Os schemas são constituídos por quatro processos: memórias, atenção, inferência e atribuições.
Por permitirem avaliações simplificadas e automáticas, os schemas tornam possível um julgamento a respeito de outra pessoa de forma muito rápida.
Na cognição social, o princípio da centralidade do eu especifica que o observador, ao olhar outra pessoa, se dissocia do seu próprio eu, e passa a perceber o mundo sob a influência do julgamento da pessoa observada.
A captura de atenção de uma pessoa só ocorre quando ela se depara com comportamentos similares ao seu conhecimento prévio ou schemas de pessoas.